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A GRANDE REVOLUÇÃO CULTURAL PROLETÁRIA, A IDEOLOGIA DO PROLETARIADO E A JUVENTUDE

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O ano de 2016 marca os 50 anos do desencadeamento da Grande Revolução Cultural Proletária (GRCP) na China, em agosto de 1966. A GRCP foi o maior movimento de massas da história, onde operários, camponeses, homens e mulheres, e sobretudo, a juventude foi chamada a combater a burguesia e as reminiscências da velha sociedade em todos os aspectos da vida, na economia, nas relações sociais, na política, na cultura e, acima de tudo, no campo ideológico que perpassa todos os demais.

Sob a direção proletária do presidente Mao Tsetung, milhões de massas de trabalhadores criticaram duramente os dirigentes da República Popular da China e do Partido Comunista da China que preconizavam uma linha ideológico-política burguesa e impediam o avanço da edificação do Socialismo na China. Desse modo, operários e camponeses lograram tomar em suas mãos de forma ainda mais decidida a condução do novo Estado Popular e a destruição da ideologia das classes exploradoras.

 

 

Só a Revolução Agrária pode entregar a terra aos camponeses e mudar o Brasil!

O covarde ataque aos camponeses do acampamento Dom Tomas Balduíno, em Quedas do Iguaçu – Paraná ocorrido no dia 07 de abril de 2016 é mais uma entre as fartas evidências da brutalidade do latifúndio para com os camponeses. Evidência também de que este anacrônico sistema latifundiário já passou da hora de ser destruído. No ataque, os trabalhadores Vilmar Bordim e Leomar Bhorbak foram assassinados e outros seis camponeses foram feridos pelos tiros da polícia militar fascista de Beto Richa (PSDB) e os pistoleiros do latifúndio Araupel.

Pixação de protesto feita pelos camponeses em luta

O ataque aos camponeses de Quedas do Iguaçu faz parte de um quadro nacional de agravamento da situação do campesinato brasileiro e sua decisão de lutar por seu justo direito à terra, por um lado, e a escalada de repressão promovida pelo latifúndio e as instituições de seu velho e apodrecido Estado, como a polícia, o judiciário, o INCRA, etc, por outro. Exemplo disso é a ordem de despejo emitida em finais de março deste ano contra 84 famílias que trabalhavam e produziam há 18 anos na Comunidade Baixa Funda nas terras da Fazenda Marilândia no município de Manga, norte de Minas Gerais, onde o juiz da Vara Agrária Octávio de Almeida Neves (primo do playboy Aécio Neves – PSDB) e o gerente estadual de Minas Gerais Fernando Pimentel (PT) se conluiaram para expulsar essas 84 famílias camponesas das terras que elas cultivavam há quase duas décadas.

 

RIO DE JANEIRO: Desesperado, Governo tenta intimidar a Juventude Combatente

A mobilização da Juventude Combatente na atual greve dos servidores, entre eles os professores, no estado do Rio de Janeiro já levou a atual Onda de Ocupações de Colégios. Até o dia 23/04 já eram mais de 75 o número de Ocupações e são mais dezenas mais os colégios aonde os estudantes vêm se mobilizando para novas e maiores ações, enfrentando de maneira decidida direções fascistas, a contrapropaganda dos monopólios de comunicação e a repressão da Polícia fascista tudo isto sendo desesperadamente orquestrado pelo atual gerenciamento de turno, em crise, do estado do Rio de Janeiro, Pezão/Dornelles (PMDB).

Em todo Estado vem ocorrendo cenas de direções fechando escolas para impedir a mobilização dos estudantes, policiais militares intervindo em assembleias e manifestações estudantis, bloqueando os aparelhos que recarregam os cartões de passagem, RioCard. Ao mesmo tempo os combativos estudantes resistem aos ataques, se mobilizam e aumentam, a cada dia que passa, o número de colégios Ocupados! Os estudantes vêm colocando na ordem do dia suas pautas contra o desmonte do ensino público e contra o autoritarismo de direções aliadas à Secretaria de Estado de Educação SEEDUC.

Combativo protesto na greve dos professores de 2013.

 

 

O espetáculo da crise e as causas da crise

Artigo da Página 3 da edição 168 do jornal A Nova Democracia

Fausto Arruda

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Patético! Mas é difícil saber o que foi mais: se a histeria dos oradores de ambos os lados da pugna na sessão da câmara, ou se a ufania cínica da cobertura “jornalística” do monopólio da imprensa. Cômicas as cenas de deputados votando pelo impeachmentalegando defesa da moralidade e da democracia. Simplesmente ridículo as comparações entre a proposição do impeachment com os acontecimentos dramáticos de 1964 pelos deputados governistas. Insultante os deputados invocarem pelos nomes de mulheres e homens honrados que verteram seu sangue na luta contra o regime militar fascista ao proferir seus votos em defesa de um governo medíocre de gente renegada da causa pela qual estes heróis do povo sacrificaram suas vidas. Revoltante assistir reacionários de carteirinha acusar de comunistas os traidores da revolução.

Triste mesmo é ver contingentes massivos da população brasileira, que em sua justa indignação com toda esta situação de desmandos saem às ruas para expressar sua revolta e alentar esperanças de mudanças, caírem como vítimas fáceis da manipulação grosseira por parte dos monopólios de comunicação — Rede Globo à cabeça — e serem usados como massas de manobras para dar legitimidade aos arranjos que mais convém e interessa às classes dominantes, para salvar suas instituições e assegurar a manutenção deste apodrecido sistema de exploração e opressão.

Nestes dias de agravamento e generalização da crise no país, nossos ouvidos são entupidos diuturnamente de todo tipo de charlatanice sobre democracia, moralidade e justiça. E saem da boca dos dois lados que se digladiam desesperadamente pelo controle da direção do velho e corrupto Estado brasileiro.

 

 

VIVA AOS 41 ANOS DA VITÓRIA DO KAMPUCHEA DEMOCRÁTICO!

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O imperialismo é um tigre de papel! 

 

Completam-se 41 anos desde que no dia 17 de abril de 1975 se iniciou, num pequeno país do sudeste asiático, uma das mais atacadas experiências socialistas da história: o Kampuchea Democrático (1975-1979) sob a liderança de Pol Pot (1930-1998). Em sua breve vigência, foi atacada simultaneamente pelos imperialistas e sociais-imperialistas, que conluiados ocultaram a verdadeira história deste valoroso povo, em seu lugar, propondo um esdrúxulo “consenso” com pérolas como: “matou um terço da população” e “socialismo agrário”. Entretanto não é surpresa para os revolucionários estes desonestos ataques, o pior seria se este não fosse atacado pelos inimigos (imperialistas e revisionistas), tal como as grandes experiências socialistas do século XX: URSS e China Popular e suas respectivas lideranças: os grandes Lênin e Stálin e o Presidente Mao.

 

Antes da vitória do processo revolucionário e de ser alvo da cantilena dos inimigos do povo, o Camboja foi pela maior parte de sua história uma pequena monarquia budista feudal que, fora a fase imperial dos séculos XIII ao XV, esteve sempre sob a vassalagem de um reino maior: Sião (atual Tailândia), Vietnã e/ou China. Até que em 1861 a França, necessitando de matérias-primas e mercado consumidor para suas ascendentes indústrias, o anexou e manteve sem maiores dificuldades (não obstante a resistência de seu povo) até a Segunda Guerra Mundial, na qual o conflito colonial com o Japão e o estourar de lutas anti-imperialistas nos países da Ásia e África levaria a independência formal de toda a Indochina (Vietnã, Laos e Camboja).

 

“Não vai ter copa!” X “Não vai ter golpe!”

Reproduzimos abaixo duas matérias publicadas na edição nº167 do jornal A Nova Democracia a fim de ilustrar a nossa compreensão sobre a situação política atual, demonstrando que não passa de disputa entre grupos de poder pelo controle do velho Estado genocida a atual polarização, amplamente fomentada e instigada pelo monopólio de imprensa, Rede Globo à cabeça, que coloca de um lado os corruptos (mas só os do PT) e do outro os “defensores da ética e da moral na política”, os primeiros travestidos de “esquerda” e os últimos cada vez mais declaradamente fascistas. Quando, na verdade, a real polarização, as reais contradições na nossa sociedade são as que opõem camponeses, operários, pequena e média burguesias (burguesia nacional), ou seja, o povo brasileiro em geral contra o velho Estado burguês-latifundiário, serviçal do imperialismo, principalmente ianque, todo seu sistema político podre e corrupto e sua farsa eleitoral.

 Ampliar o protesto popular! Defender nossas escolas e universidades públicas e todos os nossos direitos ameaçados por este Estado fascista e seus gerentes de turno! Impulsionar a Revolução Agrária!



“Não vai ter copa!” X “Não vai ter golpe!”

 

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As jornadas de protesto popular iniciadas em junho de 2013 foram as maiores manifestações de massas já vistas no Brasil. Nunca tanta gente se pôs em movimento e ousou contestar o arbítrio do velho Estado em questões que foram desde a tarifa do transporte público até a defesa do direito de manifestação.

A juventude combatente se apresentou e enfrentou destemidamente as forças de repressão, num ímpeto incontrolável, que deixou em pânico as classes dominantes e os gerentes do velho Estado, bem como todos os membros das diversas siglas do Partido Único. Particularmente o oportunismo eleitoreiro de PT, pecedobê, Psol, PSTU e corriola, quando perceberam a impossibilidade de dirigir as manifestações com suas pautas reformistas e eleitoreiras, passaram a atacar, sem sucesso, as manifestações, tachando-as de fascistas, unicamente porque não estavam sob suas asas.

 

Estudantes Ocupam o C.E. Herbert de Souza contra os ataques à educação e contra direção fascista!

            No dia 11/04 os estudantes do C.E. Herbert de Souza ocuparam a escola em resposta ao plano de desmonte do ensino público e contra sua direção e seus inspetores autoritários. Desde semanas antes os estudantes já vinham se organizando em Rodas de Conversas, CineDebates, Passagens em Turmas e diversas outras atividades para mobilizar e politizar os estudantes.

Faixas e Cartazes no portão do Colégio Ocupado.

 

O povo prepara sua rebelião, se abre um novo tempo para a Revolução!

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UFPE: GOLPE DE DILMA/PT NA ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL

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Saudamos a todos/as estudantes da UFPE e desejamos que durante esse ano a luta e a mobilização estudantil continuem em defesa do caráter público de nossa universidade e contra os cortes de verba da educação. Vamos defender a assistência estudantil, é um direito nosso, portanto dever da universidade assistir os estudantes em situação de maior vulnerabilidade, para que os mesmo possam ter direito à bolsa para se manter na universidade e terminar o seu curso. No ano passado, a assistência estudantil teve cortes drásticos nos valores das bolsas e indeferimentos sem justificativas, o que demonstra uma evidente quebra de segurança jurídica no edital, que previa valores mais altos, ainda não adequados às necessidades das/dos bolsistas. Os atrasos das bolsas só aumentaram, os editais 2014.1 e 2015.1, foram os prejudicados, além da notificação que a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis - PROAES mandou para os estudantes que tinha 50% de reprovação nas disciplinas de seu curso com a bizarra justificativa de que muitos estudantes não estavam frequentando as aulas. Acontece que a maioria faltava por não ter dinheiro.

A situação dos bolsistas hoje é preocupante. A partir de janeiro de 2016 haverá um corte nas bolsas em 50% para todos os editais, obrigando o estudante a fazer um novo recadastramento de acordo com os critérios que a REItoria julga ser correto nesse período de crise econômica e política. Tudo isso como tentativa de salvar o governo Dilma (PT).

 

CONTRA AS PERSEGUIÇÕES POLÍTICAS: LEVANTAR A BANDEIRA DA PARIDADE NA UFPE!

A falsa polarização entre PT versus PSDB a cada dia evidencia mais ainda ser um jogo do Partido Único da burguesia, do latifúndio serviçal do imperialismo para confundir o povo. O PT/Pecedobê, PMDB, PSDB et caterva se unem para atacar os parcos direitos elementares do povo e criminalizar aqueles que se erguem em luta contra estes governos anti-povo e vende-pátria. Não é a toa que ao se falar da nova edição do AI-5, a chamada “Lei antiterrorismo” todos eles defendem a sua aprovação, inclusive, a Ministra dos Direitos Humanos de Dilma, Maria do Rosário.

Nesse contexto, uma onda de fascistização tem crescido por parte desse Estado burguês-latifundiário que não tem nada de democracia para o povo brasileiro. No campo, uma verdadeira campanha de terror tem sido posta em prática contra o movimento camponês combativo, indígena e quilombola em luta pelo direito a terra. No Rio de Janeiro, o governador Sérgio Cabral (PMDB) em santa aliança com o governo federal criou o novo DOPS, Delegacia de repressão aos crimes de informática (DRCI) com a intervenção direta da força nacional de segurança para investigar e prender estudantes, professores e ativistas. Exemplo disso foi a prisão do nosso companheiro Igor Mendes, preso em Bangu por quase 7 meses por defender a prioridade da educação pública em detrimento dos gastos biliardários com a Copa da Fifa e Olimpíadas. Mais recentemente, uma onda de prisões aconteceu em São Paulo e Goiás a jovens secundaristas que ocuparam as escolas contra a reorganização de Alckmin (PSDB) e as terceirizações e militarização do Marconi Perillo (PSDB).

 


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