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RUMO À GREVE GERAL: OCUPAÇÕES DE REITORIAS E GREVES DE ESTUDANTES, FUNCIONÁRIOS E PROFESSORES NAS UNIVERSIDADES DE TODO PAÍS!

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Nas últimas duas semanas, enquanto a Pátria Educadora de Dilma Rousseff (PT)/Banco Mundial  anunciava outro corte no orçamento da educação pública no nosso país, desta vez de 9, 4 Bilhões de reais, as universidades de todo país entraram em polvorosa, explodindo greves estudantis e ocupações de reitorias ao mesmo tempo em que professores e funcionários também entraram em greve por tempo indeterminado.

Até a presente data, quarenta e oito das 63 universidades federais já entraram em greve e em 15 há greve conjunta de professores e técnico-administrativos. A greve dos professores, puxada pelo ANDES – Sindicato Nacional já soma 18 universidades e a de funcionários técnico-administrativos, 39. Em outras várias já existem assembleias de greve convocadas.

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CHILE: Segue firme a rebelião popular contra a “reforma” na educação de Bachelet

Dezenas de milhares de professores participaram de uma manifestação em Santiago, Chile, nesta segunda feira, dando início à uma greve contra a “reforma” na educação imposta pela gerência de Bachelet, que, entre outras medidas, estabelece aumento salarial condicionado a avaliações dos docentes (“coincidentemente” da mesma forma que anunciado no documento Patria Educadora da Secretaria de Assuntos Estratégicos da gerência Rousseff-PT/FMI) e prevê o financiamento pelo Estado Chileno de Instituições de Ensino Superior (também à cópia de PROUNI e FIES da contra-reforma implementada por Lula/Dilma-PT/FMI)

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PERSONALIDADES DEMOCRÁTICAS ASSINAM MANIFESTO EM DEFESA DOS PRESOS E PERSEGUIDOS POLÍTICOS NO RIO DE JANEIRO


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MANIFESTO

Nos próximos dias, o processo contra os 23 ativistas políticos do Rio de Janeiro entra na sua fase final na 1ª Instância, que resultará nas sentenças a serem proferidas pelo Juiz da 27ª Vara Criminal, Flávio Itabaiana. 

Vale lembrar que o inquérito policial que deu origem à identificação e prisão dos 23 réus foi feito para averiguar filiações partidárias, com evidente cunho de perseguição política. A predileção dos órgãos de persecução criminal pelos grupos de “esquerda” fica ainda mais clara, quando a denúncia tenta qualificar os coletivos e organizações como sendo parte de uma suposta “quadrilha” que abrange um vasto horizonte que vai de ativistas sem definição política até “comunistas” a “anarquistas”. Não há qualquer descrição no inquérito de que os membros das organizações criminalizadas atuassem de forma estável ou permanente. Não existe estabilidade na pulverização, assim como não existem vínculos de permanência entre pessoas “que podem sequer se conhecer”.


Por significativa coincidência, todos os “alvos” desta investigação, os réus inclusive, integram um campo político de esquerda - abrangendo o numeroso grupo de pessoas que utilizou os protestos iniciados em junho de 2013 para questionar o status quo, seja relacionando as mazelas sociais brasileiras às opções político-econômicas do governo ou apenas criticando as bases do sistema capitalista. 

 

Moção de apoio do 19º Fórum Nacional de Entidades de Pedagogia- FoNEPe pela Liberdade de Todos os Presos Políticos e Fim dos Processos

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MOÇÃO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS

Nós, estudantes e entidades organizadas, reunidxs durante o 19º
Fórum Nacional de Entidades de Pedagogia- FoNEPe, repudiamos a ação do Estado brasileiro gerenciado por Dilma Rouseff (PT) que criminaliza os movimentos sociais combativos e independentes no campo e na cidade.

Vivemos sob a lógica de um aparelho coercitivo (PM) que a cada diaextermina a juventude negra e pobre do país. A desmilitarização de tal entidade se faz necessária, uma vez que, as suas ações, revelam uma ideologia de repressão ao povo. Exemplo disto é a perseguição ocorrida no Rio de Janeiro desde as Jornadas de Junho – 2013, quando a juventude combatente saiu às ruas em defesa dos direitos do povo, como educação, saúde pública e contra a farsa eleitoral.

A única resposta ao grandioso levantamento popular foi o aumento da repressão. Ao prenderem e perseguirem mulheres e homens que lutam, os governantes não os atacam como indivíduos somente, mas, atacam as causas que estes ativistas representam e por isso não pode haver silêncio em nosso meio.

Exigimos, portanto, a libertação de todxs presxs políticosi, como por exemplo, o estudante de Geografia da UFRJ Igor Mendes, que está preso há mais de cem dias, Elisa Quadros e Karlayne Moraes, que se encontram na clandestinidade, acusadxs injustamente por formação de quadrilha armada.

Pelo fim de todos os processos políticos instaurados por esse Estado, que age de maneira fascista, para que assim, desarticule as organizações combativas e independentes. PELA LIBERDADE DXS PRESXS POLÍTICOS! LUTAR NÃO É CRIME!

Executiva Nacional dxs Estudantes de Pedagogia- ExNEPe

Movimento Estudantil de Pedagogia- MEPe

 

GOIANIA: ARQUIVADO O PROCESSO DO GABRIEL, RAMON, JORGE E ALEX

Com informação da Abrapo Brasil e A Nova Democracia

 

No dia 26 de fevereiro de 2015, durante manifestação espontânea ocorrida no Terminal Praça A, em Goiânia, contra a má qualidade do transporte coletivo, 4 jovens foram detidos. O delegado da DRACO (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas) - local para onde todos os presos em manifestações são levados em Goiânia - manteve a prisão em flagrante, por supostamente terem cometido os delitos dos arts. 163, inciso III, do Código Penal (dano) e 244-B, do Estatuto da Criança e do Adolescente (corrupção de menor). Os jovens estudantes e trabalhadores ficaram durante 5 dias no maior complexo prisional do estado de Goiás, até que o juiz da 7ª Vara Criminal da Comarca de Goiânia concedeu a liberdade provisória. Desde o momento da prisão até o momento em que foram soltos, os movimentos populares da cidade se manifestaram pela liberdade destes que eram, na verdade, presos políticos.

 

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Mas enfim, dia 12 de maio de 2015, acatando o pedido do Ministério Público, o juiz Oscar de Oliveira, da 7ª Vara Criminal, determinou o ARQUIVAMENTO dos autos, pois no inquérito não havia qualquer prova de que GABRIEL(midiativista do canal"Desneuralizador" e membro do comitê de apoio do jornal A Nova Democracia em Goiânia), RAMON, JORGE e ALEX tivessem cometido os delitos pelos quais foram indiciados pela Polícia Civil. Isso significa, assim, o FIM desse processo, evidenciando ainda mais como foi injusta a prisão que sofreram.

Pelo fim das prisões e perseguições políticas!

Cancelamento de todos processos e condenações!

Lutar não é crime! Rebelar-se é justo!

 

Igor Mendes: 27 anos de vida e 6 meses de cárcere

No último dia 27 de maio de 2015 nosso companheiro Igor Mendes completou 27 anos de vida, enquanto no próximo dia 3 de Junho se completam 6 meses de sua prisão arbitrária.

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Igor permanece preso injustamente no presídio de Bangu desde o dia 3 de dezembro de 2014. Segundo informações do advogado e companheiro de Igor, Marino D’Icarahy, um Recurso de Habeas Corpus para Igor, Elisa e Karlayne deve ser julgado na próxima semana.

Mas engana-se quem acha que a cadeia tirou o ânimo de Igor. Ele se mantém firme, altivo e enfrenta com uma firmeza inigualável as adversidades da luta, sempre reafirmando sua condição de preso político!

Rendemos nossas homenagens ao companheiro e reproduzimos a sua última carta, publicada no Tribuna da Imprensa Online.

Viva o companheiro Igor Mendes! Viva a juventude revolucionária!

Liberdade para Igor Mendes e todos os presos políticos do campo e da cidade!

 

Abaixo à “associação perigosa” da REItoria da UERJ, Cabral/Paes (PMDB) e o Globo!

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As revoltantes imagens da truculência dos “seguranças” da UERJ, Guarda Municipal e PM do Rio de Janeiro contra estudantes e moradores da comunidade Metrô-Mangueira na última quinta-feira dia 28/05, são mais provas de crimes antecipadamente planejados e executados pelo REItor da UERJ Ricardo Vieiralves, o governador Pezão (PMDB) e o prefeito Eduardo Paes (PMDB). O caráter premeditado de mais esta ação repressiva desencadeada na UERJ ficou explícito já no dia 23/05, por meio da publicação da sensacionalista matéria do jornal O Globo, “Crise gera tensão na UERJ e leva Reitor a fechar a universidade”. 

Acuado pela onda de manifestações, greves e ocupações de reitorias que se alastram pelo país e que já tomou conta de importantes universidades do estado do Rio, como na UFF e UFRJ, o REItor da UERJ “encomendou” ao Globo mais uma de suas matérias porcas, por meio da qual este órgão da imprensa marrom no país age como porta-voz da odiosa campanha, articulada pelos gerenciamentos Pezão (PMDB)/Dilma Rousseff (PT) junto ao podre judiciário do RJ na pessoa do juiz fascista Flávio Itabaiana, de criminalização e demonização da juventude combatente e que já resultou no processo judicial de perseguição política contra 23 ativistas das manifestações contra a farra da Fifa e na prisão política do estudante de Geografia da própria UERJ, Igor Mendes, ativista do MEPR e da FIP-RJ, injusta e arbitrariamente encarcerado no Complexo Penitenciário de Bangu desde dezembro do ano passado.

Ao lado de uma série de informações verdadeiras sobre a situação de completa precariedade das condições de ensino, pesquisa, extensão e assistência estudantil na instituição, O Globo aponta o movimento estudantil da universidade e, particularmente, o MEPR como os responsáveis por supostos atos de depredação da UERJ e de agressão contra funcionários da instituição, chegando ao absurdo de afirmar que: “por trás das ações mais radicais, está o Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR)”. De forma ardilosa, a matéria de O Globo quer aparentar “imparcialidade”, usando da tática fascista de apresentar os manifestantes como se estivessem divididos entre “pacíficos” e “vândalos infiltrados”, buscando criar opinião pública favorável à repressão contra os estudantes que resistem ao sucateamento da universidade, como o faz desde as jornadas de luta de junho/julho de 2013.

 

FORA VIEIRALVES! Nota de repúdio a REItoria da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

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 Na última quinta feira 28/05 a Universidade do Estado do Rio de Janeiro presenciou um dos maiores ataques ao movimento estudantil em sua história recente.

Estudantes tinham assembleia, porém no mesmo dia a favela do Metrô-Mangueira que se localiza ao lado da universidade sofria um processo arbitrário de remoção. Então os estudantes colocaram em prática uma das principais tarefas do movimento estudantil que é “servir ao povo de todo coração” e se solidarizaram com os moradores que resistiam bravamente contra a arbitrária remoção de suas casas.

Ao chegarmos à favela fomos recebidos com truculência pela tropa de choque da Polícia Militar que além de usarem bombas de gás lacrimogênio, tiros de bala de borracha dispararam também com munição letal contra estudantes e moradores. Os estudantes tentaram se refugiar na universidade.

O REItor Ricardo Vieiralves, em atitude covarde, criminosa e fascista mandou fechar as portas para estudantes que tentavam se refugiar na universidade, ao tentar entrar a manifestação se deparou com uma tropa de choque particular do REItor composta por capangas, milicianos e policiais disfarçados que não só fecharam as portas como espancaram estudantes, jogaram pedras e usaram jatos de água.

 

REBELIÃO ESTUDANTIL NA UERJ EM APOIO AOS TERCEIRIZADOS!

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Por COLETIVO INIMIGOS DO REI (UERJ)

Desde o início da tarde do dia 13 ocorreram atividades de mobilização para preparar o piquete em apoio aos terceirizados, que ainda estão com salários atrasados. A partir das 17h se iniciou o piquete no hall do queijo, que interrompeu o funcionamento dos elevadores e ajudou a criar um clima de agitação entre os estudantes que chegavam ao local. 
Por volta das 18:30 cerca de 400 estudantes saíram em uma combativa passeata entoando palavras-de-ordem em apoio aos terceirizados, aos presos políticos, contra a precarização da Educação e a favor de uma greve geral para lutar contra os cortes de direitos, contra a PL da terceirização e os ataques à educação, levados a cabo pelos governos Dilma/Pezão/Paes. Os estudantes pararam o trânsito na Av. São Francisco Xavier e na Radial Oeste, recebendo o apoio de transeuntes, moradores e inclusive a adesão de alguns jovens da Mangueira.

Após percorrer as ruas, o ato se concentrou em frente ao corredor que dá acesso à REItoria, onde os seguranças da UERJ iniciaram um confronto com os estudantes, que prontamente revidaram as agressões à altura, o que os obrigou a abrirem caminho para a revolta estudantil que se dirigiu para ocupar a REItoria. Não foi possível ocupá-la, mas o estudantes deixaram um rastro de destruição na "fortaleza" de Vieiralves.

Essa combativa manifestação é uma resposta à precarização e sucateamento da Universidade, agravada no contexto em que os governos jogam a conta da crise nas costas do povo. O histórico do M.E. da UERJ mostra que só com ações radicalizadas temos vitórias. É preciso construir uma greve combativa na UERJ, desde a base, para fazermos valer nos direitos e a construção de uma Assembléia para o próximo dia 20, será importante passo para uma greve combativa e radicalizada, rumo à greve geral por tempo indeterminado.

 

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Greve dos professores da educação básica continua em vários estados brasileiros


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Milhares de professores do ensino básico da rede pública estão em greve pelo país. Em alguns estados, como São Paulo, a greve já dura quase dois meses. A mobilização ocorre também nas redes estaduais de ensino de Pernambuco, Pará, Santa Catarina, Paraná, Paraíba, Goiás. E nas municipais de Macapá, Bauru, Betim, Maceió, Angra dos Reis, Goiania, entre outros.

Em São Paulo, a greve dos professores completa nesta quarta-feira (13) dois meses. A categoria reivindica reajuste salarial de 75,33%, jornada de trabalho semanal de 20 horas e limite máximo de 25 alunos por sala.

No Paraná, após o ataque violento promovido pelo governo de Beto Richa (PSDB) sofrido no dia 29 de abril, os professores decidiram por manter a greve iniciada no dia 25 de abril. A categoria - que representa 70% do funcionalismo público do estado - optou pela continuidade do movimento, em especial contra o projeto de lei que alterou o regime previdenciário dos servidores públicos estaduais.

Em Pernambuco, pressionados pela criminalização do movimento com pesadas multas impostas pela Justiça, os trabalhadores suspenderam temporariamente a paralisação após 24 dias. A pausa deverá servir para retomar as negociações. Uma nova assembleia para decidir os rumos do movimento está agendada para o próximo 21 de maio.

Em Goiania, os professores estão em greve desde o dia 14 de abril e foram duramente reprimidos pela guarda municipal de Paulo Garcia (PT).

Em Santa Catarina, os professores, em greve desde 24 de março, rejeitaram a proposta do governo em que condiciona a retomada das negociações ao retorno dos professores às salas de aula. A principal reivindicação é o plano de carreira da categoria e o reajuste de 13,01% para toda a categoria. Os professores conseguiram a revogação da Medida Provisória 198, que modifica o regime de contratação de temporários.

 


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