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Qui, 26 de Agosto de 2010
Literatura
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Suzanna Arundathi Roy nasceu no Estado de Kerala, Índia, a 24 de novembro de 1961. É uma escritora, novelista e ativista dos direitos do povo indiano. Licenciada em arquitetura, cedo se dedicou a escrever guias para cinema. Este belo romance, “ O Deus das pequenas coisas”, aparecido em 1997 e que lhe valeu o prêmio Booker Price, foi, não obstante o reconhecimento atingido e a sutileza magistral do texto, seu primeiro livro publicado.
Segundo a autora, “Este livro é sobre o meu passado. Não sei se escreverei outro livro. Estou à espera que o barulho na minha cabeça pare”, disse, em várias entrevistas. Arundathi Roy mantém um intenso ativismo político e coloca toda sua arte à serviço dessa militância. Recentemente assinou juntamente com outros intelectuais indianos e estrangeiros (dentre os quais o conhecido professor Noam Chomsky) o “Comunicado contra a ofensiva militar do Governo da Índia nas regiões habitadas pelos adivasis” aonde se denuncia as graves atividades do Exército e das forças paramilitares nessas regiões, que são na verdade parte da estratégia geral contra-insurgente denominada “Caçada Verde” e que busca aplastar a Guerra Popular dirigida pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta). No fim de 2009, em entrevista à rede CNN, Arundathi Roy exigiu que o governo cedesse e disse que face à opressão do governo os maoístas tinham direito à pegar em armas (1).
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Ter, 27 de Julho de 2010
Literatura
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Publicamos abaixo alguns trechos, dentre os que consideramos mais representativos, do magistral romance soviético “Assim foi temperado o aço”, de Nikolai Ostrovski. E não o fazemos por mera “curiosidade”.
Os trechos que aqui transcrevemos, quais sejam, referentes à fase da guerra civil revolucionária que se seguiu à vitória da Revolução de Outubro e que possibilitou a sua extensão a todo o território que viria a conformar a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, o relato sobre a fronteira que separava a Rússia soviética da Polônia aristocrática (que ilustra de forma belíssima a diferença entre os “dois mundos”), a luta de duas linhas no Partido bolchevique, exemplificada no romance através da luta contra os trotskistas, e por fim a imensa comoção e fortalecimento da unidade entre o povo soviético e seu Estado proletário, em seguida à morte de Lênin, são breve ilustração dessa obra que é verdadeiro testemunho histórico. Esperamos que sirvam como incentivo para que os jovens procurem ler esta obra, e tantas outras, integralmente.
Não resta a menor dúvida de que uma das tarefas mais importantes dos revolucionários nos dias de hoje, parte integrante da tenaz e encarniçada luta entre revolução e contra-revolução, é a difusão de toda a grandiosa construção socialista – realizada em curtíssimo período histórico- no século XX, empreendida nos países aonde triunfou a revolução proletária.
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Sáb, 16 de Janeiro de 2010
Literatura
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No dia 26 de dezembro último completaram-se 116 anos de nascimento do grande chefe revolucionário proletário, fundador da República Popular da China e dirigente do movimento comunista internacional, o Presidente Mao Tsetung.
Terceira, nova e superior etapa do marxismo:
Nas décadas seguintes à Revolução de Outubro a crise geral do capitalismo aprofundou-se ainda mais, enquanto que em todo o mundo as lutas pelo socialismo e por libertação nacional ganhavam impulso. Com a derrota do nazi-fascismo e o fim da II Guerra Mundial os partidos comunistas em todo o mundo adquirem enorme prestígio, acelera-se a decomposição do antigo sistema colonial e a luta contra o imperialismo eleva-se a novos patamares. Com a vitória da Grande Revolução Chinesa, em 1949, coroando mais de 20 anos de guerra popular, o sistema socialista atingiu o equilíbrio de forças com o sistema imperialista em escala mundial.
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