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ESTUDANTES DA UERJ BOICOTAM LANÇAMENTO DE LIVRO SOBRE AS UPPS.

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No ultimo dia 14 de outubro os estudantes da UERJ de maneira altiva e combatente de forma a contribuir e fazer ecoar a altura a revolta de milhares de trabalhadores que são oprimidos diariamente pelo regime fascista instalado no Rio de Janeiro através do seu braço armado que são as UPPS. Os estudantes promoveram uma grande agitação contando com a participação de dezenas de estudantes, movimentos estudantis e CA`s, com faixas, cartazes e palavras de ordem contra a UPP, fazendo com que os dois coronéis que estavam presentes de forma a representar a corporação sentissem ao menos uma vez na vida o que é estar do lado mais fraco. Azedando de maneira cabal a festa dos asseclas de uma das PMS que mais matam no Brasil e no mundo, festa essa que tinha como objetivo promover o livro “Os donos do morro” coordenado pelo dito “sociólogo” e professor da casa Ignácio Cano, ávido colaborador de O Globo é rápido em defender o fascismo aplicado pelos monopólios de imprensa e pelo Estado e em tachar aqueles que ousam lutar contra toda essa canalha com o titulo de fascistas e autoritários, quando na verdade é a ele que este titulo lhe serve tão bem.
 

Repúdio ao massacre contra estudantes normalistas em Iguala – México

Quarenta e três estudantes seguem desaparecidos após repressão policial a uma manifestação realizada por estudantes normalistas da escola Ayotzinapa, no dia 26 de setembro, na cidade de Iguala, estado de Guerrero, sul do México. Sete pessoas, entre as quais quatro estudantes, foram assassinados pela polícia durante a ação que contou com a participação de grupos ligados ao tráfico de drogas na região.

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Os estudantes desaparecidos foram levados presos pela policia após a repressão à manifestação. Quatro valas comuns contendo vinte e oito corpos foram encontradas nos arredores da cidade. Traficantes que teriam participado da chacina contra os estudantes confessaram ter participado da execução de dezessete jovens.

 

Segurança privada da UFMG tenta impedir ato contra as eleições

Segurança privada da UFMG tenta impedir ato contra as eleições

 

charge farsa eleitoralComeçou o circo eleitoral e vários partidos oportunistas eleitoreiros já fazem suas mesquinhas campanha nas universidades, escolas, fabricas e por aí vai. Se contrapondo a esta patifaria, aqui em BH, o MEPR e outras organizações combativas iniciaram a campanha pelo BOICOTE à farsa das eleições e o velho Estado não tardou em apresentar a verdadeira face do seu hipócrita “Estado Democrático de Direito”.

Na manhã desta quarta-feira, dia 10/09, ativistas do MEPR se reuniram na porta do Restaurante Universitário 1 (bandejão) da UFMG para fazer agitação e propagandear o BOICOTE À FARSA ELEITORAL. Usando panfletos, bandeiras, faixas e megafone, fomos bem recebidos pelos estudantes que pegavam nossos panfletos e escutavam com atenção o que era dito.

Tudo corria bem, até que alguns guardas da segurança privada da UFMG  apareceram e disseram “que não poderíamos fazer aquilo”, tentando nos intimidar. De forma fascista, fizeram ameaças e tomaram o nosso megafone a força. Neste momento, vários estudantes que assistam a tudo nos apoiaram gritando: “devolve, devolve”, uma jovem disse para os guardas “todos os estudantes aqui estão vendo o que vocês estão fazendo!”. Depois de muita resistência dos estudantes, eles devolveram o megafone, mas continuaram tentando desmobilizar o ato, coagindo os ativistas.

É visível a fascistização da universidade brasileira de uma forma geral e, particularmente da UFMG. Os ataques ao direito à livre manifestação e expressão são constantes. Recentemente, estudantes da UFMG que participavam da ocupação da reitoria contra a farra da FIFA foram agredidas por essa mesma segurança privada. Há poucos meses, o Centro Acadêmico de Filosofia da UFMG foi invadido pela PM numa clara tentativa de coibir as manifestações estudantis.

Jamais abaixaremos nossas bandeiras e calaremos nossa voz, prosseguimos e prosseguiremos com a agitação contra a farsa eleitoral e pela Revolução.

ELEIÇÃO, NÃO! REVOLUÇÃO, SIM!

FASCISTAS, NÃO PASSARÃO!

 

Todo apoio às greves da UEMG e UNIMONTES!

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Os professores da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) e da Universidade Estadual de Montes Claros/MG (Unimontes) estão em estado de greve desde o começo do mês de Agosto. Os grevistas se colocam contra as demissões dos cerca de 98 mil professores do Estado de Minas contratados pela Lei 100/2007. Os professores da Unimontes exigem também concurso para a contratação de novos professores para a universidade, o que não acontece há 12 anos, reajuste salarial e melhores condições de trabalho.

O professor Hudson Lacerda, da Escola de Música da UEMG, explicou a Lei 100 e suas consequências pela página do facebook Greve dos professores da UEMG
 

Realizado o vitorioso 34° ENEPe em Recife/PE

Entre os dias 23 e 30 de agosto de 2014 aconteceu na UFPE, campus Recife, o 34º Encontro Nacional dos Estudantes de Pedagogia (ENEPe). Organizado pela Executiva Nacional dos Estudantes de Pedagogia - EXNEPe, junto ao Diretório Acadêmico dos Estudantes de Pedagogia da UFPE, gestão Pedagogia em Movimento, o evento teve como tema “Educação Padrão – Fifa(!?): Os desafios do movimento estudantil de Pedagogia”.

O 34° ENEPe contou com a participação de mais de mil estudantes e se realizou num intenso clima de luta política pela defesa do ensino público e gratuito; por mais democracia nas escolas e universidades; pela libertação dos presos políticos e o fim dos processos contra os manifestantes; em apoio a luta pela terra e a Revolução Agrária e em solidariedade à heróica resistência do povo palestino.

              Nas mesas, grupos de discussão e rodas de diálogo, os estudantes debateram sobre “educação básica e condição do trabalho docente”; “plano nacional de educação”, “concepção de alfabetização”, “educação do campo”, a “regulamentação da profissão pedagogo”, entre outras questões.


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É TAREFA DE TODO O ESTUDANTE REVOLUCIONÁRIO BOICOTAR A FARSA ELEITORAL, E PROPAGANDEAR A REVOLUÇÃO.

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Os oprimidos são autorizados a decidir, uma vez a cada vários anos, quais membros da classe opressora irão representá-los e explorá-los.

Karl Marx

Os oprimidos são autorizados uma vez cada três ou seis anos, a decidir, qual, entre os membros da classe dominante, será o que, no parlamento, os representará e esmagará!

(Lenin, O Estado e a Revolução)

Avizinha-se a Farsa Eleitoral, evento bianual, que põe em movimento todo o cenário político brasileiro, fazendo pulular todos os oportunistas, de diferentes matizes e siglas, mas que em sua essência política não passam de frações de um único partido, o Partido Único da traição nacional.

As Classes Dominantes brasileiras, serviçais do Imperialismo, principalmente Ianque, promovem a cada dois anos uma grotesca farsa, através da qual buscam difundir no seio do povo a ilusão de que vivemos numa democracia, onde o povo elegeria seus representantes para gerir os destinos da nação, dos estados e municípios.

Os oportunistas e os revisionistas dos autodenominados partidos de esquerda servem, conscientemente ou inconscientemente, como reserva estratégica das classes dominantes, assumindo o gerenciamento do Estado, após um período de desgaste da mesma diante das crises por ela provocadas.

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Recife: Ato em solidariedade a Palestina e pela liberdade dos presos políticos do Governo Dilma

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No último dia 06 de agosto em Recife, várias organizações, dentre elas, a FIP-PE, foram às ruas em solidariedade ao povo palestino e pelo fim das perseguições e processos políticos do governo Dilma. Manifestantes jogaram tinta no Consulado Ianque e queimaram a bandeira do Estado de Israel.

 

Por que a GLOBO tem tanto medo do MEPR?

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Mais uma vez, a bandeira vermelha do MEPR foi atacada pelos setores mais reacionários da sociedade brasileira, desta vez, exposta por diversos veículos do monopólio das comunicações como suposta “prova de crime” durante coletiva de imprensa da policia civil do Rio de Janeiro, acerca da malfadada “operação Firewall”, que resultou no indiciamento de vinte seis e na prisão de doze ativistas supostamente ligados à Frente Independente Popular do Rio de Janeiro (FIP-RJ), tudo isso, as vésperas do jogo final da Copa da Fifa.  

Na ocasião, nossa bandeira e exemplares da décima sétima edição de nosso jornal Estudantes do Povo foram apresentados junto a outros materiais utilizados em protestos como máscaras de gás e panfletos ao lado de um revolver de posse do pai de uma das ativistas, numa clara tentativa do podre poder judiciário, da polícia civil do Rio de Janeiro e do monopólio da imprensa de imputar às pessoas, injusta e arbitrariamente detidas, a absurda acusação de “formação de quadrilha armada”.  


 

NOTA DA FIP-RJ EM REPÚDIO AO ARTIGO PUBLICADO EM "O GLOBO"

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A Frente Independente Popular (FIP-RJ) vem a público repudiar impetuosamente a acusação caluniosa publicada pelo jornal "O Globo" no dia 23/07 em sua matéria “Após reunião, Frente Independente Popular decide partir para o ataque para se defender da polícia”. Importante deixar claro que este artigo citado está sendo usado como justificativa para pedido de revisão dos habeas corpus que garantem a liberdade dos 23 ativistas indiciados na famigerada “caça as bruxas” que foi a “operação Firewall” da Polícia Civil.

 

 

Pelo direito de livre manifestação

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No dia 04/08, ativistas do MEPR realizaram uma panfletagem denunciando o cárater político das prisões de ativistas e lutadores do povo cometidas pelo velho Estado burguês-latifundiário quando das manifestações em rechaço à Farra da Fifa no nosso país iniciadas com as jornadas de junho/julho de 2013. O ato aconteceu no prédio da reitoria da UFMG durante a recepção de calouros organizada pela universidade. Reproduzimos abaixo o material distribuído.

 


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