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MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário

A farsa eleitoral e o desespero da UJS

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Às vésperas do segundo turno do mais recente episódio da farsa eleitoral no Brasil, instrumento para iludir os mais distraídos como se vivêssemos num Estado Democrático de Direito, a revista Veja, bastião ideológico dos setores mais abertamente fascistas das classes dominantes no nosso país, lançou uma edição bem à sua cara: estampando os rostos de seus adversários políticos, no caso a gerentona Rousseff e seu guru Luis Inácio, e afirmando terem conhecimento de “supostas irregularidades” na Petrobras.

 

Ora, é fato que culpados são, pois aqueles que não são protagonistas são, no mínimo, coniventes (por mais que queiram passar por inocentes!) com toda esta podridão que move as engrenagens do Estado burguês-latifundiário, serviçal do imperialismo que é o brasileiro. Porém, se tratando do auge da mais baixa, ignóbil e despolitizada disputa entre as frações do Partido Único pela gerência do velho Estado que já se viu, a resposta ao ataque foi igualmente ridícula.

 

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A revolta da UJS quando Dilma é atacada. 

 

Editorial - JEP18: Preparar a Greve Geral contra a “Pátria Educadora” de Dilma Rousseff (PT) / Banco Mundial!

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Dilma Rousseff (PT) anuncia “pacotão” de cortes e ataques ditados pelo FMI/Banco Mundial

 

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O discurso cometido pela gerenta Dilma Rousseff (PT) no último dia 08 de março, sob o pretexto de homenagear as mulheres brasileiras, é a confissão de mais crimes premeditados pelo gerenciamento oportunista de PT/PMDB/PSB/pecedobê contra os já pisoteados direitos do povo. Anuncia-se, travestido de um “ajuste fiscal” destinado a assegurar a “estabilidade econômica” e a continuidade do “crescimento” da economia nacional, todo um pacotão de medidas ditadas pelo FMI/Banco Mundial: corte de recursos para educação e saúde, cortes de direitos trabalhistas e previdenciários; aumentos de combustível, luz, água e transporte, aumento da já insuportável carga tributária sobre os assalariados e as pequenas e médias empresas.

O que governos federal e estaduais fazem é aprofundar a dominação do capital imperialista sobre o país através da imposição da política econômica e social e pela ação direta das transnacionais que dominam o grosso da produção, dos bancos e do comércio. Nunca a economia do país foi levada a um grau tão crítico de desnacionalização e desindustrialização. As taxas de juros são as mais altas do mundo, a carga da arrecadação de impostos equivalendo a quase 40% de toda a produção do país. O Brasil mais uma vez entra em recessão e anuncia-se a quebradeira geral das pequenas e médias empresas – principalmente do comércio e serviços (que empregam a imensa maioria dos trabalhadores) levando inevitavelmente a uma onda massiva de desemprego. Como nunca o governo submisso despeja o financiamento do dinheiro público na produção de produtos primários para exportação (soja, cana para biodiesel, minério, gado) de baixo valor no mercado, ou seja, o chamado “agronegócio”.

Mas o tempo da enganação acabou. Assim como FHC, Lula e Dilma fizeram de tudo para encobrir os impactos da crise do sistema imperialista na economia brasileira, de olho na reeleição. No segundo mandato de Lula, o Brasil recebeu uma enxurrada de capital especulativo atraído pelas criminosas taxas de juros praticadas no país. Foi a farra do famigerado crédito consignado, do cartão de crédito, do estímulo ao consumo desenfreado; foram centenas de bilhões de dólares tomados em empréstimo pelo BNDES e repassados a juros subsidiados para o financiamento de obras do interesse da grande burguesia e do latifúndio além da montanha de dinheiro público torrado na farra da Fifa.

 

Sobre a Comuna Karl Marx e Friedrich Engels

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Durante a guerra  franco-prussiana os trabalhadores da cidade de Paris insatisfeitos com as mazelas impostas pela sociedade capitalista deixam sua mais sincera e justa revolta explodir e um mar de desejos de uma nova sociedade sem a opressão do estado burguês e das classes dominantes sobre seus já cansados ombros faz suas ondas sacudirem a cidade. A revolta dos trabalhadores toma conta da cidade e no dia 18 de março de 1871.Um novo grito se ouve por todas as ruas e becos: “VIVE LA COMMUNE!”. Abolindo velhas leis de opressão, tomando o poder para o povo, a Comuna de Paris é a primeira de muitas experiências de vitória do proletariado internacional.Neste texto, os gigantes Karl Marx e Frederich Engels  analisam diversos pontos dessa importante experiência que vale muito para o entendimento de como as contradições de um sistema de exploração inevitavelmente levam o povo a se revoltar e conduzem à vitória dos explorados. VIVA A COMUNA!

 

REPÚDIO E REPULSA À COVARDE AGRESSÃO AOS COMPANHEIROS DA FIP-RJ E DO MEPR, PERPETRADA PELO PSTU NA UERJ! NÃO PASSARÃO! - IGOR MENDES -

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Recebi com intensa indignação os informes a respeito da agressão vil, covarde e torpemente orquestrada pela DIREÇÃO DO PSTU contra uma reunião da comissão de cultura da FIP-RJ. Li enojado as notas daquela agremiação sindical-eleitoreira (não pensem que seja exatamente uma tarefa fácil fazer esses documentos chegarem às minhas mãos, porque não estou de férias num spa, mas num presídio de segurança máxima), e não sem alguma surpresa vi que, em meio a calúnias de toda ordem, misturando uma visão deturpada da história com fatos referentes a uma assembléia estudantil na UERJ, admitem que sim, houve a agressão contra nossos companheiros e companheiras. Esse é o dado fundamental. Uma reunião do movimento popular foi invadida, na calada da noite – sempre os criminosos optam por cometer suas ações infames diante do menor número possível de testemunhas – e seis pessoas, repito, seis pessoas, foram cercadas e agredidas por cinqüenta esbirros que premeditaram uma emboscada. Os “campeões” do combate ao machismo agrediram companheiras nossas – e, fato monstruoso – um professor, Tiago Hastenreiter, figura que conheço desde a época em que eu era secundarista, agrediu sua aluna, uma menina, a nossa querida e valente Ludmila.

 

Calar-se diante disso, por conchavos de qualquer espécie, é tão imoral como calar-se diante da perseguição política, que já chegou ao nível de longos encarceramentos, movida pelo Estado e pela gerência PT/PMDB (nas esferas nacional e estadual) contra os lutadores. Silenciar diante de fatos tão graves é como dizer mil palavras, passando com armas e bagagens para o campo da reação.

 

Nós que somos militantes sabemos que cinquenta pessoas de uma mesma organização, muitas delas dirigentes, não se reuniram e tomaram uma atitude canalha como está por impulso, sabiam perfeitamente com quem estavam mexendo, em que momento (temos companheiros presos, na clandestinidade, e um julgamento de exceção chegando à fase das sentenças), e quais seriam as conseqüências – quando menos, a repercussão imensa do episódio. Trata-se, a todas as luzes, de ação orquestrada, que contou no mínimo com aval da Direção Nacional desse partido. Que, com essa atitude criminosa, acrescentou mais um capítulo à sua triste história de traições à classe operária e ao povo brasileiro.

 

Fico me perguntando a que tradições tanto se remetem: seria terem ajudado a criar o lulismo, erguendo com ele e sua turma o “novo sindicalismo” de pelegos e mafiosos que moldou o que é hoje esse torpe movimento sindical-estatal que temos? Estarem aí há vinte anos pedindo votos sem qualquer êxito, minguando ano após ano? Terem sido rechaçados pelo maior movimento de massas das últimas décadas do Brasil, as jornadas de junho, classificando de “fascista” a juventude combatente ao mesmo tempo em que mendigava uma “unidade” com o mesmo PT que mandava exército e força nacional descer o porrete nas manifestações? Terem ido para casa durante a Copa do mundo, traindo a si mesmos, quando prometeram que “na Copa haveria Luta” (vi com meus próprios olhos como sabotaram vergonhosamente a greve dos rodoviários, encaminhando-a para uma derrota)? Alguém deve lembra-los que a história política do Brasil não começou com a fundação do PT (já contava então nosso proletariado com um século de lutas), e que quando eles começaram a ganhar alguma expressão todos os direitos trabalhistas fundamentais – os mesmos que o PT ora ataca – já estavam conquistados.

 

"Metade dos documentos de posse de terra no Brasil é ilegal"

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Reproduzimos de http: www.cptnacional.org.br/

ariovaldo umbelino

O geógrafo, pesquisador e professor da USP Ariovaldo Umbelino fala sobre a situação de propriedades que utilizam terras retiradas do patrimônio público ilegalmente, os famosos casos de grilagem, e também se diz contrário ao programa “Terra Legal” do Governo Federal. (Por Marcella Lourenzetto, Carta Capital)

 

“Nós temos no Brasil hoje um numero elevadíssimo de escrituras onde não há fazendas”, comenta o geógrafo. Ele explica que no país existe um número alto de fraudes na documentação de terras, principalmente em municípios com importância econômica, como em São Félix do Xingu, no Pará, que possui o segundo maior rebanho de carne bovina do país.

No começo de 2012, o geógrafo integrou um grupo que realizou um comparativo entre o processo de retomada das terras devolutas do portal do Paranapanema, em São Paulo, com o que estava acontecendo em São Félix do Xingu. Advogados da Faculdade de Direito do Pará também participaram do projeto e o pesquisador liderou a equipe que foi a campo analisar a situação da região.

“Nós verificamos que, na realidade, praticamente 100% dos documentos legais do cartório têm que ser anulados, porque são falsos. A corregedoria do Pará anulou todas as escrituras registradas no cartório de registro de imóveis de São Félix do Xingu”, afirma. E também indaga: “Ninguém é dono das terras mais. Bem, dono do papel. Mas quem está lá na fazenda hoje?”.

 


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