Como eram muito pobres, Violeta e seus 8 irmãos sempre trabalharam desde cedo para sustentar a família – a situação econômica ainda piorou quando da morte de seu pai em 1929. Ela teve que largar a escola ainda bastante nova; aos 9 anos já tocava violão e aos 12 já compunha suas primeiras e belíssimas músicas. Violeta teve uma vida inteiramente vinculada à arte, além de cantora e compositora, era também artista plástica, pintava, bordava e esculpia. Suas obras são inegavelmente vinculadas com o povo e sua luta. Aos 15 anos
ela se mudou para a capital Santiago e começou a cantar em bares ![]() O primeiro casamento durou 10 anos. No mesmo ano em que Violeta se divorciou do marido, ela fez suas primeiras gravações, junto com sua irmã Hilda. A dupla musical atuou até 1953. Na década de 50, no intuito de conhecer ainda mais as riquezas da cultura popular chilena, ela viajou pelo interior do país, levando sua música aos camponeses pobres de diversas regiões. Nestas viagens, conheceu pessoalmente o poeta Pablo Neruda e Pablo de Rokha. Chegou a compor aí mais de 3 mil canções, expostas no livro Cantos Folclóricos Chilenos, e depois, gravou seu disco Cantos Campesinos. Ela apresentava um programa na rádio chilena chamado “Canta Violeta Parra”. Ainda na década de 50 ganhou o prêmio de folclorista do ano e logo em seguida foi convidada para participar de um Festival Juvenil que foi realizado na Polônia. Nesta viagem, ela aproveitou também para conhecer a União Soviética e outros países europeus. Voltou ao Chile em 56 trabalhando muito com pintura à óleo e cerâmica. Trabalhou no Museu de Arte Popular e Folclórico que ela mesma ajudou a criar na Universidade de Conceição e passou a correr o país oferecendo cursos para o povo. Em 1961 volta novamente para a Europa, onde gravou musicas com seus filhos, e só volta ao Chile no ano de 65. Um ano depois, termina seu segundo casamento com o músico e antropólogo Gilbert Favré com o qual casou em 1949 e teve mais 2 filhos. Tomada de uma grave depressão, a célebre cantora do povo acaba por suicidar-se em 1967, deixando letras e músicas que expressam seu amor à vida e sua luta contra a injustiça e a exploração. Para baixar o CD Cantos Campesinos de Violeta Parra, clique aqui.
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