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http://www.mepr.org.br/midia/documentos/textos/panfleto_gonzalo.pdf

RO: MEPR realiza panfletagem de apoio aos camponeses de Rondônia e à LCP

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No final da tarde da última quinta-feira (18/05), no Terminal de Ônibus do Centro de Porto Velho, ativistas do Movimento Estudantil Popular Revolucionário realizaram uma vigorosa panfletagem de apoio aos camponeses de Rondônia e à Liga dos Camponeses Pobres. Os estudantes do povo fizeram intensa agitação ao megafone denunciando os crimes do latifúndio e seu velho Estado contra os camponeses, e reafirmando a necessidade e a justeza da luta camponesa combativa e sem ilusões com o velho Estado.

Um ponto de destaque foi a denúncia da ameaça de despejo das áreas Canaã, Raio do Sol e Renato Nathan 2, utilizando inclusive o Exército reacionário. Os estudantes expuseram o absurdo de tal decisão e a conivência do INCRA em relação aos latifundiários grileiros, já que o INCRA que deveria fazer reforma agrária não tem regularizado as posses dos camponeses e assim deixam o caminho livre pros verdadeiros ladrões de terras: os latifundiários.

 

GO: MEPR REALIZA CELEBRAÇÃO SOBRE OS 50 ANOS DA BATALHA DE CACHOEIRINHA

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No dia 13 de maio os estudantes do povo de Goiânia se reuniram para celebrar a importante Batalha de Cachoeirinha e propagandear a revolução democrática agrária como primeiro passo do verdadeiro caminho para a transformação da realidade do povo brasileiro.

A Batalha de Cachoeirinha ocorreu em 1967 quando latifundiários tomaram à força as terras de posseiros e quilombolas que residiam no norte de Minas Gerais. A desocupação violenta foi legalizada e apoiada pelo Estado. Em pleno regime militar, que se iniciara em 1964, os latifundiários foram encorajados a se assenhorarem das terras dos camponeses posseiros através da grilagem. Esse processo contaria com validação jurídica dada pelo judiciário e também com a permissão do uso da violência privada e também das forças do Estado que abertamente colaboravam com os ataques às terras camponesas em prol de grileiros. Essa é uma das facetas da chamada modernização conservadora no campo brasileiro que fortaleceu o latifúndio – renovando-o através de gordos e vultosos incentivos estatais – e reforçou o capitalismo burocrático no país.

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USP: REItoria fascista persegue estudantes

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Manifestamos nosso apoio e solidariedade aos estudantes perseguidos políticos na USP de São Carlos!

 

O Movimento Estudantil Popular Revolucionário registra e envia sua solidariedade aos estudantes da USP de São Carlos que estão sofrendo processo administrativo pela REItoria, contando possibilidade de “eliminação” (expulsão), por participarem da justa e legítima ocupação da prefeitura do campus entre Março e Abril de 2017.

Conforme denunciado pelo jornal A Nova Democracia, o Reitor Marco Antônio Zago instaurou um Processo Administrativo Disciplinar contra 9 estudantes que participaram da ocupação exigindo melhorias no alojamento e fim das perseguições, entre outras questões. A ocupação foi encerrada após acordo que previa justamente que não haveria qualquer punição aos envolvidos, sendo inclusive atestada a integridade do prédio.

No processo, os estudantes são acusados de maneira esdrúxula de não “agir de forma compatível com a moralidade e a integridade acadêmica”, “pertubar os trabalhos escolares e funcionamento da Universidade de São Paulo” e etc. Estas acusações são baseadas no Regimento Geral e Código de Ética da USP, que datam da época do Regime Militar Fascista de 64.

Essass acusações absurdas estão em consonância com procedimentos típicos do decreto 477 da mesma época e que ficou conhecido como AI-5 dos estudantes, no qual feria a autonomia dos estudantes pelo impedimento da liberdade de expressão e de sua organização dentro das escolas e universidades sem que houvesse ingerência do estado ou da gestão.

Naquele contexto de extremo autoritarismo por parte dos milicos, eram adotados mecanismos policialescos de interrogatórios de modo a intimar estudantes, “um a um”, a prestarem esclarecimentos sobre suas funções e ações políticas. Hoje, uma REItoria fascista se baseia numa legislação ultrapassada e arquireacionária para perseguir, intimidar e até expulsar estudantes que estão legitimamente lutando por seus direitos e por melhorias na universidade.

Por isto, enviamos todo nosso apoio aos companheiros perseguidos políticos da USP de São Carlos!

Fascistas, não passarão!
Lutar não é crime!

 

REBELAR-SE É JUSTO!

 

ExNEPe: Carta de Belo Horizonte

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Carta de Belo Horizonte – Reunião da ExNEPe

 

Companheiras e companheiros, todos ao 37º ENEPe em Petrolina!

 

Saudação às estudantes de Pedagogia de todo o Brasil!

 

Vivemos momentos importantíssimos em nosso país. O governo Temer (PMDB/PSDB) e sua quadrilha (DEM, PP, PSD, etc) preparam o maior ataque das últimas décadas aos direitos do povo brasileiro. Direitos esses que foram conquistados com muita luta da classe operária e do campesinato. As contra-reformas da previdência e trabalhista visam destruir esses direitos para aumentar a exploração sobre o povo e a sangria das riquezas de nossa nação.

 

O poder Judiciário ultra-reacionário, sob a falsa capa de combate a corrupção, na verdade cumpre as ordens do imperialismo, principalmente norte-americano, e com as ameaça de prisão de altos elementos da “classe política” chantageia esse Congresso de bandidos a aprovarem em regime de urgência essas contra-reformas. O poder judiciário é podre, assim como o legislativo e o executivo, três podres poderes atolados até o pescoço na lama da corrupção. Por isso, o poder judiciário não quer por fim à corrupção no país, quer apenas dar uma imagem de moralidade a esse velho Estado completamente carcomido. Esse judiciário supostamente defensor da “ética e dos bons costumes”, foi o mesmo poder que na semana passada considerou legal a cobrança de mensalidade em cursos de pós-graduação das universidades públicas. É a sanção do STF à privatização das universidades brasileiras!

 

O governo fantoche de Temer segue, da mesma forma, seus ataques contra a educação. No ano passado aprovou a PEC 55 de redução dos gastos em educação e saúde; impôs uma reforma do ensino médio demagógica que visa, na verdade, sucatear ainda mais o ensino no país. Agora prepara novos ataques com o seu projeto de BNCC que aprofunda o esvaziamento do caráter científico da educação e de quebra irá procurar legalizar projetos reacionários do tipo “escola sem partido”. Paralelo a isso temos as reformas curriculares dos cursos de pedagogia que apontam para adequar nossa formação acadêmica para exercermos nossa profissão como meros “dadores de aula”.

 

Entre Marília e a Pátria

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Político e religioso brasileiro, Joaquim da Silva Rabelo, popularmente conhecido como Frei Caneca, foi uma importante figura histórica nas lutas de libertação nacional em nosso país. Tendo atuado como forte liderança nos movimentos democráticos da Revolução Pernambucana (1817) e da Confederação do Equador (1824), Frei Caneca mobilizou as massas e os intelectuais de Pernambuco para se rebelarem contra as políticas autoritárias de D. Pedro I. Por ser uma figura política de oposição direta à monarquia, Frei Caneca logo foi capturado e sentenciado à forca pelas forças do Império. No entanto, nenhum escravo ou soldado mostrou-se disposto a conduzir seu enforcamento. O Império Brasileiro decretou então seu fuzilamento, com o intuito de enfraquecer os demais movimentos de libertação nacional por meio da execução dessa grande liderança.  Mas o Império não foi capaz de frear as rebeliões do povo brasileiro, como se comprovou nos diversos movimentos que estouraram no primeiro reinado e no período regencial a partir do exemplo das lutas de Pernambuco. Segue abaixo um poema de Frei Caneca em que reafirma seu compromisso de lutar até a morte por sua pátria, bem como sinaliza que as gerações futuras devem levar essa luta adiante.

 


 

Entre Marília e a Pátria - Frei Caneca

Entre Marília e a pátria

Coloquei meu coração:

A pátria roubou-m'o todo;

Marília que chore em vão.

 

Marília, pede a teus filhos,

Por minha própria abenção,

Morram, como eu, pela pátria;

Marília que chore em vão.

 

Apenas forem crescendo,

Cresçam co'as armas na mão,

Saibam morrer, como eu morro;

Marília que chore em vão.

 

Defender os pátrios lares,

É dever do cidadão.

Quando exalem pela pátria;

Marília que chore em vão.

 

ESTUDANTES DE GOIÂNIA REALIZAM VISITA AO CAMPO

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 No período de 14 de abril a 22 de abril estudantes de Goiânia se organizaram em torno de uma proposta: fortalecer a aliança entre o campo e a cidade. Os estudantes visitaram várias áreas camponesas no norte de Minas Gerais e puderam ver com seus próprios olhos o avanço do processo de tomadas de terras  e da Revolução Agrária que se espalha por todo o Brasil.

Os estudantes participaram de atividades do dia-a-dia dos camponeses, tais como capinar a área comunitária de um assentamento para um evento da comunidade e compareceram à moda de viola debaixo do lindo céu estrelado do sertão. Os estudantes também conheceram a Ponte da Aliança Operário-Camponesa, construída pelos camponeses com seus próprios braços com auxílio de operários da construção civil de Belo Horizonte. Fizeram questão de limpar e pintar a ponte. Mantendo vivo na memória a importância daquela obra e do grande feito que é mudar a sua difícil condição com as próprias mãos e mudar os seus destinos, sem esperar desse velho Estado que tanto prometia e nada fazia para os camponeses.

Além disso, participaram de atividades de produção como colheita e beneficiamento da mandioca, cortar lenha e outras. Os estudantes ainda ajudaram nas atividades de mobilização e em reuniões nos assentamentos e nas cidades da região, com a proposta de celebrar, no mês de junho, os 50 anos da Batalha de Cachoeirinha! Mostrando que o povo não esquecerá jamais suas lutas e seus lutadores e que mais dia, menos derrubarão os seus algozes.

A visita às áreas revolucionárias marcou um salto na decisão ideológica dos estudantes de servirem ao povo em todas as frentes e de serem tropa de choque da revolução.

 

Todos os participantes saíram com o compromisso de propagandear a luta do campo na cidade, universidades e escolas. Se comprometeram ainda a usar o conhecimento adquirido na cidade em prol dos trabalhadores do campo e da cidade, em defesa da Revolução Agrária e em defesa de uma transformação de fato da condição do povo que só será alcançada com uma Revolução de Nova Democracia ininterrupta ao Socialismo.

DERRUBAR OS MUROS DA UNIVERSIDADE, SERVIR AO POVO NO CAMPO E NA CIDADE!

É TERRA PRA QUEM NELA TRABALHA! E VIVA AGORA E JÁ A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!

 

 

MEPR realiza debate sobre a reforma da previdência para estudantes de engenharia.

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No dia 04 de Abril foi realizado um debate sobre a reforma da previdência na Escola de Engenharia da Universidade Federal de Goiás. Entendendo a importância de se informar e tomar medidas contra as patranhas do governo federal, os estudantes receberam prontamente a proposta da realização do debate.
Para compor a mesa, estavam presentes o professor do município Antônio Gonçalves, presidente do SIMSED e também do professor de história da UFG David Maciel, além de um militante do MEPR. O evento que durou cerca de duas horas e meia conseguiu aparar arestas e falácias no que se referia às discussões da reforma da previdência, demonstrando por A + B que além de desnecessária, esta reforma têm como objetivo manter a mordomia dos parasitas do velho Estado enquanto todo o povo trabalhador sofre. O debate contou a presença de militantes de direita da engenharia, porém sem quaisquer argumentos minimamente coerentes, saíram de cabeça baixa ao ver que a própria massa de estudantes não os levava a sério. Nem ao menos esperaram os contra-argumentos.

Saudamos a todas e todos estudantes que participaram deste debate que pode deslindar campos em um setor de estudantes que são tomados como reacionários por outros estudantes.
Com as reformas que o governo vêm implementando, mais e mais parcelas de estudantes têm entendido a importância de se juntar à luta.
Saudamos a todas e todos estudantes que participaram deste debate que pode deslindar campos em um setor de estudantes que são tomados como reacionários por outros estudantes.

 

 
   

21º Fórum Nacional de Entidades de Pedagogia

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RJ: Estudantes em luta se mobilizam contra o sucateamento da Uerj!

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Desde que o reinício das aulas na Universidade Estadual do Rio de Janeiro - Uerj foi decidido de forma autoritária pelo REItor Ruy Garcia e pelo Fórum de Diretores, sem bolsas, sem salários, sem Bilhete Único Universitário e sem bandeijão, assim como sem a menor garantia de que a situação iria melhorar num curto prazo, o movimento estudantil da universidade vem travado importantes lutas em torno da organização dos estudantes na defesa da Uerj. Cartazes, Passagens em turma, Panfletagens e uma Manifestação convocam os estudantes a Combater e Resistir em defesa da Uerj!

Logo no segundo dia de aulas, na terça-feira, dia 11/04, ocorreu a Assembleia dos Estudantes de Pedagogia, onde cerca de 50 alunos puderam se reunir e discutir a mobilização no curso, bem como o atual cenário que se encontra a Uerj. Ao mesmo tempo em que se denunciava o ataque à educação pública, gratuita e que sirva ao povo surgiam propostas para mobilizar os estudantes e fazer com que o movimento estudantil da Pedagogia tomasse novo fôlego.

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No dia seguinte, 12/04, ocorreria a Assembleia Geral de Estudantes, com a participação de cerca de 200 estudantes. Logo no início da primeira Assembleia após as voltas às aulas militantes do MEPR fizeram uma fala em defesa da vida e da saúde do Presidente Gonzalo, com uma breve exposição de quem é o maior marxista-leninista-maoísta vivente sobre a terra e sua importância para Guerra Popular que se desenvolve no Peru.

No decorrer da Assembleia, pode-se notar um clima de muita insatisfação e a expectativa de grandes ações através de mobilizações e manifestações como formas de exigir da REItoria e do “governo” de Pezão as bolsas atrasadas, o restaurante universitário, a volta do Bilhete Único Universitário para que todos os estudantes tenham, minimamente, condições de frequentar a Uerj. Foi frisado que não bastam notas de repúdio, discussões somente entre os presentes na Assembleia sobre a grave situação da universidade, mas que o único meio de garantir o funcionamento da Uerj é mobilizando os estudantes e organizando as lutas concretas dos estudantes!

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