Revisionistas chamam manifestação antiimperialista de baderna

Durante a preparação da manifestação pela libertação dos companheiros no Rio de Janeiro, os pelegos da AMES (Associação Municipal dos Estudantes)- PCR, que estão no grêmio do Colégio Marconi, utilizaram-se de um acordo com a diretoria desta escola para impedir que estudantes da UCMG – Frente Estudantil Rebelião passassem nas salas denunciando as prisões e convocando para a manifestação do dia 27 de março. Passaram em sala dizendo que a manifestação iria ser “uma baderna, como a do Rio de Janeiro”, e que somente o grêmio poderia passar nas salas. Quem sempre chama manifestantes de baderneiros é a imprensa reacionária a serviço dos que oprimem o povo, foi exatamente este termo que usaram os advogados do Consulado norte-americano. Desmascararam-se, demonstrando o oportunismo de suas manifestações “pela paz”, ao mesmo tempo em que falam de paz, legitimam a ação do consulado norte-americano de perseguir estudantes antiimperialistas.

Atuam como se fossem donos dos estudantes, pretendem censurar as denúncias e o debate político dentro da escola. Estes oportunistas que atuam dentro do PT e da prefeitura de Belo Horizonte, usam nomes de revolucionários para enganar a juventude, mas mantém uma prática que consiste em dedurar revolucionários e manter íntimas relações com a polícia. Fazem tudo isto para que tenham uma boa imagem com os seus chefes da prefeitura, que reprime greve dos professores, que aplica a escola plural formadora de jovens semi-analfabetos, que defende os interesses do monopólio do transporte e impede que os estudantes tenham passe livre.

Foram realizadas várias denúncias e reuniões com estudantes representantes de turma, que se colocaram contra a atitude oportunista do grêmio. Enganam-se quando pensam que assim podem impedir os estudantes do Marconi de lutar!

Abaixo o velho movimento estudantil oportunista e eleitoreiro de Ames!