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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

Editorial - JEP18: Preparar a Greve Geral contra a “Pátria Educadora” de Dilma Rousseff (PT) / Banco Mundial!

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Dilma Rousseff (PT) anuncia “pacotão” de cortes e ataques ditados pelo FMI/Banco Mundial

 

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O discurso cometido pela gerenta Dilma Rousseff (PT) no último dia 08 de março, sob o pretexto de homenagear as mulheres brasileiras, é a confissão de mais crimes premeditados pelo gerenciamento oportunista de PT/PMDB/PSB/pecedobê contra os já pisoteados direitos do povo. Anuncia-se, travestido de um “ajuste fiscal” destinado a assegurar a “estabilidade econômica” e a continuidade do “crescimento” da economia nacional, todo um pacotão de medidas ditadas pelo FMI/Banco Mundial: corte de recursos para educação e saúde, cortes de direitos trabalhistas e previdenciários; aumentos de combustível, luz, água e transporte, aumento da já insuportável carga tributária sobre os assalariados e as pequenas e médias empresas.

O que governos federal e estaduais fazem é aprofundar a dominação do capital imperialista sobre o país através da imposição da política econômica e social e pela ação direta das transnacionais que dominam o grosso da produção, dos bancos e do comércio. Nunca a economia do país foi levada a um grau tão crítico de desnacionalização e desindustrialização. As taxas de juros são as mais altas do mundo, a carga da arrecadação de impostos equivalendo a quase 40% de toda a produção do país. O Brasil mais uma vez entra em recessão e anuncia-se a quebradeira geral das pequenas e médias empresas – principalmente do comércio e serviços (que empregam a imensa maioria dos trabalhadores) levando inevitavelmente a uma onda massiva de desemprego. Como nunca o governo submisso despeja o financiamento do dinheiro público na produção de produtos primários para exportação (soja, cana para biodiesel, minério, gado) de baixo valor no mercado, ou seja, o chamado “agronegócio”.

Mas o tempo da enganação acabou. Assim como FHC, Lula e Dilma fizeram de tudo para encobrir os impactos da crise do sistema imperialista na economia brasileira, de olho na reeleição. No segundo mandato de Lula, o Brasil recebeu uma enxurrada de capital especulativo atraído pelas criminosas taxas de juros praticadas no país. Foi a farra do famigerado crédito consignado, do cartão de crédito, do estímulo ao consumo desenfreado; foram centenas de bilhões de dólares tomados em empréstimo pelo BNDES e repassados a juros subsidiados para o financiamento de obras do interesse da grande burguesia e do latifúndio além da montanha de dinheiro público torrado na farra da Fifa.

 

"Metade dos documentos de posse de terra no Brasil é ilegal"

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Reproduzimos de http: www.cptnacional.org.br/

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O geógrafo, pesquisador e professor da USP Ariovaldo Umbelino fala sobre a situação de propriedades que utilizam terras retiradas do patrimônio público ilegalmente, os famosos casos de grilagem, e também se diz contrário ao programa “Terra Legal” do Governo Federal. (Por Marcella Lourenzetto, Carta Capital)

 

“Nós temos no Brasil hoje um numero elevadíssimo de escrituras onde não há fazendas”, comenta o geógrafo. Ele explica que no país existe um número alto de fraudes na documentação de terras, principalmente em municípios com importância econômica, como em São Félix do Xingu, no Pará, que possui o segundo maior rebanho de carne bovina do país.

No começo de 2012, o geógrafo integrou um grupo que realizou um comparativo entre o processo de retomada das terras devolutas do portal do Paranapanema, em São Paulo, com o que estava acontecendo em São Félix do Xingu. Advogados da Faculdade de Direito do Pará também participaram do projeto e o pesquisador liderou a equipe que foi a campo analisar a situação da região.

“Nós verificamos que, na realidade, praticamente 100% dos documentos legais do cartório têm que ser anulados, porque são falsos. A corregedoria do Pará anulou todas as escrituras registradas no cartório de registro de imóveis de São Félix do Xingu”, afirma. E também indaga: “Ninguém é dono das terras mais. Bem, dono do papel. Mas quem está lá na fazenda hoje?”.

 

Contribuições da Camarada Chiang Ching para a GRCP

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 Nos dias 28 e 29 de maio o MEPR organizou em BH uma séries de estudos sobre a Grande Revolução Cultural Proletária, celebrando os 50 anos deste que foi o mais avançado estágio já atingido pela Revolução Proletária Mundial. Apoiando a atividade, uma companheira da Movimento Feminino Popular expôs o destacado papel da grande revolucionária Chiang Ching, principalmente para a Grande Revolução Cultural Proletária.

Em 1966, liderada pelo presidente Mao TseTung, teve início a Grande Revolução Cultural Proletária, mais elevada luta de duas linhas, travada em todos os planos da sociedade chinesa, tanto no interior do Estado e do Partido Comunista da China (PCCh) quanto no plano internacional contra o revisionismo moderno, encabeçado por Nikita Kruschov, atingindo milhões de pessoas em toda China. Momento histórico onde as massas chinesas mobilizaram-se em incessantes ondas, tomando em suas mãos os assuntos de Estado, os problemas políticos, militares, culturais, relativos à produção e derrubando os falsos revolucionários incrustrados no Partido, no Exército Popular de Libertação e no Estado, estudando, compreendendo e manejando o marxismo-leninismo e sua terceira etapa o Pensamento Mao TseTung (como era chamado o Maoísmo).

 

Meu rompimento com a UJR, e porque decidi militar no MEPR

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Publicamos abaixo a carta escrita pela companheira Helenira por ocasião da sua saída da UJR, juventude do revisionista PCR, e sua decisão de ingressar nas fileiras do MEPR, organização autenticamente revolucionária. A companheira Helenira é estudante universitária no Rio de Janeiro e sua carta é um valioso relato do combate ao oportunismo. Além disso, a experiência da companheira Helenira soma-se às fartas provas de que esse PCR dos dias de hoje não possui qualquer identidade com PCR dos hérois Manoel Lisboa, Emanuel Bezerra e Amaro Luís Carvalho, e os revisionistas eleitoreiros traficam com a memória desses hérois e do extinto PCR das décadas de 60 e 70, que bravamente lutaram contra o regime militar, sem nenhuma ilusão com esse velho Estado. O rompimento da companheira com a UJR é expressão da falência de todo o oportunismo eleitoreiro em nosso país e mostra que a cada dia os autênticos revolucionários e os indivíduos honestos, que por terem sido enganados ou estarem iludidos participam de organizações oportunistas, têm tomado a decisão de romper com essas organizações e tomar o verdadeiro caminho da luta. Saudamos duplamente a companheira Helenira, primeiro por seu rompimento com o oportunismo e segundo por hoje lutar ombro a ombro conosco nas fileiras do MEPR!

 


Venho por meio desta Carta esclarecer a respeito do meu rompimento com a União da Juventude Rebelião – UJR -, juventude do PCR; esclarecer sobre os motivos teóricos e práticos, sobretudo práticos, que me levaram a esta decisão, e também o que me levou a aderir a outra organização, de fato revolucionária, o Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR).

ABAIXO A FARSA ELEITORAL!

 

 

Entre Marília e a Pátria

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Político e religioso brasileiro, Joaquim da Silva Rabelo, popularmente conhecido como Frei Caneca, foi uma importante figura histórica nas lutas de libertação nacional em nosso país. Tendo atuado como forte liderança nos movimentos democráticos da Revolução Pernambucana (1817) e da Confederação do Equador (1824), Frei Caneca mobilizou as massas e os intelectuais de Pernambuco para se rebelarem contra as políticas autoritárias de D. Pedro I. Por ser uma figura política de oposição direta à monarquia, Frei Caneca logo foi capturado e sentenciado à forca pelas forças do Império. No entanto, nenhum escravo ou soldado mostrou-se disposto a conduzir seu enforcamento. O Império Brasileiro decretou então seu fuzilamento, com o intuito de enfraquecer os demais movimentos de libertação nacional por meio da execução dessa grande liderança.  Mas o Império não foi capaz de frear as rebeliões do povo brasileiro, como se comprovou nos diversos movimentos que estouraram no primeiro reinado e no período regencial a partir do exemplo das lutas de Pernambuco. Segue abaixo um poema de Frei Caneca em que reafirma seu compromisso de lutar até a morte por sua pátria, bem como sinaliza que as gerações futuras devem levar essa luta adiante.

 


 

Entre Marília e a Pátria - Frei Caneca

Entre Marília e a pátria

Coloquei meu coração:

A pátria roubou-m'o todo;

Marília que chore em vão.

 

Marília, pede a teus filhos,

Por minha própria abenção,

Morram, como eu, pela pátria;

Marília que chore em vão.

 

Apenas forem crescendo,

Cresçam co'as armas na mão,

Saibam morrer, como eu morro;

Marília que chore em vão.

 

Defender os pátrios lares,

É dever do cidadão.

Quando exalem pela pátria;

Marília que chore em vão.

 


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