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Celebrações
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Cultura Popular - Celebrações
17 de agosto de 1966

“A revolucaocultural política de ‘que se abram cem flores; que se rivalizem cem escolas ideológicas’ é uma política que estimula o progresso da arte e da ciência e o florescimento da cultura socialista. O ensino deve servir à política do proletariado, deve combinar-se com o trabalho produtivo. Os trabalhadores devem adquirir conhecimentos científicos, e os intelectuais, incorporar-se ao trabalho manual. Nos círculos científicos, culturais, artísticos e educacionais, a luta por promover a ideologia proletária e destruir a ideologia burguesa, é também uma longa e áspera luta de classes.” (...)

"É necessário um período muito longo para resolver o problema de 'quem vencerá a quem': o socialismo ou o capitalismo nas frentes política e ideológica. Para conseguir o êxito não bastam uns decênios, se necessitarão de cem a centenas de anos. Quanto ao tempo, mais vale preparar-se para um período maior que um menor; quanto ao trabalho, mais vale considerar preferentemente a tarefa como difícil do que como fácil."

(Comitê Central do PCCh, texto extraído do livro "A Carta Chinesa: a grande batalha ideológica que o Brasil não viu", do Núcleo de Estudos do Marxismo-Leninismo-Maoísmo)

 
Sáb, 18 de Abril de 2009 Cultura Popular - Celebrações

Lenin Para celebrar os 139º ano do nascimento de Vladimir I. Lenin, publicamos um discurso do grande comunista Stalin numa solenidade organizada pelos estudantes da Escola Militar do Kremlin no ano de sua morte, 1924.

Nele, Stalin descreve toda a simplicidade e humildade com que Lenin se comportava; todo o profundo respeito e admiração que guardava pelas massas operárias e populares; e a fé inabalável que Lenin tinha na vitória da Revolução.

Nas palavras de Stalin, um discurso sobre "certas particularidades de Lenin como homem e como político".


Baixe o cartaz em comemoração do nascimento de Lênin


Discurso de Stalin pronunciado na solenidade organizada pelos alunos da Escola Militar do Kremlin, a 28 de janeiro de 1924.

Para ler na íntegra, clique aqui.

 

CAMARADAS: Comunicaram-me que haveis organizado uma solenidade dedicada à memória de Lênin e que eu era um dos oradores que haviam sido convidados. Acho que não é preciso fazer uma exposição sistematizada das atividades de Lênin. Creio preferível limitar-me a uma serie de fatos que façam ressaltar certas particularidades de Lênin como homem e como político. Talvez não haja relação interna entre estes fatos, mas isto não pode ter uma importância decisiva para quem queira formar uma idéia geral sobre Lênin. Em todo caso, apenas não tenho, neste momento, a possibilidade de dar-vos mais do que acabo de prometer-vos.

 
Sex, 16 de Janeiro de 2009 Cultura Popular - Celebrações

pedropomar

Pedro Ventura Fellipe de Araújo Pomar, camarada Pomar, nasceu na cidade de Óbidos, no Pará, no dia 23 de setembro de 1913. Muito cedo tomou o caminho da luta revolucionária e logo (1932) ingressou no Partido Comunista do Brasil - PCB, tendo vivenciado já em suas fileiras a efervescência dos preparativos e combates do Levante Popular de 1935. Educou-se no fogo dos combates da luta de classes, nas peripécias do complicado caminho do movimento revolucionário e comunista de nosso país e na tenaz luta ideológica em meio da qual o movimento comunista internacional atravessou o século XX. Assim se forjou o maior dirigente comunista do nosso país.

Dentre as muitas lutas que marcaram a vida de Pedro Pomar destacamos algumas que demonstram sua condição de grande dirigente e servidor do povo.

Abnegado militante comunista, ainda jovem assumiu o desafio de reorganizar em todo o país o Partido Comunista destroçado pela ação repressiva fascista do Estado Novo, sendo um dos integrantes da CNOP, Comissão Nacional de Organização Provisória.

Convicto internacionalista, dentre tantas missões que soube cumprir sem vacilação, esteve presente como representante oficial do PCB, no congresso do Partido Comunista da Romênia, em 1960, oportunidade que não perdeu para publicamente rechaçar os provocadores ataques que Kruschov fizera ali contra o Partido Comunista da China e o Partido do Trabalho da Albânia, partidos que então encabeçavam a luta contra o novo revisionismo e a traição Kruchovista.

 


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