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Celebrações
Qua, 21 de Junho de 2017 Cultura Popular - Celebrações

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Traduzimos e publicamos material sobre a vida de Pancho Villa organizado pela Corrente do Povo - Sol Rojo [Sol Vermelho] do México e disponibilizado em seu blog na internet.

Ao lado de Emiliano Zapata, Pancho Villa foi um dos dois grandes chefes políticos e militares da Revolução Mexicana. O rápido desenvolvimento e a conquista do Poder em quase todo o país, demonstrou a força do campesinato mexicano e a justeza da sua revolução agrária. Embora a revolução tenha sido tragicamente derrotada por forças latifundiárias apoiadas pelo imperialismo ianque, ainda hoje o caminho defendido por Zapata e Pancho Villa segue vigente e o campesinato e as classes populares do México novamente se levantarão para conquistar a terra, destruir o latifúndio e sobre as fundações de uma Nova Democracia, erigir uma Nova sociedade.


 

No 139º aniversário do General Francisco Villa

Sem cumprem já 139 anos desde o nascimento de Doroteo Arango, melhor conhecido como Francisco Villa, próximo à Coyotada, município de San Juan del Río, em Durango no 5 de Junho de 1878

Dirigente social, lutador revolucionário, chefe militar e guia indiscutível não só do processo social que iniciou em 1910 e se prolongou até 1923 em que foi assassinado, mas também de várias gerações de revolucionários que nos temos proposto à transformação radial da sociedade, deixando de lado as repetições legalóides, pacifistas, reformistas e eleiroreiras do oportunismo e do revisionismo vulgar. Nosso General Francisco Villa ainda cavalga nas lutas vigentes do proletariado, do campesinato pobre, dos povos e nações originários, dos pobres das cidades e do campo e de todos aqueles que cremos que vencer é possível.

Hoje o recordamos com bandeiras vermelhas ao alto, e publicando um fragmento da Biografia Narrativa que o escritor e historiador, Paco Ignácio Taibo II faz do General e da qual recomendamos a leitura.

Viva o General Francisco Villa!

Fora o Poder, tudo é ilusão!

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De Paco Ignacio Taibo II

Pancho Villa: Uma biografia narrativa

 

 
Seg, 09 de Janeiro de 2017 Cultura Popular - Celebrações
Divulgamos a seguir novo vídeo enviado por um companheiro, no qual retrata as mudanças no sistema de ensino chinês durante a Grande Revolução Cultural Proletária e as transformações que a antecederam durante o processo de Educação Socialista. Ao contrário do sistema de ensino brasileiro, que está a serviço do capitalismo burocrático e das podres classes dominantes que o dirigem a serviço do imperialismo, ao contrário de escolas que tratam estudantes como detentos e professores e funcionários como servos, na China Popular uma larga transformação ocorreu nas escolas para que estas se colocassem verdadeiramente a serviço do povo.

Como é retratado no vídeo, desde pequenas as crianças aprendem a importância do trabalho coletivo, enquanto nutrem valores socialistas de trabalhar em prol da sociedade e pelo desenvolvimento de todos, combatendo o individualismo e egoísmo, podres "valores morais" da velha sociedade capitalista. A prática de esportes, música, dança e artes em geral, bem como o aprendizado de ofícios que atendem as necessidades das comunidades em torno das escolas permitem aos estudantes uma vivência muito mais plena da sua juventude, sem a necessidade do uso de drogas "pra escapar da realidade" ou de outros vícios ou práticas que diminuem a condição dos jovens de membros ativos da sociedade, particularmente da construção socialista em curso na época. Com as transformações no sistema de ensino, a China Popular deu um passo importante, proporcionando mais cabalmente as condições reais para juventude cumprir o seu dever revolucionário de SERVIR AO POVO DE TODO CORAÇÃO.

OBSERVAÇÃO: É preciso ativar as legendas do Youtube e configurá-las para Portguês. Note-se que quando o vídeo se refere aos "pequenos soldados vermelhos", está na verdade fazendo referência aos Guardas Vermelhos, organização da juventude revolucionária que teve um papel importântíssimo no despertar das labaredas da Grande Revolução Cultural Proletária, por desmascarar, denunciar e combater o seguidores do caminho capitalista e demais revisionistas do seio do Estado Proletário e do próprio Partido Comunista Chinês, e levar adiante uma verdadeira revolução na alma da sociedade, extirpando-a de todas as expressões da atrasada ideologia burguesa, seja nas artes, na cultura, educação, em toda a superestrutura da sociedade.
CELEBRAR OS 50 ANOS DA GRANDE REVOLUÇÃO CULTURAL PROLETÁRIA


 
Seg, 02 de Janeiro de 2017 Cultura Popular - Celebrações

Divulgamos abaixo vídeo encontrado na internet com diversas imagens da Grande Revolução Cultural Proletária na China. Logo nas primeiras imagens do vídeo, é possível ver o momento em que o Presidente Mao Tsetung recebe sua a braçadeira de Guarda Vermelho das mãos de um jovem revolucionário durante um comício para a juventude. Em outro momento, centenas de milhares de jovens, entre eles muitos dos Guardas Vermelhos exaltam e defendem a GRCP agitando seus exemplares do Livro de Citações do Presidente Mao Tsetung o  "Pequeno Livro Vemelho".


Essas imagens tem elevada importância no combate à todo o vômito reacionário anticomunista despejado por fascistóides de todas as extirpes, com a colaboração do monópolio de imprensa, e convergente com o oportunismo e o revisionismo, com seus expúrios ataques à GRCP e à grande experiência da Revolução Chinesa sob direção do PCCh e do Presidente Mao Tsetung. Vejam! Contemplem os milhares de jovens saudando as grandes tormentas que durante dez anos varreram os ventos restauracionistas na China! Esta foi a maior experiência do movimento de massas na história da Humandidade, a mais avançada de todas e é mais uma prova de que REBELAR-SE É JUSTO!

 

CELEBRAR OS 50 ANOS DA GRANDE REVOLUÇÃO CULTURAL PROLETÁRIA


 
Qui, 29 de Dezembro de 2016 Cultura Popular - Celebrações

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Revolucionários celebram natalícios de Stalin e Mao Tsetung

Retirado da edição nº 182 do Jornal A Nova Democracia

Nos dias 18 e 26 de dezembro, partidos e organizações comunistas de diversos países celebram o nascimento de dois dos grandes dirigentes históricos do proletariado internacional, respectivamente, o camarada Josef Stalin e o Presidente Mao Tsetung. Como sabemos, todos os anos o monopólio mundial de comunicação (o mesmo que propaga aos quatro ventos a “derrota” do socialismo e do comunismo) é obrigado a desatar campanhas apócrifas contra as experiências socialistas na União Soviética e na China Popular, países que, durante décadas, foram bastiões da luta anti-imperialista e lograram edificar com êxito a ditadura do proletariado.

Em sua intenção de apresentar tais experiências como “ditaduras sanguinárias”, “tiranias”, “regimes de terror”, “totalitarismo” etc., a burguesia foi fartamente facilitada pelos revisionistas que assaltaram o poder, tanto na URSS como na China, restaurando o capitalismo e abrindo novamente uma época de exploração contra seus povos. Como apontava o grande dirigente comunista brasileiro Pedro Pomar: “Dirigindo a Revolução Chinesa e lutando pela construção do socialismo na China, o camarada Mao Tsetung estudava a experiência da ditadura do proletariado também nos países socialistas, sobretudo na União Soviética. Depois da Iugoslávia, foi no país da Revolução de Outubro que os revisionistas, mascarados de leninistas, ocupando postos na direção do Estado e do Partido, conseguiram usurpar o poder do proletariado e arrastar o glorioso país de Lenin e de Stalin de volta ao capitalismo”.

Stalin foi o maior dirigente e guia da construção da sociedade socialista soviética e principal liderança da luta dos povos soviéticos na Grande Guerra Patriótica, lendário combate que terminou com a vitória cabal da URSS contra o exército nazifascista de Hitler em 9 de maio de 1945. Devido a sua transcendental importância e prestígio no movimento comunista internacional, a burguesia o escolheu como alvo dos furiosos ataques anticomunistas. Em março de 1953, quando da morte de Stalin, Pedro Pomar escrevia: “Quando nos foi transmitida a estarrecedora notícia, parecia o inacreditável. A princípio, a enfermidade traiçoeira. Depois, a morte irremediável. Era a desgraça que não podíamos nem queríamos esperar. Apagara-se a estrela fulgurante que com sua luz iluminava o nosso caminho para o futuro de paz, de alegria e de fartura. A dor pungente, a lágrima incontida, o sofrimento que emudece e turva as mentes, tudo sentimos – ante a perda de nosso chefe e mestre, de nosso pai e amigo. Simultaneamente, mal contínhamos o ódio sagrado a todos os degenerados que em face de nossa dor revelavam sua hediondez tentando denegrir a memória de nosso grande dirigente. Esses monstros, engendrados pelo capitalismo moribundo, confessavam assim sua própria impotência, sua derrota inelutável”.

O Grande Timoneiro

 


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