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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

Sobre a Comuna Karl Marx e Friedrich Engels

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Durante a guerra  franco-prussiana os trabalhadores da cidade de Paris insatisfeitos com as mazelas impostas pela sociedade capitalista deixam sua mais sincera e justa revolta explodir e um mar de desejos de uma nova sociedade sem a opressão do estado burguês e das classes dominantes sobre seus já cansados ombros faz suas ondas sacudirem a cidade. A revolta dos trabalhadores toma conta da cidade e no dia 18 de março de 1871.Um novo grito se ouve por todas as ruas e becos: “VIVE LA COMMUNE!”. Abolindo velhas leis de opressão, tomando o poder para o povo, a Comuna de Paris é a primeira de muitas experiências de vitória do proletariado internacional.Neste texto, os gigantes Karl Marx e Frederich Engels  analisam diversos pontos dessa importante experiência que vale muito para o entendimento de como as contradições de um sistema de exploração inevitavelmente levam o povo a se revoltar e conduzem à vitória dos explorados. VIVA A COMUNA!

 

Revolta da Chibata: Viva o Almirante Negro!

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Em 1910, portanto há 105 anos ocorria a Revolta da Chibata que é um acontecimento memorável nos quadros das lutas do povo brasileiro. Naquele período, os marinheiros brasileiros eram punidos com castigos físicos. As faltas graves eram punidas com 25 chibatadas (chicotadas). Estes castigos, no caso da marinha brasileira, também tem ligação com a origem negra dos soldados de baixa patente, haja vista que a escravidão negra havia sido formalmente encerrada em 1888. Enquanto isso, a oficialidade era oriunda de ricas famílias da aristocracia branca. Os castigos físicos tinham, portanto, clara conotação racista e de classe. Esta situação gerou uma intensa revolta entre os marinheiros. 

 

 

ESTUDANTES DE GOIÂNIA REALIZAM VISITA AO CAMPO

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 No período de 14 de abril a 22 de abril estudantes de Goiânia se organizaram em torno de uma proposta: fortalecer a aliança entre o campo e a cidade. Os estudantes visitaram várias áreas camponesas no norte de Minas Gerais e puderam ver com seus próprios olhos o avanço do processo de tomadas de terras  e da Revolução Agrária que se espalha por todo o Brasil.

Os estudantes participaram de atividades do dia-a-dia dos camponeses, tais como capinar a área comunitária de um assentamento para um evento da comunidade e compareceram à moda de viola debaixo do lindo céu estrelado do sertão. Os estudantes também conheceram a Ponte da Aliança Operário-Camponesa, construída pelos camponeses com seus próprios braços com auxílio de operários da construção civil de Belo Horizonte. Fizeram questão de limpar e pintar a ponte. Mantendo vivo na memória a importância daquela obra e do grande feito que é mudar a sua difícil condição com as próprias mãos e mudar os seus destinos, sem esperar desse velho Estado que tanto prometia e nada fazia para os camponeses.

Além disso, participaram de atividades de produção como colheita e beneficiamento da mandioca, cortar lenha e outras. Os estudantes ainda ajudaram nas atividades de mobilização e em reuniões nos assentamentos e nas cidades da região, com a proposta de celebrar, no mês de junho, os 50 anos da Batalha de Cachoeirinha! Mostrando que o povo não esquecerá jamais suas lutas e seus lutadores e que mais dia, menos derrubarão os seus algozes.

A visita às áreas revolucionárias marcou um salto na decisão ideológica dos estudantes de servirem ao povo em todas as frentes e de serem tropa de choque da revolução.

 

Todos os participantes saíram com o compromisso de propagandear a luta do campo na cidade, universidades e escolas. Se comprometeram ainda a usar o conhecimento adquirido na cidade em prol dos trabalhadores do campo e da cidade, em defesa da Revolução Agrária e em defesa de uma transformação de fato da condição do povo que só será alcançada com uma Revolução de Nova Democracia ininterrupta ao Socialismo.

DERRUBAR OS MUROS DA UNIVERSIDADE, SERVIR AO POVO NO CAMPO E NA CIDADE!

É TERRA PRA QUEM NELA TRABALHA! E VIVA AGORA E JÁ A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!

 

 

Rio de Janeiro: Cartazes do MEPR em defesa da educação

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OCUPAR TODAS AS ESCOLAS CONTRA O DESMONTE DO ENSINO PÚBLICO!

ABAIXO A UBES GOVERNISTA, OFICIAL, PELEGA E REFORMISTA! CONSTRUIR O MOVIMENTO ESTUDANTIL POPULAR REVOLUCIONÁRIO!

É SÓ COM GREVE DE OCUPAÇÃO QUE EU DEFENDO O MEU DIREITO À EDUCAÇÃO!

IR AO COMBATE SEM TEMER, OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!

ABAIXO A UBES GOVERNISTA, OFICIAL, PELEGA E REFORMISTA!

REBELAR-SE É JUSTO!

 

[FERP] EDUCAÇÃO GRATUITA, CIENTÍFICA, NACIONAL E A SERVIÇO DO POVO!

Retirado do Blog da Frente Estudantil Revolucionária e Popular do Chile: ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

 

Chile

Milhares de estudantes se jogam às ruas em protestos, marchas e cortes de avenidas pelo direito à educação, tendo como resposta do velho Estado um crescente repressão, com estudantes gravemente feridos, numerosas detenções arbitrárias, espancamentos e gás lacrimogêneo ao limite. O combativo estado de ânimo das massas deve encher-nos de otimismo.

Enquanto tanto a CONFECH impulsiona as “cinco indicações” (fim da dívida, gratuidade, fortalecimento da educação pública, marco regulatório e fim do lucro) para “incidir” nesta “reforma” que só aprofunda o capitalismo burocrático na educação (ver edição anterior). Isto nos fatos é fazer conduta e lobby, e atolar-se no parlamento, órgão de legitimação das classes opressoras, que historicamente tem servido para conter as demandas do povo.

Exemplo do anterior é o de Iván Fuentes, antigo dirigente dos protestos que paralizaram Aysén em 2012, hoje membro do parlamento e acusado de receber subornos e financiamento das mesmas pesqueiras contra as quais as massas ayseninas protestaram.

É por isto que o movimento estudantil não deve deixar-se enganar por aqueles que planteiam “reformar” o velho Estado e usar nossas justas lutas como campanha eleitoral.

 


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