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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

Milhões dizem Não à Farsa Eleitoral

Milhões dizem Não! à farsa eleitoral!

Não podemos desprezar o peso do diuturno bombardeio movido, simultaneamente, pela máquina estatal, partidos políticos e monopólios de imprensa, ademais das igrejas, convocando a população a votar. Trata-se, realmente, de um massacre, intensificado na última semana de campanha. Diante disso, verificar o aumento do número de votos nulos, brancos e, sobretudo, abstenções, é sintomático de quanto a população brasileira não legitima, repudia mesmo, essa falsa democracia vigente em nosso país.

Vamos aos dados. Segundo o TSE, 16,41% das pessoas aptas a votar não compareceram às urnas no domingo, significando 22.735.725 de brasileiros (ou seja, quase 23 milhões de pessoas) que disseram não às eleições. Esse número indica crescimento de abstenções em relação às eleições municipais de 2008, quando o percentual de não-comparecimento atingiu a casa dos 14,53%. Interessante observar que cresce o número de abstenções apesar de ter aumentado exponencialmente o volume de dinheiro mobilizado nas campanhas, que esse ano foram 33% mais caras que as de 2008 (como mostramos em matéria anterior, já foram gastos até aqui R$ 1 bilhão de reais, quantia que até o fim do 2º turno pode atingir os R$ 3 bilhões).

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Anotações ao livro de Bakunin “O Estado e a anarquia”*

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Publicamos abaixo importante trabalho crítico elaborado por Marx em 1874 a respeito do livro de Bakunin “O Estado e a anarquia”. O texto possui tanto maior interesse porque, na crítica às concepções bakuninistas, expõe Marx de maneira positiva vários aspectos centrais a respeito do comunismo científico, principalmente no que diz respeito à questão do Estado em geral e da ditadura do proletariado em particular. Sendo anotações à margem do texto, embora não seja uma obra sistemática, oferece assim uma síntese bastante precisa a respeito de questões fundamentais que há século e meio separaram anarquistas e comunistas no interior da I Internacional.

 

1995/2015: 20 anos levantando a bandeira de que REBELAR-SE É JUSTO!

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O passo inicial para a construção do MEPR foi dado durante o XXX Congresso da UBES realizado na cidade de Goiânia em 1995, quando tomamos a histórica decisão de romper com o velho movimento estudantil oportunista e eleitoreiro de UNE/UBES. Éramos a segunda maior bancada do congresso com delegados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco e Pará. Nossos companheiros eram os mais organizados, combativos e disciplinados de todo o Congresso e nossa tese Rebelião era a mais profunda e revolucionária, lançando as bases para o novo caminho que apontávamos para os estudantes e a juventude brasileira.

Passados 20 anos, percorremos um caminho difícil e tortuoso que nos trouxe ao que somos hoje, a corrente democrático-revolucionária do movimento estudantil brasileiro forjada em duas décadas de duras e permanentes batalhas junto aos estudantes de nosso povo a serviço da Revolução Democrática, ininterrupta ao Socialismo. E o fato de celebrarmos os 20 de nosso rompimento com o oportunismo assistindo ao grande fracasso dos 13 anos de gerenciamento da frente eleitoreira de Dilma Rousseff (PT/PMDB/PSB/Pecedobê) é uma contundente comprovação da justeza daquela histórica decisão.


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Grupo Agreste, expressão histórica da cultura popular

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Em tempos de vigorosa luta popular, de contínuos embates entre as forças da reação e os democratas e revolucionários, de revolta e rebelião, tempos como os vivenciados em 2013 pela juventude combatente em todo o Brasil, surgia o Grupo Agreste. Imersos na efervescência da música regional, um dos marcos culturais da década de 1970, uma turma de jovens rapazes, oriundos de vários cantos do norte mineiro e reunidos em Montes Claros (MG), fundava esse grupo que se tornaria uma genuína expressão da cultura popular brasileira.

 

Propaganda da Revolução nos muros da cidade e do campo

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Diante de todo o aprofundamento da crise que assola o Brasil e dos ataques contra o povo da gerência Temer (PMDB/FMI), temos visto, cada vez mais, manifestações de diversas formas defendendo os direitos do povo e apontando o caminho da luta revolucionária como única forma de resolver os problemas do nosso país. No país inteiro, de norte a sul, a juventude combatente e os revolucionários tem deixado sua mensagem de que a rebelião se justifica. Os muros no campo e na cidade tem demonstrado isso.

 


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