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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

FERP: Boletim La Rebelión se justifica nº 4

Já está disponível online o conteúdo do Boletim La Rebelión se Justifica Nº 4 publicado pela Frente de Estudantes Revolucionária e Popular - FERP (Chile) disponível no sítio de internet: https://ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

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UERJ: Assembleia de estudantes convoca lutas em defesa da educação pública!

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No dia 9 de março ocorreu uma Assembleia Geral de estudantes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro - Uerj. Nela foi discutida a organização de lutas em defesa da universidade, importante pauta para dar resposta à situação desesperadora que atravessa a Universidade, que no último dia 6, segunda-feira, foi palco de um grave acidente no qual um elevador caiu do terceiro andar, acidentando uma trabalhadora.

Mais do que falar da situação já conhecida de fechamento da universidade por falta de repasse por parte do “governo” do Estado, os cerca de 60 estudantes presentes ressaltaram a necessidade de prosseguir organizando a luta em defesa da universidade, avançando principalmente no ponto de organização dos estudantes. Os presentes se comprometeram fazer acontecer atividades que sirvam para demonstrar para a população a situação e envolvê-la na luta concreta pela educação e saúde públicas.

São mais de 30 mil estudantes há três meses sem aula, o Hospital Universitário, que deixou de realizar cirurgias por falta de recursos mínimos, e também não está atendendo a população, professores, funcionários técnicos e terceirizados com salários astrasados, além de inúmeras atividades (como cursos de línguas, estágios e outros), que estão sendo prejudicados pelo total descaso de Pezão - PMDB, bem como do governo federal de Temer, que aplica a mesma política antipovo a nível nacional.

 

Panfleto distribuido denunciando a situação da Uerj e chamando a maiores lutas!

Panfleto distribuído por ativistas do MEPR

Foi feita também uma agitação em torno da necessidade de os estudantes independentes tomarem para si a tarefa de organizar esta luta. Seria um erro esperar que o atual DCE (PT/Pecedobê) tivesse qualquer atitude no sentido de impulsionar e dar massividade à luta pela defesa da Uerj, estes já demonstraram que seus interesses são o de ser meros porta-vozes de REItoria e governo e de imobilizar o movimento estudantil combativo.

É, portanto, dever de cada estudante tomar parte ativa nesta luta que já se iniciou e que conta com apoio de toda população carioca, bem como de todos estudantes, professores e de todo povo de todo país. A Uerj deve ser ponta de lança na luta contra os ataques à educação e servir de exemplo nacional de resistência!

Calendário de atividades:

13/03 - Panfletagem nas ruas ao redor da Uerj denunciando a situação

15/03 - Ato contra a Reforma da Previdência - 16 hrs - Concentração na Candelária

23/03 - Ato na casa do Pezão - 17 hrs - Concentração na saída do metrô de Antero de Quental

COMBATER E RESISTIR CONTRA O FECHAMENTO DA UERJ!

 

22/03: "Defender a Vida e a Saúde do Presidente Gonzalo!"

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No dia 22/03 ocorreu um ato internacionalista em defesa da Vida e da Saúde do Presidente Gonzalo. Diversas organizações democráticas e revolucionárias, entre elas o MEPR, MFP, MOCLATE, Cebraspo, marcaram presença. Com uma grande faixa vermelha com as letras em amarelo com a consigna “Defender a Vida e a Saúde do Presidente Gonçalo!”, assinada pela Frente Revolucionária, e com faixas, bandeiras e cartazes em apoio a presos políticos internacionais os manifestantes fizeram, por uma hora, uma agitação em frente ao consulado Peruano no Rio de Janeiro.

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Este ato foi a culminação de uma ampla campanha promovida por setores democráticos, atendendo o chamado do Movimento Popular Peru (Comitê de Reorganização) – MPP (CR). A campanha contou também com inscrições em muros, faixas e denúncias. A seguir algumas fotos da campanha:


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DEFENDER A VIDA E A SAÚDE DO PRESIDENTE GONÇALO!

 

RJ: A Juventude Combatente rechaça as reformas de Temer e o oportunismo eleitoreiro!

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"Pretender combater o imperialismo sem combater inseparavelmente o oportunismo não passa de fraseologia oca”. – V. I. LENIN

No dia 15 de março ocorreu uma massiva manifestação contra as reacionárias medidas de austeridade de Temer (PMDB) a serviço do Banco Mundial. A princípio convocada pela máfia de CUT/CTB/Força Sindical, que abocanha os sindicatos de nosso país com suas práticas pelegas e corporativistas. Nessa manifestação, porém, toda sua podre prática foi posta à nu e revidada com a vigorosa ação da juventude nas ruas.

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Seguindo o que dita o imperialismo nas práticas dos “movimentos sociais”, as máfias sindicais tomaram como sua tarefa garantir a “segurança e ordem” do ato, como um ato pacífico e ordeiro, sob o total controle de seus vis interesses eleitoreiros. Para isso, esas decadentes organizações travestidas de movimentos classistas ao invés de mobilizarem seus próprios militantes para tal, contrararam elementos ligados a torcidas organizadas de futebol para initimidar e esmagar qualquer expressão de combatividade.

Isso só mostra o total esvaziamento que essas organizações representem  no movimento operário, daí caírem em total desespero e abandonarem o que restava de sua linha política e caírem no mais reles banditismo. Também demonstra a total degeneração do oportunismo que, mesmo fora da gerência do velho-estado burguês-latifundiário, mantém práticas verdadeiramente social-fascistas para controlar a fúria das massas.


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Através de consequente e combativa agitação dos elementos mais conscientes das massas, o bloco combativo e independente da juventude percebeu a contradição que se dava no ato, com o cerco formado pelo oportunismo com seus carros de sons controlados pela máfia sindical, e, por diversas vezes, conseguiram impor suas palavras de ordem defendendo a luta combativa! A resposta dos pelegos, ao contrário do que disseram, que “nunca foram a favor da violência” (inclusive existem inúmeras denúncias nas redes sociais de elementos ligados à CUT dizendo asneiras como “black bloc hoje vai morrer”, “quero nem saber de manifestação, hoje vai ser porrada”), foi enviar seus bate-paus para cima da juventude, porém nesse dia os social-fascistas não passaram!

 

Mensagem da Direcção Central à Liga dos Comunistas [Karl Marx e Friedrich Engels]

Marx-Engels-Forum01 Publicamos em nossa página mais uma obra dos grandes dirigentes do proletariado Marx e Engels. Esse domumento é uma diretiva do Comitê Central da Liga dos Comunistas para seus quadros. Propomos uma leitura atenta desse documento, o caro leitor encontrará na primeira parte do escrito a importância dada por Marx e Engels à organização e disciplina da Liga dos Comunistas, e como esses viam uma real necessidade da Liga manter um corpo clandestino combinadado com a ação pública.

Depois, o documento entra em outras questões fundamentais, como: a) a imperiorisidade da violência revolucionária, que toma boa parte da diretiva, indicando que o Partido proletário não pode de nenhuma forma reter a fúria das massas, pelo contrário, deve colocar o proletariado a sua vanguarda expondo a luta de classes a tal condição que até a pequena burguesia seja obrigada a apelar para violência, levando a Revolução até o mais longe possível não se iludindo com a contemporização da burguesia; b) a diferenciação do programa político do proletariado com o da pequena burguesia, enquanto o primeiro quer derrubar toda ordem capitalista, destruindo a propriedade privada e emancipando a humanidade, a última quer um "capitalismo melhorado" o que, pelas próprias leis do capitalismo, é impossível, portanto, tal programa, só pode gerar ilusão e enganação para as massas de trabalhadores [nesse ponto, observem que Marx e Engels dão uma verdadeira lição aos partidos reformistas de hoje que colocam a luta do povo apenas no campo do "possível" quando, acima de tudo, temos de preparar o povo para a grande luta final]; c) por último, trata sobre a unidade tática do Partido operário com outros partidos em momentos de luta, esta unidade se dá com apoio  do proletariado nas pautas comuns e luta nos pontos divergentes, ou seja, o Partido do proletariado deve aumentar suas forças para atacar o inimigo principal, mas nunca perdendo sua independência, o operariado não pode marchar a reboque da burguesia.

 


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