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FERP: A GRANDE REVOLUÇÃO CULTURAL PROLETARIA E A EMANCIPAÇÃO DA MULHER

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Seguimos com a publicação de artigos do Boletim La Rebelión se Justifica Nº 3 publicado pela Frente de Estudantes Revolucionária e Popular - FERP (Chile) disponível no sítio de internet: https://ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com


[50 anos da GRCP]

A GRANDE REVOLUÇÃO CULTURAL PROLETARIA E A EMANCIPAÇÃO DA MULHER

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As mulheres do povo sofrem uma dupla opressão: a opressão de classe e de sexo. A origem disto é o surgimento da propriedade privada, que vai de mãos dadas com o surgimento das classes e do Estado. Portanto, a luta feminina é parte da revolução proletária, que tem como meta final a sociedade sem classes, e assim o demonstra a Grande Revolução Cultural Proletária (GRCP).

Durante a GRCP na China, a experiência mais avançada do proletariado internacional, se combatem as velhas ideias da burguesia que se mantinham na cultura, para assim conjurar a restauração capitalista. A mulher neste contexto toma um papel fundamental.

Na produção, a mulher tomou um papel importante, impulsionando métodos como as fábricas de bairro e a coletivização do campo, adequando-se às necessidades imediatas do povo chinês.

Esta integração (pionera no mundo, junto com a experiência soviética) foi de mãos dadas com a coletivização do trabalho doméstico e maternal, liberando-a da escravidão destas duas funções as quais está submetida no capitalismo. No âmbito sexual a mulher varre com seu papel passivo e submisso a que estava confinada na velha sociedade.

Todos estes avanços não teriam acontecido se não fosse pela participação política da mulher na revolução, o que não se contrapõe ao homem, se não que lutam em conjunto. Varrendo com a concepção reacionária da natureza deficitária da mulher, se aplicaram critérios dentro das organizações e do Partido Comunista da China em favor de que as companheiras tomassem cargos de direção.

Um grande exemplo para todas as mulheres revolucionárias é a companheira Chiang Ching, firme comunista que após a morte de seu companheiro, o Presidente Mao, brigou por manter a linha vermelha, sendo encarcerada pelo revisionismo até sua morte.

A luta feminina na GRCP contra as ideias da velha sociedade e do patriarcado é a maior experiência de emancipação feminina na história, demonstrando quão necessária é a participação das mulheres na revolução proletária e quão importante é a revolução para transformar sua condição.

"Trace as fronteiras entre os revolucionários e os reacionários, levante vossa moral, destruir o eventual prestígio do inimigo e depois poderás isolar os reacionários e lutar para vencer-los, derrubá-los ou eliminar-los."

"As mulheres carregam sobre seus ombros metade do céu e devem conquistá-la!

Se esta parte do céu permanece serena, as tempestades revolucionárias que devem varrer o velho mundo se reduzirão a trovoadas passageiras." 

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