gototopgototop
MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

Edições Seara Vermelha

Avaliação do Usuário: / 3
PiorMelhor 

SearaVermelha_phixr2

 

ESTUDANTES DE GOIÂNIA REALIZAM VISITA AO CAMPO

Avaliação do Usuário: / 1
PiorMelhor 

 No período de 14 de abril a 22 de abril estudantes de Goiânia se organizaram em torno de uma proposta: fortalecer a aliança entre o campo e a cidade. Os estudantes visitaram várias áreas camponesas no norte de Minas Gerais e puderam ver com seus próprios olhos o avanço do processo de tomadas de terras  e da Revolução Agrária que se espalha por todo o Brasil.

Os estudantes participaram de atividades do dia-a-dia dos camponeses, tais como capinar a área comunitária de um assentamento para um evento da comunidade e compareceram à moda de viola debaixo do lindo céu estrelado do sertão. Os estudantes também conheceram a Ponte da Aliança Operário-Camponesa, construída pelos camponeses com seus próprios braços com auxílio de operários da construção civil de Belo Horizonte. Fizeram questão de limpar e pintar a ponte. Mantendo vivo na memória a importância daquela obra e do grande feito que é mudar a sua difícil condição com as próprias mãos e mudar os seus destinos, sem esperar desse velho Estado que tanto prometia e nada fazia para os camponeses.

Além disso, participaram de atividades de produção como colheita e beneficiamento da mandioca, cortar lenha e outras. Os estudantes ainda ajudaram nas atividades de mobilização e em reuniões nos assentamentos e nas cidades da região, com a proposta de celebrar, no mês de junho, os 50 anos da Batalha de Cachoeirinha! Mostrando que o povo não esquecerá jamais suas lutas e seus lutadores e que mais dia, menos derrubarão os seus algozes.

A visita às áreas revolucionárias marcou um salto na decisão ideológica dos estudantes de servirem ao povo em todas as frentes e de serem tropa de choque da revolução.

 

Todos os participantes saíram com o compromisso de propagandear a luta do campo na cidade, universidades e escolas. Se comprometeram ainda a usar o conhecimento adquirido na cidade em prol dos trabalhadores do campo e da cidade, em defesa da Revolução Agrária e em defesa de uma transformação de fato da condição do povo que só será alcançada com uma Revolução de Nova Democracia ininterrupta ao Socialismo.

DERRUBAR OS MUROS DA UNIVERSIDADE, SERVIR AO POVO NO CAMPO E NA CIDADE!

É TERRA PRA QUEM NELA TRABALHA! E VIVA AGORA E JÁ A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!

 

 

VITORIOSA GREVE GERAL NO DIA 30 COLOCA NA ORDEM DO DIA A REBELIÃO POPULAR CONTRA OS ATAQUES!

Avaliação do Usuário: / 2
PiorMelhor 

bh

Em todo o país organizaram-se massivos e combativos protestos, com manifestações massivas nas cidades e fechamentos de rodovias no campo. Com a Juventude Combatente à frente das ações mais combativas, o conjunto da massa de trabalhadores, estudantes, professores e camponeses responderam os ataques expondo para as classes dominantes reacionárias sua indignação, colocando na ordem do dia novas e maiores rebeliões em defesa de seus direitos!

Em Rondônia, camponeses das áreas Renato Nathan II, Canaã e Raio de Sol fecharam a BR 364 com uma barricada de pneus em chamas logo pela manhã do dia 30/06. Organizados pela Liga dos Camponeses Pobres, camponeses denunciaram os ataques e trouxeram palavras de ordem em defesa da luta pela terra e contra a contrarreforma da previdência.

rondonia_1

No sertão pernambucano, na UPE, local que será sede do 37º Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia - ENEPe, estudantes realizaram passagens em turma nos cursos de Pedagogia e Licenciaturas panfletando a carta da Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia - ExNEPe “TODOS E TODAS À GREVE GERAL! - Radicalizar a luta e avançar na organização nacional da Pedagogia!”.

No Rio de Janeiro, pela manhã servidores e estudantes da Uerj organizaram uma aula pública em frente ao Palácio Guanabara, sede do gerenciamento estadual. A Uerj, que sofre o maior ataque de sua história, passa por uma situação crítica, sem bandejão e com um atraso de 3 meses no salário dos professores.

rj_1

Já no final da tarde organizou-se um combativo ato no centro da cidade, que contou com um bloco vermelho composto da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP), com participação de militantes do MEPR, do Movimento Feminino Popular - MFP e da Unidade Vermelha - UV-LJR.

Com mais de 30 mil presentes, o ato, após se concentrar na Candelária, seguiu até a Central do Brasil, onde passam diariamente milhares de trabalhadores. Passando por cima da infiltração de policiais à paisana (P2’s), a manifestação seguiu até o local determinado e ao chegar lá a massa não se conteve e respondeu à altura as tentativas de repressão por parte da Polícia Militar de Pezão.

rj_2

O que se viu, a partir daí, foi a brava resistência das massas, que dividiu o bloco da repressão com paus, pedras, bombas e rojões. Enquanto os cães de guarda do velho Estado corriam, em desespero, a massa seguia sua manifestação, erguendo barricadas, entoando palavras de ordem em defesa de seus direitos, balançando suas bandeiras e estendendo suas faixas, até a dispersão da manifestação.

Em Belo Horizonte, houve também uma combativa manifestação pela manhã, que contou com a participação de várias categorias que cruzaram os braços no dia de luta.

Trazendo à frente uma faixa exigindo a liberdade de todos os presos políticos da Índia, esrtava um bloco combativo e classista composto pela Liga Operária, Luta Popular e Sindical (LPS), Sindicato dos Trabalhadores da Construção de Belo Horizonte e Região (Marreta), Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação (Moclate), Sindicato dos Correios, Sindicato dos Empregados em Empresas de Serviços de Informática e Similares do Estado de Minas Gerais (Sindados), Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), UV- LJR, dentre outros movimentos classistas, que interviu no ato erguendo alto a consigna contra as “reformas” de Temer e sua quadrilha.

rondonia_2

 

Abaixo Temer e toda sua Quadrilha!

Ir ao combate sem temer! Ousar Lutar, Ousar Vencer!

Rebelar-se é Justo!

 

FERP/CHILE: DERROTAR A "REFORMA" EDUCAIONAL COM LUTA!

Avaliação do Usuário: / 1
PiorMelhor 
Retirado do Boletim La Rebelion se Justifica nº 7 - disponível em: ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

Movimento Estudantil
DERROTAR A "REFORMA" EDUCAIONAL COM LUTA!

 

Chile4

Durante o mês de Abril, foram aprovadas uma série de medidas para a Educação Superior, a suposta "reforma", e por parte do governo foi prometido o fim do Crédito com Aval do Estado (CAE) para o segundo semestre. Entre as medidas estão: criação de uma subsecretaria e superintendencia de educação, obrigatoriedade da acreditação, estabelecimento da bolsa gratuidade por lei, etc.

Esta "reforma" não faz mais que manter intacto o capitalismo burocrático na educação e não incorpora nenhuma das demandas do Movimento Estudantil. Assim, por exemplo, hoje, 80% das matrículas em educação superior estão nas instituições privadas, o que gera uma alta segregação e um grande negócio para os bancos e os donos daquelas universidades. Que diz a reforma sobre isto? "Consagra a educação como um sistema mista" entre universidades públicas e privas, isto é, não muda nenhum fio de cabelo desta questão.

Sobre gratuidade, planteia mantera a atual bolsa e aumentá-la progressivamente dependendo da situação econômica do país. Porém, esta bolsa nõa foi mais que uma mudança de nome e de gestão de recursos, passando fundas das outras para criar esta. Assim, o gasto em benefícios estudantis da educação superior de 2016, ano em que se inicia esta bolsa, foi inclusive menor que os anteriores. Em relação ao seu aumento progressivo, não faz mais que gerar falsas ilusões.

Finalmente, a eliminação do CAE é uma promessa de legislar o segundo semestre para mudar este crédito por um estatal. Isto é: seguir endividando-se para estudar, agora não mais enriquecendo os bancos privados, e sim ao capital monopolista estatal.

Ademais, sobre a atual dívida de mais de um milhão de estudantes pelo CAE planteou a ministra que "é impossível perdoá-la" em condições que o mesmo velho Estado perdoou empresas por quantidades gigantescas (o perdão à Johnson's custou mais de 100 milhões de dólares).

Corresponde derrotar esta "reforma", impulsionando o protesto popular, passeatas, manifestações, etc e mobilizar a outros setores do povo. Terá vital importância este ano não deixar-se enganar pela farsa eleitoral.

Os estudantes revolucionários devem aprofundar a luta por uma verdadeira gratuidade, para golpear os bolsos da grande burguesia, luta pelo perdão total das dívidas e pela plataforma revolucionária de educação gratuita, científica, nacional e a serviço do povo.


chile2

 

NOVA GREVE NA UERJ!

 

Retirado do Portal do ANDES, com informações e imagem da Asduerj-SSind

Por salários e orçamento, docentes da Uerj decretam greve

Diante do cenário caótico da educação superior estadual do Rio de Janeiro, em que os servidores não recebem salários há três meses e não há condições financeiras de manutenção das atividades acadêmicas, os docentes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) decidiram entrar em greve a partir de 1º de agosto, data prevista para o início do semestre letivo. A decisão foi tomada em assembleia geral realizada na quinta-feira (6).

Em nota, a Associação dos Docentes da Uerj (Asduerj – Seção Sindical do ANDES-SN) explicitou a posição da categoria sobre a impossibilidade de iniciar o semestre letivo. “Três meses após a decisão da Reitoria da Uerj de iniciar as aulas do semestre de 2016.2, mesmo sem salários e bolsas em dia, com o bandejão parado e inúmeras incertezas acerca das condições de funcionamento da Universidade, estamos encerrando de forma melancólica o semestre. Semestre este que foi reduzido a 13 semanas, com indubitáveis prejuízos acadêmicos”, diz a Asduerj-SSind.

Resistimos e chegamos ao fim do semestre, mesmo que aos trancos e barrancos. Mas, decididamente, não dá para iniciar o próximo semestre deste mesmo jeito. Por isso, nós docentes demos um basta: ou o governo estadual paga o que nos deve ou não iniciaremos o próximo semestre”, completa a nota da Asduerj-SSind. Uma nova assembleia para discutir a mobilização da categoria está marcada para o dia 1º de agosto.

 


JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL

RVI