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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

Rio de Janeiro: Cartazes do MEPR em defesa da educação

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OCUPAR TODAS AS ESCOLAS CONTRA O DESMONTE DO ENSINO PÚBLICO!

ABAIXO A UBES GOVERNISTA, OFICIAL, PELEGA E REFORMISTA! CONSTRUIR O MOVIMENTO ESTUDANTIL POPULAR REVOLUCIONÁRIO!

É SÓ COM GREVE DE OCUPAÇÃO QUE EU DEFENDO O MEU DIREITO À EDUCAÇÃO!

IR AO COMBATE SEM TEMER, OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!

ABAIXO A UBES GOVERNISTA, OFICIAL, PELEGA E REFORMISTA!

REBELAR-SE É JUSTO!

 

FACEBOOK: dominação ideológica do imperialismo e instrumento de sua espionagem!

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O Movimento Estudantil Popular Revolucionário não usa mais o Facebook. Assim como várias organizações democráticas e revolucionárias no Brasil e no mundo, nós abandonamos o Facebook como espaço para a propaganda revolucionária. Tomamos esta medida para combater mais esta forma da nefasta influência ideológico-política imperialista e preservar o nosso Movimento e a segurança de nossos ativistas frente à escalada fascista do velho Estado, com suas ondas de criminalização de movimentos sociais, perseguição e prisões políticas contra ativistas e lutadores do povo em geral. Isto já ocorre no Brasil e é prática corrente em vários países do mundo. Esta decisão é reforçada e impulsionada também pela compreensão do caráter de dominação e controle ideológicos que as chamadas “redes sociais” desempenham sobre as pessoas e especialmente a juventude.

 

Você não paga para usar: a mercadoria é você!

 

Se o automóvel continua como a mercadoria símbolo do capitalismo, o celular, agora turbinado com o acesso a internet, não fica para trás. No Brasil são 250 milhões de linhas ativas de celulares para uma população total de 206 milhões. Os telefones móveis, os computadores pessoais e a internet deram uma extraordinária agilidade às comunicações, à transmissão e ao armazenamento de dados; criaram facilidade ao acesso e à difusão de informações; possibilitaram praticidade enorme na realização de um sem número de tarefas. Mas este negócio, de investimentos bilionários, é minuciosamente controlado por poderosas empresas transnacionais estreitamente ligadas às potências imperialistas mundiais, em especial ao EUA.

 

Provedores de e-mails gratuitos (Gmail, Hotmail, Yahoo, etc.), ferramentas de busca poderosas e igualmente gratuitas (Google) e agora com as chamadas “redes sociais” (as mais populares hoje, Facebook e Twitter), cria-se uma enganosa propaganda que são democráticas, onde qualquer um pode formar sua comunidade, onde todos podem expressar com liberdade sua opinião. Ignora-se que neste mundo virtual de bilhões de dólares os usuários são individualmente controlados e transformados em mercadorias. É como eles descaradamente reconhecem: se você não paga para usar, a mercadoria é você!

 

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Juventude Revolucionária em defesa da vida e saúde do Presidente Gonzalo – BA

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O MEPR e a UV-LJR, interviram no último dia 31 de Março, em manifestação convocada pelo sindicato dos professores do município de Juazeiro – APLB, contra a “reforma” da previdência de Temer e sua quadrilha.

Os jovens fizeram panfletagem em defesa da vida e saúde do Presidente Gonzalo e levantaram uma faixa que chamou muita atenção convocando à rebelião contra os ataques à educação.

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Edições Seara Vermelha

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ESTUDANTES DE GOIÂNIA REALIZAM VISITA AO CAMPO

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 No período de 14 de abril a 22 de abril estudantes de Goiânia se organizaram em torno de uma proposta: fortalecer a aliança entre o campo e a cidade. Os estudantes visitaram várias áreas camponesas no norte de Minas Gerais e puderam ver com seus próprios olhos o avanço do processo de tomadas de terras  e da Revolução Agrária que se espalha por todo o Brasil.

Os estudantes participaram de atividades do dia-a-dia dos camponeses, tais como capinar a área comunitária de um assentamento para um evento da comunidade e compareceram à moda de viola debaixo do lindo céu estrelado do sertão. Os estudantes também conheceram a Ponte da Aliança Operário-Camponesa, construída pelos camponeses com seus próprios braços com auxílio de operários da construção civil de Belo Horizonte. Fizeram questão de limpar e pintar a ponte. Mantendo vivo na memória a importância daquela obra e do grande feito que é mudar a sua difícil condição com as próprias mãos e mudar os seus destinos, sem esperar desse velho Estado que tanto prometia e nada fazia para os camponeses.

Além disso, participaram de atividades de produção como colheita e beneficiamento da mandioca, cortar lenha e outras. Os estudantes ainda ajudaram nas atividades de mobilização e em reuniões nos assentamentos e nas cidades da região, com a proposta de celebrar, no mês de junho, os 50 anos da Batalha de Cachoeirinha! Mostrando que o povo não esquecerá jamais suas lutas e seus lutadores e que mais dia, menos derrubarão os seus algozes.

A visita às áreas revolucionárias marcou um salto na decisão ideológica dos estudantes de servirem ao povo em todas as frentes e de serem tropa de choque da revolução.

 

Todos os participantes saíram com o compromisso de propagandear a luta do campo na cidade, universidades e escolas. Se comprometeram ainda a usar o conhecimento adquirido na cidade em prol dos trabalhadores do campo e da cidade, em defesa da Revolução Agrária e em defesa de uma transformação de fato da condição do povo que só será alcançada com uma Revolução de Nova Democracia ininterrupta ao Socialismo.

DERRUBAR OS MUROS DA UNIVERSIDADE, SERVIR AO POVO NO CAMPO E NA CIDADE!

É TERRA PRA QUEM NELA TRABALHA! E VIVA AGORA E JÁ A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!

 

 


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