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Juventude combatente apoia a greve dos trabalhadores da educação de Goiânia!

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Os trabalhadores da rede municipal de ensino de Goiânia estão há mais de um mês em greve e seguem ocupando a câmara municipal, realizando atividades políticas diariamente e debatendo os rumos da greve. Assim como nas principais capitais, onde os protestos rompem com a contrapropaganda fascista do PT e repudiam a Copa da Fifa, em Goiânia também os trabalhadores lutam contra os cortes de direitos e o sucateamento na educação.

 

Com o fim da greve do final de 2013, o prefeito Paulo Garcia (PT) assinou um acordo em que atenderia parte das reivindicações da categoria. Do ano passado até aqui, muito pouco foi feito e, no último dia 15 de maio, a prefeitura baixou um decreto (nº 1248) que fez vários cortes na folha de pagamentos dos servidores públicos de Goiânia. Nesses dias já outras categorias estavam em greve – os agentes de trânsito pararam quase todo o mês de maio e voltaram a greve esta semana, trabalhadores da saúde também – e esse decreto foi o estopim para, em assembleia no dia 26 de maio, os trabalhadores da educação deflagrarem sua greve.

 

A Copa que não começou

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Em BH/MG, assim como em diversas cidades do país, as consecutivas mobilizações populares tem atrapalhado a Farra da Fifa desde sua abertura, no dia 12. Com demonstrações cabais da indignação e da revolta das massas contra mais esse show de agressões contra nosso povo pobre e trabalhador cometido pelo imperialismo e seus lacaios à gerência do velho e carcomido Estado brasileiro, a juventude combatente deu mostras de sua disposição para a luta e radicalidade, forçando esse Estado assassino a mostrar sua verdadeira face: o fascismo!

 

Estudantes manifestam apoio à greve dos professores em Justinópolis/BH

 

No dia 27 de Maio, ativistas do MEPR participaram de uma manifestação convocadas por professores grevistas da Escola Estadual Guerino Cassassanta que contou com grande participação dos estudantes, além de professores membros do MOCLATE – Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação em apoio à greve dos professores da rede estadual de educação em Minas Gerais.

A escola, que fica localizada em Justinópolis, região metropolitana de Belo Horizonte, foi recentemente transferida de local. Mas o novo prédio  não atende as necessidades básicas dos estudantes: não possui quadras esportivas, laboratórios ou biblioteca. Professores, pais e estudantes acreditam que a mudança de prédio seja motivada pela especulação imobiliária, devido a valorização dos terrenos nesta região da cidade o ultimo período. Denunciam ainda que não há merenda suficiente para todos os alunos e que faltam até mesmo materiais de primeira necessidade como papel higiênico.

 

Ocupação da REItoria contra a criminalização do ME

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Ocupação da REItoria da UnB prepara o Movimento Estudantil da universidade para grandes batalhas
Diante da postura autoritária adotada pela REItoria da UnB, expressa em constantes ataques, cortes de direitos e criminalização do movimento estudantil, os estudantes mobilizaram importante luta que culminou com a recente ocupação de seis dias do prédio da administração da universidade. O reitor Ivan Camargo, que desde os primeiros dias de sua gerência hostiliza os estudantes e executa um projeto nefasto de universidade, move verdadeira escalada repressiva contra o movimento estudantil, ameaça o bem-estar e a sobrevivência dos estudantes que recebem os direitos da assistência (são verificados recorrentes atrasos nas bolsas, insuficiências as mais diversas, humilhações são cometidas contra os estudantes), destrói o patrimônio público da UnB (vide o recém-privatizado restaurante universitário, que já aumentou o preço das refeições e criou um “espaço gourmet” confortável e que serve comida de qualidade a preços exorbitantes enquanto a imensa maioria dos estudantes tem de conviver com alimentação ruim, com insetos e demais violações) além de aplicar medidas para militarizar a universidade e transformá-la em uma instituição ainda mais elitizada e desvinculada do povo brasileiro.
 

FORA FIFA DA UERJ E DO BRASIL.

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Alunos e funcionários da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) enfrentam a dura realidade de uma universidade precarizada, sem as mínimas condições de trabalho e ensino, com professores contratados, sem água nos bebedores, falta de bandejão nos demais campi, cursos sem trabalho de campo, falta de creche para funcionários e alunos, etc. E como se não basta-se tudo isso o REItor  em mais uma de suas arbitrariedades e desmandos entregou a Uerj a FIFA cedendo as instalações da universidade como: centro de treinamento para os voluntários da Copa arrebanhados pelo PCdoB, como estacionamento para dias de jogos no Maracanã e como cabine de transmissão para a rede Globo.

Diante desse quadro na semana do dia 05/06 o movimento estudantil popular revolucionário juntamente com o coletivo inimigos do rei, mobilizaram toda a comunidade acadêmica da Uerj em torno da luta contra a privatização  da Universidade pelo REItor e pela FIFA. Foi construído um ato juntamente com outros coletivos, CA`S, professores e indivíduos independentes, pela justo direito de uma universidade que sirva ao povo e não a FIFA.

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Frente Independente pela Memória Verdade e Justiça – FIMVJ rebatiza viaduto Castelo Branco no centro de BH

Participamos no ultimo dia 1° de abril, quando se completou 50 anos do golpe civil-militar no Brasil, de uma importante manifestação realizada pela Frente Independente pela Memória Verdade e Justiça – FIMVJ, composta por inúmeras organizações entre as quais o Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania e o Movimento Feminino Popular - MFP.


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Centenas de ativistas de vários movimentos populares da cidade e do campo, artistas, personalidades democráticas, ex-presos políticos e familiares de vítimas do terrorismo de Estado de ontem e hoje, realizaram um ato público de rebatismo popular do então elevado Castelo Branco (no do primeiro general que governou o país após o golpe de 64), localizado no centro de BH.

 

 

NOTA DE REPÚDIO À CRIMINALIZAÇÃO DA FIP-RJ PELO PSTU

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A Frente Independente Popular do Rio de Janeiro (FIP-RJ) repudia as acusações levianas e mentirosas publicadas pelo PSTU. Afirmamos que a FIP-RJ não atacou a sede do PSTU e não possui qualquer envolvimento com o fato ocorrido. São gravíssimas e irresponsáveis as acusações desse partido contra nós, uma vez que criminalizam ativistas e organizações populares, fazendo de fato o jogo do governo e da repressão. O PSTU tem a prática de desqualificar organizações e movimentos combativos, porém, agora, e sem quaisquer provas, acusam a FIP-RJ e o MEPR de ter cometido um crime. Levaram tais acusações à polícia, legitimando essa instituição assassina como autoridade diante do movimento social.

 

Nota de repúdio às mentiras difundidas pela direção do PSTU contra a FIP-RJ e o MEPR

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Fomos surpreendidos na manhã de hoje com uma nota publicada em páginas do PSTU atacando a Frente Independente Popular do Rio de Janeiro (FIP-RJ) e o Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR) com a esdrúxula acusação de termos tentado invadir sua sede na noite de ontem. Em uma nota que não traz nenhum elemento de confirmação, dizem:

“Na noite de ontem, 1/4, cerca de 40 provocadores assumidamente ligados a FIP tentaram invadir nossa sede, quebram vidraças e objetos, e ameaçaram aos menos de 10 militantes que estavam em seu interior”. E, mais adiante: “Este ataque a sede de uma organização de luta e revolucionária, que sempre esteve ao lado da luta dos trabalhadores e trabalhadoras, das mulheres, dos negros/as e LGBTs, é uma política fascistóide de organizações como MEPR e FIP; que com isso, só fortalecem a política dos ricos e poderosos, de dividir e criminalizar os movimentos sociais e os partidos de esquerda”. 

 

Juventude combatente ataca Clube Militar no Rio

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O Rio de Janeiro voltou a viver uma noite de confronto entre a juventude e os trabalhadores combatentes e a polícia sanguinária de Cabral/Pezão. Na passagem dos 50 anos do golpe militar, os gorilas dos dias de hoje mostraram suas garras, e foram vistas inclusive viaturas da Força Nacional de Segurança (enviadas pelo governo federal) auxiliando a repressão dos manifestantes. As bombas de gás e efeito moral e os soldados à la Robocop não impediram, no entanto, que o Clube Militar fosse atacado com tintas vermelhas, simbolizando o sangue dos mártires torturados e assassinados pelo regime militar fascista. O significado é muito claro: não esquecemos nem conciliamos!

 

Manifestação Contra o Golpe Militar em Goiânia

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Ontem (01/04), a juventude combatente marcou presença na Manifestação Contra os 50 Anos do Golpe Militar em Goiânia.  O ato foi unificado. A convocação foi feita pelo Fórum Honestino Guimarães e pela Frente Independente Popular de Goiás.

A manifestação nesse dia que marcava os 50 anos do Golpe Militar foi muito importante e reuniu algumas centenas de trabalhadores e estudantes. O centro da cidade viu ecoar gritos de revolta naquela manhã.

Os pontos marcantes da manifestação foram no seu início quando todos entoaram a Internacional Comunista e ao final quando o MEPR queimou uma bandeira dos Estados Unidos em repúdio ao imperialismo.

Temos de registrar aqui os problemas gerados pelas atitudes hegemonistas do PT e pecedobê, que eram clara minoria na manifestação, mas quiseram se impor pelo fato de terem pagado o carro de som. Seguindo sua lógica antidemocrática, os governistas monopolizaram o microfone e tentaram agredir militantes da FIP, no que, óbvio, receberam imediata resposta.


Ô DITADURA CADÊ VOCÊ? TÁ DISFARÇADA DE PT/pecedobê! 

 


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