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Celebrações
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Dom, 17 de Julho de 2011 Cultura Popular - Celebrações

Trombas_e_Formoso Dentre as várias e gloriosas lutas do povo brasileiro, uma das mais importantes da nossa época, a época do imperialismo, foi a chamada Revolta de Trombas e Formoso, que ficou conhecida como a “Guerrilha de Porfírio” e aconteceu na região onde é hoje o norte de Goiás. A luta camponesa da década de 50 tem sua história escondida, por ter sido a primeira assim dirigida pelo Partido Comunista do Brasil, marcando o encontro da luta camponesa com a ideologia proletária, em que os camponeses defenderam armados o seu direito à terra.

Formoso e Trombas eram pequenos arraiais da região próxima à atual fronteira de Goiás e Tocantins, onde na época os camponeses já viviam e trabalhavam, chegados anos antes do Nordeste. Com a construção da rodovia BR-153, aumenta a sanha dos latifundiários e grileiros de terra. É quando dois grileiros chamados José Martins e José Navarro, depois de comprarem juiz e advogados, armam uma farsa sob os olhos da justiça do latifúndio, alegando serem donos das terras, que na verdade mesmo legalmente eram devolutas, públicas, portanto de quem nelas trabalhasse e as requeresse. Foi quando as famílias começaram a resistir, ao verem oficiais de justiça e jagunços entrarem em suas casas para levar parte da colheita, um suposto arrendo, “meia” ou “terça”, por estarem pisando em propriedade que os grileiros diziam ser deles.

 
Qua, 26 de Janeiro de 2011 Cultura Popular - Celebrações

Discurso_de_proclamao_da_Repblica_Popular_da_China Como prometemos na última atualização, quando da homenagem ao aniversário do camarada Stalin, celebramos agora os 117 anos de nascimento do Presidente Mao Tsetung, que cumprir-se-ão no próximo dia 26 de dezembro.

Publicamos parte de uma obra, “A Grande Marcha”, que contém depoimentos de veteranos combatentes do Exército Vermelho e militantes do Partido Comunista da China que participaram desse grandioso episódio histórico, que marcou indelevelmente a revolução chinesa e mundial, e revelou ante ao mundo a firmeza e caráter inquebrantável do Partido e sua chefatura: o Presidente Mao.

A Grande Marcha foi sem dúvida uma das maiores epopéias que tem visto a Humanidade. Iniciada em outubro de 1934, percorreu 25.000 li, ou 12.500 km. No seu transcurso o Exército Vermelho de Operários e Camponeses venceu 18 cadeias de altas montanhas, cinco delas cobertas de neve; atravessou 24 grandes rios profundos e tormentosos; doze províncias localizadas em regiões inóspitas, nas quais ocupou temporariamente 62 cidades, chegando a Shensi do Norte em outubro de 1935.

Mais do que um feito heróico, ao seu término o Comitê Central do Partido Comunista da China, fazendo um balanço rigoroso de todo o período anterior, e dos erros cometidos quando do enfrentamento à quinta campanha de cerco e aniquilamento desprendida pelo Kuomintang, estabeleceu uma nova e sólida orientação ideológica e política, firmemente traçada pelo Presidente Mao Tsetung, estabeleceu suas imbatíveis bases de apoio e arrancou pela senda da tomada do poder em todo o país, completada após um longo período de guerra antijaponesa e, posteriormente, nova guerra civil contra o Kuomintang.

Esperamos que a publicação desse texto seja de grande utilidade para a juventude interessada em estudar a história gloriosa da revolução proletária, armando a todos da certeza de que não há inimigo ou ferocidade capaz de vencer as massas populares, quando estas estão guiadas pela poderosa e invicta ideologia do proletariado e o Partido Comunista que a encarna e aplica com justeza.

 
Sex, 17 de Dezembro de 2010 Cultura Popular - Celebrações

Stalin_e_Presidente_Mao_assistem_a_assinatura_do_Tratado_de_Amizade_Sino-Sovitico_em_14_de_fevereiro_de_1950._Chou-en-Lai_aparece_na_foto_assinando_o_documento No dia 18 de dezembro próximo completam-se 132 anos de nascimento do grande dirigente comunista e dirigente do primeiro Estado Proletário da história, o camarada Stalin. O ódio do imperialismo e da reação contra sua figura não pode esconder toda a gigantesca construção do socialismo na União Soviética, seus feitos inapagáveis de heroísmo seja na guerra seja na edificação de um mundo novo. Dentre estes feitos devemos incluir a grande vitória na Guerra Patriótica contra o nazi-fascismo, aonde o glorioso Exército Vermelho de operários e camponeses soviéticos derrotou a principal horda genocida do mundo capitalista de então (a “imbatível” máquina de guerra hitleriana), escrevendo páginas de heroísmo revolucionário massivo que só uma poderosa e sólida direção proletária pode plasmar, vanguardear e desenvolver.

 
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Sex, 12 de Março de 2010 Cultura Popular - Celebrações

8_de_MarcoPor ocasião do Dia Internacional da Mulher Proletária nós do MEPR reproduzimos uma excelente matéria aparecida no jornal A Nova Democracia nº29, de abril de 2006. Tratando de duas questões fundamentais no que tange à questão feminina, às quais há várias décadas o sistema socialista deu resposta e que, não obstante, nem de longe se cogitam resolver sob a escravidão capitalista, precisamente a questão das creches e do aborto.

Em meio a todo tipo de ridícula e esdrúxula contra-propaganda levada à cabo pelo imperialismo sobre uma suposta “igualdade da mulher” e universalização do “direito civil” (no caso da mulher, liberdade de ser duplamente explorada, no trabalho e em casa), que não passam de mera farsa que não resiste à constatação dos elevados índices de depressão em donas-de-casa, a ditadura de um padrão estético alienígena que conduz à anorexia, à bulimia e que chega ao cúmulo de que nos shopping’s (a Igreja máxima da nossa atual sociedade) muitas jovens são obrigadas a anexar fotos ao seu currículo quando vão se candidatar a uma vaga, o que evidencia seu papel de mero objeto, sem falar da imensa maioria de mulheres pobres que, não tendo acesso à creche para seus filhos e impossibilitadas de encontrar um emprego digno são lançadas no abismo de um exaustante e embrutecedor trabalho “invisível”, trabalho doméstico, um dos pilares que permitem aos capitalistas explorarem ao máximo a classe operária, reduzindo seus salários ao mais exíguo do necessário à sobrevivência. Sem falar nos outros graves e brutais problemas como a prostituição e o número de mulheres (que se eleva a dezenas de milhares) processadas e até presas por exercer a autonomia sobre seu próprio corpo (no caso do aborto).

 


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