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Celebrações
Sáb, 27 de Fevereiro de 2010 Cultura Popular - Celebrações

manoel_lisboa No dia 21 de fevereiro último celebrou-se 66 anos do nascimento do grande revolucionário e comunista brasileiro camarada Manoel Lisboa de Moura. Militante abnegado e de grande capacidade política e teórica foi preso e assassinado pelo regime militar fascista aos 29 anos de idade, tendo sido torturado pelo bandido e famigerado delegado Fleury.

Aproveitamos a oportunidade para reeditar em nossa página matéria publicada em sua homenagem no Jornal Estudantes do Povo nº6 no ano de 2005. Reafirmamos mais uma vez nosso compromisso em não esquecer a bandeira revolucionária empunhada pelos jovens que tombaram na luta por uma nova sociedade e não descansaremos enquanto não vingar o seu sangue derramado. Nenhuma concessão e nenhuma anistia aos criminosos do regime militar! Nas próximas semanas publicaremos matéria mais aprofundada sobre o assunto, que veio novamente à público recentemente. Por ora saudamos novamente os mártires e heróis do povo brasileiro tombados na luta contra os gendarmes fascistas e dizemos em alto e bom som que manteremos erguida sua causa, até a vitória final.

 
Ter, 22 de Dezembro de 2009 Cultura Popular - Celebrações

stalin_e_lenin É com grande honra que nós do MEPR viemos em nossas páginas celebrar o aniversário de 131 anos de nascimento de Iosif Vissarionovicht Stalin, o grande dirigente da URSS revolucionária e que deu provas, múltiplas e grandiosas, de que a sua vida foi, nos dizeres do Presidente Mao Tsetung, “a vida de um grande revolucionário proletário, um grande marxista-leninista”.

Não é à toa que não têm faltado reacionários de toda laia para negar e jogar lama sobre o grandioso papel do camarada Stalin. Desde os abertamente anti-comunistas, estilo “Veja” e afins, que financiam e divulgam a cada ano edições de luxo para denegrir a imagem do grande Stalin (dizendo mil vezes enterrado o marxismo, exatamente como prova de que não só este não está morto como faz ainda tremer de medo os que vivem da exploração do trabalho alheio) até seus “amigos” de “esquerda”, social-democratas, trotskistas e sequazes que, atacando o que intitulam de “culto à personalidade”, “burocratização”, o que fazem é negar em essência a experiência da ditadura do proletariado, a possibilidade e necessidade do Partido Comunista, do assalto ao Poder e da construção socialista em um único país, questões que atormentaram e continuam a atormentar não pouca gente travestida de “comunista” e até de “maoísta”nos dias de hoje.

 
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Ter, 01 de Dezembro de 2009 Cultura Popular - Celebrações

“A importância extraordinária da insurreição de 35 reside no fato de que pela primeira vez situou de forma concreta, em termos práticos, para os militantes comunistas e as forças populares, a tarefa da preparação e do desencadeamento da luta armada”.

(Pedro Pomar)

 

rebeldesb_35 Muito se tem ocultado o grande acontecimento histórico ocorrido há 74 anos sobre o solo do nosso país. Em novembro de 1935 a Aliança Nacional Libertadora, frente única antifascista dirigida pelo proletariado, lançava-se corajosamente em armas para assaltar o poder e libertar o Brasil da infinita submissão, obscurantismo e fascistização imposta pelo governo reacionário de Vargas.

Batizaram com seu ódio de classe de “Intentona Comunista” o glorioso Levante Popular. Aliás, diga-se de passagem, não é o ódio cego dos seus inimigos um índice da autenticidade e da intrepidez das manifestações das classes populares?

 
Qui, 05 de Novembro de 2009 Cultura Popular - Celebrações

mariguella No dia 04/11 deste ano celebramos a passagem dos 40 anos do assassinato do grande militante comunista, incansável lutador, Carlos Mariguella. Baiano, um dos sete irmãos de uma família pobre, filho de um operário italiano com uma filha de escravos africanos, o “Carlos” (nome que Jorge Amado empregou para homenagea-lo no seu célebre romance “Subterrâneos da Liberdade”) cedo ingressou na militância comunista.

Aos 18 anos, enquanto cursava o curso de Engenharia Civil na Escola Politécnica da Bahia, ingressa no Partido Comunista do Brasil. Em 1932 é preso pela primeira vez, acusado de compor um poema ridicularizando o então interventor da Bahia Juracy Magalhães. Libertado, mudou-se para o Rio de Janeiro e foi novamente encarcerado em 1936. Resistiu a 23 dias ininterruptos de tortura nas mãos da polícia política comandada por Filinto Muller, covarde desertor da Coluna Prestes e sádico bandido.

 


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