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Carta Aberta a Comunidade Acadêmica da UFMG: Defender o DA da FAFICH, a democracia e a autonomia universitárias: Fora PM da UFMG!

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Nos últimos dias, o jornal Estado de Minas, diretamente ligado ao PSDB de Aécio Neves em Minas Gerais e parte do monopólio da imprensa fascista no país, tem publicado uma série de "denúncias" sobre o consumo e o tráfico varejista de drogas ilícitas no Diretório Acadêmico da FAFICH (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas), associando tais supostos atos à atuação do “crime organizado” na entidade estudantil e ao crescimento de furtos e assaltos no campus da UFMG na Pampulha. Tais "denúncias", que são parte de uma odiosa campanha em defesa da militarização da UFMG, da criminalização do movimento estudantil e contra a autonomia e democracia universitárias na UFMG,  foram prontamente repercutidas por outros órgãos da imprensa fascista,  notadamente a TV Alterosa (pertencente ao mesmo grupo dos Diários Associados do qual o Estado de Minas é parte). Ademais, o Estado de Minas de Aécio Neves (PSDB) tira proveito do clima de insatisfação generalizada na universidade contra o absurdo corte de 30% do orçamento da UFMG imposto pelo governo federal de Dilma Rousseff (PT), visando desgastar ainda mais o gerenciamento petista e capitalizar eleitoralmente para as eleições presidenciais de 2018. De forma sensacionalista, tais órgãos do monopólio da imprensa buscam difundir um clima de insegurança entre os estudantes, servidores e professores para justificar medidas antidemocráticas como a restrição e controle da circulação de pessoas externas à comunidade acadêmica no campus Pampulha e, principalmente, incrementar a presença da Policia Militar, já absurda e inconstitucionalmente estabelecida desde 1996 através de um espúrio convenio entre a PM e a Reitoria da UFMG, mantido pela atual administração do reitor Jaime Arturo Ramirez.

 

A política fascista de "segurança" da Reitoria da UFMG

Toda a política de segurança na UFMG não tem como objetivo garantir a segurança dos estudantes e demais membros da comunidade acadêmica. Haja vista que incidentes como furtos, assaltos e até mesmo estupros dentro do campus Pampulha são recorrentes há vários anos, muito antes dos episódios reportados pelo jornal Estado de Minas. Pelo contrário, a segurança privada terceirizada da UFMG tem se caracterizado como um instrumento nas mãos da Reitoria e da burocracia universitária na repressão às mobilizações estudantis no campus. Como quando seus seguranças agrediram estudantes (posteriormente processados) que participavam de uma ocupação do prédio da Reitoria exigindo que o campus não fosse usado novamente como base militar durante a Copa do Mundo da Fifa. É importante lembrar que, nesta ocasião, a repressão à ocupação estudantil foi comandada diretamente pelo atual Pró-reitor de Assuntos Estudantis, Tarcísio Mauro Vago, que hoje posa de democrático. Em suas declarações, a Reitoria da UFMG e a burocracia universitária na FAFICH deixam claros os seus escusos objetivos de aprofundar a política de controle e segregação social iniciada com a instalação das catracas nos prédios, medida amplamente questionada por muitos estudantes, professores e servidores. Assim como o verdadeiro "Big Brother" imposto à comunidade universitária com incontáveis câmeras espalhadas por todo o campus, estabelecendo a completa falta de privacidade e liberdade, particularmente para aqueles que questionam a ordem estabelecida na universidade. Estas medidas antidemocráticas são parte de uma mesma lógica que tem se perpetuado na UFMG por meio da recorrente proibição de festas e atividades culturais organizadas por estudantes e a absurda proibição de alojamento no campus durante eventos estudantis, o que tem gerado constantes conflitos terminando, na grande maioria dos casos, em processos administrativos contra estudantes.

Tampouco, a presença da PM tem garantido a segurança da comunidade universitária. Esta instituição reacionária que assassina pobres diariamente em nosso país sob o pretexto de combate ao tráfico varejista de drogas, se utiliza do mesmo pretexto para reprimir e criminalizar o movimento estudantil, como o fizeram no Instituto de Geociências em 2008, quando a PM, atendendo ao chamado da então diretora do prédio, Cristina Helena Augustin e da então vice-reitora Heloisa Starling (assecla petista que hipocritamente posa de crítica ao regime militar), invadiu uma atividade do Diretório Acadêmico que exibia um filme sobre a descriminalização da maconha. Na ocasião, utilizando um grande efetivo e com um helicóptero sobrevoando o campus, a PM cercou o IGC, agredindo indiscriminadamente os presentes e prendendo a um estudante, que foi arrastado e algemado pelos policiais. No ano passado, essa mesma PM "visitou" o CAFCA - Centro Acadêmico de Filosofia para investigar e intimidar estudantes que organizavam uma manifestação contra o aumento das passagens de ônibus. Estes são apenas alguns exemplos de como a presença da PM na UFMG ameaça a autonomia e a democracia universitárias. São por situações como estas que a presença da PM dentro das universidades públicas é historicamente repudiada pelo movimento estudantil, uma vez que sempre foi e segue sendo utilizada pelos diferentes governos e pela burocracia universitária para suprimir os direitos democráticos à livre reunião, expressão e manifestação.

Por fim, na última segunda-feira, 30 de março, a Congregação da FAFICH declarou seu ataque aos direitos dos estudantes, determinando, entre outras “medidas de segurança”: 2. suspensão do uso do espaço do Diretório Acadêmico (DA) da Fafich para a sua revitalização e seu deslocamento para uma área mais visível do prédio; e 7. proibição, por tempo indeterminado, das festas na Unidade até que o órgão avalie os critérios e condições para a realização de eventos dessa natureza. Repudiamos as decisões acima por entender que elas, na verdade, são um ataque ao direito de organização dos estudantes. A burocracia universitária ao declarar a “suspensão do uso” do DA da FAFICH procura impedir a organização política dos estudantes, que nenhuma relação tem com o problema de insegurança apontado pelas “denúncias” do Estado de Minas.

 

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Sobre o “Fora Dilma” e a choradeira dos governistas

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Os derradeiros suspiros do gerenciamento oportunista de PT/pecedobê repercutem no movimento estudantil por meio das lágrimas de crocodilo dos dirigentes da governista da UNE (Levante Popular da Juventude - PT) e (UJS-pecedobê). Não é somente o compreensível mi-mi-mi de quem já está viciado nas benesses do “poder público” e ameaçadas as suas tão esperadas candidaturas ao parlamento burguês. Para muitos, é um sonho que acaba em pesadelo: os defensores mais fervorosos do impeachment se transformaram em seus mais ferrenhos opositores e os paladinos da ética, nos maiores corruptos. Não deve ser fácil para quem se criou na politicalha eleitoreira do “Fora Collor” e do “Fora FHC” ter de engolir o “Fora Dilma”. Há nestes fatos um pouco de ironia é certo, mas nenhuma surpresa.

 

Esperar qualquer traço de autocrítica da parte da direção de organizações engordadas no chiqueiro eleitoral seria demais, mas os argumentos utilizados por esta gente para justificar a bancarrota de seu governo soam como piada, de tão infantis. Parecem mesmo acreditar nas mentiras inventadas pelos seus milionários marqueteiros no Planalto sobre o “desenvolvimento sustentável” de um país “sem miséria” e não podem ver no povo nas ruas contra a sua “sexta maior economia do mundo”, senão maquinações de uma suposta “direita” e sua “imprensa golpista”.

 

Ao invés de buscar as causas das manifestações populares na insatisfação dos que foram às ruas contra as políticas de seu governo, lhes parece mais plausível justificá-las pela atuação de forças por de trás dos bastidores. Acostumados a ver no povo não mais do que estatísticas e eleitores, cinicamente preferem explicar a atual efervescência política como se fosse um jogo de xadrez entre as forças de “esquerda” e de “direita” em que as pessoas nas ruas não são mais do que peças. Esta forma de pensar pode ter alguma utilidade em suas projeções eleitorais, mas a realidade é bem mais complexa e dinâmica. Sua arrogância os leva a uma verdadeira cegueira política, ao se autoproclamarem os únicos e verdadeiros defensores da vontade popular (afinal de contas foi por isso e para isso que foram eleitos!) não se dão ao trabalho de se perguntar, “onde é que erramos?”, pelo contrário, preferem dizer, “nos sigam para continuar avançando!”, a questão é saber para onde...

 

 

Editorial - JEP18: Preparar a Greve Geral contra a “Pátria Educadora” de Dilma Rousseff (PT) / Banco Mundial!

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Dilma Rousseff (PT) anuncia “pacotão” de cortes e ataques ditados pelo FMI/Banco Mundial

 

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O discurso cometido pela gerenta Dilma Rousseff (PT) no último dia 08 de março, sob o pretexto de homenagear as mulheres brasileiras, é a confissão de mais crimes premeditados pelo gerenciamento oportunista de PT/PMDB/PSB/pecedobê contra os já pisoteados direitos do povo. Anuncia-se, travestido de um “ajuste fiscal” destinado a assegurar a “estabilidade econômica” e a continuidade do “crescimento” da economia nacional, todo um pacotão de medidas ditadas pelo FMI/Banco Mundial: corte de recursos para educação e saúde, cortes de direitos trabalhistas e previdenciários; aumentos de combustível, luz, água e transporte, aumento da já insuportável carga tributária sobre os assalariados e as pequenas e médias empresas.

O que governos federal e estaduais fazem é aprofundar a dominação do capital imperialista sobre o país através da imposição da política econômica e social e pela ação direta das transnacionais que dominam o grosso da produção, dos bancos e do comércio. Nunca a economia do país foi levada a um grau tão crítico de desnacionalização e desindustrialização. As taxas de juros são as mais altas do mundo, a carga da arrecadação de impostos equivalendo a quase 40% de toda a produção do país. O Brasil mais uma vez entra em recessão e anuncia-se a quebradeira geral das pequenas e médias empresas – principalmente do comércio e serviços (que empregam a imensa maioria dos trabalhadores) levando inevitavelmente a uma onda massiva de desemprego. Como nunca o governo submisso despeja o financiamento do dinheiro público na produção de produtos primários para exportação (soja, cana para biodiesel, minério, gado) de baixo valor no mercado, ou seja, o chamado “agronegócio”.

Mas o tempo da enganação acabou. Assim como FHC, Lula e Dilma fizeram de tudo para encobrir os impactos da crise do sistema imperialista na economia brasileira, de olho na reeleição. No segundo mandato de Lula, o Brasil recebeu uma enxurrada de capital especulativo atraído pelas criminosas taxas de juros praticadas no país. Foi a farra do famigerado crédito consignado, do cartão de crédito, do estímulo ao consumo desenfreado; foram centenas de bilhões de dólares tomados em empréstimo pelo BNDES e repassados a juros subsidiados para o financiamento de obras do interesse da grande burguesia e do latifúndio além da montanha de dinheiro público torrado na farra da Fifa.

 

Punhos erguidos e cerrados, Igor Mendes reafirma: FASCISTAS, NÃO PASSARÃO!

Punhos erguidos e cerrados, Igor Mendes reafirma:

 FASCISTAS, NÃO PASSARÃO!

 

 

“Ontem, sexta, 13/03, foi dia de azar para o Juiz Itabaiana. Por causa de um enfrentamento havido no dia anterior, a partir do qual ele alterou a ordem prevista e não quis ouvir mais nenhum de nossos assistidos, o Juiz deixou o dia de ontem reservado exclusivamente, para o interrogatório de 8 dos nossos 11 assistidos. Tomou um calor! Cada um desempenhou sua parte melhor do que o outro! Deram profundas lições, servíveis para todos que tiveram o privilégio de presenciar a audiência, na qual foi todo mundo barrado já na porta. Eu tenho orgulho de poder defender cada um dos meus assistidos! Eles me representam! Já vencemos essa batalha, pela altivez com que desmascaramos o fascismo e a farsa montada para, como em diversos momentos da história, aniquilar os anarquistas e os comunistas e aqueles que fecham com eles. Não abaixamos a cabeça diante da sana incriminatória do Estado! Saímos do Fórum à meia-noite, com a alma lavada e enxaguada, prontos para o próximo combate! Eles tiveram que ouvir a cada um de nós, e, isso calou fundo no inimigo de classe! Não passarão!” Marino D'Icarahy, advogado de defesa de 11 dos acusados, inclusive de Igor Mendes.

 

A última audiência do processo de criminalização do protesto popular na cidade do Rio de Janeiro representa um ataque não apenas aos ativistas presos e perseguidos políticos pela sua participação em protestos contra a farra da Fifa, mas aos próprios direitos democráticos à livre reunião, expressão e manifestação no país. Expulsar os réus e seus familiares do plenário sob a alegação de que não seria permitido expressar posicionamentos políticos durante o julgamento, como fez o juiz Itabaiana no ultimo dia 12/03, é o cúmulo da hipocrisia. Igor Mendes, ativista do MEPR, é mais um preso político dos gerenciamentos de Cabral/Pezão (PMDB) e Dilma Rousseff (PT). Nosso companheiro está preso há mais de 100 dias sem que nenhum crime contra o mesmo fosse comprovado, a não ser o fato de ter participado ativamente de protestos populares legítimos contra a farra da Fifa/Olimpíadas. A própria alegação para a sua prisão pelo suposto descumprimento de uma medida cautelar que o proibia participar de reuniões públicas tem um claro caráter político, representando sua condenação antecipada e a cassação de seus direitos civis. 

 

 

Globo: 50 anos a serviço do imperialismo!

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A história das Organizações Globo e da família Marinho, estão profundamente intricadas com a dominação do imperialismo estadunidense e à manutenção do capitalismo burocrático no país. Criada pelos ianques durante o Regime Militar Fascista pós-64 no objetivo de fornecer apoio interno ao golpe, a Rede Globo se estruturou enquanto um dos maiores monopólios de imprensa do mundo e uma das empresas mais rentáveis no país. Cumprindo um papel estratégico para as classes dominantes reacionárias para a manutenção e perpetuação do Estado Fascista brasileiro, a emissora é o principal veículo de transmissão da ideologia imperialista por meio de sua programação (filmes, novelas, programas de auditório, “reality shows”, etc;) que, diuturnamente, difunde o individualismo e o consumismo como os valores universais do que as classes dominantes reacionárias denominam de “sociedade moderna”.

 

Desde às jornadas de luta de junho/julho de 2013, é crescente o repúdio popular à instituição. A criminalização ativa dos protestos, a cobertura tendenciosa dos acontecimentos políticos no país e no mundo e a difamação de ativistas populares que marcam os cinquenta anos de história da emissora, ficam cada dia mais evidentes para importantes parcelas da população brasileira. Não é sem motivo os sucessivos ataques contra as sedes da emissora durante os protestos populares e a palavra de ordem ecoada em alto e bom som por todo o país: “Globo fascista, você que é terrorista!”. Aproveitemos a ocasião para rememorar alguns episódios que marcam a trajetória reacionária, antidemocrática, antipovo e pró-imperialista desta instituição.

 

Nem impeachment, nem reformas: façamos a Revolução!

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 O discurso fascista da extrema direita e o nocivo papel da falsa “esquerda” eleitoreira

 

salvadores da ptria

Nos últimos dias, as viúvas do regime militar fascista de 1964, se aproveitando do enorme desgaste político do PT após o seu fiasco nas eleições presidenciais e os escândalos de corrupção na Petrobrás, ensaiam um “grande movimento” pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT). Gritando, cínica e raivosamente, em defesa da “ética” e contra a “corrupção” se utilizam do mesmo discurso capenga dos petistas quando na oposição eleitoral ao governo federal de FHC/PSDB. Impulsionados pela ressuscitada oposição tucana, a malta de viúvas do regime militar fascista encabeçada por figuras execráveis como o deputado federal Jair Bolsonaro e o decadente cantor/compositor Lobão, convocam “gigantescas” mobilizações nacionais para o próximo dia 15 de março. De forma semelhante como o fizeram, sob outras condições menos favoráveis, é evidente, a exatos um ano, no dia 22 de março de 2014, em sua tragicômica tentativa de reeditar a famigerada “Marcha de Deus com a família pela liberdade”. Na ocasião, tais caricaturescas “marchas” não lograram reunir quórum para considerar-se sequer “piqueniques” (sic!).

 

Embalado pela frágil e falsa comoção criada pelos gritos histéricos da extrema direita, o oportunismo eleitoreiro encabeçado pelo PT no gerenciamento do velho Estado não tardou a incrementar o discurso do “golpe da direita”, defendendo a necessidade urgente de uma “reforma política” que amplie a “participação popular e limite o poder dos setores ‘conservadores’ no Congresso”. Este discurso já vinha sendo ensaiado desde a eclosão das grandes jornadas de junho/julho de 2013, nas frustradas tentativas dos oportunistas em canalizar a rebelião popular para uma saída institucional. Coube aos seus movimentos estudantis institucionalizados, à UJS (pecedobê) e ao seu irmão caçula Levante Popular da Juventude (PT), nascidos do mesmo ventre putrefato da governista UNE, os papéis de protagonistas na regravação desta antiquada cantilena oportunista da necessidade de uma urgente “reforma política” contra o risco eminente de um “golpe de direita”.

 

 

Saudações do Movimento Estudantil Popular Revolucionário - MEPR por ocasião da celebração do Dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher Proletária.

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Belo Horizonte, 07 de março de 2015.

Em nome do MEPR, gostaríamos de trazer nossas saudações aos companheiros e companheiras.

Saudamos a memória gloriosa das heroínas do povo em todo o mundo e ao longo de milênios na luta contra a opressão e exploração!

Saudamos às bilhões de mulheres trabalhadoras de todo o mundo, em especial o Movimento Feminino Popular, pela sua batalha por despertar em todas as mulheres oprimidas sua fúria revolucionária contra todo o sistema imperialista de opressão e exploração!

Saudamos a todas as professoras que lutam pelo direito de estudar e aprender, negado aos filhos de nosso povo!

Saudamos as mulheres dirigentes e ativistas do movimento camponês combativo, que travam a mais tenaz e decisiva luta para o nosso povo, pela Revolução Agrária, a destruição do latifúndio e a conquista da terra para quem nela trabalha!

Saudamos às mulheres da juventude combatente que, ombro a ombro com os companheiros, enfrentam a repressão policial fascista na luta em defesa dos direitos mais elementares de nosso povo negados por este velho Estado reacionário!

Saudamos de forma especial às mães, irmãs e companheiras dos presos e perseguidos políticos, na pessoa da combativa companheira Jandira Mendes, mãe de nosso companheiro Igor Mendes, preso político encarcerado há 3 meses pelos gerenciamentos de Cabral/Pezão (PMDB) e Dilma Rousseff (PT)!

 

Gabriel Cunha Vilela, Ramom Souza Silva, Alex Fernando de Oliveira e Jorge Eduardo dos Santos foram soltos, mas prosseguem a repressão fascista e as perseguições políticas em Goiânia.

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Reproduzimos a "CARTA ABERTA AO POVO GOIANO", divulgada pelo Fórum pelo direito à livre organização e manifestação e contra a criminalização da Luta Popular, disponível em https://pt-br.facebook.com/frente.delutago, na qual o Fórum informa sobre a soltura de Gabriel Cunha Vilela, Ramom Souza Silva, Alex Fernando de Oliveira e Jorge Eduardo dos Santos, presos pela sua participação em legítimos protestos populares contra o absurdo aumento das passagens e em defesa do transporte público em Goiânia, denunciando a continuidade da repressão policial fascista e o cerceamento aos direitos democráticos à livre manifestação, reunião e expressão na capital do estado de Goiás.

 

 

“Pátria Educadora” de Dilma Rousseff (PT) corta 1/3 (um terço) do orçamento das universidades públicas federais para 2015!

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O impacto do corte de mais de 7 bilhões do orçamento para o Ministério da Educação, primeira medida da “Pátria Educadora” do governo da frente oportunista e eleitoreira de Dilma Rousseff (PT/PMDB/PSB/pecedobê) repercute nas universidades federais. Nos últimos dias, o MEC, comandado pelo Ministro da Educação Cid Gomes, anunciou o corte de 1/3 (um terço) das verbas das universidades públicas federais para este ano de 2015, imposto por meio do Decreto presidencial 8.389/2015. 

 

O fato do corte ser anunciado antes mesmo da aprovação da Lei Orçamentária de 2015 pelo Congresso Nacional, torna ainda mais evidente ser esta uma decisão política do gerenciamento de Dilma Rousseff (PT) e que sua “Pátria Educadora” não passa de demagogia eleitoral, representando a continuidade dos ataques ao ensino público que marcaram os dois mandatos de Luiz Inácio (PT) e o mandato anterior da gerentona Rousseff. Não deixando margem para que os governistas da UJS (pecedobê) e seus irmãos gêmeos quase idênticos do Levante Popular da Juventude (PT) culpem a “direita” no Congresso pelas medidas antipovo de seu governo.

 

O recente corte de verbas representa o aprofundamento do sucateamento das universidades federais imposto pelo REUNI. Se este programa representava o aumento das ofertas de vagas sem o necessário aumento das verbas, assistimos agora à drástica redução dos escassos orçamentos das universidades públicas.


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História do Partido Comunista (Bolchevique) da URSS

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http://www.mepr.org.br/images/morfeoshow/fotografias_-4248/big/FotografadoporP.S.Zhukov.1920.jpg http://www.causticsodapodcast.com/wp-content/uploads/sites/5/2013/09/stalin.jpg

Disponibilizamos a seguir para download, na íntegra, o livro História do Partido Comunista (Bolchevique) da URSS, redigido pelo Comitê Central do Partido Comunista (Bolchevique) da URSS. Neste livro, se expõe sumariamente a história do Partido Comunista (bolchevique) da U.R.S.S. desde A Luta Pela Criação do Partido Operário Social-Democrata na Rússia (1883-1901) (primeiro capítulo) até A luta pelo coroamento da edificação da sociedade socialista e implantação da nova Constituição (1935-1937)  (décimo-segundo capítulo).

A gigantesca importância histórica da Revolução Bolchevique de Outubro de 1917, quando a classe operária russa e a classe camponesa aliada histórica, tomam o poder e iniciam a construção da primeira pátria socialista da história, demanda de nós, estudantes revolucionários, o esforço por conhecer e compreender todo o processo que levou ao triunfo da revolução e as lutas que se desenvolveram no heróico esforço de incontáveis homens e mulheres em construir uma nova sociedade, livre da opressão e da exploração da maioria pela minoria. É tarefa, pois, estudar e conhecer a fulgurante História do Partido Comunista (Bolchevique) da URSS!

 


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