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FERP: PREPARAR AS BRIGADAS DE APOIO POPULAR (BAPs) | QUEM ESTUDA A TERRA DEVE RECUPERÁ-LA PARA O POVO

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Seguimos com a publicação de artigos do Boletim La Rebelión se Justifica Nº 3 publicado pela Frente de Estudantes Revolucionária e Popular - FERP (Chile) disponível no sítio de internet: https://ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com



 

[Servir ao Povo]

PREPARAR AS BRIGADAS DE APOIO POPULAR (BAPs)

Os estudantes revolucionários devem servir ao povo de todo coração, isto é apoiar suas lutas e unir-se as massas pobres do campo e da cidade.

Devemos compreender que a luta por uma educação gratuita e a serviço do povo só poderá triunfar na medida em que nos unamos todos os pobres do Chile contra nossos inimigos em comum (Grande Burguesia, Latifundiários e Imperialismo) e varramos com as três montanhas que nos oprimem.

Hoje o setor do povo que está lutando mais combativa e resolutamente é o povo Mapuche, que heroicamente toma as terras do latifúndio e as trabalha para suas comunidades, enfreantando-se ao velho Estado e suas forças repressivas diariamente.

A luta Mapuche é pela terra e pela autodeterminação, questão que devemos apoiar, recalcando que a autoterminação só será possível com o triunfo da Revolução de Nova Democracia, pelo que se requer unir ao povo Mapuche e chileno para derrocar o velho Estado. Esta união só poderá ser forjada no calor da luta de classes, construindo a organização que agrupe aos pobres de norte a sul.

É por isto que como estudantes revolucionários impulsionamos as Brigadas de Apoio Popular (BAPs) durante as férias de inverno e verão, como viagens de trabalhos político-voluntários a comunidades Mapuche para apoiar a sua luta.

Buscamos por um lado servir ao povo e a comunidade em particular, como também forjarnos como revolucionários ao calor da luta pela terra das comunidades e das experiências de luta que nos transmitem os peñi (irmãos) e as lamngen (irmãs).

Chamamos a todos os estudantes democráticos e revolucionários a apoiar as BAPs participando das campanhas de recolhimento de alimentos, de materiais de construção e de dinheiro para financiar e sustentar estas viagens.

Some-se a campanha pelas BAPs! Cada companheiro da FERP estará recebendo contribuições para as brigadas. Se necessitam de alimentos não perecíveis, materiais de construção e limpeza e contribuições financeiras.

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[Movimento Estudiantil]

QUEM ESTUDA A TERRA DEVE RECUPERÁ-LA PARA O POVO

Hoje vivemos em um país no qual a terra se concentra em poucas mãos. Somos testemunhas de como as "florestais" exploram milhares de hectares de monocultura que apenas servem para engordar seus bolsos, enviando materia prima para o extrangeiro. Somos testeminhas de como a agroindústria está concentrada em umas poucas empresas que impõem preços aos pequenos produtores e se regem pela demanda externa. Somos testemunhas de como as empresas salmonícolas funcionam deficientemente, contaminando nosso meio ambiente, ao descarregarem suas crises nos trabalhadores quando já não podem funcionar, o que é completamente distinto em países "desenvolvidos".

Os estudantes conhecemos de perto esta situação e por isto é que somos chamados a tomar uma posição a respeito. O pobo hoje está lutando contra a exploração, contra a grande concentração de terra e recursos naturais.

Como estudantes do povo, filhos de trabalhores e como futuros trabalhadores, devemos solidarizar com as lutas que buscam acabar com a exploração da grande burguesía e latifundiários e com a submissão ao imperialismo ianque.

Exemplo avançado desta luta é o povo Mapuche. Contra a "florestal" que erode o solo para levar a melhor madeira ao extrangeiro, contra os grandes latifundiários que guardam para si grandes extensões de terra, enquanto os camponeses pobres não tem onde cultiva, construir casa, assegurar um lugar para seus filhos. Assim é como avançaram a ser uma verdadeira preocupação para o velho Estado, de caráter latifundiário e burocrático, garantidor de toda esta situação.

Hoje devemos escolher que caminho tomar. E o caminho de avançar, o que transforma a sociedade é o da luta contra o velho Estado, com a perspectiva de construir o novo a serviço do povo.

VIVA A LUTA PELA TERRA!

VIVA A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!


 

 

RVI