gototopgototop
MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

100 anos GRSO: "O que fazer?" - V.I. Lenin

Avaliação do Usuário: / 1
PiorMelhor 

Como parte das celebrações do centenário da Grande Revolução Socialista de Outubro dirigida pelo Partido Comunista (bolchevique) da Rússia sob chefatura do Grande Lenin, começaremos hoje a divulgação das principais obras de Lenin, antecidido com uma breve exposição retirado do Compêndio - História do Partido Comunista (bolchevique) da URSS. Esta exposição mostra a situação objetiva da luta de classes da Rússia, as principais questões debatidas dentro do Partido e qual era a tarefa dos verdadeiros comunistas russos no momento em que as obras foram publicadas.

Iniciaremos com o Livro “Que Fazer?”, publicado em março de 1902. Obra que trata, principalmente, da luta pelo estabelecimento do Partido Comunista de Novo Tipo na Rússia, e da necessidade da superação das debilidades no movimento operário ocasionados pela influência dos “economistas”.

Publicaremos, também, o link para download de uma publicação recente do blog “Servir ao Povo” de dois capítulos deste livro.

Celebrar os 100 anos da Grande Revolução Socialista de Outubro!



 

Capítulo II — Formação do Partido Operário Social-Democrata da Rússia. Surgem duas frações no partido: a bolchevique e a menchevique (1901-1904)

Tópico 2

 

A marcha ascendente, cada vez mais acentuada, do movimento operário e a clara iminência da revolução, reclamavam a criação de um partido único e centralizado da classe operária, capaz de pôr-se à frente do movimento revolucionário. Porém, o estado em que se encontravam os órgãos de base do Partido, os comités locais, os grupos e os círculos, era tão pouco satisfatório, sua desarticulação orgânica e sua falta de unidade ideológica tão grandes, que a criação de semelhante partido oferecia dificuldades incríveis.

 

 

Viva a Rebelião de Hamburgo contra o G20!

 

 

GOIÁS: JUVENTUDE GOIANA SE MOBILIZA EM DEFESA DA MEIA PASSAGEM ESTUDANTIL: AVANTE!

anexo_artigo_meia_passagem



O povo brasileiro nunca esteve em uma situação tão caótica quanto agora. Os "governos" a nível municipal, estadual e federal sangram estudantes e trabalhadores com uma ferocidade inaudita. O mais recente projeto nefasto do governo facínora de Marconi Perillo (PSDB) prevê o fim da meia passagem para estudantes em Goiás, o que mostra que quem manda aqui são realmente os empresários do alto capital. O gerenciamento estadual e o monopólio dos trasnportes sempre tentaram imputar ao meio passe-livre estudantil a culpa pelos abusivos aumentos das tarifas que vêm ocorrendo nos últimos anos. Em 2014 foram 10 centavos de aumento, em 2015 foram mais 50 centavos, e em 2016 foram mais 40 centavos, totalizando hoje uma passagem no valor de R$ 3,70. Isso prova que bastou as manifestações cessarem para que a classe parasita estendesse mais ainda suas garras ao dinheiro do povo trabalhador. Esses aumentos nunca foram devidamente justificados, pois, além de serem acima da inflação, ainda não houve nenhuma melhora da frota de ônibus ou expansão dos programas do transporte público, pelo contrário: os ônibus estão cada vez mais escassos, mais precarizados e menos seguros.

Várias conquistas das lutas de 2013 foram retiradas, como o programa “Ganha Tempo” que garantia integração nas linhas de ônibus e houve um aumento da burocracia para cadastramento dos benefícios. O estudante precisa se recadastrar de 2 a 3 vezes por ano para que tenha acesso aos benefícios, artifício utilizado para que várias pessoas percam a data e fiquem sem o seu direito garantido, a fim de aumentar os lucros dos empresários. Este recadastramento de nada vale para comprovar o direito dos estudantes, visto que os benefícios só são repassados quando as instituições enviam o comprovante de matrícula dos alunos e alunas.

O estudante que já possui acesso dificultado ao ensino sofrerá ainda mais, pois terá que pagar dobrado em passagens complementares ao já escasso “passe livre”. Desde sempre é negada à juventude goiana, em particular, e à juventude brasileira, em geral, o direito de acesso ao lazer e à cultura, pois além da máfia do transporte limitar a rota que os estudantes podem fazer, limitar o número de passagens por dia, nunca permitiram que os estudantes recarregassem seu meio passe no período que suas instituições estavam de férias. Estudantes que quisessem se locomover tinham que colocar centenas de créditos pois ficavam meses sem poder recarregar a carteirinha, sem dizer que não cai passe livre no período de férias. Agora até mesmo o direito a ir para a escola e para o trabalho será negado à juventude pobre. Se os benefícios estudantis supostamente fizeram aumentar o preço da tarifa, onde está a redução da tarifa agora que o benefício é retirado? Onde está a melhoria da frota de ônibus?
 

UNIR: Para barrar o sucateamento, o fechamento e a privatização de universidades e escolas públicas: GREVE GERAL NA EDUCAÇÃO!

Para barrar o sucateamento, o fechamento e a privatização de universidades e escolas públicas:

GREVE GERAL NA EDUCAÇÃO!

 

No início de agosto, a reitoria da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) emitiu posicionamento a respeito dos impactos no orçamento da universidade causados pelos cortes de verba para o ensino público. Apesar do Orçamento de Pessoal não ter sido comprometido, o Orçamento de Custeio sofreu corte de 10% e até a data (01/08), apenas 70% desses recursos foram recebidos pela universidade, impactando diretamente as despesas de manutenção e funcionamento da universidade (energia, água, limpeza, etc), como afirma a própria reitoria na nota. Sobre o Orçamento de Capital, a reitoria afirmou o recebimento de apenas 40% do dinheiro, impedimento o prosseguimento de projetos na universidade, aquisição de equipamentos, acervo bibliográfico, obras de engenharia, etc, que entre outras coisas, vai atrasar ainda mais, ou mesmo impedir, a realização de demandas históricas da comunidade acadêmica, como a construção do restaurante universitário, conquista da vitoriosa Greve da UNIR em 2011 e até agora não concretizada.

 

Até agora ainda não havíamos sentido na UNIR, de forma mais dura, o impacto da política de ataque às universidades e escolas públicas pelo gerenciamento do bandido Michel Temer (PMDB), que são continuidade e aprofundamento da política de sucateamento do ensino público e privatização aplicada pelos gerenciamentos anteriores de Luís Inácio e Dilma (PT) e FHC (PSDB). Para os mais atentos era evidente que essa realidade mais cedo ou mais tarde seria sentida na UNIR. Como a própria reitoria admitiu, esse cenário que se avizinha da UNIR está inserido no panorama mais amplo dos cortes de verbas pro ensino público a nível nacional.

 

Basta ter olhos e ouvidos para perceber a grave situação em que estão as universidades públicas do Brasil: servidores efetivos e, principalmente terceirizados, com salários atrasados; cortes de bolsas de assistência estudantil e bolsas de pesquisa e extensão; “recessos” forçados para reduzir custos e; o mais grave, ameaça concreta de fechamento de universidades estaduais e federais, sendo o exemplo mais dramático a UERJ.

 

Na esteira desses e outros ataques aos direitos do povo brasileiro pelo velho Estado, o Poder Judiciário dá sua chancela e cobertura legal a todas essas medidas. Expressão disso é a recente aprovação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da cobrança de taxas e mensalidades para cursos de especialização em universidades públicas, abrindo a porteira para a onda de privatização planejada pelo velho Estado burguês-latifundiário.

 

 

DOIS CAMINHOS DO MOVIMENTO ESTUDANTIL

rebeldia_das_massas_3


    Os ataques do governo contra o ensino público estão cada vez mais graves. A situação das escolas e universidades é drástica e demanda que todos os estudantes se posicionem decididamente! Os próximos anos serão uma verdadeira guerra em defesa do nosso direito de estudar e aprender, para barrar a privatização da educação e arrancar na marra as melhorias no ensino que tanto precisamos e desejamos. Mas, para construir a educação que queremos, precisamos nos armar do principal instrumento de luta e resistência: nossa organização!
    Hoje, mais do que nunca, é fundamental fortalecermos o movimento estudantil independente dos governos, democrático, combativo e revolucionário e isto só será possível se traçarmos uma clara linha de demarcação entre os que lutam e os que fingem lutar.

Combater o oportunismo eleitoreiro no movimento estudantil!

    Desde 1995, existem no nosso país Dois Caminhos do Movimento Estudantil. O caminho democrático-revolucionário, do qual orgulhosamente fazemos parte desde os primórdios da nossa Corrente, por um lado. E, na direção oposta, o velho caminho burocrático, eleitoreiro e oportunista representado, principalmente, pela Une/Pecedobê.
    Após receber, merecidamente, a alcunha de “inimiga dos estudantes”, pelo papel de subsecretaria do MEC que cumpriu durante os 13 anos do gerenciamento oportunista de PT/Pecedobê, a Une foi rechaçada pelos estudantes em todas as lutas que ocorreram neste período. Enquanto os estudantes lutavam contra a privatização das universidades públicas, boicotando as taxas, fazendo greves e protestos, a Une defendia (como ainda segue defendendo) programas que desviam dinheiro público pras instituições privadas, enchendo os bolsos dos tubarões do ensino. No auge da sua desventura oportunista, enquanto toda a juventude combatente saía às ruas nas grandes jornadas de luta de junho e julho de 2013 com o grito de NÃO VAI TER COPA, a Une/Pecedobê fazia campanha para alistar voluntários para a Farra da Fifa! Em 2015, quando os secundaristas em SP lutaram contra a reorganização do ensino imposto por Alckmin/PSDB, a Une e Ubes caíram de paraquedas nas escolas e tentaram atrasar a luta, conciliando com o governo e se autoproclamando como “representantes” dos estudantes. Na maior parte das escolas, novamente, foram colocadas pra fora pelos estudantes combativos.
    No final de 2016, em meio à greve de ocupações que tomou conta de escolas secundaristas e universidades de norte a sul do país contra as reformas antipovo de Temer/PMDB, a Une mais uma vez se apresentou como traidora da luta, e propôs que os estudantes permitissem a realização do ENEM! O que poderia ser fator de maior pressão no governo contra a aprovação da contrarreforma do Ensino Médio, não se impôs como poderia, graças ao nefasto papel desta entidade falida e sua direção. No maior descaramento, a Une convocou seu ex-presidente Orlando Silva (Pecedobê) para negociar o fim das ocupações com o Ministro da Educação de Temer! Desmascarados, em todo o país foram colocados, uma vez mais, para fora de grande parte das escolas ocupadas.
 


JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL

RVI