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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

Jorge Dimitrov: Herói Internacionalista

Dimitrov
No último dia 18 de Junho, completou-se 135 anos do nascimento do grande revolucionário búlgaro George Dimitrov, que se tornara mundialmente famoso pela sua inestimada contribuição como ums dos mais importantes quadros dirigentes da III Internacional, a Internacional Comunista ou Comintern, além de ter sido ferrenho combatente antifascista.
Como celebração por esta data e por vida interira dedicada à Revolução Proletária Mundial, o MEPR disponibiliza para download a Revista em Quadrinhos Jorge Dimitrov - Herói Internacionalista de autoria de José Ruy, produzido pela Associação Portugal-Bulgária em 1985 e que conta a vida e luta de George Dimitrov.

VIVA O INTERNACIONALISMO PROLETÁRIO!

FASCISTAS: NÃO PASSARÃO!
 

Repudiamos a perseguição a estudantes pela reitoria da UNESP - Marília

O Movimento Estudantil Popular Revolucionário - MEPR manifesta com firmeza nosso repúdio à perseguição política aos estudantes da UNESP – Marília. Este processo recentemente tomou novo impulso com o encaminhamento dos processos de sindicância abertos em retaliação ao piquete realizado na universidade em apoio às ocupações de 2015 e por políticas de Permanência Estudantil.

Nos solidarizamos com os companheiros ameaçados de perda do vínculo com a universidade, além da possível perda de bolsas acadêmicas. Rechaçamos todos os casos de perseguição política a estudantes, que tem se tornado cada vez mais comuns, escancarando o caráter reacionário e antidemocrático de muitas das direções e reitorias das universidades brasileiras.

Em maio deste ano, denunciando a perseguição a estudantes na USP - São Carlos, nós afirmamos:

"Essass acusações absurdas estão em consonância com procedimentos típicos do decreto 477 da mesma época [do Regime Militar Fascista de 64] e que ficou conhecido como AI-5 dos estudantes, o qual feria a autonomia dos estudantes pelo impedimento da liberdade de expressão e de sua organização dentro das escolas e universidades sem que houvesse ingerência do estado ou da gestão.

Naquele contexto de extremo autoritarismo por parte dos milicos, eram adotados mecanismos policialescos de interrogatórios de modo a intimar estudantes, “um a um”, a prestarem esclarecimentos sobre suas funções e ações políticas. Hoje, uma REItoria fascista se baseia numa legislação ultrapassada e arquireacionária para perseguir, intimidar e até expulsar estudantes que estão legitimamente lutando por seus direitos e por melhorias na universidade."

É imperativo levantarmos a bandeira da democracia nas escolas e universidades e unificarmos a luta de estudantes, professores e funcionários em defesa das nossas escolas e universidades públicas, gratuitas, democráticas e que sirvam ao povo!

ABAIXO A PERSEGUIÇÃO POLÍTICA AOS ESTUDANTES QUE LUTAM!

PELO ARQUIVAMENTO IMEDIATO DOS PROCESSOS CONTRA OS ESTUDANTES DA UNESP MARÍLIA!

LUTAR NÃO É CRIME!


 

 

NOVA GREVE NA UERJ!

 

Retirado do Portal do ANDES, com informações e imagem da Asduerj-SSind

Por salários e orçamento, docentes da Uerj decretam greve

Diante do cenário caótico da educação superior estadual do Rio de Janeiro, em que os servidores não recebem salários há três meses e não há condições financeiras de manutenção das atividades acadêmicas, os docentes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) decidiram entrar em greve a partir de 1º de agosto, data prevista para o início do semestre letivo. A decisão foi tomada em assembleia geral realizada na quinta-feira (6).

Em nota, a Associação dos Docentes da Uerj (Asduerj – Seção Sindical do ANDES-SN) explicitou a posição da categoria sobre a impossibilidade de iniciar o semestre letivo. “Três meses após a decisão da Reitoria da Uerj de iniciar as aulas do semestre de 2016.2, mesmo sem salários e bolsas em dia, com o bandejão parado e inúmeras incertezas acerca das condições de funcionamento da Universidade, estamos encerrando de forma melancólica o semestre. Semestre este que foi reduzido a 13 semanas, com indubitáveis prejuízos acadêmicos”, diz a Asduerj-SSind.

Resistimos e chegamos ao fim do semestre, mesmo que aos trancos e barrancos. Mas, decididamente, não dá para iniciar o próximo semestre deste mesmo jeito. Por isso, nós docentes demos um basta: ou o governo estadual paga o que nos deve ou não iniciaremos o próximo semestre”, completa a nota da Asduerj-SSind. Uma nova assembleia para discutir a mobilização da categoria está marcada para o dia 1º de agosto.

 

Assassinatos não vão parar a luta pela terra!

Reproduzimos a nota da Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres sobre o assassinato de dois companheiros da luta pela terra na última semana.

Enviamos nossa solidariedade e apoio aos companheiros, familiares e amigos das vítimas. Temos a firme convicção de que o sangue não afoga, senão apenas rega a Revolução!

Aproveitamos para reforçar nossa tomdada posição firme e decidida de apoio aos companheiros, a juventude revolucionária deve se ligar da maneira mais completa às massas em luta do nosso país, principalmente aos pobres do campo.

Companheiro Rosenildo: PRESENTE NA LUTA!

Companheiro Ademir: PRESENTE NA LUTA!

Cleomar Vive! Morte ao Latifúndio! 

Viva a Revolução Agrária!

 

 


 

Goiânia, 08 de julho de 2017

Hino da Revolução Agrária:

“… se a gente morrer nessa luta,
o sangue será uma semente,
justiça vamos conquistar,
a história não falha,
nós vamos ganhar! …”

 

O Companheiro ROSENILDO PEREIRA DE ALMEIDA, 44 anos, foi executado à tiros na noite da última sexta-feira, dia 7 de julho de 2017, em Rio Maria, Pará, onde residiam seus familiares.

Rosenildo estava com seu netinho, de três ou quatro anos, na garupa da moto. Ele diminuiu a velocidade de sua moto em um quebra-molas, quando uma outra moto com dois elementos se aproximou e fizeram os covardes e fatais disparos.

Rosenildo era conhecido por todos em Pau d’Arco como “Negão”. Era um dos mais antigos lutadores pelas terras griladas da Fazenda Santa Lúcia; já estava no seu lote onde tinha porcos, galinhas e roça, quando veio a reintegração de posse. Rosenildo nunca se intimidou, sempre enfrentou, e ultimamente era um dos principais organizadores do ACAMPAMENTO JANE JÚLIA, organizado pelas famílias que lutam pela Fazenda Santa Lúcia junto com a Liga dos Camponeses Pobres do Pará e Tocantins.

Rosenildo havia participado, nos últimos dias, da reconstituição feita pela polícia federal da “chacina de Pau d’Arco”. Corre o boato na região de que os nomes de quatro lideranças estão em uma lista, marcadas para morrer, e que o Rosenildo seria um dos assinalados nessa lista.

O companheiro ADEMIR DE SOUZA PEREIRA, também de 44 anos, foi assassinado à tiros na tarde do dia 6 de julho de 2017, em Porto Velho, Rondônia. Ademir era Coordenador do ACAMPAMENTO TERRA NOSSA, organizado para lutar pelas terras griladas da Fazenda Tucumã, em Cujubim. O Acampamento coordenado por Ademir fica no município de Ariquemes. Ademir foi assassinado quando saiu por alguns instantes da mesa do Incra, quando uma pauta da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental estava sendo discutida com o Superintendente Regional, Cletho Brito. A esposa de Ademir, inclusive, estava do lado do Superintendente quando foi avisada da morte do marido.
No velório, realizado no dia seguinte, na residência de familiares, em Ariquemes, a esposa do companheiro Ademir recebeu um bilhete entregue por um moto-taxista com ameaça de morte para ela e seus três filhos. Durante toda a noite, caminhonetes e carros, reconhecidos pelos acampados presentes, como pertencentes aos fazendeiros da região, passaram na rua, em frente da casa. Vinham acelerados e sempre passavam devagar na frente da casa, olhando para dentro – e por várias vezes.

No bilhete de ameaça estão cinco cruzes acima de desenho representando um homem, uma mulher e três crianças, sendo que a cruz e o desenho que representa o Ademir estão riscados com X e as outras em aberto. A filha da esposa do Ademir registrou boletim de ocorrência em Ariquemes/RO, mas não há expectativa de providências por parte da delegacia, pois todos os ataques sofridos pelos camponeses do Acampamento Terra Nossa teve a participação das policias da região do Vale do Jamari.

Denunciamos uma vez mais o Estado brasileiro e todos os seus gerentes por estes crimes covardes contra camponeses e suas lideranças.

Conclamamos uma grande mobilização popular para barrar estes crimes. Desse Estado podre e corrupto não vai vir nenhuma justiça, só mais assassinatos.

Conclamamos todos os camponeses a avançar nas tomadas de terras. Só assim vamos por fim ao banho de sangue promovido pelos latifundiários, grandes burgueses e imperialistas contra os camponeses e todo o povo pobre do Brasil, no campo e nas cidades.

VAMOS HONRAR O NOME E A LUTA DOS COMPANHEIROS ROSENILDO E ADEMIR. ASSUMIR COM MAIS EMPENHO AINDA SUAS TAREFAS, PROTEGER SEUS FAMILIARES, SEGUIR EM FRENTE!

Companheiro Rosenildo: presente na luta!
Companheiro Ademir: presente na luta!
Viva o Acampamento Jane Júlia, em Pau D`arco!
Viva o Acampamento Terra Nossa, em Ariquemes!
Terra para quem nela vive e trabalha!
Viva a Revolução Agrária!

“Cai orvalho de sangue do escravo,
Cai, orvalho, na face do algoz
Cresce, cresce, seara vermelha,
Cresce, cresce, vingança feroz.”

Bandido Negro, Castro Alves

 

Jornal Estudantes do Povo 19

Apresentamos abaixo o texto editorial da décima nona edição do Jornal Estudantes do Povo - JEP, órgão informativo do Movimento Estudantil Popular Revolucionário.

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Nos próximos dias, publicaremos alguns dos artigos e matérias que compõem esta edição. O JEP 19 pode ser adiquirido com companheiros e companheiras ativistas do MEPR.

Viva o Movimento Estudantil Popular Revolucionário!

 


Grandes tormentas se iniciaram!
Uma tempestade – raios e trovões
– arrasará tudo que é atrasado
Um fogo implacável
consumirá
a semifeudalidade

Se alastram
labaredas de rebelião popular
Uma chama revolucionária
arde
em corações oprimidos
por todo o planeta

Do Grande Caos,
sucederão os Novos Tempos
Mil sóis brilham no fim do túnel
Não vos desesperais:

A REVOLUÇÃO NÃO TARDARÁ A CHEGAR!


Já fazem quatro anos desde as gloriosas jornadas de luta da juventude combatente em junho e julho de 2013. Centenas de milhares de pessoas marcharam nas ruas das maiores cidades do país. Milhões no Rio e em São Paulo. O combate aguerrido contra as forças repressivas do velho Estado, que tinha na sua linha de frente a juventude proletária e semiproletária das favelas brasileiras, foi a marca distintiva do novo estágio que atingira a luta de classes no Brasil.

Barricadas em chamas, paus, pedras e molotovs se generalizaram como instrumentos de luta a partir de junho de 2013. O direito do povo à manifestação, ameaçado pela truculência das tropas repressoras, invocou a autodefesa de massas nos protestos e as imagens de jovens mascarados em manifestações cada vez mais radicalizadas, rechaçando o pacifismo burguês e a conciliação traiçoeira, se tornaram familiares e encorajadoras de todo o povo brasileiro. Cada vez mais em nosso país, assim como em todo o mundo, à injusta violência das classes dominantes se repele com a justa violência das massas oprimidas.

Em nosso país, as consequências de 2013 para o movimento de massas vieram para ficar, como parte da situação revolucionária em desenvolvimento implacável. Parte integrante da vaga revolucionária que avança em todo o globo: Guerras Populares na Índia, Peru, Turquia e Filipinas, rebeliões das massas mais proletarizadas nos países imperialistas e, no principal alvo guerra de rapina e saqueio imperialista, o Oriente Médio, a guerra libertação nacional impõe humilhantes derrotas ao invasor ianque e responde à destruição e pilhagem com ações contundentes nos próprios países imperialistas. O mundo inteiro se agita em rebelião e se prepara para pôr abaixo todo o sistema imperialista.

 Completam-se também 100 anos da Grande Revolução Socialista de Outubro. Um século desde que, pela primeira vez na história da Humanidade, a classe mais revolucionária e última tomou os céus de assalto e trilhou o rumo firme da destruição de toda a sociedade capitalista baseada na opressão e na exploração, da construção do Socialismo mirando destruir todas as classes e libertar proletários e povos oprimidos de todo o mundo.

 


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