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Unesp Araraquara suspende expulsão de 17 estudantes para avaliar recurso

 

O Conselho Universitário da Unesp de Araraquara suspendeu a expulsão dos 17 estudantes que participaram da ocupação do prédio da diretoria do campus, em maio do ano passado. A decisão é para que o Conselho Universitário avalie o recurso dos estudantes contra a decisão da universidade, divulgada em fevereiro. Os estudantes aguardam a decisão definitiva a ser tomada pelo Conselho Universitário no próximo dia 24/04, em São Paulo. Até lá, está resguardado aos mesmos o direito de participar de todas as atividades acadêmicas.


Os 17 estudantes são perseguidos por lutarem por assistência estudantil, por condições justas e dignas para que possam usufruir do seu direito democrático ao ensino superior público e gratuito. Uma ampla campanha contra a expulsão dos estudantes conta com o apoio e participação de diversas entidades sindicais e estudantis e de organizações de defesa dos direitos do povo em todo o país.

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REITOR DA UFG NÃO NEGOCIA COM ESTUDANTES E TRATA A LUTA POR ASSISTÊNCIA COMO CASO DE POLÍCIA!


No último dia 14/04, os moradores das Casas do Estudante de Goiânia, organizados pelo Movimento de Casas de Estudante (MCE-GO) ocuparam a REItoria da Universidade Federal de Goiás, exigindo que o REItor negociasse as reivindicações de melhorias nas condições das CEUs, a construção de novas casas, a garantia da bolsa permanência para todos moradores da CEU e ampliação do número de bolsas, aumento do valor da bolsa alimentação para R$600,00 e desvinculação desta bolsa com o Restaurante Universitário. A verba para o PNAES aumentou de R$12 milhões para R$28 milhões este ano, mas ainda assim não contempla a enorme demanda por assistência estudantil e não é aplicada com transparência no interesse dos estudantes.

No segundo dia da ocupação, foi entregue a carta de reivindicações ao Pró-reitor de Assuntos da Comunidade Universitária, Elson Ferreira de Morais. Porém, mais uma vez de forma antidemocrática, o REItor Orlando Amaral “Capacho do Governo Federal”, depois de escrever uma carta com promessas vagas e sem nenhuma garantia de números e prazos de cumprimento da pauta, espalhou a mentira de que houve negociação porém os estudantes teriam sido intransigentes e, feito isso, no dia 17/04, empurrou para ser aprovado o pedido de reintegração de posse nas reuniões dos Conselhos Superiores da UFG (Consuni, Cepec e Conselho de Curadores). A ordem de reintegração de posse foi entregue na noite do dia 20 e, por falta de preparação do movimento estudantil combativo organizado, cedendo aos limites impostos pelo judiciário anti-povo a ocupação terminou dia 21 de abril.

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"Negocia Reitor fascista!"

 

Nota: Posicionamento do MEPR sobre a covarde agressão do PSTU contra a FIP e o MEPR

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Recebemos a informação que na sexta-feira agentes do novo DOPS (DRCI) estiveram na UERJ para conversar com seguranças. Qualquer nova perseguição e criminalização de qualquer um dos 23 ativistas processados é de INTEIRA RESPONSABILIDADE DO PSTU! 

Viemos por meio deste, repudiar o gravíssimo e covarde ataque perpetrado pelos militantes e dirigentes do PSTU dentro da UERJ contra estudantes e ativistas da Frente Independente Popular - FIP-RJ e do MEPR, dentre os quais, companheiros que estão entre os 23 perseguidos e processados políticos da Copa do Mundo, e manifestar a posição do Movimento Estudantil Popular Revolucionário sobre este grave acontecimento.

Vídeo com depoimento de testemunhas:
https://www.youtube.com/watch?v=X4h4dBhaPhM

Sobre os fatos:

No último dia 16, ocorria no 9º andar da UERJ uma reunião de uma comissão da Frente Independe Popular, que estava preparando uma atividade cultural na Aldeia Maracanã. Por volta das 21:50 hs, enquanto acontecia a reunião tranquilamente, um bando de 50 militantes e dirigentes do PSTU, sua maioria absoluta de sindicalistas e militantes vindos de fora da UERJ propositalmente, se dirigiu a sala onde a reunião ocorria, sendo que 30 entraram na sala e 20 ficaram do lado de fora (assegurando que ninguém pudesse entrar), e começaram imediatamente as agressões e espancamentos com socos, pontapés e cadeiradas contra os ativistas presentes.

 

NOTA DE REPÚDIO DA FIPRJ À COVARDE AGRESSÃO PERPETRADA POR DIRIGENTES DO PSTU CONTRA ATIVISTAS DA FIP-RJ

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Na noite do dia 16/04 cinquenta (50) BATE-PAUS da Direção do PSTU do Rio de Janeiro invadiram uma reunião de comissões da Frente Independente Popular (FIP-RJ) no 9º andar da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). A reunião tinha como pauta a ajuda nos preparativos do evento do Dia do Índio que será realizado domingo pelo Movimento de Resistência Aldeia Maracanã. Os agressores espancaram covardemente os únicos seis (6) companheiros presentes, ferindo-os gravemente com socos, pontapés e arremessando cadeiras. Os companheiros foram hospitalizados, sendo que em um dos casos, houve a necessidade de pontos cirúrgicos. Uma jovem secundarista foi gravemente agredida pelo dirigente do PSTU membro da Direção do Sindipetro, o CAPANGA Eduardo Henrique. Como resultado a jovem estudante ficou com vários hematomas no rosto. As mochilas de dois ativistas e um celular foram furtados da sala onde os agredidos se encontravam.

Num momento em que o movimento popular sofre uma monstruosa perseguição política no Rio de Janeiro, principalmente a FIP e o MEPR. ESTE PARTIDO SOCIAL POLICIAL ASSUME DESCARADAMENTE UMA POSTURA INACEITÁVEL DE TROPAD E CHOQUE DA POLÍCIA POLÍTICA!

 

Carta aberta em resposta à "Carta aberta do Movimento de Resistência..."


Nos últimos dias, fomos "surpreendidos" pela publicação da "Carta aberta do Movimento de Resistência à comunidade da UFMG, em especial à Pró-Reitoria de Assistência Estudantil, à Reitoria e aos grupos que compõe o Movimento Estudantil" (disponível no link: https://www.facebook.com/notes/1093489057333783/). Nesta carta, nosso movimento (MEPR) é acusado da seguinte forma: "Houve uma intervenção autoritária do Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), solicitando a retirada da equipe da TV UFMG, do pró­reitor da PRAE e do representante da FUMP, solicitação logo rechaçada pelxs estudantes que ainda queriam levantar questões e fazer proposições para que o diálogo continuasse e soluções fossem levantadas. Ironicamente esse movimento (MEPR) foi favorecido pela radio UFMG quando foi noticiado o que acontecia, como se eles fossem o organizadores do ato".

Primeiramente, relatemos os fatos, exatamente como ocorreram, os quais podem ser comprovados por todos os presentes, minimamente honestos. Tomamos conhecimento da referida "assembléia" (realizada no último dia 10 de abril), por meio de um panfleto que não fazia qualquer alusão quanto à participação de representantes da FUMP e/ou Pró-reitoria para Assuntos Estudantis (PRAE) e de conversas com pessoas que compõe o recém intitulado "Movimento de Resistência", que, não sabemos por qual motivo, também não nos informaram sobre a presença da FUMP/PRAE.

Quando se iniciou a "assembléia" nos posicionamos contrariamente a presença do Pró-Reitor da PRAE, Professor Tarcísio Mauro Vago, defendendo o direito democrático dos estudantes de se organizarem de forma independente da Reitoria e de toda a burocracia universitária. Os estudantes presentes, interessados em cobrar e esclarecer dúvidas quanto à grave situação de atrasos de bolsas e outras questões correlatas à assistência estudantil na instituição, não aderiram à proposta e a atividade teve continuidade. Houve várias falas e respostas da FUMP e da PRAE e, quando as perguntas pareciam ter se esgotado, um companheiro de nosso movimento propôs novamente que o representante da Reitoria/PRAE e da FUMP se retirassem para que pudéssemos conversar sem a presença das referidas instituições e da TV UFMG.

 

LEIA ESSE TEXTO EM PDF AQUI

 

Igor Mendes está há quatro meses preso pelos gerenciamentos de Cabral/Pezão (PMDB) e Dilma Rousseff (PT) por ser um jovem revolucionário!

 

No último dia 03 de abril, completou-se quatro meses desde a prisão política de nosso companheiro Igor Mendes, ativista do MEPR e da FIP-RJ. Os quatro meses de cárcere não fez nosso companheiro se dobrar diante de seus algozes, pelo contrário, Igor segue firme em seus princípios revolucionários, combatendo em outras trincheiras, reafirmando a sua condição de preso político dos gerenciamentos de Cabral/Pezão (PMDB), Dilma Rousseff (PT) e ainda mais convicto sobre a justeza das bandeiras por ele defendias, únicas verdadeiras causas de sua prisão. Afirmamos e demonstramos, em diversas ocasiões, todas as irregularidades contidas no inquérito e no processo que resultaram na prisão de Igor Mendes e na criminalização dos demais ativistas perseguidos políticos na cidade do Rio de Janeiro. Não temos qualquer ilusão com este judiciário podre! Está a cada dia mais evidente que o nosso companheiro está preso pelo crime de ser um jovem revolucionário!

O primeiro e o mais importante direito do povo é o de se rebelar contra os seus exploradores e opressores!  E é justamente este direito que o velho Estado fascista, gerenciado pelo oportunismo, busca atacar com a prisão do companheiro Igor Mendes e a crescente criminalização do protesto popular.  Temos muito orgulho de fazer parte do mesmo movimento que Igor Mendes e confessamos sermos cúmplices do mesmo “crime” de lutar contra toda a injustiça social em nosso país, pela construção de uma nova e verdadeira democracia a serviço dos interesses das massas populares do campo e da cidade. Isso mesmo, enquanto perdurar o capitalismo burocrático no país, a ditadura da grande burguesia e do latifúndio, serviçais do imperialismo, principalmente norte americano, a Revolução será sempre um crime, o mais hediondo dos crimes!

E podemos afirmar com certeza já estarem frustrados os escusos objetivos dos gerenciamentos Cabral/Pezão (PMDB) e Dilma Rousseff (PT), irmanados com o juiz Flávio Itabaiana e a fascista Rede Globo, em utilizar da prisão do companheiro Igor Mendes para deter a penetração das posições políticas independentes, combativas e revolucionárias entre a juventude combatente, que toma de assalto as ruas desde as grandes jornadas de luta de junho/julho de 2013. Nosso movimento segue cada vez mais firme e coeso em torno de nossos princípios de organizar a luta dos estudantes e da juventude do povo, combater o oportunismo de forma indissociável do combate ao imperialismo e de toda a reação e de apoiar, defender e propagandear a Revolução Agrária, primeira etapa da Revolução Democrática de novo tipo ininterrupta ao Socialismo, como o único caminho possível para que o nosso heróico povo possa conquistar e defender todos os seus direitos.

 

CAIO SILVA E FÁBIO RAPOSO MERECEM ESTAR LIVRES

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CAIO SILVA E FÁBIO RAPOSO MERECEM ESTAR LIVRES

 

IGOR MENDES 

 

Conheci Caio Silva e Fábio Raposo dentro da cadeia, apesar de sermos acusados, bizarramente, de pertencer a uma mesma “quadrilha”. Mais precisamente no interior de um camburão, algemados, a caminho do fórum, onde assistimos à primeira das inúmeras audiências do nosso processo, no dia 16 de dezembro de 2014. Conheci dois jovens tranquilos, solidários, temperados por muitos sofrimentos. Àquela altura sequer entendiam do que se tratava o que, para eles, era um novo processo. Eu, com meus botões, só pensava o quanto o mundo é mesmo pequeno: no dia 15 de outubro, quando na atividade cultural realizada na praça Cinelândia, tomei a palavra- para a enorme e justificada preocupação do meu querido advogado e companheiro Dr. Marino- unicamente porque os oradores que me antecederam não haviam tocado num ponto sensível: a campanha pela liberdade de Caio e Fábio.

 

Como todos sabem, a participação nesse evento foi a justificativa para a decretação da minha prisão, e também das companheiras Elisa e Karlayne. Dois meses depois estavam os três reunidos na condição de detentos... Não escrevo, entretanto, um relato pessoal. Assistindo a toda histeria reacionária que se seguiu a libertação dos dois me sinto no dever de fazer um contraponto; traduzir, para o argumento político, a minha profunda felicidade por vê-los de volta à vida já que, por aqui, apenas se sobrevive, e mal. Os que falam em impunidade não fazem ideia do que os dois e seus familiares passaram ao longo de mais de ano encarcerados. Não sei qual caminho seus pés trilharão doravante, mas sei que merecem estar livres para escolhê-los.

 

Carta de Igor Mendes à entrega da Medalha Chico Mendes de Resistência

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Carta de Igor Mendes à entrega da Medalha Chico Mendes de Resistência*

17/03/2015 - 104º dia de detenção

Companheiros/as,

Saudações vermelhas, incandescentes, a cada um de vocês!

Agradeço emocionado a indicação para a Medalha Chico Mendes de 2015, que entendo não como um reconhecimento individual, mas como um gesto de solidariedade das entidades organizadoras à campanha pela libertação de todos os presos políticos. Essa data, que marca o dia do golpe civil-militar deflagrado em 1964, com ostensivo apoio do imperialismo, é propícia à reflexão.

O Brasil que temos, trinta anos após a chamada “redemocratização”, é aquele pelo qual lutaram os heróis que imolaram suas vidas na luta contra a tirania ao longo dos anos 60 e 70 do século passado?

Infelizmente, não.

O Estado brasileiro, quanto à sua essência, deixou de ser o velho ferrolho erigido sobre o sangue de todas as revoltas populares que, ao longo da história, esmagou?

Também não.

Em junho de 2013, quando milhões de brasileiros tomaram as ruas para reivindicar os seus direitos mais básicos, sempre cerceados, a única resposta prática que obtiveram foi o aumento da repressão. Essa tem, na verdade, múltiplos aspectos, e nem de longe se resume à brutal ação policial, cujo acionar de guerra, aliás, chocou a opinião pública mundial. Está presente, também, na ação vil dos monopólios de imprensa, Rede Globo à frente, visando todo o tempo desqualificar a juventude combatente, submetendo-nos a permanente campanha de linchamento e desmoralização; na atuação dos parlamentos estaduais, que correram a aprovar leis restritivas de direitos individuais (como as famigeradas leis de máscaras), bem como do congresso nacional, esse antro de bandidos (com todo respeito aos filhos do povo empurrados para a criminalidade por absoluta falta de perspectivas, e sem intenção de ofendê-los com a comparação), que ainda em 2013 pôs em marcha draconiano projeto de lei antiterrorismo, e encena agora com a inaceitável redução da maioridade penal; no agir do judiciário que tem no caráter seletivo, discriminatório — em desfavor dos pobres — com que são distribuídas as ordens de prisão e sentenças o seu aspecto mais odioso, ademais do abuso das prisões preventivas, cultura típica de Estados policiais. No âmbito do executivo, os governos eleitos em processos viciados, caríssimos, que nada têm de democráticos, atuam segundo os ditames e interesses de seus financiadores. A mesma Dilma que mentiu para o mundo ao declarar, perante a Assembleia Geral da ONU, que seu governo não reprimiu os protestos, mentiu para os brasileiros durante o último pleito, quando afirmou que não haveria aumento de impostos e corte de direitos trabalhistas.

 

International Campaign: Demand immediate freedom for MUMIA ABU JAMAL who finds himself ill and mistreated in jail

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The life of Black Panther Mumia Abu-Jamal is in danger! After being removed from Death Row having his execution date scheduled twice in the 90's, this time the genocide yankee State attacks the heroic fighter with medical negligence and through jail authority's policy that denies him an adequate treatment and support visits from his family, fellows, lawyers and independent physicians.

Even that Mumia haven't feeling well since january, he wasn't diagnosticated with diabetes at the prison clinic, despite they took three samples of his blood. In fact, he's being even more tortured.

 

 

Campanha Internacional: Exigir a libertação imediata de MUMIA ABU JAMAL que se encontra doente e maltratado na prisão


A vida do Pantera Negra Mumia Abu-Jamal corre perigo! Após ser removido do Corredor da Morte, tendo a data de sua execução marcada duas vezes nos anos 90, desta vez o Estado genocida ianque ataca o heroico combatente com negligência médica e pelas políticas das autoridades carcerarias que lhe negam um tratamento adequado e visitas de apoio de sua familia, companheiros(as), advogados e médicos independentes.

Ainda que Mumia não tem se sentido bem desde janeiro, não lhe diagnosticaram a diabetes na clínica da prisião apesar de terem tirado três amostras de sangue. De fato, está sendo castigado ainda mais.

 


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