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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

A CONTRAPROPAGANDA DE TEMER (PMDB/PSDB) PARA DEFENDER SUA CONTRAREFORMA DO ENSINO MÉDIO

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A desmoralizada gerência Temer (PMDB/PSDB) tem acelerado os ritmos de trabalho de sua equipe de propaganda, numa tentativa de fazer melhorar (ou ao menos não piorar) seus sofríveis índices de aprovação e tentar aplastar a fúria popular, facilitando seu trabalho de aplicar ao máximo o programa exigido pelo imperialismo. Dentre as propagandas, ganhou grande destaque e bastante tempo nas telas a que se refere a contrarreforma do Ensino Médio, não é de se estranhar, visto que a juventude tem sido uma das principais fontes da dor de cabeça das últimas gerências do Velho Estado brasileiro. Mas de que se trata esta dita Reforma? E principalmente, a quem ela serve?

Num raro (e breve) momento de honestidade, a propaganda admite a situação vergonhosa em que se encontra o Ensino Médio brasileiro, somente é claro para fazer passar como benéficas as propostas de desmonte que visa implementar com a antiga MP 746, agora Lei 13.415 de 16/02/2017. De fato, o Ensino Médio não é nada atrativo, tem baixíssimo rendimento e estrutura completamente sucateada. Para se ter uma ideia melhor da situação, as taxas de rendimento das escolas públicas regulares contemplam 13% de reprovação e 8% de abandono, respectivamente 18% e 10% só no 1º ano (MEC, INEP, 2015). Dos jovens entre 15 e 17 anos 35% ainda estão no Ensino Fundamental, e 17% fora da escola; dos jovens entre 18 e 24 anos, 32% não concluíram o Ensino Médio e não estão estudando. Isso sem falar nas condições materiais e estruturais (41% das escolas sem saneamento básico). Todos esses são sintomas de uma política educacional conduzida por um Estado semifeudal e semicolonial, e que não poderão ser resolvidos com uma simples canetada.

Mas quanto a isso não há problema, afinal, o “Novo” Ensino Médio não tem a menor intenção de solucionar nenhum dos traços deste cenário.

 

ESTUDANTES DE GOIÂNIA REALIZAM VISITA AO CAMPO

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 No período de 14 de abril a 22 de abril estudantes de Goiânia se organizaram em torno de uma proposta: fortalecer a aliança entre o campo e a cidade. Os estudantes visitaram várias áreas camponesas no norte de Minas Gerais e puderam ver com seus próprios olhos o avanço do processo de tomadas de terras  e da Revolução Agrária que se espalha por todo o Brasil.

Os estudantes participaram de atividades do dia-a-dia dos camponeses, tais como capinar a área comunitária de um assentamento para um evento da comunidade e compareceram à moda de viola debaixo do lindo céu estrelado do sertão. Os estudantes também conheceram a Ponte da Aliança Operário-Camponesa, construída pelos camponeses com seus próprios braços com auxílio de operários da construção civil de Belo Horizonte. Fizeram questão de limpar e pintar a ponte. Mantendo vivo na memória a importância daquela obra e do grande feito que é mudar a sua difícil condição com as próprias mãos e mudar os seus destinos, sem esperar desse velho Estado que tanto prometia e nada fazia para os camponeses.

Além disso, participaram de atividades de produção como colheita e beneficiamento da mandioca, cortar lenha e outras. Os estudantes ainda ajudaram nas atividades de mobilização e em reuniões nos assentamentos e nas cidades da região, com a proposta de celebrar, no mês de junho, os 50 anos da Batalha de Cachoeirinha! Mostrando que o povo não esquecerá jamais suas lutas e seus lutadores e que mais dia, menos derrubarão os seus algozes.

A visita às áreas revolucionárias marcou um salto na decisão ideológica dos estudantes de servirem ao povo em todas as frentes e de serem tropa de choque da revolução.

 

Todos os participantes saíram com o compromisso de propagandear a luta do campo na cidade, universidades e escolas. Se comprometeram ainda a usar o conhecimento adquirido na cidade em prol dos trabalhadores do campo e da cidade, em defesa da Revolução Agrária e em defesa de uma transformação de fato da condição do povo que só será alcançada com uma Revolução de Nova Democracia ininterrupta ao Socialismo.

DERRUBAR OS MUROS DA UNIVERSIDADE, SERVIR AO POVO NO CAMPO E NA CIDADE!

É TERRA PRA QUEM NELA TRABALHA! E VIVA AGORA E JÁ A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!

 

 

Milhões dizem Não à Farsa Eleitoral

Milhões dizem Não! à farsa eleitoral!

Não podemos desprezar o peso do diuturno bombardeio movido, simultaneamente, pela máquina estatal, partidos políticos e monopólios de imprensa, ademais das igrejas, convocando a população a votar. Trata-se, realmente, de um massacre, intensificado na última semana de campanha. Diante disso, verificar o aumento do número de votos nulos, brancos e, sobretudo, abstenções, é sintomático de quanto a população brasileira não legitima, repudia mesmo, essa falsa democracia vigente em nosso país.

Vamos aos dados. Segundo o TSE, 16,41% das pessoas aptas a votar não compareceram às urnas no domingo, significando 22.735.725 de brasileiros (ou seja, quase 23 milhões de pessoas) que disseram não às eleições. Esse número indica crescimento de abstenções em relação às eleições municipais de 2008, quando o percentual de não-comparecimento atingiu a casa dos 14,53%. Interessante observar que cresce o número de abstenções apesar de ter aumentado exponencialmente o volume de dinheiro mobilizado nas campanhas, que esse ano foram 33% mais caras que as de 2008 (como mostramos em matéria anterior, já foram gastos até aqui R$ 1 bilhão de reais, quantia que até o fim do 2º turno pode atingir os R$ 3 bilhões).

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RO: MEPR realiza panfletagem de apoio aos camponeses de Rondônia e à LCP

Foto_Panfletagem_18-05

No final da tarde da última quinta-feira (18/05), no Terminal de Ônibus do Centro de Porto Velho, ativistas do Movimento Estudantil Popular Revolucionário realizaram uma vigorosa panfletagem de apoio aos camponeses de Rondônia e à Liga dos Camponeses Pobres. Os estudantes do povo fizeram intensa agitação ao megafone denunciando os crimes do latifúndio e seu velho Estado contra os camponeses, e reafirmando a necessidade e a justeza da luta camponesa combativa e sem ilusões com o velho Estado.

Um ponto de destaque foi a denúncia da ameaça de despejo das áreas Canaã, Raio do Sol e Renato Nathan 2, utilizando inclusive o Exército reacionário. Os estudantes expuseram o absurdo de tal decisão e a conivência do INCRA em relação aos latifundiários grileiros, já que o INCRA que deveria fazer reforma agrária não tem regularizado as posses dos camponeses e assim deixam o caminho livre pros verdadeiros ladrões de terras: os latifundiários.

 

Anotações ao livro de Bakunin “O Estado e a anarquia”*

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Marx_escrevendo

Publicamos abaixo importante trabalho crítico elaborado por Marx em 1874 a respeito do livro de Bakunin “O Estado e a anarquia”. O texto possui tanto maior interesse porque, na crítica às concepções bakuninistas, expõe Marx de maneira positiva vários aspectos centrais a respeito do comunismo científico, principalmente no que diz respeito à questão do Estado em geral e da ditadura do proletariado em particular. Sendo anotações à margem do texto, embora não seja uma obra sistemática, oferece assim uma síntese bastante precisa a respeito de questões fundamentais que há século e meio separaram anarquistas e comunistas no interior da I Internacional.

 


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