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Abaixo as perseguições de Alckmin/PSDB contra Juventude Revolucionária!

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A Unidade Vermelha – Liga da Juventude Revolucionária (UV-LJR) vem a público denunciar as perseguições sofridas por companheiros, por parte de elementos a mando do gerente de turno do estado de São Paulo (Alckmin/PSDB), através de sua corrupta e violenta Polícia Militar.

Desde o surgimento da UV-LJR, como organização revolucionária de jovens, que sofremos perseguições e intimidações por parte da polícia e outros agentes do velho Estado por todo o país, porém uma situação particular tem acontecido nos últimos meses em São Paulo, sob o gerenciamento do PSDB/DEM. Temos sido alvos de seguimentos ostensivos, pessoas fotografando ativistas, P-2 em atividades políticas etc. Mais recentemente, um companheiro, jovem ativista revolucionário e firme apoiador da imprensa popular e democrática, sofreu uma tentativa de sequestro por homens encapuzados, ao sair da empresa em que trabalha no bairro da Cidade Líder, Zona Leste da capital. Ao escapar da emboscada, foi alvo de dois disparos de arma de fogo, dos quais, por sorte, escapou ileso. Nos dias seguintes, o mesmo carro esteve circundando locais que o mesmo frequenta e com pessoas de dentro do carro tirando fotos. Temos relato de carros seguirem até mesmo pais de nossos ativistas!

PORQUE NOS ATACAM?

Como parte de sua política de extermínio e genocídio da juventude, principalmente pobre e negra da periferia, Alckmin pretende sufocar com terror e em sangue a justa rebeldia da juventude pobre. Segundo pesquisa recente do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP, apenas numa semana de 21 a 27 de Agosto em São Paulo, foram 15 mortes cometidas por policiais militares. Só perderam para as mortes por “desentendimento” (que inclui provavelmente grupos delinquentes). Isto para não falar nas que não entram na conta da PM, pois são praticadas por grupos de extermínio, quase que invariavelmente, ligados à corporação e com objetivos políticos sempre convergentes com a política de extermínio praticada pelo velho Estado.

Vejamos se não é assim: Esta mesma semana ocorreu o julgamento dos policiais envolvidos na maior chacina da história de SP, em que policiais assassinaram covardemente 17 pessoas da periferia. Pelo menos seis, como sempre, jovens pobres. O motivo teria sido 'vingar a morte de um PM', para isso  elegeram como seu principal inimigo, o povo pobre. Isto não é por acaso. É parte da guerra civil reacionária levada a cabo pelo velho Estado contra o povo, em que se opõem suas decrépitas, corruptas e genocidas forças de repressão às massas desarmadas, oprimidas e em condições de miséria e sem chance de se defenderem. A despeito da consciência ou não dessa situação por parte dos pistoleiros urbanos, a política que os orienta é essa, pois o velho Estado brasileiro não tem outra alternativa para conter o crescente protesto popular, a crescente rebelião das massas, sua politização, organização e consequente radicalização nas suas formas de luta, em particular da sua juventude mais avançada – a juventude combatente. Por isso, dá cobertura material, moral e jurídica – vide a extinção do processo contra os responsáveis pelo massacre do Carandiru – à violência policial, seja ela a cotidiana praticada por policiais fardados, ou enquanto fazem seus 'bicos' trabalhando como grupos de extermínio. 

As condenações pela chacina de Osasco e Barueri, que foi à júri popular, é em função da grande repercussão negativa para o Estado, porém podemos apenas observar os discursos do gerente Alckmin sempre que a PM entra em polêmicas quanto a seus abusos para ver que agradam e muito a seu patrão. 

PRISÕES POLÍTICAS E INTIMIDAÇÃO

Outra forma da política de Alckmin intimidar a juventude e tentar desencorajá-la para a luta, é através das conhecidas detenções em protestos. Porém este ano em particular, o gerenciamento estadual, juntamente com as FFAA, elevaram o nível da intimidação e, através de uma operação conjunta, prenderam e processaram jovens ativistas por protestarem contra Temer. Utilizando as chamadas 'redes sociais' para atrair pessoas críticas ao governo, aliados a um trabalho de inteligência e espionagem, fizeram as prisões políticas totalmente arbitrárias e sob falsas acusações. Tudo feito para botar medo e criminalizar a justa rebelião.

O  que o velho Estado burguês-latifúndiário e seus gerentes locais Alckmin-Doria, mais temem, é essa massa sob justa direção revolucionária. Só podem fazer adiá-lo, no entanto! Não podem deter o vigoroso movimento revolucionário que se levanta no país e no mundo por varrer a velha sociedade e construir um novo e luminoso futuro!

Não nos intimidarão! Continuaremos organizando a juventude proletária e semiproletária urbana, desde suas escolas, locais de trabalho e moradia! Servindo ao povo, como vanguarda e reserva de choque da revolução democrática em nosso país e nas fileiras da revolução proletária mundial!

Viva a juventude combatente!

Abaixo as perseguições a mando de Alckmin/PSDB!

Abaixo a política de extermínio da juventude!

Rebelar-se é Justo!

Unidade Vermelha, Setembro 2017

 


 

Cartazes em apoio à Ocupção do Bandejão da Uerj

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Ocupa Bandejão Uerj: "Contra a precarização e a privatização da UERJ: Rebelar-se é justo!"

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Reproduzimos o Manifesto da Ocupação do Bandejão da Uerj, iniciado na noite de 26/09 pela reabertura imediata do Bandejão, fechado a mais de um ano.
Se posicionando firmemente contra o sucateamento e a privatização do ensino público, defendendo uma luta radicalizada, massificada e combativa, a Ocupação do Bandejão da Uerj aponta uma rumo para a defesa de todo ensino público gratuito, de qualidade e à serviço do povo.
VIVA A LUTA DOS ESTUDANTES DA UERJ!
ABAIXO A PRIVATIZAÇÃO!
EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA, GRATUITA E A SERVIÇO DO POVO!
REBELAR-SE É JUSTO!

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Carta à comunidade da UERJ e ao Povo do Rio de Janeiro:
Contra a precarização e a privatização da UERJ:
Rebelar-se é justo!
O Bandejão da UERJ está ocupado pelos estudantes! A comunidade da UERJ está em luta!
Quem poderá se opor?
Chega de esperar as condições mínimas (que não existem): é obrigação do Estado garantir as condições plenas de funcionamento da Universidade. Uma vez que o governo não cumpre seu papel, iremos, a partir de agora, apoiados na solidariedade e na mobilização da comunidade universitária e de toda a população, colocar para funcionar aquilo que é nosso por direito. Faremos, com as nossas mãos, tudo o que a nós diz respeito!
O desmonte da Universidade do Estado do Rio de Janeiro não é obra de mero “descaso”, como muito se tem dito por aí. Nem da “falta de verbas”. Sem dúvida, desde o estouro da crise do estado, nossa situação agravou-se enormemente; mas mesmo nos “anos dourados” da quadrilha de Sérgio Cabral já vivíamos um processo de contínuo sucateamento. Basta dizer que o único campus que conta com um bandejão (ainda assim, caro e insuficiente para suprir a demanda) é o do Maracanã, enquanto as unidades da região metropolitana e interior são tratadas, de fato, como uerjianos de “segunda classe”. A política de assistência estudantil resume-se às bolsas magras e que atrasam constantemente, e não nos provê creche, transporte intercampi, moradia estudantil ou qualquer outro recurso para a permanência na universidade. Governantes e reitores hipócritas têm usado o ingresso de alunos através das cotas para alardear uma suposta democratização dessa universidade, que não garante, todavia, que aqueles que ingressam possam concluir seus estudos.
Torraram-se milhões na construção de elefantes brancos para a Copa do Mundo , Olimpíadas e em isenções fiscais para empresas privadas. Quantas vagas na UERJ  poderiam ter sido criadas com este dinheiro?!
Frisamos: o desmonte da UERJ não é fruto de “descaso” ou “incompetência”, e sim um projeto político de sucateamento deliberado da universidade para justificar a sua entrega, na bacia das almas, aos interesses privados - assim como ocorre na saúde pública com o desmonte do SUS. Se continuarmos nesse caminho, o direito sagrado
à Educação Superior se tornará, em pouco tempo, um privilégio para os que podem pagar. Contra isso lutamos, contra isso nos levantamos. Sobre isso dizemos, em alto e bom som: NÃO À PRIVATIZAÇÃO DA UERJ! NÃO PASSARÃO!
 

BANDEJÃO DA UERJ OCUPADO!

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Na noite da última terça-feira, 26 de setembro, estudantes da Uerj ocuparam o bandejão contra os graves ataques que a universidade vem sofrendo pelo velho Estado burguês-latifundiário, a nível estadual com Pezão(PMDB) e a nível federal com Temer(PMDB).

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Esta importante iniciativa se deu após quase um mês de volta as aulas,após o fim da greve conjunta de estudantes, técnicos e professores. A greve se encerrou com as promessas do governo bandido de Pezão e logo a situação da universidade se mostrou tão ruim quanto antes: bolsas e salários atrasados, bandejão criminosamente fechado e um calendário acadêmico de 90 dias (quando o normal é de 120).

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Frente a paralisia do DCE-UNE (PT/Pecedobê), os estudantes independentes e combativos conseguiram mobilizar em cada curso. Rompendo com a camisa de força imposta pelos representantes do MEC dentro do movimento estudantil, a ocupação se deu de forma independente destes inimigos dos estudantes.

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A ocupação do bandejão é uma importante iniciativa de defesa dos direitos dos estudantes que, principalmente na Uerj, mas também por todo o país estão sofrendo com a atual ofensiva privatista e sua lógica de precarizar para privatizar. Aponta, portanto, um caminho radicalizado e combativo para todo movimento de defesa do ensino público gratuito e a serviço do povo por todo país!

VIVA A OCUPAÇÃO DO BANDEJÃO DA UERJ!

ABAIXO A PRIVATIZAÇÃO DO ENSINO PÚBLICO SUPERIOR!

ABAIXO A UNE, INIMIGA DOS ESTUDANTES!

REBELAR-SE É JUSTO!

 

DOIS CAMINHOS DO MOVIMENTO ESTUDANTIL

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    Os ataques do governo contra o ensino público estão cada vez mais graves. A situação das escolas e universidades é drástica e demanda que todos os estudantes se posicionem decididamente! Os próximos anos serão uma verdadeira guerra em defesa do nosso direito de estudar e aprender, para barrar a privatização da educação e arrancar na marra as melhorias no ensino que tanto precisamos e desejamos. Mas, para construir a educação que queremos, precisamos nos armar do principal instrumento de luta e resistência: nossa organização!
    Hoje, mais do que nunca, é fundamental fortalecermos o movimento estudantil independente dos governos, democrático, combativo e revolucionário e isto só será possível se traçarmos uma clara linha de demarcação entre os que lutam e os que fingem lutar.

Combater o oportunismo eleitoreiro no movimento estudantil!

    Desde 1995, existem no nosso país Dois Caminhos do Movimento Estudantil. O caminho democrático-revolucionário, do qual orgulhosamente fazemos parte desde os primórdios da nossa Corrente, por um lado. E, na direção oposta, o velho caminho burocrático, eleitoreiro e oportunista representado, principalmente, pela Une/Pecedobê.
    Após receber, merecidamente, a alcunha de “inimiga dos estudantes”, pelo papel de subsecretaria do MEC que cumpriu durante os 13 anos do gerenciamento oportunista de PT/Pecedobê, a Une foi rechaçada pelos estudantes em todas as lutas que ocorreram neste período. Enquanto os estudantes lutavam contra a privatização das universidades públicas, boicotando as taxas, fazendo greves e protestos, a Une defendia (como ainda segue defendendo) programas que desviam dinheiro público pras instituições privadas, enchendo os bolsos dos tubarões do ensino. No auge da sua desventura oportunista, enquanto toda a juventude combatente saía às ruas nas grandes jornadas de luta de junho e julho de 2013 com o grito de NÃO VAI TER COPA, a Une/Pecedobê fazia campanha para alistar voluntários para a Farra da Fifa! Em 2015, quando os secundaristas em SP lutaram contra a reorganização do ensino imposto por Alckmin/PSDB, a Une e Ubes caíram de paraquedas nas escolas e tentaram atrasar a luta, conciliando com o governo e se autoproclamando como “representantes” dos estudantes. Na maior parte das escolas, novamente, foram colocadas pra fora pelos estudantes combativos.
    No final de 2016, em meio à greve de ocupações que tomou conta de escolas secundaristas e universidades de norte a sul do país contra as reformas antipovo de Temer/PMDB, a Une mais uma vez se apresentou como traidora da luta, e propôs que os estudantes permitissem a realização do ENEM! O que poderia ser fator de maior pressão no governo contra a aprovação da contrarreforma do Ensino Médio, não se impôs como poderia, graças ao nefasto papel desta entidade falida e sua direção. No maior descaramento, a Une convocou seu ex-presidente Orlando Silva (Pecedobê) para negociar o fim das ocupações com o Ministro da Educação de Temer! Desmascarados, em todo o país foram colocados, uma vez mais, para fora de grande parte das escolas ocupadas.
 

GOIÁS: JUVENTUDE GOIANA SE MOBILIZA EM DEFESA DO PASSE LIVRE ESTUDANTIL: AVANTE!

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O povo brasileiro nunca esteve em uma situação tão caótica quanto agora. Os "governos" a nível municipal, estadual e federal sangram estudantes e trabalhadores com uma ferocidade inaudita. O mais recente projeto nefasto do governo facínora de Marconi Perillo (PSDB) prevê o fim da meia passagem para estudantes em Goiás, o que mostra que quem manda aqui são realmente os empresários do alto capital. O gerenciamento estadual e o monopólio dos trasnportes sempre tentaram imputar ao meio passe e ao passe livre estudantil a culpa pelos abusivos aumentos das tarifas que vêm ocorrendo nos últimos anos. Em 2014 foram 10 centavos de aumento, em 2015 foram mais 50 centavos, e em 2016 foram mais 40 centavos, totalizando hoje uma passagem no valor de R$ 3,70. Isso prova que bastou as manifestações cessarem para que a classe parasita estendesse mais ainda suas garras ao dinheiro do povo trabalhador. Esses aumentos nunca foram devidamente justificados, pois, além de serem acima da inflação, ainda não houve nenhuma melhora da frota de ônibus ou expansão dos programas do transporte público, pelo contrário: os ônibus estão cada vez mais escassos, mais precarizados e menos seguros.

Várias conquistas das lutas de 2013 foram retiradas, como o programa “Ganha Tempo” que garantia integração nas linhas de ônibus e houve um aumento da burocracia para cadastramento dos benefícios. Agora até mesma a meia passagem foi restirada. O estudante precisa se recadastrar de 2 a 3 vezes por ano para que tenha acesso aos benefícios, artifício utilizado para que várias pessoas percam a data e fiquem sem o seu direito garantido, a fim de aumentar os lucros dos empresários. Este recadastramento de nada vale para comprovar o direito dos estudantes, visto que os benefícios só são repassados quando as instituições enviam o comprovante de matrícula dos alunos e alunas.

O estudante que já possui acesso dificultado ao ensino sofrerá ainda mais, pois terá que pagar dobrado em passagens complementares ao já escasso “passe livre”, que sempre cai atrasado ou pela metade. Desde sempre é negada à juventude goiana, em particular, e à juventude brasileira, em geral, o direito de acesso ao lazer e à cultura, pois além da máfia do transporte limitar a rota que os estudantes podem fazer, limitar o número de passagens por dia, nunca permitiram que os estudantes recarregassem seu meio passe no período que suas instituições estavam de férias. Estudantes que quisessem se locomover tinham que colocar centenas de créditos pois ficavam meses sem poder recarregar a carteirinha, sem dizer que não cai passe livre no período de férias. Agora até mesmo o direito a ir para a escola e para o trabalho será negado à juventude pobre, pois cada estudante recebe no máximo duas passagens por dia, quantidade explicitamente insuficiente para que estudantes realizem todas as suas atividades. Se os benefícios estudantis supostamente fizeram aumentar o preço da tarifa, onde está a redução da tarifa agora que o benefício foi retirado? Onde está a melhoria da frota de ônibus?
 

UNIFESP: BOICOTAR O “GRUPO DE TRABALHO” REACIONÁRIO - GREVE GERAL DA EDUCAÇÃO!

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No mês de Agosto, a reitoria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) realizou audiências públicas em todos os campus da UNIFESP,  revelando para os estudantes os cortes que a gerência Temer vem fazendo no orçamento do PNAES (Plano Nacional de Auxílio Estudantil). Segundo a reitoria, há garantia de pagamento das bolsas para estudantes em vulnerabilidade socioeconômica somente até o final do ano, e ano que vem, com o orçamento previsto, já não seria mais possível pagar todas as bolsas integralmente. A proposta da reitoria é ir cortando aos poucos dos estudantes em “menor vulnerabilidade”, como os de Perfil V e IV do auxílio PAPE (Programa Auxílio para Estudantes), além de possíveis cortes no subsídio para todos os estudantes no Restaurante Universitário.  

Vivemos o impacto da política de ataque às universidades e escolas públicas pelo gerenciamento do bandido Michel Temer (PMDB) e sua quadrilha, que à mando do imperialismo principalmente ianque dão continuidade e aprofundam a política de sucateamento e privatização do ensino público aplicada pelos gerenciamentos anteriores de Luiz Inácio e Dilma (PT) e FHC (PSDB). As propostas do Banco Mundial e do FMI vem sendo implementadas sem tirar nem por, propostas estas que querem às custas do povo brasileiro enriquecer os bolsos de grandes burgueses e ensinar de maneira acrítica e tecnicista milhões de jovens e estudantes para facilitar o desenvolvimento de uma mão-de-obra barata para trabalhar em seus latifúndios e fábricas como animais. 

Na esteira desses e outros ataques aos direitos do povo brasileiro pelo velho Estado, o Poder Judiciário dá sua chancela e cobertura legal a todas essas medidas. Expressão disso é a recente aprovação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da cobrança de taxas e mensalidades para cursos de especialização em universidades públicas, abrindo a porteira para a onda de privatização planejada pelo velho Estado burguês-latifundiário.  

 

Debates sobre luta pela terra e a Chacina de Pau D’Arco no Rio de Janeiro.

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Na última semana ocorreram três atividades que discutiram a atualidade da questão agrária no nosso país e a importância do apoio decidido de estudantes aos camponeses pobres em luta pela conquista da terra e destruição do latifúndio.

Na Uerj e na UFF, nos dias 4 e 5 de setembro, ocorreram a exibição do documentário lançado pelo Jornal A Nova Democracia “Terra e Sangue: Bastidores do Massacre de Pau D’Arco” e um debate com a presença de representantes do Cebraspo - Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos, do Conselho Editorial do Jornal a Nova Democracia e um representante da Comissão Nacional da Liga dos Camponeses Pobres. O debate da UFF contou ainda com a presença de uma professora de Ciências Sociais. Na mesma semana, realizou-se ainda a exibição do documentário num colégio secundarista localizado na Tijuca.

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UJC-reformista e seus devaneios eleitoreiros na Pedagogia (Resposta do MEPR e da UV-LJR à UJC)

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Resposta do MEPR e da UV-LJR à UJC:

UJC-reformista e seus devaneios eleitoreiros na Pedagogia

 

Qual é o critério que permite determinar se um jovem é ou não revolucionário? Apenas existe um critério: verificar se esse jovem quer ou não ligar-se às grandes massas operárias e camponesas e se, efetivamente, se liga a elas. Se ele quer ligar-se aos operários e camponeses, e se o faz, efetivamente, então é um revolucionário; no caso contrário, é um não revolucionário ou contrarrevolucionário. Se hoje ele se liga às massas de operários e camponeses, hoje ele é um revolucionário. Mas se amanhã ele deixar de ligar-se a elas ou passar a oprimir as pessoas simples do povo, então será um não revolucionário ou um contrarrevolucionário.

(Presidente Mao Tsetung, A orientação do movimento da juventude, 1939)

 

Recentemente, a UJC, apêndice do PCBrasileiro, atacou o MEPR de burocratismo e oportunismo, numa nota na qual dizem fazer um balanço sobre o 37º ENEPe, realizado em julho de 2017 na cidade de Petrolina (PE). Na introdução de sua nota, esses reformistas fazem um breve retrospecto da história de luta na pedagogia relatando a ruptura com a Une em 2004 e a ocupação do MEC em Brasília, em 2006. Da parte da UJC, a acusação de “burocratismo” ao MEPR é no mínimo risível, afinal, onde estavam eles durante a referida ocupação do MEC em 2006? Possivelmente em alguma salinha de departamento de alguma universidade, pois nessa manifestação eles não estavam não! Esses revisionistas nem conhecem essa história direito, nem sabem que nessa ocupação do MEC houve confronto com a Polícia, que houveram prisões e processos que só foram encerrados recentemente, no primeiro semestre de 2017. Senhores burocratas de gabinete, vocês sabem quem foram os presos, quem foram os processados? Todos eram militantes do Movimento Estudantil Popular Revolucionário.

 

Os revisionistas da UJC, que acusam o MEPR de oportunismo, em sua “breve história da pedagogia”, relatam a ruptura com a Une, em 2004, mas onde estavam eles naquele momento? Na Une, ora bolas! Estavam lá na Une governista, transformada em sub-secretaria do MEC. E não poderia ser diferente, pois em 2002, o PCBrasileiro, aliado ao PT e ao Pecedobê, ajudou, com muito poucos votos é verdade, a eleger Lula a presidente da república. Ajudaram a eleger o Lula que havia escrito a famosa “carta aos banqueiros”, onde se comprometia, caso eleito, a cumprir religiosamente o pagamento dos juros da dívida externa ao FMI e ao monopólio financeiro internacional. Lá estavam eles no congresso da Une em 2003, por isso não sabem nada do que ocorria na luta da pedagogia, por isso não sabem que foi o histórico ENEPe de Natal/RN, de 2004, que aprovou o rompimento com o governismo; não sabem nada das prisões, dos processos de 2006; não sabem, também, que o ministro da educação que mandou prender os estudantes da pedagogia em 2006 era Fernando Haddad. Sabem, porém, que talvez este seja o candidato do PT nas eleições de 2018 e que, muito provavelmente, contará com o apoio dessa sigla oportunista eleitoreira.

 

E a UJC não só estava na Une em 2003, em 2005, etc..., como continua lá até hoje, referendando as posições da UJS-Pecedobê. Oportunistas são aqueles que querem aprovar o retorno do movimento estudantil da Pedagogia para essa falida entidade. Queriam isso no 37º ENEPe, mas foram rotundamente derrotados, e nem sequer tiveram coragem de apresentar essa proposta na plenária. Mas se alguém se der ao trabalho de ler a tese da UJC ao 55º Congresso da Une, verá que dentre as propostas deles está “fortalecer a Une através das Executivas e Federações de curso”. O que eles querem, portanto, é que a pedagogia retorne ao pântano da Une e se converta em um trampolim eleitoral para seus futuros candidatos-derrotados da próxima farsa eleitoral.

 

Revisionista calejado, reformista escolado e obstinado eleitoreiro – esse é o PCBrasileiro e a UJC; aí reclamam que o MEPR os tratam como se fossem iguais ao Pecedobê e a UJS. Iguais não, mas para usar um termo caro aos lukacsianos (ou heideggerianos?) são “ontologicamente” quase-idênticos. Utilizam-se do nome de comunistas, do símbolo da foice e o martelo para enganar e iludir a juventude rebelde. No entanto, essas direções nada têm de comunistas! A UJC se esforça para dizer que não é reformista, no entanto, o programa “estratégico” do PCBrasileiro é uma cópia do programa “socialista” do Pecedobê. Isso porque, na verdade, essas duas siglas copiam o programa revisionista do restaurador do capitalismo na URSS, isto é, o programa do traidor Nikita Kruschov, que defende, justamente, a tese máxima do reformismo: a crença em uma “transição pacífica” do capitalismo para o socialismo.

 

 

Juazeiro/BA: Vitoriosa brigada de vendas do JEP 19

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No último dia 08 de agosto, terça-feira, O Movimento Estudantil Popular Revolucionário realizou uma brigada de venda da 19ª edição do Jornal dos Estudantes do Povo. A atividade ocorreu em Juazeiro-BA (Vale do São Francisco) em um aulão de pré-vestibular para alunos da rede pública e particular que ocorreu no auditório da Universidade do Vale do São Francisco (UNIVASF). A principal tarefa da juventude revolucionária nesse dia foi apontar sobre a grave situação política e econômica do País, denunciar a ofensiva privatista do Estado nas universidades públicas para estudantes e professores presentes no evento e por fim propagandear a Revolução de Nova Democracia como único meio de barrar todos os ataques à educação brasileira e aos direitos do povo.  

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