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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

O nordeste “canta mais uma vez” com o grupo Clã Brasil!

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Tradição, cultura popular e harmonia: Assim podemos caracterizar o grupo paraibano Clã Brasil. Há mais de dez anos na “cena musical” entoam nos palcos do nordeste, do Brasil e da Europa baiões, xotes, cocos e muito forró pé-de- serra. A origem do grupo aconteceu de uma maneira “espontanea”, quando José Hilton, o Badu,juntamente com sua esposa Maria José e as filhas Lucyane, Larissa e Lizete abriam os portões de sua casa e tocavam para fazer a vizinhança “cair no arrasta pé”, porém em 2001 a família “formalizou” o grupo juntamente com a chegada de dois irmãos: Fabiane e Francisco Filho, estando aí a origem do nome “clã brasil”.
 

Coletivo Bagaço promove festa popular em comemoração ao boicote às eleições

Esse ano mais 36 milhões de brasileiros não apareceram ou votaram em branco ou nulo no segundo turno das eleições. Isso é motivo de comemoração para todas as pessoas e movimentos que participaram de comitês pelo boicote à farsa eleitoral e apontam o caminho revolucionário como necessidade para uma real transformação em nosso país. Por isso, no último dia 15 de dezembro, o coletivo Bagaço organizou na cidade de Igarassu (Pernambuco), uma festa reunindo vários jovens da comunidade. Teve de tudo: comidas típicas, oficina de cavalo-marinho, apresentação musical, sarau de poesias, roda de capoeira e sessões de vídeos e imagens das ações realizadas durante a campanha.

 

Revolta da Chibata: Viva o Almirante Negro!

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Em 1910, portanto há 105 anos ocorria a Revolta da Chibata que é um acontecimento memorável nos quadros das lutas do povo brasileiro. Naquele período, os marinheiros brasileiros eram punidos com castigos físicos. As faltas graves eram punidas com 25 chibatadas (chicotadas). Estes castigos, no caso da marinha brasileira, também tem ligação com a origem negra dos soldados de baixa patente, haja vista que a escravidão negra havia sido formalmente encerrada em 1888. Enquanto isso, a oficialidade era oriunda de ricas famílias da aristocracia branca. Os castigos físicos tinham, portanto, clara conotação racista e de classe. Esta situação gerou uma intensa revolta entre os marinheiros. 

 

 

Qual será a próxima máscara que o PSTU usará para tentar encobrir e justificar seus atos covardes?

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Após as manifestações de indignação e repúdio geral de organizações e pessoas democráticas, progressistas e principalmente da juventude revolucionária de todo o país ao ato covarde do PSTU, seus dirigentes vem tentando se fazer de vítima no objetivo de reduzir o rechaço e o desgaste em que se afundam. Não podendo tapar o sol com a peneira, buscam desinformar e confundir sobre as reais motivações e os escusos objetivos encobertos por de trás das covardes agressões cometidas por cerca de 50 dirigentes e militantes seus contra 6 ativistas do MEPR, da Unidade Vermelha e da FIP-RJ, no último dia 16/04, na UERJ. Desta vez, a direção regional e nacional de dita organização divulgou a nota “Combater o machismo e as calúnias stalinistas do MEPR”. Este pronunciamento, assinado pela Secretaria de Mulheres do PSTU/RJ publicado no site http://www.pstu.org.br/node/21403 é somente mais uma das manobras para tentar encobrir e justificar seus atos covardes de agressão.

 

Uma vez mais, desmentimos e desmascaramos seus discursos e métodos, próprios de reacionários. Podem tentar confundir para justificar sua covarde agressão, mas nunca poderão encobrir os fatos e a realidade. Estes também são métodos de que se servem o fascismo e toda a reação, porém em vão, para atacar o movimento democrático-popular e revolucionário. O PSTU, por mais que se esforce e distorça a verdade, não pode esconder que, por meio dessa sua covarde agressão, atua como polícia política auxiliar do velho Estado de grandes burgueses e latifundiários, serviçais do imperialismo e, em especial, da DRCI (o novo DOPS) que ataca, persegue, encarcera e processa os militantes da FIP-RJ e do MEPR. Exatamente no mesmo instante que os gerenciamentos de Cabral/Pezão (PMDB) e de Dilma Rousseff (PT) orquestram a mais perversa criminalização contra a juventude combatente, ataques levados ao extremo pelo judiciário do RJ na pessoa do juiz fascista Flávio Itabaiana, o PSTU, de forma deliberada, premeditada e de surpresa enfim, covarde, se aproveita para despejar sua ira reacionária contra a juventude combatente.

 

As verdadeiras motivações e razões mais de fundo desta atitude desesperada do PSTU é o crescente repúdio popular ao podre e farsante processo eleitoral, o crescente desmascaramento destes oportunistas, socialistas de blefe e seus medíocres resultados eleitoreiros. Particularmente no Rio de Janeiro, onde estes têm sido politicamente derrotados pelas vitoriosas campanhas Fora Cabral e a farsa eleitoral!, Não vai ter Copa! e Não vote! Lute pela revolução!, puxadas pela FIP-RJ desde as grandes jornadas de luta de junho/julho de 2013. A questão de toda sua fúria covarde é porque nosso movimento e outras organizações revolucionárias desmascaram sua linha oportunista centrista de morder e assoprar essa imundície que é o governo e toda a podridão em que se converteu o PT e a CUT (de quem são filhotes rejeitados). O que não podem suportar é o desmascaramento de suas posições pelegas!

 

Rio de Janeiro: Cartazes do MEPR em defesa da educação

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OCUPAR TODAS AS ESCOLAS CONTRA O DESMONTE DO ENSINO PÚBLICO!

ABAIXO A UBES GOVERNISTA, OFICIAL, PELEGA E REFORMISTA! CONSTRUIR O MOVIMENTO ESTUDANTIL POPULAR REVOLUCIONÁRIO!

É SÓ COM GREVE DE OCUPAÇÃO QUE EU DEFENDO O MEU DIREITO À EDUCAÇÃO!

IR AO COMBATE SEM TEMER, OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!

ABAIXO A UBES GOVERNISTA, OFICIAL, PELEGA E REFORMISTA!

REBELAR-SE É JUSTO!

 


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