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“Escola Sem Partido“ ou escola do Partido Único das classes dominantes?

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É errada a noção de que o projeto “Escola Sem Partido” vai livrar nossas escolas da influência nefasta das diversas frações do Partido Único das classes dominantes. Sob o manto de combate ao PT, o despotismo desta proposição é um ataque ao pensamento livre, ao exercício da profissão docente e à liberdade de crítica. É preciso, pois, compreender o que está por trás de toda esta campanha falsa de “limpeza do país”.

Três meses após a queda do gerenciamento oportunista de PT/Pecedobê, quando as classes dominantes de nosso país depositaram sua esperanças no novo governo interino de Temer/PMDB, este acelera a política do ajuste fiscal e corte nos direitos básicos que já vinha sendo implementada nas gerências anteriores. Porém, mesmo fora da administração central do Estado fascista brasileiro, PT e seus congêneres seguem prestando valioso serviço às grande burguesia e ao latifúndio, serviçais do imperialismo, se esforçando por utilizar mais uma vez sua capa de “esquerda radical”, porém sem jamais cogitar ultrapassar aos limites da velha e decrépita ordem vigente.

O PT (que nunca teve nada de revolucionário, socialista ou comunista) desde sua fundação vem prestando à reação o importante papel de manchar a honrada bandeira vermelha dos revolucionários de todo o mundo, principalmente quando ocupam seus lugarzinhos rendosos na burocracia estatal para implementar a mesma política nefasta das outras siglas do Partido Único das classes dominantes, política de demagogia, corrrupção e subjugação nacional, só que disfarçada de esquerda.

Após enganar os desavisados durante vários anos (hoje engana cada dia menos) esta agremiação oportunista e eleitoreira segue servindo como lenha na fogueira da reação, do anticomunismo ferrenho e do fascismo mais descarado. Estes tem conquistado posições entre setores populares, principalmente na pequena e média burguesias, com um falso discurso anticorrupção, de limpeza do país e para limpar “os estragos que o PT deixou”. Mal sabem eles que esta legenda oportunista nada aplicou a não ser as medidas ditadas diretamente pelo Banco Mundial, FMI e demais organismos de transmissão dos ditames do imperialismo, principalmente ianque.

O depotismo do “Escola sem Partido”

Dentre as principais conquistas da reação mais infame, está a popularidade do famigerado projeto "Escola Sem Partido", liderado pelo advogado Miguel Nagib, famoso falastrão anticomunista. Em torno deste projeto fascista, diversas forças reacionárias se juntaram numa campanha alardeando a necessidade de fazer uma limpeza ideológica nas escolas brasileiras, combatendo o que chamam de “doutrinação ideológica”, mas que visa principalmente remover qualquer conteúdo minimamente relacionado com o marxismo, o qual, erroneamente, seus elaboradores associam ao PT e acreditam estar vivamente presente nas escolas.

 

Contra o aumento do bandeijão na UFMG: derrubar a FUMP!


Numa manobra desmobilizadora o Conselho Universitário da UFMG, aprovou no dia 28 de Junho, última semana de aulas, quando a universidade estava convenientemente vazia, o aumento do bandejão de R$ 4,15 para R$5,60, alçando o bandejão da Federal mineira ao posto de mais caro do país.

Contra tal ataque ao direito de estudar, estudantes da universidade tem se organizado e buscado um caminho para barrar o aumento. No dia 11 de agosto, se recusaram a pagar o bandejão e dezenas de "pularam as catracas" do Restaurante Universitáio 1. Mais mobilizações estão previstas para ocorrer em breve, porém a universidade não dá sinais de que quer debater o assunto.

Aumento semelhante havia sido tentado nas primeiras semanas do ano, quando os estudantes invadiram a reitoria, impedindo assim a reunião que votaria o aumento, e forçando a retirada do assunto da pauta. Temendo mobilização semelhante, o Conselho esperou o momento propício em que haveriam poucas pessoas na universidade para novamente anunciar o aumento. Contou ainda com o suporte do DCE (capitaneado pelo Levante Popular da Juventude/PT), que chegou a declarar a medida “uma vitória do movimento estudantil”, servindo às políticas de austeridade e sucateamento que cada vez mais tentam impor às universidades do nosso país, e a desmobilização estudantil. Maquiando o golpe da Fump e do Conselho Universitário, cumprem um papel semelhante ao da pele de cordeiro que serve para amaciar o lombo do cavalo em seu contato com a sela.

 

Abaixo o massacre olímpico!

 

No dia 5 de agosto iniciaram-se oficialmente os Jogos Olímpicos “Rio 2016”, mais um engendro do imperialismo, principalmente ianque, e da grande burguesia lacaia brasileira e seus gerentes de turno para saquear o povo brasileiro. Essas olimpíadas ocorrem em meio a um grande aprofundamento da crise crônica da economia semicolonial e semifeudal de nosso país, e completa crise política, social, moral e ética do velho Estado brasileiro, onde este e as diferentes siglas do Partido Único encontram-se totalmente desmoralizadas. Nessas circunstâncias os abutres que promovem e beneficiam-se desse megaevento tem levado a cabo um enorme cerco midiático para tentar convencer o povo de que as olimpíadas são algo bom para a nação e deixarão um “legado”. Além disso, e destacadamente, montou-se uma verdadeira operação de guerra envolvendo dezenas de milhares de efetivos das polícias militar, civil, federal, rodoviária federal, força nacional, exército, marinha e aeronáutica, tudo a pretesto de combater “possíveis atos de terrorismo”. O povo que não se deixou intimidar pelo (esse sim) terrorismo do velho Estado foi às ruas e exerceu seu justo direito de rebelião contra a farra dos monopólios e o pioramento sistemático das condições de vida dos trabalhadores.

            Em todo o Brasil já vinham ocorrendo protestos espontâneos durante a passagem da tocha e incontáveis tentativas de apagá-la, culminando no combativo ato dos trabalhadores, e principalmente da juventude, que conseguiram apagar a tocha em Angra dos Reis, durante sua passagem pelo município em 27 de julho.  Na semana do início dos jogos esses protestos intensificaram-se e ganharam expressões mais organizadas e politizadas.

   

SP: Estudantes secundaristas prosseguem em luta, repressão aumenta

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Comitê de Apoio ao jornal A Nova Democracia – São Paulo (SP)

No dia 11 de agosto, às 14h iniciava-se na Praça Roosevelt a concentração do ato dos secundaristas em defesa da educação pública e contra os cortes de verbas na saúde e educação.

Durante a concentração houve ação truculenta da Polícia Militar de São Paulo que prendeu dois estudantes acusados de serem “os líderes do ato” e uma adolescente acusada de “desacatado à autoridade”. No vídeo feito por um cinegrafista da TV Gazeta, os policiais arrastam a garota até a base da PM e os dois jovens são levados de forma agressiva pra dentro da mesma.

A polícia usou gás de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os estudantes que entoavam energicamente a palavra de ordem: “Não acabou, tem que acabar, eu quero o fim da Polícia Militar”.

A despeito da repressão, o ato saiu mesmo assim. Percorreu a Rua da Consolação, deu a volta na Praça da Republica e subiu novamente a Consolação. Uma nova assembléia foi realizada e os estudantes decidiram prosseguir até a Av. Paulista.

 

A exemplo do que ocorreu no Ato contra o Massacre Olímpico em São Paulo no dia 05/08, conforme noticiado no blog de AND, novamente as forças de repressão do velho Estado usaram a tática militar denominada “Caldeirão de Hamburgo”. Os estudantes resistiram ao ataque da PM com barricadas e fizeram denúncias com pichações pela Av. Paulista. Cinco estudantes foram detidos em diferentes pontos do centro e levados até o 4°DP (localizado na Consolação) e logo após encaminhados até ao 78°DP.

Pelos relatos dos estudantes detidos, houveram agressões por parte dos policiais dentro das DPs.

Este é o segundo ato dos secundaristas que vem cercado de repressão e prisões de estudantes, no que a juventude combatente responde com mais vigor e mais luta, demonstrando que novos tempos se aproximam e que o velho Estado nada pode fazer para suprir as necessidades das massas, apenas responder com mais repressão. Os estudantes afirmam que a luta não para e novas manifestações estão marcadas.

 

CAMPONESES, PROFESSORES E ESTUDANTES NA LUTA CONTRA O LATIFÚNDIO!

Retirado de Resistenciamponesa.com

No dia 10 de agosto, os camponeses da área revolucionária Renato Nathan (Messias-AL) e os acampados na fazenda Canoé (Rio Largo-AL), interditaram as rodovias federais BR-104 e BR-101, enquanto estudantes e professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) protestavam na porta da Vara Agrária, em Maceió, exigindo que o juiz Claudemiro Avelino de Souza revogasse a “reintegração de posse” contra os camponeses.

Após a entrega do mandato de “reintegração de posse”, no dia 27 de julho, os funcionários da Usina se prestaram ao serviço de tentar provocar e intimidar as famílias, ameaçando estacionar tratores pelos arredores das áreas e assediando uma companheira que caminhava por uma estrada. Contudo, o tiro saiu pela culatra e este serviço sujo serviu apenas para criar mais ódio entre camponeses contra os latifundiários e seus capangas.

Enquanto isso, o numero de apoiadores à luta dos camponeses cresceu tanto na cidade, principalmente entre estudantes e professores, organizados em sindicatos, centros acadêmicos, coletivos e ativistas independentes, que conformaram um Comitê de Apoio. Este redigiu uma Carta Aberta, que foi usada para recolher centenas de assinaturas, solicitando a revogação da decisão injusta contra os camponeses.

Ao tempo que os camponeses erguiam suas barricadas para interromper o transito nas principais rodovias federais da região, seus apoiadores da cidade marchavam para Vara Agrária. Os policiais tentaram provocar os camponeses para tentar desmobilizar sua manifestação, os funcionários passaram correntes nas portas da Vara Agrária para impedir a entrada dos apoiadores, mas nada disso adiantou. As 10h30, o Comitê de Apoio conseguiu entrar, protocolar a Carta Aberta e marcar uma audiência para revogar o despejo, ao serem informados deste fato os camponeses encerraram o fechamento, organizaram suas fileiras e saíram em retirada.

Por hora, os camponeses conseguiram impedir mais uma tentativa de despejo e abriram novas etapas no processo de luta combativa pelo justo direito a terra. Percebem que a luta pela terra está cada vez mais acirrada e mesmo assim não desistem e não admitem nenhum tipo de conciliação os usineiros ladrões de terra!

TERRA PARA QUEM NELA VIVE E TRABALHA!

VIVA A ALIANÇA OPERÁRIO-CAMPONESA!

CONTRA A CRISE: TOMAR TODAS AS TERRAS DO LATIFÚNDIO!

VIVA A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!

 

CONVITE: ATO POLÍTICO-CULTURAL - 50 ANOS DA GRCP - 14/10 NO RIO DE JANEIRO

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Compartilhamos o convite ao Ato Político-Cultural por ocasião dos 50 anos da Grande Revolução Cultural Proletária, a ser realizado no dia 14 de outubro de 2016 a partir das 13h Teatro Mário Lago no Colégio Pedro II em São Cristóvão - Rio de Janeiro. Devido a grandeza deste que foi o maior movimento de massas já existente na face da Terra esperamos que não apenas seja confirmada a presença de todos estudantes ativistas revolucionários, mas também que seja feita outras celebrações e estudos das lições históricas que a Grande Revolução Cultural Proletária, dirigida pessoalmente por Mao Tsetung a partir de 1966, deixou à todo proletariado internacional, bem como aos povos em luta.

Seguem alguns cartazes de convite do Ato Político-Cultural e de celebração aos 50 anos da GRCP:

 

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Companheira Sandra Lima: Presente na Luta!

Com bastante pesar recebemos a notícia do falecimento da Companheira Sandra Lima, fundadora e dirigente do Movimento Feminino Popular - MFP. Militante revolucionária, Sandra dedicou sua vida à causa da libertação das mulheres do povo, bem como à Revolução Brasileira, prestando enorme serviço à causa do proletariado, e de sua ideologia científica, o marxismo-leninismo-maoísmo. É mirando no exemplo de Sandra, encarnando sua vontade e firmeza revolucionária que o MEPR vêm prestar homenagens e relembrar toda sua experiência de luta. Os que se foram, longe de serem esquecidos, servem de exemplo para todos os que continuam na luta possam continuar a carregar a bandeira revolucionária, com ainda mais firmeza e dedicação.

COMPANHEIRA SANDRA LIMA: PRESENTE NA LUTA!

DESPERTAR A FÚRIA REVOLUCIONÁRIA DA MULHER!!!

sandra-convite-homenagem-final

Compartilhamos a seguir nota retirada do blog da redação do Jornal A Nova Democracia:

 

Estudantes do Méier realizam combativo protesto contra o Massacre Olímpico e sofrem repressão do velho Estado

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Na tarde do dia 12/08, estudantes secundaristas realizaram um combativo ato na região do Méier, subúrbio do Rio de Janeiro. O ato se concentrou numa movimentada praça da região e tinha como objetivo do percurso seguir até o “estádio olímpico” Engenhão. Diversas faixas e a disposição de luta da Juventude Combatente deram o recado para as classes dominantes e para todo mundo de que os estudantes não aceitarão a farra da Olimpíada.

Ao ter início, a manifestação logo encontrou a PM fascista que tentou reprimir os estudantes com bombas de gás e balas de borracha. Os estudantes resistiram como puderam e não deixaram o ato terminar. Reagruparam-se e deram continuidade ao ato, ao passo que foram novamente atacados pelas forças de repressão. Cerca de 50 estudantes que estavam dispersos em lojas e prédios residenciais foram detidos pela PM, que o colocaram em um ônibus e o levaram até a Cidade da Polícia, aonde, segundo advogados, foram acusados de “provocar tumultos em região próxima à estádios”. Aí, novamente, a legislação deste velho Estado serviu ao intuito de reprimir o povo em luta.

Juventude Combatente Resiste A Prisão! 1A

 

Combater o Estado Policial! Terrorista é o velho Estado burguês-latifundiário!

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Logo após a queda do gerenciamento oportunista de PT/pecedobê, e a consequente mudança de ministros e outros altos funcionários do velho Estado, o jornalista Carlos Amorim (um dos mais antigos "jornalistas" do monopólio de imprensa e um dos fundadores de seu carro chefe da Globo) informou em seu blog que, a pedido do ex-Ministro de Defesa durante o gerenciamento de Luís Inácio, Nelson Jobim e do comandante do exército general Eduardo Villas Bôas, será reestruturado parte da área de inteligência, recriando o Gabinete de Segurança Institucional. Nas palavras de Carlos Amorim "que caberá a ele [GSI] o monitoramento dos movimentos sociais no campo, a Liga dos Camponeses Pobres e, na cidade, o MEPR (Movimento Estudantil Popular Revolucionário)". Estariam, no momento da Olimpíada, sob vigilância excepcional.

É necessário fazer a denúncia e o repúdio dessa espúria prática de perseguição política para com a nossa Corrente, apesar de não ser surpreendente. Já sabíamos que esse tipo de constatação estaria a caminho sobretudo neste período dado o caráter antipovo e vende-pátria tanto do gerenciamento do velho Estado (o "governo" tampão de Michel Temer), como também deste evento que, travestido de celebração esportiva mundial, contribui para a pilhagem imperialista de nossa nação pela infiltrição excepcional dos órgãos de inteligência das grandes potências imperialistas (principalmente a FBI e CIA) ou através da propaganda de "combate ao terrorismo" para criar opinião pública favorável a novos instrumentos de combate e controle ao povo. Tudo sob total complacência de turismo sexual e demais crimes por parte destes imperialistas.

 


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