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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

VITORIOSA GREVE GERAL NO DIA 30 COLOCA NA ORDEM DO DIA A REBELIÃO POPULAR CONTRA OS ATAQUES!

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Em todo o país organizaram-se massivos e combativos protestos, com manifestações massivas nas cidades e fechamentos de rodovias no campo. Com a Juventude Combatente à frente das ações mais combativas, o conjunto da massa de trabalhadores, estudantes, professores e camponeses responderam os ataques expondo para as classes dominantes reacionárias sua indignação, colocando na ordem do dia novas e maiores rebeliões em defesa de seus direitos!

Em Rondônia, camponeses das áreas Renato Nathan II, Canaã e Raio de Sol fecharam a BR 364 com uma barricada de pneus em chamas logo pela manhã do dia 30/06. Organizados pela Liga dos Camponeses Pobres, camponeses denunciaram os ataques e trouxeram palavras de ordem em defesa da luta pela terra e contra a contrarreforma da previdência.

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No sertão pernambucano, na UPE, local que será sede do 37º Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia - ENEPe, estudantes realizaram passagens em turma nos cursos de Pedagogia e Licenciaturas panfletando a carta da Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia - ExNEPe “TODOS E TODAS À GREVE GERAL! - Radicalizar a luta e avançar na organização nacional da Pedagogia!”.

No Rio de Janeiro, pela manhã servidores e estudantes da Uerj organizaram uma aula pública em frente ao Palácio Guanabara, sede do gerenciamento estadual. A Uerj, que sofre o maior ataque de sua história, passa por uma situação crítica, sem bandejão e com um atraso de 3 meses no salário dos professores.

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Já no final da tarde organizou-se um combativo ato no centro da cidade, que contou com um bloco vermelho composto da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP), com participação de militantes do MEPR, do Movimento Feminino Popular - MFP e da Unidade Vermelha - UV-LJR.

Com mais de 30 mil presentes, o ato, após se concentrar na Candelária, seguiu até a Central do Brasil, onde passam diariamente milhares de trabalhadores. Passando por cima da infiltração de policiais à paisana (P2’s), a manifestação seguiu até o local determinado e ao chegar lá a massa não se conteve e respondeu à altura as tentativas de repressão por parte da Polícia Militar de Pezão.

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O que se viu, a partir daí, foi a brava resistência das massas, que dividiu o bloco da repressão com paus, pedras, bombas e rojões. Enquanto os cães de guarda do velho Estado corriam, em desespero, a massa seguia sua manifestação, erguendo barricadas, entoando palavras de ordem em defesa de seus direitos, balançando suas bandeiras e estendendo suas faixas, até a dispersão da manifestação.

Em Belo Horizonte, houve também uma combativa manifestação pela manhã, que contou com a participação de várias categorias que cruzaram os braços no dia de luta.

Trazendo à frente uma faixa exigindo a liberdade de todos os presos políticos da Índia, esrtava um bloco combativo e classista composto pela Liga Operária, Luta Popular e Sindical (LPS), Sindicato dos Trabalhadores da Construção de Belo Horizonte e Região (Marreta), Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação (Moclate), Sindicato dos Correios, Sindicato dos Empregados em Empresas de Serviços de Informática e Similares do Estado de Minas Gerais (Sindados), Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), UV- LJR, dentre outros movimentos classistas, que interviu no ato erguendo alto a consigna contra as “reformas” de Temer e sua quadrilha.

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Abaixo Temer e toda sua Quadrilha!

Ir ao combate sem temer! Ousar Lutar, Ousar Vencer!

Rebelar-se é Justo!

 

Sobre a Instrução (Lênin)

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Publicamos agora em nossa página um pequeno discurso de Lênin, quase tão breve quanto qualquer informe de luta, que guarda na verdade um profundo significado para todos aqueles rebelados contra a atual situação da educação em nosso país. Nesse discurso pronunciado em 1918, no I Congresso da Instrução da toda a Rússia, o chefe da Revolução de Outubro, após analisar a situação da guerra e da revolução na Europa, aborda de forma clara qual o papel da educação e dos educadores no processo de transformação da sociedade. Do mesmo modo em que os oprimidos necessitam de conhecimentos para poder triunfar, os educadores necessitam participar da vida e da luta se querem que seu trabalho não se converta num instrumento de dominação da burguesia. Acreditamos que esse debate é de grande relevância, e atualidade, porque quando os estudantes não só no Brasil, mas no mundo inteiro, se levantam em defesa do sistema de ensino e de sua qualidade, é inseparável responder à questão: que ensino e à serviço de que classe? Sem dúvida, a intervenção de Lênin joga uma luz e enriquece a questão, que para nós é um princípio, de que o papel da ciência não pode ser outro que o de servir ao povo. Ou como diria o próprio Lênin, no texto abaixo, “declaramos que a escola não existe à margem da vida e da política, que isto é pura enganação e hipocrisia”.

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KARL MARX - Vladimir Ilitch Lênin

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Figuras do Movimento Operário: Karl Marx

V. I. Lênin
Novembro de 1914

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Karl Marx nasceu em 5 de maio de 1818, em Treves (Prússia Renana). Seu pai, advogado israelita, converteu-se, em 1824, ao protestantismo. Sua família, abastada e culta, não era revolucionária. Terminando os estudos no Liceu de Treves, Marx entrou para a Universidade de Bonn, indo depois para Berlim, onde estudou direito e, sobretudo, história e filosofia. Em 1841, terminava os seus estudos, sustentando uma tese de doutorado sobre a filosofia de Epicuro. Eram, então, as concepções de Marx as de um hegeliano idealista. Fez parte, em Berlim, do círculo dos "hegelianos de esquerda" (Bruno Bauer e outros), que procuravam extrair da filosofia de Hegel conclusões ateias e revolucionárias.

Saindo da Universidade, Marx fixou-se em Bonn, onde contava com uma cadeira de professor. Mas a política reacionária do mesmo governo que, em 1832, afastara Ludwig Feuerbach de sua cátedra, e que, em 1836, recusava o seu retorno à Universidade, e ainda, em 1841, proibia ao jovem professor Bruno Bauer realizar conferencias em Bonn, obrigou a Marx a renunciar à carreira universitária. Nessa época, o desenvolvimento das idéias hegelianas de esquerda estava em franco progresso na Alemanha. Particularmente, a partir de 1836, começou Ludwig Feuerbach a criticar a teologia e a se orientar para o materialismo que, em 1841, já aceitava inteiramente, como se verifica em a A essência do cristianismo; em 1843, eram publicados os seus Princípios da Filosofia do Futuro.

 

A Farsa de R$ 1 bi

Uma farsa de 1 bilhão de reais:


“Mas se gritar pega ladrão, não sobre um meu irmão”

(Bezerra da Silva)


Essa semana foram publicizados, pelo TSE, novos dados a respeito dos gastos dos candidatos a prefeito e vereador em todo o País. Refere-se aos gastos declarados compreendidos no período de 06 de julho a 06 de setembro. Mesmo os gastos declarados (frisamos essa palavra por motivos óbvios) são incríveis: já foram torrados na farsa eleitoral, em apenas dois meses de campanha nas ruas, R$ 975 milhões, significando um aumento de 33% em relação aos gastos praticados nas últimas eleições municipais, em 2008. Especialistas apontam que, até o fim do segundo turno, os gastos devem atingir os R$ 3 bilhões.1

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Cadê tu, Amarildo?

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Este texto é um poema slam, feito para ser falado/recitado. É uma rica expressão da cultura popular. Publicamos como parte de nosso esforço em valorizar os verdadeiros artistas populares. Foi escolha do autor utilizar a linguagem coloquial e não conjugar a segunda pessoa de acordo com a norma culta.

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Por Marcelo Caetano

Amarildo, cadê tu, Amarildo? Todos te gritam, te chamam, mas nada de você, Amarildo. Onde está teu corpo? O que fizeram com tua carne? Em que vala te jogaram, Amarildo? Responde, Amarildo.

Se tu fosse filho de desembargador, já tinha aparecido, nem tinham te levado, Amarildo. Mas, eita, que azar, hein?! Foi logo ser pescador, Amarildo. Foi morar na favela, viver em barraco, ser pobre. Porque tu fez isso, Amarildo? Tem uns aí que vão dizer que te faltou luta. Não foi desembargador porque não quis, porque não lutou, porque não correu atrás.

 


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