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http://www.mepr.org.br/midia/documentos/textos/panfleto_gonzalo.pdf

Índia: Presos políticos realizam greve de fome

 

Reproduzimos do CEBRASPO

DEZENAS DE PRISIONEIROS POLÍTICOS NOS CÁRCERES DE CALCUTÁ FAZEM GREVE DE FOME EM SOLIDARIEDADE E PROTESTO AS TORTURAS A REVOLUCIONÁRIA KALPANA MAITY.

Traduzimos do blog maoistroad denúncia sobre a greve de fome de cerca de 80 prisioneiros políticos e a situação que se encontra a revolucionária indiana Kalpana Maity:

“Em torno de 80 prisioneiros políticos de quatro cárceres da Índia -três dos quais se encontram em Kolkota (Calcutá)- fizeram uma greve de fome de 24 horas desde o sábado passado como forma de protesto contra a tortura infligida a comunista-maoísta Kalpana Maity, que atualmente se encontra na prisão de Alipore. A greve nas prisões de Presidency, Dum Dum, Jalpaiguri e no presídio de mulheres de Alipore começaram às 6hs da manhã e terminou na mesma hora de domingo.

Ranjit Sur, membro da Associação para a Proteção dos Direitos Democráticos, uma organização cidadã de direitos humanos, declarou que tem estado em contato com os prisioneiros e que a organização havia recebido uma queixa por escrito de Maity detalhando a tortura a que foi submetida (Fonte: Indianexpress). Nos deu a queixa escrita em sua última aparição, que foi dia 6 de este mês. Devia apresentar ao juiz também, porém não pôde apresentar sua queixa a eles na última audiência. Segundo sua denúncia, Kalpana Mayti começou a sofrer de muitas dores desde que foi transferida a prisão de Alipore. Ela sofre de diabetes, artrites e uma série de outras enfermidades.

“Ela alega que o encarregado do cárcere deu instruções a todos os demais reclusos na prisão ameaçando-os para que não a ajudem. Os outros presos foram proibidos de falar com ela, e vice-versa. Também, a obrigaram limpar sua própria cela e banheiro, algo que os demais internos não têm que fazer. Aos outros reclusos é permitido passear ou fazer exercício no pátio da prisão, entretanto a Kalpana é negada esta facilidade”, segundo afirma Ranjit Sur.

Apesar de Maity ser uma presa política, reconhecida pelo tribunal como tal, não foi tratada como tal: “Tem certas coisas que um preso político deve receber por lei, como uma mesa, cadeira, livros, jornais e material para escrita. As autoridades penitenciárias não lhe ofereceram isto. Ela tem estado isolada por completo”.

Segundo Sur, Maity foi detida em 4 de dezembro de 2010, com outras quatro pessoas acusadas de serem maoístas, Sudip Chongdar, Barun Sur, Akhil Ghosh e Bimal Mallick, no distrito de Maidan em Calcutá. Ela era conhecida como pessoa próxima do maoísta Kishenji, era chamada de “sua sombra”. “Os prisioneiros políticos decidiram que se a tortura não acabar, então irão entrar em greve de fome indefinida em todos os cárceres de Bengala Ocidental”, confirmou Rajnit Sur.

Em 2012, pouco depois de chegar ao poder, o primeiro ministro Mamata Banerjee decidiu sobre a liberação de 51 presos políticos que haviam sido condenados a cadeia perpétua e já haviam cumprido mais de 15 anos de prisão. As recomendações foram realizadas por um “Comitê de Revisão para liberação de presos políticos”, encabeçado pelo juiz Maloy Sengupta. Contudo, ainda que o Comitê Sengupta tenha recomendado a liberação de todos os presos políticos, isto nunca foi levado a cabo.”

LIBERDADE A TODOS PRESOS POLÍTICOS DEMOCRATAS E REVOLUCIONÁRIOS NA ÍNDIA E NO MUNDO!

 

ABAIXO A OPERAÇÃO CAÇADA VERDE NA ÍNDIA!

Reproduzimos matéria de denúncia sobre a criminosa Operação Caçada Verde do Estado indiano produzida pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (CEBRASPO)

O Estado Indiano declarou guerra ao povo, e pôs em movimento 150 mil tropas nos Estados das regiões central e leste do país, para ameaçar, prender e assassinar pessoas, e expulsar povos tribais e camponeses de suas terras milenares. Trata-se da Operação “Caçada Verde”, em pleno curso nos dias atuais, levada a cabo a pretexto de combater os Naxalitas, nome dado aos combatentes do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL), dirigido pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta).

O real contexto

O Estado Indiano, umbilicalmente associado ao imperialismo, tem ao longo dos anos atacado povos tribais (chamados de Adivasis) para expulsar-lhes das suas terras milenares. Tratam-se de terras riquíssimas em recursos minerais e naturais, e há interesse direto de grandes corporações (como Tata, Essar, Jindal e Mittal) nessas terras.

Nos dados do Censo de 2001, os Adivasis (ou povos tribais) correspondiam a mais de 84 milhões de pessoas em todo o país, preservando uma cultura milenar e modos de produção e de propriedade coletiva, bem como uma estrutura de poder própria. Esses povos têm dado uma importante contribuição à filosofia, linguagem, costumes no país, e também às lutas de resistência desde a colonização britânica no século XVII.

De acordo com a legislação indiana, as terras dos povos tribais são protegidas sob o nome de Áreas Catalogadas (Scheduled Areas), devendo nelas ser assegurado o controle e administração pelos próprios povos tribais. Os órgãos que exercem soberania popular são chamados de Gram Sabha, que são competentes para resolver os problemas locais.

Os Naxalitas tem desenvolvido o apoio concreto aos povos tribais, apontando o caminho da resistência armada. O Estado indiano, a pretexto de combater os Naxalitas, faz a guerra contra o povo e realiza deslocamentos massivos de pessoas visando suas terras.

Em uma entrevista transmitida a uma rádio australiana em 12 de fevereiro de 2010, Linga, uma moradora local, denuncia:

Os moradores do meu bairro se sentem inseguros. Nós estamos sendo explorados, a nossa terra está sendo roubada. E não é o governo que está nos ajudando, mas sim os maoístas. Nenhuma lei é respeitada. Mesmo aquelas conquistadas após a independência, há 60 anos, não têm aplicação. Nós ainda temos que lutar por nossos direitos.”[i]

   

[FERP] EDUCAÇÃO GRATUITA, CIENTÍFICA, NACIONAL E A SERVIÇO DO POVO!

Retirado do Blog da Frente Estudantil Revolucionária e Popular do Chile: ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

 

Chile

Milhares de estudantes se jogam às ruas em protestos, marchas e cortes de avenidas pelo direito à educação, tendo como resposta do velho Estado um crescente repressão, com estudantes gravemente feridos, numerosas detenções arbitrárias, espancamentos e gás lacrimogêneo ao limite. O combativo estado de ânimo das massas deve encher-nos de otimismo.

Enquanto tanto a CONFECH impulsiona as “cinco indicações” (fim da dívida, gratuidade, fortalecimento da educação pública, marco regulatório e fim do lucro) para “incidir” nesta “reforma” que só aprofunda o capitalismo burocrático na educação (ver edição anterior). Isto nos fatos é fazer conduta e lobby, e atolar-se no parlamento, órgão de legitimação das classes opressoras, que historicamente tem servido para conter as demandas do povo.

Exemplo do anterior é o de Iván Fuentes, antigo dirigente dos protestos que paralizaram Aysén em 2012, hoje membro do parlamento e acusado de receber subornos e financiamento das mesmas pesqueiras contra as quais as massas ayseninas protestaram.

É por isto que o movimento estudantil não deve deixar-se enganar por aqueles que planteiam “reformar” o velho Estado e usar nossas justas lutas como campanha eleitoral.

 

Camponeses retomam as terras de Pau D'arco!

Retirado de andblog.com.br

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Com informações da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) do Pará e Tocantins

No dia 13/06, mais de cem famílias camponesas reocuparam as terras do latifúndio Santa Lúcia – fazenda onde ocorreu a Chacina de Pau D’Arco, crime que chocou o brasil e o mundo no qual dez camponeses foram barbaramente assassinados pelas forças policiais do velho Estado no dia 24 de maio deste ano – com o apoio da LCP do Pará e Tocantins, reerguendo o acampamento e mantendo a luta pelo sagrado direito à terra.

Não podemos recuar, pelos nossos companheiros que se foram, e temos que mostrar ao latifúndio que não pode ser como eles querem”, afirmou o camponês Rosenilton Pereira de Almeida em entrevista publicada por Mário Campagnani do Global.org.

Na mesma entrevista a camponesa Geodete Oliveira dos Santos explicou a importância da retomada: “Eles estavam lutando por um pedaço de terra, então nada mais justo do que eu estar aqui. Eles pensaram que a luta tinha acabado quando mataram minha família, mas não é assim. Voltamos aqui para lutar mais e para garantir o direito por essa terra”.

Seguem mais imagens da vitoriosa retomada.

 

139 anos de nascimento de Pancho Villa

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Traduzimos e publicamos material sobre a vida de Pancho Villa organizado pela Corrente do Povo - Sol Rojo [Sol Vermelho] do México e disponibilizado em seu blog na internet.

Ao lado de Emiliano Zapata, Pancho Villa foi um dos dois grandes chefes políticos e militares da Revolução Mexicana. O rápido desenvolvimento e a conquista do Poder em quase todo o país, demonstrou a força do campesinato mexicano e a justeza da sua revolução agrária. Embora a revolução tenha sido tragicamente derrotada por forças latifundiárias apoiadas pelo imperialismo ianque, ainda hoje o caminho defendido por Zapata e Pancho Villa segue vigente e o campesinato e as classes populares do México novamente se levantarão para conquistar a terra, destruir o latifúndio e sobre as fundações de uma Nova Democracia, erigir uma Nova sociedade.


 

No 139º aniversário do General Francisco Villa

Sem cumprem já 139 anos desde o nascimento de Doroteo Arango, melhor conhecido como Francisco Villa, próximo à Coyotada, município de San Juan del Río, em Durango no 5 de Junho de 1878

Dirigente social, lutador revolucionário, chefe militar e guia indiscutível não só do processo social que iniciou em 1910 e se prolongou até 1923 em que foi assassinado, mas também de várias gerações de revolucionários que nos temos proposto à transformação radial da sociedade, deixando de lado as repetições legalóides, pacifistas, reformistas e eleiroreiras do oportunismo e do revisionismo vulgar. Nosso General Francisco Villa ainda cavalga nas lutas vigentes do proletariado, do campesinato pobre, dos povos e nações originários, dos pobres das cidades e do campo e de todos aqueles que cremos que vencer é possível.

Hoje o recordamos com bandeiras vermelhas ao alto, e publicando um fragmento da Biografia Narrativa que o escritor e historiador, Paco Ignácio Taibo II faz do General e da qual recomendamos a leitura.

Viva o General Francisco Villa!

Fora o Poder, tudo é ilusão!

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De Paco Ignacio Taibo II

Pancho Villa: Uma biografia narrativa

 

 

O Acordo de Paris e a questão da ecologia

Divulgamos a seguir um documento do Partido Comunista Maoísta da França a respeito do Acordo de Paris e o grande alarde que se fez em relação à postura do arquireacionário Trump ao não compactuar com dito acordo. Saudamos a consequente análise feita pelos companheiros revolucionários da França ao traçarem uma linha demarcatória entre os falsos e demagógicos discursos imperialistas de "proteção do meio ambiente" e a posição materialista sobre a ecologia, isto é, as diversas relações entre o Homem e o seu meio, e a defesa de que conjunto da população mundial, particularmente dos povos e nações oprimidos e das classes exploradas de nossa Era, possam usufruir das riquezas naturais de que dispõe o nosso planeta.

Ao retomar este debate, aproveitamos para resgatar o que afirmamos em nosso artigo Desmistificando o aquecimento global:

 
"Na verdade, se abstrairmos inclusive a discussão técnico-científica sobre o tema e levarmos em consideração as implicações políticas a que esta tese do “aquecimento global” tem conduzido, como uma sanha furiosa dos países imperialistas contra as reservas naturais dos países semicoloniais, desde as mais sofisticadas técnicas de bombardeio ideológico (como as superproduções hollywoodianas), passando pela ação de todo tipo de ONG’s “ambientalistas” até as ações mais furiosas e descaradas, como o inaceitável “crédito de carbono” ou expulsão, através de governos fantoches, de milhões de camponeses e povos nativos – sobretudo das florestas tropicais, as com mais rica biodiversidade, das quais a maior e mais poderosa é a floresta amazônica – tudo isso já seria suficiente para nos levar à conclusão do que exatamente está por trás desse discurso “ecológico”. Aliás, não são poucos os setores que tentam apresentar-se como “progressistas” e que apregoam aos quatro ventos a luta em defesa do “meio ambiente” como novo fator decisivo da história da Humanidade em substituição, portanto, da luta de classes.

Do ponto de vista gnoseológico, ou seja, da teoria do conhecimento, este tem sido e será também palco de uma luta das mais importantes na atualidade entre o materialismo e o idealismo e, dentro do campo materialista, entre as concepções do materialismo conseqüente, ou seja, o dialético, e as diferentes escolas de materialismo inconseqüente, mecanicista."

O nosso texto completo pode ser lido aqui.


 

O Acordo de Paris e a questão da ecologia

Partido Comunista Maoísta - França
Retirado do Blog DazibaoRojo (dazibaorojo08.blogspot.com)

Donald Trump, presidente da principal potência econômica do mundo anunciou que, de acordo com sua promessa de campanha, seu país se retiraria do acordo climático de Paris negociado na "COP21"; O acordo, que se supõe estar dirigido a lutar contra o aquecimento global limitando os gases de efeito estufa em particular, foi apresntado por países signatários como um grande avanço ecológico.

Entretanto, esse acordo não era nem sequer obrigatório: era um compromisso baseado na boa vontade, um conceito totalmente abstrado nas relações internacionais, onde se supõe que cada país faça o melhor possível, sem sanções em caso de frasso. As relações entre os Estados burgueses se baseiam nas relações de Poder.

As reações internacionais tem sido, naturalmente, muito negativas, com China, Rússia e maioria dos países europeus condenando a decisão do EUA. Contudo, será o Acordo de Paris o ponto central para salvaguardar o planeta? Este acordo salvará os mares afetados pela contaminação e sobrepesca? Prevê a substituição nuclear? Este acordo aborda o assunto do desmatamento, protegendo a biodiversidade, assegurando a qualidade da água? Naturalmente, não. Este é um pacto de princípios que permite hoje aos países imperialistas apresentarem-se como defensores da Terra, ainda que contribuam cada dia com a devastação do meio ambiente e assim degradar nossas condições de vida.

 

31 anos do Dia da Heroicidade: Dia Internacional dos Presos Revolucionários

Reproduzido de AND

O 19 de junho, Dia da Heroicidade, é anualmente celebrado pelo Partido Comunista do Peru (PCP) e por diversas organizações e partidos revolucionários do mundo, sendo tomado por estes como Dia Internacional dos Presos Revolucionários.

19junho

 

A origem da data remete ao ocorrido há 31 anos, em 1986, quando o gerenciamento do velho Estado peruano encabeçado por Alan García ordenava um dos mais abjetos crimes de guerra já ocorridos contra prisioneiros políticos no mundo

No 19 de junho de 1986, incapaz de impedir a resistência dos prisioneiros políticos do PCP, que converteram as prisões em Luminosas Trincheiras de Combate, o criminoso gerenciamento de García mobilizou exército, marinha, força aérea e polícia para consumar um dos mais infames genocídios da história da América Latina, ocasião que executaram o sinistro plano de eliminar os dirigentes e militantes presos nos presídios de Lurigancho, Callao e na Ilha do Frontón.

Os prisioneiros protagonizaram uma das mais heroicas resistências da história recente da América Latina, combatendo com armas precárias e improvisadas os esbirros das forças armadas reacionárias peruanas. Resistiram ao covarde bombardeio e aos fuzis da reação com altivez. Muitos tombaram em combate entoando a plenos pulmões o hino do proletariado, A Internacional. Outros, gravemente feridos e sem mais condições de se defender, foram fria e covardemente executados.

Luminosas Trincheiras de Combate

Os presos políticos e prisioneiros de guerra, acatando e aplicando a política designada pelo PCP, converteram os campos de concentração, destinados a exterminar moral e fisicamente os revolucionários peruanos, em Luminosas Trincheiras de Combate, onde, com apoio do PCP através dos organismos correspondentes, produziam e dispunham de tudo que necessitavam para viver de modo relativamente autossuficiente, como alimentos e medicamentos, derrotando o sanguinário sonho da reação de convertê-los em monte de cadáveres.

   

Companheiro Alípio de Freitas: Presente na Luta!

alpio

Na última segunda-feira (12/06), faleceu em Portugal Alípio de Freitas, histórico dirigente da luta camponesa e contra o Regime Militar Fascista no Brasil.

Alípio de Freitas veio para o Brasil em finais da década de 50, para atuar como Padre e logo se ligou de maneira dedicida às reivindicações e lutas do nosso povo, principalmente do campesinato pobre. Sua trajetória é digna de um verdadeiro revolucionário: após o rompimento com a igreja, se vincula cada vez à luta pela terra no nordeste, chegando a ocupar o cargo de Secretário Geral das Ligas Camponesas. Com o golpe militar de 64, Alípio vai para a clandestinidade e depois é exilado, passando pelo México e por Cuba. De volta ao Brasil, trava séria luta com as organizações de esquerda que propunham a resistência armada ao Regime Militar como caminho da Revolução no país. É neste período em que é preso e passa mais de dez anos encarcerado e sofrendo as mais vis torturas, às quais resiste com a tenacide ímpar da fibra de revolucionário.

Alípio de Freitas defendia que o caminho da revolução no Brasil era a partir do campo, na luta pela conquista da terra para os camponeses. Em 2010, passa a integrar o Conselho Editorial do Jornal A Nova Democracia e é condecorado como Presidente de Honra da Liga dos Camponeses Pobres.

Também neste ano, em entrevista ao Jornal AND, Alípio contou sua história de militância e vida, que pode ser lida aqui.
http://anovademocracia.com.br/no-63/2724-um-homem-de-grande-firmeza

O falecimento de Alípio de Freitas atinge com grande pesar a todos os revolucionários do Brasil, de Portugal e do mundo. Sua luta em defesa dos mais pobres entre os pobres, pela transformação radical dessa sociedade e pela construção de um mundo novo será para sempre lembrada como exemplo a ser seguido.

COMPANHEIRO ALÍPIO DE FREITAS: PRESENTE NA LUTA!

MORTE AO LATIFÚNDIO! TERRA PARA QUEM NELA TRABALHA!


 


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