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Cinema
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Oduvaldo Viana Filho (Rio de Janeiro/RJ - 1936)

Autor e ator. Participante ativo do Teatro de Arena, fundador do Centro Popular de Cultura e do Grupo Opinião, Vianinha personifica a trajetória de uma luta contra o imperialismo cultural. Sua dramaturgia coloca em cena a realidade brasileira através do homem simples e trabalhador, sendo unanimamente considerada a mais profícua de sua geração.

As primeiras experiências como ator são no Teatro Paulista do Estudante, dirigido por Ruggero Jacobbi, em 1955, atuando em várias produções - entre elas Rua da Igreja, de Lennox Robinson, O Rapto das Cebolinhas, de Maria Clara Machado (1921-2001), Escola de Maridos, de Molière (1622-1673). Em 1956 ingressa no Teatro de Arena de São Paulo e atua em Ratos e Homens, de Steinbeck, À Margem da Vida , de Tennessee Williams (1911-1983), Só o Faraó Tem Alma, de Silveira Sampaio, Marido Gordo, Mulher Chata, de Augusto Boal (1931), e Juno, o Pavão, de Sean O'Casey. Em 1957 escreve a peça Bilbao, via Copacabana. Em 1958 atua em Eles Não Usam Black-Tie, de Gianfrancesco Guarnieri (1934).

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tb_glauber2 "Eu parti do texto poético. A origem de Deus e o diabo é uma língua metafórica, a literatura de cordel. No Nordeste, os cegos, nos circos, nas feiras, nos teatros populares, começam uma história cantando: eu vou lhes contar uma história que é de verdade e de imaginação, ou então que é imaginação verdadeira. Toda minha formação foi feita nesse clima."
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