gototopgototop
MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

Meu rompimento com a UJR, e porque decidi militar no MEPR

Avaliação do Usuário: / 47
PiorMelhor 

Publicamos abaixo a carta escrita pela companheira Helenira por ocasião da sua saída da UJR, juventude do revisionista PCR, e sua decisão de ingressar nas fileiras do MEPR, organização autenticamente revolucionária. A companheira Helenira é estudante universitária no Rio de Janeiro e sua carta é um valioso relato do combate ao oportunismo. Além disso, a experiência da companheira Helenira soma-se às fartas provas de que esse PCR dos dias de hoje não possui qualquer identidade com PCR dos hérois Manoel Lisboa, Emanuel Bezerra e Amaro Luís Carvalho, e os revisionistas eleitoreiros traficam com a memória desses hérois e do extinto PCR das décadas de 60 e 70, que bravamente lutaram contra o regime militar, sem nenhuma ilusão com esse velho Estado. O rompimento da companheira com a UJR é expressão da falência de todo o oportunismo eleitoreiro em nosso país e mostra que a cada dia os autênticos revolucionários e os indivíduos honestos, que por terem sido enganados ou estarem iludidos participam de organizações oportunistas, têm tomado a decisão de romper com essas organizações e tomar o verdadeiro caminho da luta. Saudamos duplamente a companheira Helenira, primeiro por seu rompimento com o oportunismo e segundo por hoje lutar ombro a ombro conosco nas fileiras do MEPR!

 


Venho por meio desta Carta esclarecer a respeito do meu rompimento com a União da Juventude Rebelião – UJR -, juventude do PCR; esclarecer sobre os motivos teóricos e práticos, sobretudo práticos, que me levaram a esta decisão, e também o que me levou a aderir a outra organização, de fato revolucionária, o Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR).

ABAIXO A FARSA ELEITORAL!

 

 

Contribuições da Camarada Chiang Ching para a GRCP

Avaliação do Usuário: / 2
PiorMelhor 

wchiang.ching.poster

  
 Nos dias 28 e 29 de maio o MEPR organizou em BH uma séries de estudos sobre a Grande Revolução Cultural Proletária, celebrando os 50 anos deste que foi o mais avançado estágio já atingido pela Revolução Proletária Mundial. Apoiando a atividade, uma companheira da Movimento Feminino Popular expôs o destacado papel da grande revolucionária Chiang Ching, principalmente para a Grande Revolução Cultural Proletária.

Em 1966, liderada pelo presidente Mao TseTung, teve início a Grande Revolução Cultural Proletária, mais elevada luta de duas linhas, travada em todos os planos da sociedade chinesa, tanto no interior do Estado e do Partido Comunista da China (PCCh) quanto no plano internacional contra o revisionismo moderno, encabeçado por Nikita Kruschov, atingindo milhões de pessoas em toda China. Momento histórico onde as massas chinesas mobilizaram-se em incessantes ondas, tomando em suas mãos os assuntos de Estado, os problemas políticos, militares, culturais, relativos à produção e derrubando os falsos revolucionários incrustrados no Partido, no Exército Popular de Libertação e no Estado, estudando, compreendendo e manejando o marxismo-leninismo e sua terceira etapa o Pensamento Mao TseTung (como era chamado o Maoísmo).

 

“Escola Sem Partido“ ou escola do Partido Único das classes dominantes?

Avaliação do Usuário: / 10
PiorMelhor 

É errada a noção de que o projeto “Escola Sem Partido” vai livrar nossas escolas da influência nefasta das diversas frações do Partido Único das classes dominantes. Sob o manto de combate ao PT, o despotismo desta proposição é um ataque ao pensamento livre, ao exercício da profissão docente e à liberdade de crítica. É preciso, pois, compreender o que está por trás de toda esta campanha falsa de “limpeza do país”.

Três meses após a queda do gerenciamento oportunista de PT/Pecedobê, quando as classes dominantes de nosso país depositaram sua esperanças no novo governo interino de Temer/PMDB, este acelera a política do ajuste fiscal e corte nos direitos básicos que já vinha sendo implementada nas gerências anteriores. Porém, mesmo fora da administração central do Estado fascista brasileiro, PT e seus congêneres seguem prestando valioso serviço às grande burguesia e ao latifúndio, serviçais do imperialismo, se esforçando por utilizar mais uma vez sua capa de “esquerda radical”, porém sem jamais cogitar ultrapassar aos limites da velha e decrépita ordem vigente.

O PT (que nunca teve nada de revolucionário, socialista ou comunista) desde sua fundação vem prestando à reação o importante papel de manchar a honrada bandeira vermelha dos revolucionários de todo o mundo, principalmente quando ocupam seus lugarzinhos rendosos na burocracia estatal para implementar a mesma política nefasta das outras siglas do Partido Único das classes dominantes, política de demagogia, corrrupção e subjugação nacional, só que disfarçada de esquerda.

Após enganar os desavisados durante vários anos (hoje engana cada dia menos) esta agremiação oportunista e eleitoreira segue servindo como lenha na fogueira da reação, do anticomunismo ferrenho e do fascismo mais descarado. Estes tem conquistado posições entre setores populares, principalmente na pequena e média burguesias, com um falso discurso anticorrupção, de limpeza do país e para limpar “os estragos que o PT deixou”. Mal sabem eles que esta legenda oportunista nada aplicou a não ser as medidas ditadas diretamente pelo Banco Mundial, FMI e demais organismos de transmissão dos ditames do imperialismo, principalmente ianque.

O depotismo do “Escola sem Partido”

Dentre as principais conquistas da reação mais infame, está a popularidade do famigerado projeto "Escola Sem Partido", liderado pelo advogado Miguel Nagib, famoso falastrão anticomunista. Em torno deste projeto fascista, diversas forças reacionárias se juntaram numa campanha alardeando a necessidade de fazer uma limpeza ideológica nas escolas brasileiras, combatendo o que chamam de “doutrinação ideológica”, mas que visa principalmente remover qualquer conteúdo minimamente relacionado com o marxismo, o qual, erroneamente, seus elaboradores associam ao PT e acreditam estar vivamente presente nas escolas.

 

FACEBOOK: dominação ideológica do imperialismo e instrumento de sua espionagem!

Avaliação do Usuário: / 14
PiorMelhor 

 

O Movimento Estudantil Popular Revolucionário não usa mais o Facebook. Assim como várias organizações democráticas e revolucionárias no Brasil e no mundo, nós abandonamos o Facebook como espaço para a propaganda revolucionária. Tomamos esta medida para combater mais esta forma da nefasta influência ideológico-política imperialista e preservar o nosso Movimento e a segurança de nossos ativistas frente à escalada fascista do velho Estado, com suas ondas de criminalização de movimentos sociais, perseguição e prisões políticas contra ativistas e lutadores do povo em geral. Isto já ocorre no Brasil e é prática corrente em vários países do mundo. Esta decisão é reforçada e impulsionada também pela compreensão do caráter de dominação e controle ideológicos que as chamadas “redes sociais” desempenham sobre as pessoas e especialmente a juventude.

 

Você não paga para usar: a mercadoria é você!

 

Se o automóvel continua como a mercadoria símbolo do capitalismo, o celular, agora turbinado com o acesso a internet, não fica para trás. No Brasil são 250 milhões de linhas ativas de celulares para uma população total de 206 milhões. Os telefones móveis, os computadores pessoais e a internet deram uma extraordinária agilidade às comunicações, à transmissão e ao armazenamento de dados; criaram facilidade ao acesso e à difusão de informações; possibilitaram praticidade enorme na realização de um sem número de tarefas. Mas este negócio, de investimentos bilionários, é minuciosamente controlado por poderosas empresas transnacionais estreitamente ligadas às potências imperialistas mundiais, em especial ao EUA.

 

Provedores de e-mails gratuitos (Gmail, Hotmail, Yahoo, etc.), ferramentas de busca poderosas e igualmente gratuitas (Google) e agora com as chamadas “redes sociais” (as mais populares hoje, Facebook e Twitter), cria-se uma enganosa propaganda que são democráticas, onde qualquer um pode formar sua comunidade, onde todos podem expressar com liberdade sua opinião. Ignora-se que neste mundo virtual de bilhões de dólares os usuários são individualmente controlados e transformados em mercadorias. É como eles descaradamente reconhecem: se você não paga para usar, a mercadoria é você!

 

LEIA EM PDF AQUI

 

GRCP: Escolas a serviço do povo!

Divulgamos a seguir novo vídeo enviado por um companheiro, no qual retrata as mudanças no sistema de ensino chinês durante a Grande Revolução Cultural Proletária e as transformações que a antecederam durante o processo de Educação Socialista. Ao contrário do sistema de ensino brasileiro, que está a serviço do capitalismo burocrático e das podres classes dominantes que o dirigem a serviço do imperialismo, ao contrário de escolas que tratam estudantes como detentos e professores e funcionários como servos, na China Popular uma larga transformação ocorreu nas escolas para que estas se colocassem verdadeiramente a serviço do povo.

Como é retratado no vídeo, desde pequenas as crianças aprendem a importância do trabalho coletivo, enquanto nutrem valores socialistas de trabalhar em prol da sociedade e pelo desenvolvimento de todos, combatendo o individualismo e egoísmo, podres "valores morais" da velha sociedade capitalista. A prática de esportes, música, dança e artes em geral, bem como o aprendizado de ofícios que atendem as necessidades das comunidades em torno das escolas permitem aos estudantes uma vivência muito mais plena da sua juventude, sem a necessidade do uso de drogas "pra escapar da realidade" ou de outros vícios ou práticas que diminuem a condição dos jovens de membros ativos da sociedade, particularmente da construção socialista em curso na época. Com as transformações no sistema de ensino, a China Popular deu um passo importante, proporcionando mais cabalmente as condições reais para juventude cumprir o seu dever revolucionário de SERVIR AO POVO DE TODO CORAÇÃO.

OBSERVAÇÃO: É preciso ativar as legendas do Youtube e configurá-las para Portguês. Note-se que quando o vídeo se refere aos "pequenos soldados vermelhos", está na verdade fazendo referência aos Guardas Vermelhos, organização da juventude revolucionária que teve um papel importântíssimo no despertar das labaredas da Grande Revolução Cultural Proletária, por desmascarar, denunciar e combater o seguidores do caminho capitalista e demais revisionistas do seio do Estado Proletário e do próprio Partido Comunista Chinês, e levar adiante uma verdadeira revolução na alma da sociedade, extirpando-a de todas as expressões da atrasada ideologia burguesa, seja nas artes, na cultura, educação, em toda a superestrutura da sociedade.
CELEBRAR OS 50 ANOS DA GRANDE REVOLUÇÃO CULTURAL PROLETÁRIA


 


JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL