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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

1995/2015: 20 anos levantando a bandeira de que REBELAR-SE É JUSTO!

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O passo inicial para a construção do MEPR foi dado durante o XXX Congresso da UBES realizado na cidade de Goiânia em 1995, quando tomamos a histórica decisão de romper com o velho movimento estudantil oportunista e eleitoreiro de UNE/UBES. Éramos a segunda maior bancada do congresso com delegados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco e Pará. Nossos companheiros eram os mais organizados, combativos e disciplinados de todo o Congresso e nossa tese Rebelião era a mais profunda e revolucionária, lançando as bases para o novo caminho que apontávamos para os estudantes e a juventude brasileira.

Passados 20 anos, percorremos um caminho difícil e tortuoso que nos trouxe ao que somos hoje, a corrente democrático-revolucionária do movimento estudantil brasileiro forjada em duas décadas de duras e permanentes batalhas junto aos estudantes de nosso povo a serviço da Revolução Democrática, ininterrupta ao Socialismo. E o fato de celebrarmos os 20 de nosso rompimento com o oportunismo assistindo ao grande fracasso dos 13 anos de gerenciamento da frente eleitoreira de Dilma Rousseff (PT/PMDB/PSB/Pecedobê) é uma contundente comprovação da justeza daquela histórica decisão.


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GRCP: Escolas a serviço do povo!

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Divulgamos a seguir novo vídeo enviado por um companheiro, no qual retrata as mudanças no sistema de ensino chinês durante a Grande Revolução Cultural Proletária e as transformações que a antecederam durante o processo de Educação Socialista. Ao contrário do sistema de ensino brasileiro, que está a serviço do capitalismo burocrático e das podres classes dominantes que o dirigem a serviço do imperialismo, ao contrário de escolas que tratam estudantes como detentos e professores e funcionários como servos, na China Popular uma larga transformação ocorreu nas escolas para que estas se colocassem verdadeiramente a serviço do povo.

Como é retratado no vídeo, desde pequenas as crianças aprendem a importância do trabalho coletivo, enquanto nutrem valores socialistas de trabalhar em prol da sociedade e pelo desenvolvimento de todos, combatendo o individualismo e egoísmo, podres "valores morais" da velha sociedade capitalista. A prática de esportes, música, dança e artes em geral, bem como o aprendizado de ofícios que atendem as necessidades das comunidades em torno das escolas permitem aos estudantes uma vivência muito mais plena da sua juventude, sem a necessidade do uso de drogas "pra escapar da realidade" ou de outros vícios ou práticas que diminuem a condição dos jovens de membros ativos da sociedade, particularmente da construção socialista em curso na época. Com as transformações no sistema de ensino, a China Popular deu um passo importante, proporcionando mais cabalmente as condições reais para juventude cumprir o seu dever revolucionário de SERVIR AO POVO DE TODO CORAÇÃO.

OBSERVAÇÃO: É preciso ativar as legendas do Youtube e configurá-las para Portguês. Note-se que quando o vídeo se refere aos "pequenos soldados vermelhos", está na verdade fazendo referência aos Guardas Vermelhos, organização da juventude revolucionária que teve um papel importântíssimo no despertar das labaredas da Grande Revolução Cultural Proletária, por desmascarar, denunciar e combater o seguidores do caminho capitalista e demais revisionistas do seio do Estado Proletário e do próprio Partido Comunista Chinês, e levar adiante uma verdadeira revolução na alma da sociedade, extirpando-a de todas as expressões da atrasada ideologia burguesa, seja nas artes, na cultura, educação, em toda a superestrutura da sociedade.
CELEBRAR OS 50 ANOS DA GRANDE REVOLUÇÃO CULTURAL PROLETÁRIA


 

FERP/CHILE: DERROTAR A "REFORMA" EDUCAIONAL COM LUTA!

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Retirado do Boletim La Rebelion se Justifica nº 7 - disponível em: ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

Movimento Estudantil
DERROTAR A "REFORMA" EDUCAIONAL COM LUTA!

 

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Durante o mês de Abril, foram aprovadas uma série de medidas para a Educação Superior, a suposta "reforma", e por parte do governo foi prometido o fim do Crédito com Aval do Estado (CAE) para o segundo semestre. Entre as medidas estão: criação de uma subsecretaria e superintendencia de educação, obrigatoriedade da acreditação, estabelecimento da bolsa gratuidade por lei, etc.

Esta "reforma" não faz mais que manter intacto o capitalismo burocrático na educação e não incorpora nenhuma das demandas do Movimento Estudantil. Assim, por exemplo, hoje, 80% das matrículas em educação superior estão nas instituições privadas, o que gera uma alta segregação e um grande negócio para os bancos e os donos daquelas universidades. Que diz a reforma sobre isto? "Consagra a educação como um sistema mista" entre universidades públicas e privas, isto é, não muda nenhum fio de cabelo desta questão.

Sobre gratuidade, planteia mantera a atual bolsa e aumentá-la progressivamente dependendo da situação econômica do país. Porém, esta bolsa nõa foi mais que uma mudança de nome e de gestão de recursos, passando fundas das outras para criar esta. Assim, o gasto em benefícios estudantis da educação superior de 2016, ano em que se inicia esta bolsa, foi inclusive menor que os anteriores. Em relação ao seu aumento progressivo, não faz mais que gerar falsas ilusões.

Finalmente, a eliminação do CAE é uma promessa de legislar o segundo semestre para mudar este crédito por um estatal. Isto é: seguir endividando-se para estudar, agora não mais enriquecendo os bancos privados, e sim ao capital monopolista estatal.

Ademais, sobre a atual dívida de mais de um milhão de estudantes pelo CAE planteou a ministra que "é impossível perdoá-la" em condições que o mesmo velho Estado perdoou empresas por quantidades gigantescas (o perdão à Johnson's custou mais de 100 milhões de dólares).

Corresponde derrotar esta "reforma", impulsionando o protesto popular, passeatas, manifestações, etc e mobilizar a outros setores do povo. Terá vital importância este ano não deixar-se enganar pela farsa eleitoral.

Os estudantes revolucionários devem aprofundar a luta por uma verdadeira gratuidade, para golpear os bolsos da grande burguesia, luta pelo perdão total das dívidas e pela plataforma revolucionária de educação gratuita, científica, nacional e a serviço do povo.


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Edições Seara Vermelha

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Rondônia: Abaixo a militarização das escolas!

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O Brasil é atingido pela pior crise de sua história, crise cuja base é a economia atrasada de nosso país, mas que tem seus reflexos políticos, sociais, etc. O velho Estado brasileiro e todos os corruptos partidos desse podre sistema político tem realizado todo tipo de ataques aos direitos dos trabalhadores, congelamento de gastos com saúde e educação, reforma trabalhista, reforma da previdência, reforma do ensino médio, etc. A educação pública também tem sido duramente atacada e uma situação que já era ruim nas escolas e universidades públicas tem se tornado calamitosa.

Nas escolas, particularmente, a situação que se verifica no país inteiro é de extrema precarização, são péssimas condições de infraestrutura, falta tudo: desde canetas para os professores escreverem nos quadros até merenda pros estudantes; isso para não falar das condições de trabalho degradantes que os professores tem de enfrentar com turmas superlotadas, extensa e intensa jornada de trabalho e baixíssimos salários. Nessa situação dizer que a educação está ruim e precisa de uma melhoria imediata é dizer o óbvio, a questão é: como resolver esses graves problemas na educação pública?

Uma das formas, mas não a única, com que o velho Estado brasileiro tem respondido a essa questão é com a militarização das escolas, ou seja, a entrega da direção e da gestão das escolas às polícias militares dos estados. Aqui em Rondônia o gerenciamento estadual de Confúcio Moura (PMDB) está promovendo a militarização de escolas da capital e do interior, apoiado nos argumentos principais que a militarização promove: melhoria da qualidade do ensino, uma maior disciplina por parte dos estudantes, combate à delinquência e ao consumo de drogas, entre outros. Afirmamos com toda segurança que esses argumentos são falaciosos. Por quê?

Vejamos, essa tão elogiada “disciplina” nas escolas militarizadas como na atuação em geral da polícia nada mais é do que a velha repressão comum a essas instituições militares. É evidente que, com medo do castigo severo, os estudantes vão passar a ter “bom comportamento” e não por valorizarem o aprendizado, ou seja, na prática a escola vai se tornar mais uma prisão para os jovens, tendo a polícia como diretores e carcereiros. Em relação às drogas funciona da mesma forma, mas a culpa do alto consumo de drogas entre os jovens não é da escola, mas sim do próprio Estado brasileiro e das classes dominantes que estimulam e facilitam a alcoolização e drogatização da sociedade em geral e da juventude em particular pois esse é um negócio bastante lucrativo.

 


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