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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

Milhões dizem Não à Farsa Eleitoral

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Milhões dizem Não! à farsa eleitoral!

Não podemos desprezar o peso do diuturno bombardeio movido, simultaneamente, pela máquina estatal, partidos políticos e monopólios de imprensa, ademais das igrejas, convocando a população a votar. Trata-se, realmente, de um massacre, intensificado na última semana de campanha. Diante disso, verificar o aumento do número de votos nulos, brancos e, sobretudo, abstenções, é sintomático de quanto a população brasileira não legitima, repudia mesmo, essa falsa democracia vigente em nosso país.

Vamos aos dados. Segundo o TSE, 16,41% das pessoas aptas a votar não compareceram às urnas no domingo, significando 22.735.725 de brasileiros (ou seja, quase 23 milhões de pessoas) que disseram não às eleições. Esse número indica crescimento de abstenções em relação às eleições municipais de 2008, quando o percentual de não-comparecimento atingiu a casa dos 14,53%. Interessante observar que cresce o número de abstenções apesar de ter aumentado exponencialmente o volume de dinheiro mobilizado nas campanhas, que esse ano foram 33% mais caras que as de 2008 (como mostramos em matéria anterior, já foram gastos até aqui R$ 1 bilhão de reais, quantia que até o fim do 2º turno pode atingir os R$ 3 bilhões).

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Grupo Agreste, expressão histórica da cultura popular

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Em tempos de vigorosa luta popular, de contínuos embates entre as forças da reação e os democratas e revolucionários, de revolta e rebelião, tempos como os vivenciados em 2013 pela juventude combatente em todo o Brasil, surgia o Grupo Agreste. Imersos na efervescência da música regional, um dos marcos culturais da década de 1970, uma turma de jovens rapazes, oriundos de vários cantos do norte mineiro e reunidos em Montes Claros (MG), fundava esse grupo que se tornaria uma genuína expressão da cultura popular brasileira.

 

GRCP: Escolas a serviço do povo!

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Divulgamos a seguir novo vídeo enviado por um companheiro, no qual retrata as mudanças no sistema de ensino chinês durante a Grande Revolução Cultural Proletária e as transformações que a antecederam durante o processo de Educação Socialista. Ao contrário do sistema de ensino brasileiro, que está a serviço do capitalismo burocrático e das podres classes dominantes que o dirigem a serviço do imperialismo, ao contrário de escolas que tratam estudantes como detentos e professores e funcionários como servos, na China Popular uma larga transformação ocorreu nas escolas para que estas se colocassem verdadeiramente a serviço do povo.

Como é retratado no vídeo, desde pequenas as crianças aprendem a importância do trabalho coletivo, enquanto nutrem valores socialistas de trabalhar em prol da sociedade e pelo desenvolvimento de todos, combatendo o individualismo e egoísmo, podres "valores morais" da velha sociedade capitalista. A prática de esportes, música, dança e artes em geral, bem como o aprendizado de ofícios que atendem as necessidades das comunidades em torno das escolas permitem aos estudantes uma vivência muito mais plena da sua juventude, sem a necessidade do uso de drogas "pra escapar da realidade" ou de outros vícios ou práticas que diminuem a condição dos jovens de membros ativos da sociedade, particularmente da construção socialista em curso na época. Com as transformações no sistema de ensino, a China Popular deu um passo importante, proporcionando mais cabalmente as condições reais para juventude cumprir o seu dever revolucionário de SERVIR AO POVO DE TODO CORAÇÃO.

OBSERVAÇÃO: É preciso ativar as legendas do Youtube e configurá-las para Portguês. Note-se que quando o vídeo se refere aos "pequenos soldados vermelhos", está na verdade fazendo referência aos Guardas Vermelhos, organização da juventude revolucionária que teve um papel importântíssimo no despertar das labaredas da Grande Revolução Cultural Proletária, por desmascarar, denunciar e combater o seguidores do caminho capitalista e demais revisionistas do seio do Estado Proletário e do próprio Partido Comunista Chinês, e levar adiante uma verdadeira revolução na alma da sociedade, extirpando-a de todas as expressões da atrasada ideologia burguesa, seja nas artes, na cultura, educação, em toda a superestrutura da sociedade.
CELEBRAR OS 50 ANOS DA GRANDE REVOLUÇÃO CULTURAL PROLETÁRIA


 

1995/2015: 20 anos levantando a bandeira de que REBELAR-SE É JUSTO!

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O passo inicial para a construção do MEPR foi dado durante o XXX Congresso da UBES realizado na cidade de Goiânia em 1995, quando tomamos a histórica decisão de romper com o velho movimento estudantil oportunista e eleitoreiro de UNE/UBES. Éramos a segunda maior bancada do congresso com delegados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco e Pará. Nossos companheiros eram os mais organizados, combativos e disciplinados de todo o Congresso e nossa tese Rebelião era a mais profunda e revolucionária, lançando as bases para o novo caminho que apontávamos para os estudantes e a juventude brasileira.

Passados 20 anos, percorremos um caminho difícil e tortuoso que nos trouxe ao que somos hoje, a corrente democrático-revolucionária do movimento estudantil brasileiro forjada em duas décadas de duras e permanentes batalhas junto aos estudantes de nosso povo a serviço da Revolução Democrática, ininterrupta ao Socialismo. E o fato de celebrarmos os 20 de nosso rompimento com o oportunismo assistindo ao grande fracasso dos 13 anos de gerenciamento da frente eleitoreira de Dilma Rousseff (PT/PMDB/PSB/Pecedobê) é uma contundente comprovação da justeza daquela histórica decisão.


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Edições Seara Vermelha

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