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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

Ha 68 Anos Nascia Emmanoel Bezerra: Dirigente Comunista, Herói Do Povo Brasileiro

Emmanoel Bezerra dos Santos nasceu em 17 de junho de 1943, em Praia de Caiçara, Município de São Bento do Norte/RN.

clip_image002 Foi destacado líder estudantil, presidente da Casa do Estudante quando cursou a Faculdade de Sociologia e destacou-se nos estudos do marxismo-leninismo, sendo ardente defensor da ciência do proletariado nas acaloradas discussões com os colegas e companheiros. Também organizou a bancada dos estudantes potiguares para o histórico congresso da Une em Ibiúna, SP, onde foi preso com os demais companheiros pelo regime militar fascista.

Assim desde a juventude Emmanoel Bezerra se debruçou na luta revolucionária pela libertação do povo brasileiro, organizando o movimento estudantil e ajudando a construir o PCR, Partido Comunista Revolucionário, que levaria adiante a revolução democrática e antiimperialista no país.

Em 1973, juntamente com Manuel Lisboa, foi preso e barbaramente torturado. Mas a justa compreensão da causa de milhões e milhões de explorados o manteve firme e não entregou nada aos agentes do regime militar fascista.

 

Diz que vai virar

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Diz que vai virar”: mais uma canção consagrada de Gonzagão e Gonzaguinha para o povo brasileiro


O ano de 2012 foi repleto de comemorações, celebrações, tributos em homenagem aos 100 anos de nascimento do rei do baião Luiz Gonzaga. Pelo Brasil afora artistas populares entoaram diversos “clássicos” que se consagraram como verdadeiros hinos que retratam o sofrimento, a luta pela sobrevivência e a alegria do povo brasileiro.

O “Gonzagão” teve um papel muito importante na música popular, já que no início de sua carreira o samba, choro, valsinhas (músicas urbanas) eram vistas como únicas expressões dos ritmos nacionais, o que nunca correspondeu à realidade (longe de desconsiderar a importância desses gêneros), pois o nosso país devido a sua grande miscigenação de povos, sua extensão territorial e diferenças geográficas, sempre proporcionou uma variedade rítmica e artística como um todo.

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O MUSEU DA REVOLUÇÃO: Um patrimônio popular nas mãos da reação

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Em Lima, capital do Peru, dentro de um prédio da Dircote (Direção contra o Terrorismo), um dos aparatos policiais chave na luta contrarrevolucionária do velho Estado peruano, estão capturados preciosos tesouros de um valor histórico incalculável. Lá se encontra todo tipo de arte popular e revolucionária produzida pelo entusiasmo e criatividade inesgotável das massas, objetos de uma importância imensa para a memória histórica das futuras gerações. Assim como documentos da maior relevância ideológica e política que constituem nas mãos da reação, como demonstração do seu obscurantismo feudal, um autêntico Index librorum prohibitorum¹.


 

A participação dos Ianques no Golpe de 64: “O dia que durou 21 anos”

 

Apresentando o resultado de um trabalho de pesquisa de três anos, o documentário "O dia que durou 21 anos", dirigido por Camilo Tavares, explicita a participação ativa dos EUA no golpe de 1964. Essa investigação revelou materiais secretos da CIA, telegramas e até gravações telefônicas entre o embaixador norte-americano no Brasil e os presidentes dos EUA John Kennedy e Lyndon Johnson, mostrando passo a passo do golpe orquestrado pelos ianques no Brasil.

 

A farsa eleitoral e o desespero da UJS

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Às vésperas do segundo turno do mais recente episódio da farsa eleitoral no Brasil, instrumento para iludir os mais distraídos como se vivêssemos num Estado Democrático de Direito, a revista Veja, bastião ideológico dos setores mais abertamente fascistas das classes dominantes no nosso país, lançou uma edição bem à sua cara: estampando os rostos de seus adversários políticos, no caso a gerentona Rousseff e seu guru Luis Inácio, e afirmando terem conhecimento de “supostas irregularidades” na Petrobras.

 

Ora, é fato que culpados são, pois aqueles que não são protagonistas são, no mínimo, coniventes (por mais que queiram passar por inocentes!) com toda esta podridão que move as engrenagens do Estado burguês-latifundiário, serviçal do imperialismo que é o brasileiro. Porém, se tratando do auge da mais baixa, ignóbil e despolitizada disputa entre as frações do Partido Único pela gerência do velho Estado que já se viu, a resposta ao ataque foi igualmente ridícula.

 

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A revolta da UJS quando Dilma é atacada. 

 


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