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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

Grupo Agreste, expressão histórica da cultura popular

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Em tempos de vigorosa luta popular, de contínuos embates entre as forças da reação e os democratas e revolucionários, de revolta e rebelião, tempos como os vivenciados em 2013 pela juventude combatente em todo o Brasil, surgia o Grupo Agreste. Imersos na efervescência da música regional, um dos marcos culturais da década de 1970, uma turma de jovens rapazes, oriundos de vários cantos do norte mineiro e reunidos em Montes Claros (MG), fundava esse grupo que se tornaria uma genuína expressão da cultura popular brasileira.

 

REPÚDIO E REPULSA À COVARDE AGRESSÃO AOS COMPANHEIROS DA FIP-RJ E DO MEPR, PERPETRADA PELO PSTU NA UERJ! NÃO PASSARÃO! - IGOR MENDES -

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Recebi com intensa indignação os informes a respeito da agressão vil, covarde e torpemente orquestrada pela DIREÇÃO DO PSTU contra uma reunião da comissão de cultura da FIP-RJ. Li enojado as notas daquela agremiação sindical-eleitoreira (não pensem que seja exatamente uma tarefa fácil fazer esses documentos chegarem às minhas mãos, porque não estou de férias num spa, mas num presídio de segurança máxima), e não sem alguma surpresa vi que, em meio a calúnias de toda ordem, misturando uma visão deturpada da história com fatos referentes a uma assembléia estudantil na UERJ, admitem que sim, houve a agressão contra nossos companheiros e companheiras. Esse é o dado fundamental. Uma reunião do movimento popular foi invadida, na calada da noite – sempre os criminosos optam por cometer suas ações infames diante do menor número possível de testemunhas – e seis pessoas, repito, seis pessoas, foram cercadas e agredidas por cinqüenta esbirros que premeditaram uma emboscada. Os “campeões” do combate ao machismo agrediram companheiras nossas – e, fato monstruoso – um professor, Tiago Hastenreiter, figura que conheço desde a época em que eu era secundarista, agrediu sua aluna, uma menina, a nossa querida e valente Ludmila.

 

Calar-se diante disso, por conchavos de qualquer espécie, é tão imoral como calar-se diante da perseguição política, que já chegou ao nível de longos encarceramentos, movida pelo Estado e pela gerência PT/PMDB (nas esferas nacional e estadual) contra os lutadores. Silenciar diante de fatos tão graves é como dizer mil palavras, passando com armas e bagagens para o campo da reação.

 

Nós que somos militantes sabemos que cinquenta pessoas de uma mesma organização, muitas delas dirigentes, não se reuniram e tomaram uma atitude canalha como está por impulso, sabiam perfeitamente com quem estavam mexendo, em que momento (temos companheiros presos, na clandestinidade, e um julgamento de exceção chegando à fase das sentenças), e quais seriam as conseqüências – quando menos, a repercussão imensa do episódio. Trata-se, a todas as luzes, de ação orquestrada, que contou no mínimo com aval da Direção Nacional desse partido. Que, com essa atitude criminosa, acrescentou mais um capítulo à sua triste história de traições à classe operária e ao povo brasileiro.

 

Fico me perguntando a que tradições tanto se remetem: seria terem ajudado a criar o lulismo, erguendo com ele e sua turma o “novo sindicalismo” de pelegos e mafiosos que moldou o que é hoje esse torpe movimento sindical-estatal que temos? Estarem aí há vinte anos pedindo votos sem qualquer êxito, minguando ano após ano? Terem sido rechaçados pelo maior movimento de massas das últimas décadas do Brasil, as jornadas de junho, classificando de “fascista” a juventude combatente ao mesmo tempo em que mendigava uma “unidade” com o mesmo PT que mandava exército e força nacional descer o porrete nas manifestações? Terem ido para casa durante a Copa do mundo, traindo a si mesmos, quando prometeram que “na Copa haveria Luta” (vi com meus próprios olhos como sabotaram vergonhosamente a greve dos rodoviários, encaminhando-a para uma derrota)? Alguém deve lembra-los que a história política do Brasil não começou com a fundação do PT (já contava então nosso proletariado com um século de lutas), e que quando eles começaram a ganhar alguma expressão todos os direitos trabalhistas fundamentais – os mesmos que o PT ora ataca – já estavam conquistados.

 

1995/2015: 20 anos levantando a bandeira de que REBELAR-SE É JUSTO!

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O passo inicial para a construção do MEPR foi dado durante o XXX Congresso da UBES realizado na cidade de Goiânia em 1995, quando tomamos a histórica decisão de romper com o velho movimento estudantil oportunista e eleitoreiro de UNE/UBES. Éramos a segunda maior bancada do congresso com delegados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco e Pará. Nossos companheiros eram os mais organizados, combativos e disciplinados de todo o Congresso e nossa tese Rebelião era a mais profunda e revolucionária, lançando as bases para o novo caminho que apontávamos para os estudantes e a juventude brasileira.

Passados 20 anos, percorremos um caminho difícil e tortuoso que nos trouxe ao que somos hoje, a corrente democrático-revolucionária do movimento estudantil brasileiro forjada em duas décadas de duras e permanentes batalhas junto aos estudantes de nosso povo a serviço da Revolução Democrática, ininterrupta ao Socialismo. E o fato de celebrarmos os 20 de nosso rompimento com o oportunismo assistindo ao grande fracasso dos 13 anos de gerenciamento da frente eleitoreira de Dilma Rousseff (PT/PMDB/PSB/Pecedobê) é uma contundente comprovação da justeza daquela histórica decisão.


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TRÊS POEMAS - Mao Tse Tung

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O primeiro dêstes poemas foi escrito ao término da Longa Marcha, quando o Exército Vermelho perfez a ascensão da última das elevadas montanhas na estrada de Ienan. O "monstro" não se refere diretamente a Chiang Kai Chek ou aos japonêses: Mao Tse Tung explica a expressão dizendo fazer referência simplesmente "ao inimigo que habita entre nós". A forma do poema obedece aos moldes clássicos, sendo os versos escritos em cinco caracteres.

O segundo poema foi escrito pouco antes de sua chegada a Ienan e representa uma espécie de salmo em louvor da avançada dos exércitos vermelhos. A maioria dos nomes citados no poema refere-se a lugares onde foram travadas batalhas. Os "Três Exércitos" não dizem respeito às quatro armadas que participaram da Longa Marcha, mas trata-se de um têrmo técnico tão antigo quanto a Dinastia Chu, usado para descrever os exercitos dos imperadores chineses. A expressão "Exército Vermelho", no primeiro verso, é igualmente um têrmo arcaico, e seria de fácil compreensão nos tempos de Confúcio, quando tinha o significado de "a bela armada", sendo que a palavra "vermelho" na China e na Rússia tem uma acepção que evoca antes as idéias de alegria e beleza do que a de côr.

"A Neve", como é mais conhecido o terceiro poema, é uma espécie de relatório da situação da China, começando por uma evocação da paisagem chinesa, que se transforma em seguida numa bela e jovem camponesa, por quem os imperadores do passado e do presente sustentaram um guerra sem têrmo. O verso "Anseio bater-me com os céus" possui uma intraduzível majestade no idioma original, sem encerrar, contudo, nenhum orgulho da parte do poeta, que fala a proposito do avião, da paisagem e do povo, não de si próprio. No verso final, a flecha é disparada. Aí, a nota de grandeza autêntica se faz evidente e o nosso século reivindica em relação ao passado fica expresso claramente. Os críticos consideram "A Neve" 'um dos mais belos poemas da língua'.

Estes poemas foram traduzidos do chinês por Robert Payne. Não conseguindo obter essa tradução, elaboramos a nossa através da versão francesa de Janine Mitaud, feita sobre a inglêsa de Payne, mas que --- dizem --- foi mais feliz, - IVO BARROSO

 

Propaganda da Revolução nos muros da cidade e do campo

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Diante de todo o aprofundamento da crise que assola o Brasil e dos ataques contra o povo da gerência Temer (PMDB/FMI), temos visto, cada vez mais, manifestações de diversas formas defendendo os direitos do povo e apontando o caminho da luta revolucionária como única forma de resolver os problemas do nosso país. No país inteiro, de norte a sul, a juventude combatente e os revolucionários tem deixado sua mensagem de que a rebelião se justifica. Os muros no campo e na cidade tem demonstrado isso.

 


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