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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

Viva a combativa greve dos professores do Peru!

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Retirado de Ligaoperaria.org.br

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Protesto combativo dos Professores do Peru fechando a via de acesso ao aeroporto de Puerto Maldonado

A Liga Operária e o Moclate (Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação) saúdam a massiva e combativa greve nacional de professores do Peru. Saudamos calorosamente a justa revolta dos professores peruanos que durante os mais de 44 dias de paralisação protagonizam vigorosos protestos em várias regiões do país, como dezenas de cortes de vias públicas, como o da estrada de ferro que liga Cusco a Machu Picchu, importante destino turístico, no dia 11 de julho, e a via de acesso ao Aeroporto Internacional José Aldamiz, de Puerto Maldonado, no dia 18 de julho, além de combativas manifestações, que têm enfrentado com destemor e bravura a repressão das hordas policiais.

Repudiamos veemente a decretação de estado de emergência em vários distritos, o que demonstra mais uma vez o caráter fascista do governo peruano gerenciado pelo ianque PPK.

Saudamos a resistência dos docentes peruanos ante aos covardes ataques da gerência PPK que pratica uma violenta política de arrocho salarial contra o povo peruano e exige a aplicação de avaliações de desempenho dos docentes, política imposta por determinação do FMI visando a destruição da educação pública.

PROTESTA DE MAESTROS PROFESORES DEL SUTEP SUTE TRAS PROTESTAS EN EL AEROPUERTO

Vigorosos protestos dos professores do Peru sacodem o Peru

No Brasil, os gerentes de turno também desferem inúmeros ataques à educação pública. No estado do Rio de Janeiro, o ano letivo de 2017 na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) até hoje não se iniciou devido aos brutais cortes no orçamento da instituição; enquanto se mantêm os altíssimos gastos com os imorais juros da ilegítima dívida, propinas para os políticos etc. Na educação básica, em diversos estados e municípios, os trabalhadores do ensino sequer recebem o valor do arrochado Piso Nacional do Magistério, além das condições precárias em que estão a maioria das instituições de ensino.

As bandeiras de luta dos docentes peruanos são extremamente justas e nesse sentido o Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação e a Liga Operária se espelham na combatividade da atual greve nacional dos professores do Peru e continuam mobilizando e organizando os professores brasileiros na luta contra os ataques a educação pública, pelos direitos do povo e também no combate ao oportunismo.

Por uma educação que sirva ao Povo!

Viva a luta classista, combativa e independente!

Viva a greve dos professores do Peru!

Viva o Internacionalismo Proletário!

São Paulo, 04 de agosto de 2017

 

Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação

Liga Operária

 

UNIR: Para barrar o sucateamento, o fechamento e a privatização de universidades e escolas públicas: GREVE GERAL NA EDUCAÇÃO!

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Para barrar o sucateamento, o fechamento e a privatização de universidades e escolas públicas:

GREVE GERAL NA EDUCAÇÃO!

 

No início de agosto, a reitoria da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) emitiu posicionamento a respeito dos impactos no orçamento da universidade causados pelos cortes de verba para o ensino público. Apesar do Orçamento de Pessoal não ter sido comprometido, o Orçamento de Custeio sofreu corte de 10% e até a data (01/08), apenas 70% desses recursos foram recebidos pela universidade, impactando diretamente as despesas de manutenção e funcionamento da universidade (energia, água, limpeza, etc), como afirma a própria reitoria na nota. Sobre o Orçamento de Capital, a reitoria afirmou o recebimento de apenas 40% do dinheiro, impedimento o prosseguimento de projetos na universidade, aquisição de equipamentos, acervo bibliográfico, obras de engenharia, etc, que entre outras coisas, vai atrasar ainda mais, ou mesmo impedir, a realização de demandas históricas da comunidade acadêmica, como a construção do restaurante universitário, conquista da vitoriosa Greve da UNIR em 2011 e até agora não concretizada.

 

Até agora ainda não havíamos sentido na UNIR, de forma mais dura, o impacto da política de ataque às universidades e escolas públicas pelo gerenciamento do bandido Michel Temer (PMDB), que são continuidade e aprofundamento da política de sucateamento do ensino público e privatização aplicada pelos gerenciamentos anteriores de Luís Inácio e Dilma (PT) e FHC (PSDB). Para os mais atentos era evidente que essa realidade mais cedo ou mais tarde seria sentida na UNIR. Como a própria reitoria admitiu, esse cenário que se avizinha da UNIR está inserido no panorama mais amplo dos cortes de verbas pro ensino público a nível nacional.

 

Basta ter olhos e ouvidos para perceber a grave situação em que estão as universidades públicas do Brasil: servidores efetivos e, principalmente terceirizados, com salários atrasados; cortes de bolsas de assistência estudantil e bolsas de pesquisa e extensão; “recessos” forçados para reduzir custos e; o mais grave, ameaça concreta de fechamento de universidades estaduais e federais, sendo o exemplo mais dramático a UERJ.

 

Na esteira desses e outros ataques aos direitos do povo brasileiro pelo velho Estado, o Poder Judiciário dá sua chancela e cobertura legal a todas essas medidas. Expressão disso é a recente aprovação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da cobrança de taxas e mensalidades para cursos de especialização em universidades públicas, abrindo a porteira para a onda de privatização planejada pelo velho Estado burguês-latifundiário.

 

 

1917 - 2017: Viva o centenário da Grande Revolução Socialista de Outubro!

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“A importância mundial da Revolução de Outubro não consiste somente no fato de que ela representa uma grande iniciativa de um só país para romper o sistema imperialista, de que constitui o primeiro foco de socialismo no oceano dos países imperialistas, mas também no fato de que é a primeira etapa da Revolução Mundial e uma poderosa base do seu desenvolvimento ulterior.?” J. Stálin


    Neste ano de 2017, revolucionários de todo o mundo celebram os 100 anos da tomada do Poder pelo proletariado russo. A Grande Revolução Socialista de Outubro em 1917 marcou uma virada na história da humanidade, o fim da era do monopólio do Poder político pela burguesia e outras classes reacionárias e o início de uma nova era: a Era das Revoluções Proletárias! Esta nova era expressa a caducidade da burguesia para dirigir a revolução e a maturidade do proletariado para tomar, dirigir e manter o Poder da Ditadura do Proletariado dentro da qual se enquadram as Revoluções das nações oprimidas.
    No campo ideológico, a Revolução de Outubro f forjou uma nova arma p para o proletariado — a teoria e a tática da revolução proletária —, apontando para os povos oprimidos o de todos os países o caminho para o triunfo do Socialismo. Elevou o Marxismo a sua segunda etapa de desenvolvimento histórico: o M a r x i s m o -Leninismo. Este, com o advento da Revolução Chinesa chefiada pelo Presidente Mao Tsetung e os aportes de validez universal do Pensamento Gonzalo, que guia a invencível Guerra Popular no Peru, hoje se desenvolveu em Marxismo-Leninismo-Maoísmo.
    Celebrar o centenário da Revolução Socialista de 1917 hoje, requer também reafi rmar a plena vigência e validez da ideologia do proletariado, o Marxismo-Leninismo-Maoísmo, principalmente Maoísmo. Pois o fundamental do Maoísmo é o Poder, o Poder para o proletariado, o Poder para a Ditadura do Proletariado, baseado em uma força armada dirigida pelo seu Partido Revolucionário, que se conquista e defende com a Guerra Popular.
    Tendo à frente o Partido Comunista da Rússia (bolchevique) - P.C.R. (b), sob a chefatura do Grande Lenin, por meio da violência revolucionária, o proletariado russo assaltou aos céus. Lenin, elevado a chefe inconsteste do proletariado internacional, teve ao seu lado valorosos revolucionários como Josef Stálin, Yakov Sverdlov, Nadheza Krupskaya e muitos outros. Estes lideraram a vanguarda revolucionária para cumprir a tarefa histórica de derrotar o império feudal czarista na Rússia, abrindo caminho para o proletariado conquistar o Poder em todo o mundo.
    Obra de uma dura luta teórico-prática junto ao proletariado russo e no seio da II Internacional, o estabelecimento do destacamento de vanguarda do proletariado, o Partido Comunista de Novo Tipo, teve em Lenin seu formulador. Derrotando no fogo da luta de classes as posições economicistas e revisionistas dos mencheviques e de outras frações não proletárias, Lenin formulou e forjou o Partido Bolchevique, comprovando que o combate do imperialismo e a reação dissociado o do combate a todo oportunismo não passava de fraseologia oca. Defendeu e aplicou a máxima de que as massas devem se forjar na violência revolucionária e no combate ao oportunismo.

 

Abaixo as perseguições de Alckmin/PSDB contra Juventude Revolucionária!

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A Unidade Vermelha – Liga da Juventude Revolucionária (UV-LJR) vem a público denunciar as perseguições sofridas por companheiros, por parte de elementos a mando do gerente de turno do estado de São Paulo (Alckmin/PSDB), através de sua corrupta e violenta Polícia Militar.

Desde o surgimento da UV-LJR, como organização revolucionária de jovens, que sofremos perseguições e intimidações por parte da polícia e outros agentes do velho Estado por todo o país, porém uma situação particular tem acontecido nos últimos meses em São Paulo, sob o gerenciamento do PSDB/DEM. Temos sido alvos de seguimentos ostensivos, pessoas fotografando ativistas, P-2 em atividades políticas etc. Mais recentemente, um companheiro, jovem ativista revolucionário e firme apoiador da imprensa popular e democrática, sofreu uma tentativa de sequestro por homens encapuzados, ao sair da empresa em que trabalha no bairro da Cidade Líder, Zona Leste da capital. Ao escapar da emboscada, foi alvo de dois disparos de arma de fogo, dos quais, por sorte, escapou ileso. Nos dias seguintes, o mesmo carro esteve circundando locais que o mesmo frequenta e com pessoas de dentro do carro tirando fotos. Temos relato de carros seguirem até mesmo pais de nossos ativistas!

PORQUE NOS ATACAM?

Como parte de sua política de extermínio e genocídio da juventude, principalmente pobre e negra da periferia, Alckmin pretende sufocar com terror e em sangue a justa rebeldia da juventude pobre. Segundo pesquisa recente do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP, apenas numa semana de 21 a 27 de Agosto em São Paulo, foram 15 mortes cometidas por policiais militares. Só perderam para as mortes por “desentendimento” (que inclui provavelmente grupos delinquentes). Isto para não falar nas que não entram na conta da PM, pois são praticadas por grupos de extermínio, quase que invariavelmente, ligados à corporação e com objetivos políticos sempre convergentes com a política de extermínio praticada pelo velho Estado.

Vejamos se não é assim: Esta mesma semana ocorreu o julgamento dos policiais envolvidos na maior chacina da história de SP, em que policiais assassinaram covardemente 17 pessoas da periferia. Pelo menos seis, como sempre, jovens pobres. O motivo teria sido 'vingar a morte de um PM', para isso  elegeram como seu principal inimigo, o povo pobre. Isto não é por acaso. É parte da guerra civil reacionária levada a cabo pelo velho Estado contra o povo, em que se opõem suas decrépitas, corruptas e genocidas forças de repressão às massas desarmadas, oprimidas e em condições de miséria e sem chance de se defenderem. A despeito da consciência ou não dessa situação por parte dos pistoleiros urbanos, a política que os orienta é essa, pois o velho Estado brasileiro não tem outra alternativa para conter o crescente protesto popular, a crescente rebelião das massas, sua politização, organização e consequente radicalização nas suas formas de luta, em particular da sua juventude mais avançada – a juventude combatente. Por isso, dá cobertura material, moral e jurídica – vide a extinção do processo contra os responsáveis pelo massacre do Carandiru – à violência policial, seja ela a cotidiana praticada por policiais fardados, ou enquanto fazem seus 'bicos' trabalhando como grupos de extermínio. 

As condenações pela chacina de Osasco e Barueri, que foi à júri popular, é em função da grande repercussão negativa para o Estado, porém podemos apenas observar os discursos do gerente Alckmin sempre que a PM entra em polêmicas quanto a seus abusos para ver que agradam e muito a seu patrão. 

PRISÕES POLÍTICAS E INTIMIDAÇÃO

Outra forma da política de Alckmin intimidar a juventude e tentar desencorajá-la para a luta, é através das conhecidas detenções em protestos. Porém este ano em particular, o gerenciamento estadual, juntamente com as FFAA, elevaram o nível da intimidação e, através de uma operação conjunta, prenderam e processaram jovens ativistas por protestarem contra Temer. Utilizando as chamadas 'redes sociais' para atrair pessoas críticas ao governo, aliados a um trabalho de inteligência e espionagem, fizeram as prisões políticas totalmente arbitrárias e sob falsas acusações. Tudo feito para botar medo e criminalizar a justa rebelião.

O  que o velho Estado burguês-latifúndiário e seus gerentes locais Alckmin-Doria, mais temem, é essa massa sob justa direção revolucionária. Só podem fazer adiá-lo, no entanto! Não podem deter o vigoroso movimento revolucionário que se levanta no país e no mundo por varrer a velha sociedade e construir um novo e luminoso futuro!

Não nos intimidarão! Continuaremos organizando a juventude proletária e semiproletária urbana, desde suas escolas, locais de trabalho e moradia! Servindo ao povo, como vanguarda e reserva de choque da revolução democrática em nosso país e nas fileiras da revolução proletária mundial!

Viva a juventude combatente!

Abaixo as perseguições a mando de Alckmin/PSDB!

Abaixo a política de extermínio da juventude!

Rebelar-se é Justo!

Unidade Vermelha, Setembro 2017

 


 

Viva o Dia Nacional de Luta em Defesa do Ensino Público!

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