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Meu rompimento com a UJR, e porque decidi militar no MEPR

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Venho por meio desta Carta esclarecer a respeito do meu rompimento com a União da Juventude Rebelião – UJR -, juventude do PCR; esclarecer sobre os motivos teóricos e práticos, sobretudo práticos, que me levaram a esta decisão, e também o que me levou a aderir a outra organização, de fato revolucionária, o Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR).

ABAIXO A FARSA ELEITORAL!

 

 

RJ: SECUNDARISTAS EXPULSAM PELEGOS DE UBES, AERJ E ANEL DA UNIDADE SECUNDARISTA DE ESCOLAS OCUPADAS!

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No Rio de Janeiro, segue firme a greve de ocupação levada a diante pelos estudantes secundaristas, que estão dando uma verdadeira aula de como deve ser de fato a greve que irá trazer as maiores conquistas para a educação. Não só no Rio, mas em todo o país nós temos visto grandes exemplos de como avançar na luta por uma escola pública, gratuita, com mais democracia para os estudantes e que sirva ao povo.

Desde que as ocupações no Rio de Janeiro foram tomando forma e aumentando o número de escolas ocupadas a cada dia, os estudantes perceberam a necessidade de se organizarem não somente com os estudantes de suas próprias escolas, mas também com as demais escolas ocupadas, surgindo a partir daí o Comando Unificado de Secundaristas, o “Comando Ocupa Tudo”. Como de costume, os oportunistas eleitoreiros com suas entidades apodrecidas que dizem representar os estudantes, como UBES (PT-pecedobe), ANEL (PSTU), AERJ (PCR) e etc, tentaram aparelhar a luta dos estudantes com suas práticas atrasadas de despolitização, pacifismo e negociações forjadas com a SEEDUC. Num momento tão crucial da luta, em que estudantes estão sofrendo uma forte perseguição política e o movimento DESOCUPA (movimento de desocupação de escolas financiado pelo estado), tenta desocupar as escolas com violência chegando ao ponto de levar facas e porretes para retirar os estudantes das escolas ocupadas, o papel que as entidades oportunistas cumpriram foi o de levar para trás a luta e não organizar nenhuma resistência sequer, e ainda tiveram a cara de pau de pedir ajuda para a própria polícia!

C.E. Amaro Cavalcanti Ocupado, local da reunião da UNIDADE SECUNDARISTA

 

 

RONDÔNIA: Estudantes e professor são presos arbitrariamente por apoiarem camponeses em luta e denunciarem crimes do latifúndio e da PM

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foto dos panfletos

 

Quatro estudantes e um professor foram presos pela PM fascista de Rondônia no dia 24 de maio, em Ji Paraná, por participarem de uma panfletagem de apoio às famílias camponesas do acampamento Jhone Santos de Oliveira, que foram covardemente despejadas da área (16.000 alqueires). Além do apoio aos camponeses, a panfletagem denunciava a grilagem de terras feita pelo latifundiário Miguel Martins Feitosa, que tem um contrato com o INCRA de 800 alqueires mas está de posse de uma área de 16.000 alqueires, onde ele tem roubado madeira, além de não pagar os funcionários do latifúndio e possuir uma dívida milionária em bancos públicos não paga. O panfleto também denuncia que o latinfundiário Miguel Martins Feitosa nem mesmo mora no Brasil e reside em Pittsburgh nos EUA, tudo isso com a conivência e o apoio da PM e do judiciário do estado de Rondônia.

            Ademais o panfleto traz a denúncia dos crimes cometidos contra os camponeses pelo capitão Braguim (comandante da PM de Ji Paraná), que comandou operação policial na mesma estrada e mesmo dia em que os irmãos Jesser e Nivaldo Cordeiro foram assassinados e jogados no Rio Candeias; e pelo tenente-coronel Enedy (comandante geral da PM de Rondônia), que juntamente com Braguim comandou operações policiais para aterrorizar camponeses do acampamento Jhone Santos de Oliveira e; a denúncia das ameaças feitas pelo oficial de justiça Brito que segundo o panfleto “No dia do despejo do acampamento, protegido por dezenas de policiais militares, (...) ficou valente, e ameaçou os camponeses ‘fiquem vocês sabendo que o pau que dá em Chico é o mesmo que dá em Francisco’. Ele falava das ações violentas do Capitão Braguim contra acampamentos de Buritis e Jacinópolis.”

            Prestamos aqui nossa solidariedade a esses estudantes e professor do povo, que exerciam justamente a consigna de “Servir ao povo de todo coração” e repudiamos a ação reacionária e antipovo da PM de Rondônia, corporação de paus-mandados do latifúndio. Seguimos ainda mais convictos de que a destruição do sistema latifundiário é condição fundamental e indispensável para uma verdadeira mudança em nossa sociedade, entregando terra para quem nela vive e trabalha!

            Abaixo reproduzimos integralmente o panfleto distribuído em apoio aos camponeneses.

 

Todo apoio aos estudantes e educadores do povo!

Abaixo as perseguições aos lutadores do povo!

Abaixo o fascismo de Enedy, Braguim e sua PM!

Morte ao latifúndio!

 Viva a Revolução Agrária!

 

panfleto

 

Estudantes e Professores realizam combativa manifestação no Rio de Janeiro!

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Na última terça-feira, dia 24/05, estudantes e professores realizaram um combativo ato após a Assembleia do SEPE-RJ (Sindicato Estadual dos Profissionais em Educação do RJ) em direção à Secretaria de Estado de Educação – SEEDUC. A assembleia aconteceu depois de quatro dias da truculenta invasão do batalhão do choque à legitima ocupação estudantil do prédio do Governo do Estado, feita na calada da madrugada de sexta-feira (20/05) para sábado (21/05) sem a apresentação de nenhum mandato de reintegração de posse.

Assembleia dos professores em luta. Ato de Professores e Estudantes.

 

Rio de Janeiro: MEPR organiza debate sobre o Desmonte do Ensino Público na UNIRIO!

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No dia 24 de maio, terça feira, o MEPR organizou, na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, o debate com o tema: "O desmonte do ensino público e o fechamento de escolas na cidade e no campo: o papel do movimento estudantil de pedagogia" como parte da mobilização estudantil para o 36º Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia - ENEPe.

Moclate, MEPR e LCP no Debate.

 

Viva as Ocupações de Escolas por todo Brasil! Rebelar-se é Justo!

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“Uma faísca pode incendiar toda a pradaria!”
Presidente Mao Tsetung
Os estudantes secundaristas vêm se colocando na cabeça de um movimento que ultrapassou as fronteiras regionais de primeiro São Paulo, depois Goiás e Rio de Janeiro. Se espalhou por todo Brasil e promete incendiar ainda mais o atual cenário de profunda crise do velho Estado e suas siglas eleitoreiras do Partido Único das classes reacionárias.
Este movimento vem se mostrando capaz de mobilizar amplos setores de nossa sociedade contra os ataques aos direitos à educação, o plano de desmonte do ensino público e em defesa de um ensino público, gratuito, de qualidade e que sirva ao povo.
Estudantes secundaristas e universitários ocupando escolas e reitorias pelo Brasil todo em defesa do ensino público e de seu direito a estudar e aprender, que vêm sendo atacados rotineiramente pelos governos de turno.
Rio Grande do Sul: mais de 150 escolas ocupadas. Entre suas reivindicações estão melhorias na infraestrutura das escolas e por mais verbas à educação. Eleitoreiros queriam jogar o movimento para o jogo político eleitoreiro ao invés de debater os problemas de cada escola, ao passo que foram derrotados com uma vigorosa onda de ocupações em todo estado!
 

OCUPAÇÃO DO POSTO DO DFTRANS EM BRASÍLIA

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Revoltados/as com as constantes falhas nos cartões do passe-estudantil, com a supressão injustificada dos acessos e a arbitrariedade da limitação de tempo para o recadastramento, estudantes secundaristas e universitários sustentaram uma importante ocupação na ouvidoria do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) na rodoviária do Plano Piloto (do dia 28/04 à 05/05). Na ocupação foram desenvolvidas aulas-públicas, exibição de documentários, agitação política, tudo garantido por um ambiente de cooperação em que os estudantes conformavam comissões para viabilizar a segurança, alimentação, limpeza, comunicação e outras necessidades, não fugindo a regra de elevada organização que é marca das ocupações de escolas que se alastram pelo Brasil.

Os estudantes enfrentaram a intransigência das “autoridades” distritais que não se disponibilizavam para negociar, a repressão policial que tentou desocupar o prédio cercando-o e lançando, covarde e sorrateiramente, spray de pimenta pelas suas frestas, além das violências sofridas por uma companheira que, ao se deslocar até um sindicato de servidores públicos que apoiou a luta através da impressão de panfletos e cartazes, foi abordada por PM’s que lhe roubaram o material e outros companheiros que foram perseguidos e agredidos também por policiais quando faziam uma ronda de segurança numa das noites da ocupação.

A resistência estudantil forçou o Governo do Distrito Federal (GDF) a negociar e foram obtidas conquistas parciais. Estipulou-se um prazo para a retomada do recadastramento anual dos cartões (a partir de 1º de junho), foi feita a promessa de que as análises de cadastro/recadastro seriam agilizadas, que haveria uma solicitação à secretaria de educação para o abono das faltas dos estudantes que não puderam ir à escola pelos problemas do passe e foi acordada a não criminalização dos que participaram da ocupação.

Certos de que tais avanços são diminutos e cientes do histórico de mentiras dos governos em todos os níveis e de todos os partidos contra as lutas do povo, seguiremos firmes nas batalhas pelo passe-livre irrestrito e por um transporte público de qualidade.


Passe livre já!

REBELAR-SE É JUSTO!

 

RUMO AO 36º ENEPe NA AMAZÔNIA!

Reproduzimos a seguir a Nota da Comissão Organizadora do 36º ENEPe a ser realizado entre 17 e 24 de julho na Universidade Federal de Rondônia - UNIR.
Nós do MEPR convocamos a todos os estudantes a participarem deste Encontro de extrema importância dentro do atual contexto nacional de mobilizações estudantis.
O ENEPe visa não apenas discutir a atual precarização da educação na cidade e no campo, mas também organizar e mobilizar os estudantes de todo o Brasil. Com os fechamentos de escolas, privatizações e militarização é importante organizar um amplo movimento de defesa do ensino público, gratuito, de qualidade e que sirva ao povo!
O 36º ENEPe na UNIR será um evento histórico, por acontecer na Universidade que teve a histórica greve de ocupação vitoriosa que conseguiu destituir o REItor de seu cargo e conquistar todas as suas pautas. Também fará uma ampla propaganda da luta pela terra por acontecer no estado em que mais teve mortes de camponeses por questões de conflitos agrários, sendo mais de 20 mortes somente no ano passado! 

MOBILIZAR E CONSTRUIR UM ENEPe DE LUTA NA UNIR!
PEDAGOGIA É COMBATENTE, ROMPEU COM A UNE E CONTINUA INDEPENDENTE!
REBELAR-SE É JUSTO!

"NOTA DA COMISSÃO ORGANIZADORA
Rumo ao 36º ENEPe na Amazônia!
O Movimento Estudantil de Pedagogia Rondoniense saúda todos os estudantes de 
pedagogia do Brasil

A  sede  do  36º  ENEPe,  aprovada  durante  a  plenária  final  do  35º  ENEPe(Paraná),  ratificada  no  20º FONEPe(Bahia),  através  da  Comissão  Organizadora  saúda  calorosamente  todos  os  estudantes  de pedagogia do Brasil. Sem dúvida nenhuma será um momento ímpar para estudantes da região norte de nosso país construir e participar mais ativamente dessa atividade nacional de grande importância para a luta em defesa da educação pública, contra o corte de verbas e direitos do nosso povo.
Estamos nos organizando para mobilizar estudantes de Rondônia, Acre e também do Amazonas, que assim como muitos estudantes de vários cursos da UNIR, terão pela primeira vez a oportunidade de participar do encontro nacional de pedagogia. Estamos nos organizando através de reuniões diárias de planejamento e formação  política  articuladas  pelos  Centros  Acadêmicos  de  Pedagogia  da  UNIR  (Campus  Porto  Velho  e Rolim de Moura) em parceria com dezenas de estudantes dos cursos de licenciatura de nossa universidade e de demais instituições de ensino na capital e no interior do estado, compondo desta forma a Comissão Organizadora.
 

Repressão e brutalidade contra manifestação estudantil em Goiânia

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Na tarde de ontem (19), esudantes secundaristas, universitários e professores participavam de manifestação contra o plano de liquidação do ensino público estadual, orquestrado pela secretária de educação Raquel Teixeira e do governador Marconi Perillo a serviço do grupo Kroton e do Banco Itaú que tem interesses escusos na privatização da educação brasileira. No início do ano as ocupações de quase 30 escolas fizeram o gerencimento estadual de Goiás voltar atrás no plano de implantar as OS nas escolas. Porém, agora, mudando sua tática, Marconi Perillo pretende criar Escolas Técnicas Estaduais que seriam regidas por OS como teste do modelo privatizador.

Animados pelas vitórias conquistadas até o momento, o movimento popular organizou nova passeata para divulgar à população os novos planos do gerencimento estadual. Os lutadores não esperavam que José Eliton - futuro candidato ao governo estadual, secretário de segurança pública, vice-governador e governador em exércio, visto que Marconi Perillo vendia o estado nos EUA - atirasse brutalmente a Polícia Militar contra os manifestantes.

Outra vez uma manifestação popular termina em prisões em Goiânia. Dois estudantes da Universidade Federal de Goiás, um da Geografia e outro da Biologia, além de uma secundarista foram presos e agredidos. Vários outros manifestantes ficaram machucados com as bordoadas e muitos desmaiaram por conta do gás lacrimogênio atirado aos montes por lança-granadas. Segundo a PM, dois policiais foram feridos.

 

Ato Antifascista em Juazeiro – Bahia

Enquanto os governistas da CUT convocam ato de 1º de Maio para defender o governo federal e os centristas do PSOL/PCB ficam num “morde e assopra” com o gerenciamento Dilma/PT, a juventude combatente sai às ruas para denunciar a falsa polarização imposta ao povo pelo monopólio da imprensa.

Os jovens denunciaram em praças, feiras e terminal de ônibus a atual política de extermínio perpetrada contra o povo pobre no campo e na cidade e sua mais nova síntese na “Lei antiterrorismo”, os cortes de direitos com o “enxugamento da máquina pública” através do “ajuste fiscal” e o absurdo aumento de passagens na região (de 2,70 para 3,20), apontando o caminho da luta que as massas têm tomado e levantando bem alto a bandeira da Revolução de Nova Democracia

 


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JEP 18

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