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Literatura
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Ter, 16 de Junho de 2009 Cultura Popular - Literatura

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"O juiz era um bacharel com certas veleidades intelectuais. Em sua casa aos sábados, reuniam-se amigos para "fazer música e discutir". Gabavam-lhe a integridade e o brilho das sentenças. Aquele era o primeiro processo político que lhe cabia instruir e ele dissera aos amigos estar contente, era uma ocasião para estudar a "inexplicável psicologia dos comunistas".

 
Ter, 16 de Junho de 2009 Cultura Popular - Literatura

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"Cinco carros partiram da polícia central no fim da noite. Barros recomendara aos tiras que se armassem bem, não podiam adivinhar que resistência encontrariam. Enquanto os autos atravessavam a cidade adormecida , ele continuava a interrogar Camaleão que ia a seu lado. Receava que , após o abandono da topografia pelo traidor, os comunistas a houvessem transportado a outro local. mas não via como o pudessem ter feito, não havia praticamente tempo. As máquinas deviam estar ali, pelo menos as máquinas, não se desmonta e remsonta uma oficina em poucos dias e eles necessitavam dela para o material distribuído durante a visita de Getúlio.

 
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Ter, 16 de Junho de 2009 Cultura Popular - Literatura

“-É preciso não ter ilusões na decisão da justiça. É uma justiça de classe, uma justiça dos latifundiários. E, apesar de que esse é o seu mais clamoroso escândalo, o furto de terra mais abjeto, o Supremo Tribunal Federal não dará ganho de causa aos índios. Alimentar ilusões nesse sentido é desarmar os lavradores pobres e os colonos...

“-Os índios estão dispostos a defender a terra com as armas... São valentes, dizem que aquela terra é tudo que possuem e não querem entregar de jeito nenhum, preferem morrer com a repetição na mão...”

(Os Subterrâneos da Liberdade – Os Ásperos Tempos)

 


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