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Enquanto o velho Estado brasileiro segue prendendo, torturando e assassinando camponeses... Stédile propugna abandonar a luta pela terra
No último dia 27 de janeiro o jornal porto-alegrense Zero Hora publicou entrevista com a maior figura pública e dirigente nacional do MST, João Pedro Stédile, concedida durante o famigerado Fórum Social (Imperialista) Mundial. O conteúdo de tal entrevista é para todos os setores honestos que lutam pela destruição cabal do latifúndio em nosso país, e que alimentam ainda ilusões com a direção oportunista do MST, mais que uma importante e rara esclarecedora declaração: é mesmo um relevante fato político que exige ser conseqüentemente debatido e evidenciado.
Logo na primeira pergunta, indagado pelo jornalista sobre “o que mudou no MST”, Stédile deu o tom do que norteia a concepção que rege a prática da direção do MST:
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Lênin como Propagandista
Seg, 08 de Fevereiro de 2010
Ciência
É com muita honra que temos a oportunidade de publicar em nosso site o texto de autoria de Pankratova, intitulado “Lênin como Propagandista”. A ação tenaz e abnegada de um chefe revolucionário proletário, no trabalho paciente e “invisível” de difundir com firmeza a doutrina do proletariado entre as massas oprimidas da Rússia, tal ação é para nós revolucionários das novas gerações mais do que um exemplo: é um chamado ao dever!
Sim, porque nesses momentos em que o imperialismo e as classes dominantes retrógradas, em um estágio muito agudo de decomposição e fadadas a perecer, recorrem a um cada vez mais sofisticado bombardeio de contra-informação e veneno ideológico-midiático contra as massas, recorrem a milionárias técnicas difusoras de subjugação e pessimismo, ceticismo e obscurantismo, que ganham proporções de verdadeira guerra psicológica mundial, nesse momento em que as chamadas “tecnologias de informação e comunicação” são parte substancial da ação contra-insurgente do imperialismo, precisamente neste momento faz-se necessário como nunca o trabalho cotidiano e “formiguinha” dos revolucionários, pondo a nu em toda a sua mediocridade tal “superstição informatizada” e conclamando as massas a romper com todo torpor e resistir com firmeza.
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MEPR aponta novos rumos para o Movimento Estudantil de Geografia
Baixe os boletins distribuidos pelo MEPR no ENEG:
Realizou-se entre os dias 12 e 18 de janeiro em Maceió o XVIII Encontro Nacional dos Estudantes de Geografia. Os Encontros de curso em geral, que apresentam amplas possibilidades de ser um espaço privilegiado de discussão política e definição de estratégias de luta uma vez que reúnem estudantes da maior parte das universidades do país, acabaram se tornando ao longo dos anos “mini-congressos da UNE” com a predominância de um espírito festivo e de puro turismo comercial e baixíssima participação política dos estudantes. Existem importantes exceções, que nos servem como exemplo, como é o caso do curso de Pedagogia mas, verdade seja dita, até aqui os Encontros de Geografia têm se mostrado dentro desse quadro geral de desmobilização.
Mas por que isso acontece? Será algo “inato aos estudantes”? Será porque o movimento estudantil “acabou”? Não é nada, absolutamente nada disso.
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Moção de Repúdio do 18º Encontro Nacional de Estudantes de Geografia à Perseguição e Criminalização do Movimento Camponês em Rondônia
Nós, estudantes de Geografia, viemos nos manifestar a respeito dos recentes assassinatos dos companheiros Élcio Machado e Gilson Gonçalves, coordenadores da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental. Os companheiros foram encontrados mortos no dia 8 de dezembro de 2009 depois de terem sido sequestrados no município de Buritis alguns dias antes. Ambos os corpos apresentavam marcas de tortura.
Tais crimes devem ser computados na longa lista de lutadores do povo vitimados pela ação genocida do latifúndio, intacto há cinco séculos no nosso país, ação essa que é acobertada e muitas vezes protagonizada pelo velho estado brasileiro. Exigimos a punição do latifundiário Dilson Cadalto, mandante dos assassinatos, como também do seu bando de pistoleiros que executaram este bárbaro crime.
Denunciamos ainda a ação conivente dos órgãos estatais como o INCRA e a Ouvidoria Agrária Nacional, esta na pessoa do ouvidor Gercino da Silva Filho, bem como de todo o monopólio de imprensa que insistem em criminalizar a luta pela terra e silenciam diante dos sucessivos assassinatos de trabalhadores ocorridos na região a mando dos latifundiários.
O TERROR DA MÍDIA BURGUESA ALAGOANA:
É incrível como a mídia burguesa ainda continua fazendo seu trabalho sujo contra as manifestações populares. Durante os anos da gerência militar, os veículos de comunicação que escreviam matérias progressistas eram atacados, pois segundo a ignorância dos “milicos” todos que discordavam do regime eram comunistas e como tal eram submetidos à repressão, perseguição, prisão, torturas e execuções. Talvez por medo, pois sabiam que os movimentos comunistas revolucionários eram os únicos com base ideológico-política para destruir a podridão do regime de subjugação nacional até os seus mais profundos alicerces.
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Haiti
No princípio de janeiro o mundo ficou abalado com a tragédia que abalou Porto Príncipe, a capital do Haiti. Estimativas oficiais dão conta de mais de 150.000 mortos e 200.000 feridos.
De forma bastante oportuna não faltaram politiqueiros sustentando que a culpa foi da “natureza”, e não da permanente catástrofe e sucção econômica que vitima o povo haitiano, não de agora mas desde há séculos. A ocupação militar brasileira, que serve a manter a penúria e o saqueio do povo haitiano, responsável pela total carência de infra-estrutura mínima no país, é agora apresentada como um desinteressado préstimo ao Haiti. E a secretária de Estado ianque Hillary Clinton já disse, mostrando quem de fato manda no Haiti, que este país pode ficar tranqüilo pois a ocupação militar deverá durar...para sempre!
E já há quem fale de um “Plano Marshall” para o Haiti...Aquele mesmo plano que subjugou a rica Europa, imaginem agora o que fará contra o Haiti.
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Nota do MEPR sobre a construção do EFEPe (Encontro Fluminense de Estudantes de Pedagogia)
Breve relato dos últimos acontecimentos
As reuniões de construção do EFEPe, que vinham acontecendo há pelo menos dois anos, e que tomaram novo impulso após a ocupação da reitoria na UERJ, estão sendo feitas por estudantes de diversas universidades, dos quais, alguns sempre presentes e outros com limitada participação (não só porque comparecem às reuniões de discussão e deliberação esporadicamente, mas porque dificilmente cumprem alguma determinação no sentido de concretizar o Encontro).
Para quem tem participado efetivamente das reuniões de construção do EFEPe fica muito claro o avanço e o tempo que dedicamos a nos encontrar, discutir e correr atrás de tudo o que tem sido deliberado em determinados prazos. O Encontro, que inicialmente estava marcado para os dias 13, 14 e 15 de novembro, teve que ser adiado para os dias 9, 10 e 11 de abril, principalmente pela dificuldade em conseguir um local, visto que no final do ano ocorrem as provas dos vestibulares em quase todas as universidades. Mesmo sendo adiado, a comissão organizadora, que já havia iniciado a divulgação do Encontro entre os estudantes, contando, inclusive, com a participação de alguns palestrantes, decidiu manter toda pauta do evento, visto que esta foi decidida, em reuniões previamente divulgadas, de forma absolutamente democrática, entre todos os presentes e que seria inviável ficar discutindo isso em todas as reuniões, o que inviabilizaria o Encontro. O tema do Encontro ficou definido como “A atuação do(a) pedagogo(a) nos movimentos populares”, que segue sendo o tema da mesa de abertura, a fim de ampliar a discussão a respeito dos locais de atuação do pedagogo em função das demandas sociais, e, a 2ª mesa leva o nome de “A luta contra a reforma universitária”, refletindo as últimas mobilizações e lutas estudantis que sacudiram o país contra as medidas de sucateamento e privatização do ensino público.
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Organizar a luta contra o aumento das Passagens!
Mais um ano começa e com ele aumenta a sede de lucro máximo que rege a vida da máfia dos transportes em todo o país.
Em praticamente todas as capitais do país haverá violentos “reajustes”. Em São Paulo, por exemplo, onde milhões de trabalhadores se amontoam em veículos precários para trabalhar honestamente todos os dias a tarifa de ônibus saltará de R$2,30 para R$2,70, ou seja, um aumento de 17%! Isso enquanto o ridículo salário mínimo tem previsão de aumento para o valor irrisório de R$510,00, ou seja, um aumento real de 6%.
Mas não é apenas São Paulo que sofre com tais “reajustes” (leia-se: roubos). Outras capitais como Rio de Janeiro, por exemplo, já têm aumento confirmado e em outras como Alagoas, por exemplo, embora a demagogia do prefeito o tenha levado a afirmar que não haverá aumento agora este já é certo nos próximos meses. Assim, com a nova configuração do mapa da exploração, São Paulo passará a ser a passagem mais cara do país seguida por outras cidades paulistas como Santo André, Osasco, São Bernardo aonde pegar um coletivo custa R$2,50 e de Contagem, em Minas Gerais, onde o custo é de R$2,35. Logo atrás vêm Rio, Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT), Porto Velho (RO), Porto Alegre (RS) e Ribeirão Preto (SP), com R$ 2,30.
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O Maoísmo e a concepção proletária da literatura e da arte
No dia 26 de dezembro último completaram-se 116 anos de nascimento do grande chefe revolucionário proletário, fundador da República Popular da China e dirigente do movimento comunista internacional, o Presidente Mao Tsetung.
Terceira, nova e superior etapa do marxismo:
Nas décadas seguintes à Revolução de Outubro a crise geral do capitalismo aprofundou-se ainda mais, enquanto que em todo o mundo as lutas pelo socialismo e por libertação nacional ganhavam impulso. Com a derrota do nazi-fascismo e o fim da II Guerra Mundial os partidos comunistas em todo o mundo adquirem enorme prestígio, acelera-se a decomposição do antigo sistema colonial e a luta contra o imperialismo eleva-se a novos patamares. Com a vitória da Grande Revolução Chinesa, em 1949, coroando mais de 20 anos de guerra popular, o sistema socialista atingiu o equilíbrio de forças com o sistema imperialista em escala mundial.
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Povo Palestino celebra um ano da Heróica Resistência!
Eram 11:20 hs do dia 27 de Dezembro de 2008 quando as primeiras bombas incendiárias da “Operação (Nazi-Sionista) Chumbo Fundido” se abateram sobre o território da Faixa de Gaza, essa estreita passagem de 40km por dez de largura que, não obstante sua fragilidade econômica e incrível densidade demográfica (vivem comprimidas nessa estreita faixa 1,5 milhão de pessoas) simbolizou e simboliza aquilo que de mais grandioso existe na história: a imensa capacidade criadora, coragem, tenacidade e bravura de um povo que não se rende jamais. Capacidade essa comprovada e aquilatada com a resistência do povo Palestino.
"A vontade de Gaza saiu vitoriosa. A resistência não foi quebrada", garantiu na segunda-feira, 27 de dezembro último, Ahmed Bahar, um alto responsável do Hamas. Sim, é verdade. A unidade de vontade de um povo que quer ser livre não se quebrou, nem poderia se quebrar. Não obstante os 1.450 mortos, dos quais um terço eram crianças, não obstante a asfixia econômica, a ausência de energia elétrica, a destruição da já precária infra-estrutura, o povo Palestino, unido em torno do Hamas, enterrou seus mortos e recomeçou a vida. A recomeça todos os dias.
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Jornal Estudantes do Povo
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Errata
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A matéria Che Guevara e a concepção militar do proletariado publicada na Revista Até Sempre Camarada, saiu com um erro de edição (os dois últimos parágrafos não foram impressos).
Clique na imagem da revista para acessar a matéria completa.
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