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Repudiamos a perseguição a estudantes pela reitoria da UNESP - Marília

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O Movimento Estudantil Popular Revolucionário - MEPR manifesta com firmeza nosso repúdio à perseguição política aos estudantes da UNESP – Marília. Este processo recentemente tomou novo impulso com o encaminhamento dos processos de sindicância abertos em retaliação ao piquete realizado na universidade em apoio às ocupações de 2015 e por políticas de Permanência Estudantil.

Nos solidarizamos com os companheiros ameaçados de perda do vínculo com a universidade, além da possível perda de bolsas acadêmicas. Rechaçamos todos os casos de perseguição política a estudantes, que tem se tornado cada vez mais comuns, escancarando o caráter reacionário e antidemocrático de muitas das direções e reitorias das universidades brasileiras.

Em maio deste ano, denunciando a perseguição a estudantes na USP - São Carlos, nós afirmamos:

"Essass acusações absurdas estão em consonância com procedimentos típicos do decreto 477 da mesma época [do Regime Militar Fascista de 64] e que ficou conhecido como AI-5 dos estudantes, o qual feria a autonomia dos estudantes pelo impedimento da liberdade de expressão e de sua organização dentro das escolas e universidades sem que houvesse ingerência do estado ou da gestão.

Naquele contexto de extremo autoritarismo por parte dos milicos, eram adotados mecanismos policialescos de interrogatórios de modo a intimar estudantes, “um a um”, a prestarem esclarecimentos sobre suas funções e ações políticas. Hoje, uma REItoria fascista se baseia numa legislação ultrapassada e arquireacionária para perseguir, intimidar e até expulsar estudantes que estão legitimamente lutando por seus direitos e por melhorias na universidade."

É imperativo levantarmos a bandeira da democracia nas escolas e universidades e unificarmos a luta de estudantes, professores e funcionários em defesa das nossas escolas e universidades públicas, gratuitas, democráticas e que sirvam ao povo!

ABAIXO A PERSEGUIÇÃO POLÍTICA AOS ESTUDANTES QUE LUTAM!

PELO ARQUIVAMENTO IMEDIATO DOS PROCESSOS CONTRA OS ESTUDANTES DA UNESP MARÍLIA!

LUTAR NÃO É CRIME!


 

 

CARTA DE ROMPIMENTO COM A UJR (UNIÃO JUVENTUDE E REBELIÃO) E POR QUE DECIDI MILITAR NA UV - LJR (Liga da Juventude Revolucionária)

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Publicamos abaixo a carta de rompimento da companheira Walkíria com a juventude pelega da UJR, tentáculo do "partido" revisionista do PCR; essa mesma juventude tão bem conhecida por trair a luta combativa dos estudantes, como foi demonstrado nas ocupações secundaristas de 2015/2016. Nessa carta, a companheira contrapõe a linha oportunista desse partideco com a linha democrática revolucionária defendida pela Juventude Revolucionária  da Unidade Vermelha, bem como expressa sua desilusão com as podres táticas dessa organização que, com sua fraseologia oca, levanta a bandeira da "juventude comunista" e do "combate ao estado burguês". Mas, como exposto abaixo, a prática da UJR não corresponde nem minimamente a seu discurso, revelando que, na verdade, se trata de mais uma entidade que compõe o campo oportunista do estado burguês-latifundiário que tanto explora o povo brasileiro. As bandeiras do PCR (UJR, Correnteza, AERJ etc.) estão à direita do movimento estudantil, e o direcionam para a velha prática do oportunismo eleitoreiro. A decisão da companheira Walkíria de militar na UV - LJR demonstra o caráter decadente do revisionismo e a ascensão da luta combativa e independente no movimento estudantil. Saudamos bravamente o rompimento da companheira e que seu exemplo sirva como uma valiosa lição para a juventude que deseja se mobilizar para abalar a velha ordem que subjuga o Brasil.



 

CARTA DE  ROMPIMENTO COM A UJR (UNIÃO JUVENTUDE  E REBELIÃO) E POR QUE DECIDI MILITAR NA UV - LJR (Liga da Juventude Revolucionária)

Minha primeira experiência prática, que se complementava com minha linha teórica começou na UJR, juventude do PCR.

Fui aprendendo com meus ex-companheiros sua centralidade em âmbitos principais da organização, assim reivindicando os pensamentos e as posições ideológicas, sendo assim empenhada em apreender e aplicar sua linha política.

Entretanto, ao decorrer de quase três meses de atuação nessa organização, fui levada a perceber certas falhas em sua teoria e prática "revolucionárias".

A teoria e a prática do PCR são muito divergentes de uma teoria e prática de fato revolucionárias. Se dizem um partido comunista, porém em sua atuação não passa de um partideco revisionista tal qual seus aliados “temporários” como PSOL e PDT.

ATUAÇÃO NOS  MOVIMENTOS DE MASSAS

O PCR justifica sua atuação na central satélite do PT, a CUT, como sendo um trabalho essencial dentro dos sindicatos, utilizando de forma extremamente desonesta textos de Lênin sobre o trabalho dentro dos mesmos. Porém a prática mostra que é impossível alterar a essência da CUT, pois mesmo existindo trabalhadores honestos lá dentro, a direção é uma verdadeira máfia, servindo como linha auxiliar do governo e da grande burguesia, entravando greves e passando a perna nesta base que faz oposição às posições de direita.

Sobre a “disputa” da UNE e UBES, utilizam o mesmo argumento de que os “comunistas devem estar onde as massas estão”. Porém nos congressos não há qualquer possibilidade de debate político e disputa de massas já que tais “congressos” não passam de festas regadas a drogas e orgias. Outra prova de sua completa degeneração são as inúmeras fraudes como a clássica falsificação das atas.

Ainda que o PCR diga o contrário, a prática mostra que sua participação dentro destes instrumentos do oportunismo como a CUT, a UNE e a UBES servem na verdade para acúmulo político na farsa eleitoral.

 

SOBRE O PT

O PCR argumenta sobre a necessidade de combater a direção pelega da CUT, mas, aparentemente, não é isso que fez durante os governos petistas – semeando ilusões nas massas e nos militantes de que havia algo de progressista ou mesmo anti-imperialista no PT. Em seu “Manifesto do PCR para o 2° Turno das Eleições: Impedir a Entrega do Governo do Brasil aos bancos e ao fascismo” de 2014, quando o PT já havia mais que provado a quem servia, diz “[...] O Partido Comunista Revolucionário (PCR) convoca o povo brasileiro a dizer não ao candidato do imperialismo e dos bancos, derrotar a direita e avançar na luta popular. Dia 26 é dia de votar no Brasil votando em Dilma.”

 

Jorge Dimitrov: Herói Internacionalista

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No último dia 18 de Junho, completou-se 135 anos do nascimento do grande revolucionário búlgaro George Dimitrov, que se tornara mundialmente famoso pela sua inestimada contribuição como ums dos mais importantes quadros dirigentes da III Internacional, a Internacional Comunista ou Comintern, além de ter sido ferrenho combatente antifascista.
Como celebração por esta data e por vida interira dedicada à Revolução Proletária Mundial, o MEPR disponibiliza para download a Revista em Quadrinhos Jorge Dimitrov - Herói Internacionalista de autoria de José Ruy, produzido pela Associação Portugal-Bulgária em 1985 e que conta a vida e luta de George Dimitrov.

VIVA O INTERNACIONALISMO PROLETÁRIO!

FASCISTAS: NÃO PASSARÃO!
 

Alípio de Freitas: Resistir é preciso! (download)

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Como parte das homenagens ao companheiro Alípio de Freitas, disponibilizamos para download em nosso site o seu livro Resistir é preciso, no qual descreve as infindáveis torturas a que foi submetido pelos milicos do Regime Militar Fascista e nos brinda com um grande exemplo de conduta revolucionária, tirando das lições as vivas de sua própria história a comprovação na prática que "Um homem, se quiser, pode resistir e sobreviver vitoriosamente a qualquer forma de opressão."

DOWNLOAD


COMPANHEIRO ALÍPIO DE FREITAS:

PRESENTE NA LUTA!




 

A paciência do Povo Brasileiro acabou

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Retirado do Boletim La Rebelión se Justifica! da Frente Estundatil Popular e Revolucionária do Chile - FERP

A paciência do Povo Brasileiro acabou


O povo do Brasil demonstra ao mundo heroicas e combativas lutas no campo e na cidade, que estremecem em toda a América Latina. Este dia 24 de Maio, inclusive, os protestos em Brasília se dirigiram para a destruição dos prédios de ministérios e outros órgãos do velho Estado, até o ponto que Temer e sua quadrilha tiveram que enviar militares para reprimir.


A paciência do povo brasileiro chegou ao seu fim, e manifesta com grande violência revolucionária sua disposição para varrer com os reacionários; com os governantes, cujas contradições desmascaram seus verdadeiros rostos. Corruptos que entregam fundos públicos a monpólios industriais como o fez Dilma Rousseff e agora Michel Temer, mostram ao povo brasileiro o caráter de classes de seu velho Estado: servir aos monopólios e latifundiários.


O mais escandoloso, nem sequer é a corrupção, senão a situação da grande concentração latifundiária que existe no campo, que deixa os camponeses desamparados e em fome constante. Frente a esta situação faz tempo que o campesinato vem empreendendo com justeza a tomada de terras, resolvendo assim o problema fundamental e avançando também no caminho da Revolução de Nova Democracia.


As justas tomadas de terra, onde se estabelecem acampamentos produtivos ou áreas revolucionárias, desatam que a mão sanguinária dos latifundiários, que vem assassinando camponeses sistematicamente, se torne mais cruel.

- Ao responder um email, encaminhe-o para a pasta adequada ou seja, para quem ele se destina.

- Ao responder um email, encaminhe-o para a pasta adequada ou seja, para quem ele se destina.A DECA (Delegacia Especial de Conflitos Agrários) perpetuou um grave massacre no Pará no mês passado, onde assassinaram 11 camponeses pobres e deixaram 14 feridos. Estes fatos faram estalar o ânimo dos camponeses. A revolução no Brasil se faz inevitável.


Os oportunistas e revisionistas tentam mostrar estas grandes lutas do povo brasileiro como um conflito que se soluciona com uma mudança de governo. Daí que coloquem ênfase no “Fora Temer”; porém qualquer um que seja parte do corrupto Estado brasileiro será igualmente um pró-imperialista sujo.


O povo brasileiro tem dois grandes problemas: o problema da terra e o problema nacional. Só a Revolução democrática, agrária e anti-imperialista tem a solução para varrer estes problemas destruindo por completo esta velha ordem embelecida pelos adoradores do imperialismo, traidores da pátria e os partidários deste velho Estado burocrático e genocida.


 LA REBELIÓN SE JUSTIFICA N°8


 

VITORIOSA GREVE GERAL NO DIA 30 COLOCA NA ORDEM DO DIA A REBELIÃO POPULAR CONTRA OS ATAQUES!

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Em todo o país organizaram-se massivos e combativos protestos, com manifestações massivas nas cidades e fechamentos de rodovias no campo. Com a Juventude Combatente à frente das ações mais combativas, o conjunto da massa de trabalhadores, estudantes, professores e camponeses responderam os ataques expondo para as classes dominantes reacionárias sua indignação, colocando na ordem do dia novas e maiores rebeliões em defesa de seus direitos!

Em Rondônia, camponeses das áreas Renato Nathan II, Canaã e Raio de Sol fecharam a BR 364 com uma barricada de pneus em chamas logo pela manhã do dia 30/06. Organizados pela Liga dos Camponeses Pobres, camponeses denunciaram os ataques e trouxeram palavras de ordem em defesa da luta pela terra e contra a contrarreforma da previdência.

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No sertão pernambucano, na UPE, local que será sede do 37º Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia - ENEPe, estudantes realizaram passagens em turma nos cursos de Pedagogia e Licenciaturas panfletando a carta da Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia - ExNEPe “TODOS E TODAS À GREVE GERAL! - Radicalizar a luta e avançar na organização nacional da Pedagogia!”.

No Rio de Janeiro, pela manhã servidores e estudantes da Uerj organizaram uma aula pública em frente ao Palácio Guanabara, sede do gerenciamento estadual. A Uerj, que sofre o maior ataque de sua história, passa por uma situação crítica, sem bandejão e com um atraso de 3 meses no salário dos professores.

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Já no final da tarde organizou-se um combativo ato no centro da cidade, que contou com um bloco vermelho composto da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP), com participação de militantes do MEPR, do Movimento Feminino Popular - MFP e da Unidade Vermelha - UV-LJR.

Com mais de 30 mil presentes, o ato, após se concentrar na Candelária, seguiu até a Central do Brasil, onde passam diariamente milhares de trabalhadores. Passando por cima da infiltração de policiais à paisana (P2’s), a manifestação seguiu até o local determinado e ao chegar lá a massa não se conteve e respondeu à altura as tentativas de repressão por parte da Polícia Militar de Pezão.

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O que se viu, a partir daí, foi a brava resistência das massas, que dividiu o bloco da repressão com paus, pedras, bombas e rojões. Enquanto os cães de guarda do velho Estado corriam, em desespero, a massa seguia sua manifestação, erguendo barricadas, entoando palavras de ordem em defesa de seus direitos, balançando suas bandeiras e estendendo suas faixas, até a dispersão da manifestação.

Em Belo Horizonte, houve também uma combativa manifestação pela manhã, que contou com a participação de várias categorias que cruzaram os braços no dia de luta.

Trazendo à frente uma faixa exigindo a liberdade de todos os presos políticos da Índia, esrtava um bloco combativo e classista composto pela Liga Operária, Luta Popular e Sindical (LPS), Sindicato dos Trabalhadores da Construção de Belo Horizonte e Região (Marreta), Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação (Moclate), Sindicato dos Correios, Sindicato dos Empregados em Empresas de Serviços de Informática e Similares do Estado de Minas Gerais (Sindados), Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), UV- LJR, dentre outros movimentos classistas, que interviu no ato erguendo alto a consigna contra as “reformas” de Temer e sua quadrilha.

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Abaixo Temer e toda sua Quadrilha!

Ir ao combate sem temer! Ousar Lutar, Ousar Vencer!

Rebelar-se é Justo!

 

Os Três textos mais lidos do Presidente Mao Tsetung

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Como parte de um compromisso em auxiliar no impulsionamento da luta dos estudantes brasileiros, bem como em divulgar a ideologia científica do proletariado, reproduzimos em nosso sítio os “Três artigos permanentes” e também o editorial do “Diário do Exército Popular de Libertação”, escrito em dezembro de 1966, que analiza a importância dos “3 textos” para os revolucionários.

Os três artigos permanentes (“Servir ao Povo”, “Em Memória de Norman Bethune” e “O Velho que Removeu as Montanhas”) foram largamente estudados em um momento chave para a Revolução Chinesa: nos momentos em que se iniciavam a Grande Revolução Cultural Proletária, que impediu por dez anos a restauração capitalista na China Popular.

Estava em jogo para o conjunto do povo chinês (operários, camponeses, estudantes, intelectuais, etc.) transformar a vontade de se chegar ao comunismo em decisão para cumprir as tarefas demandadas no novo momento político que atravessava o país. Revolucionarizar sua ideologia, expulsar as ideias atrasadas, guardar-se da arrogância, transformar a si mesmo para poder servir completamente ao povo e à luta pela emancipação de toda a Humanidade.

Neste movimento de estudar a ideologia científica do proletariado, o marxismo-leninismo-pensamento mao tsetung (como era conhecido o maoísmo à época), para cumprir as novas tarefas que a revolução necessitava, forjou-se dezenas de milhares de sucessores do proletariado. A juventude contribuiu enormemente para mobilizar as massas de operários e camponeses para seguir no caminho de continuar a revolução, derrotando com as posições atrasadas dos revisionistas e burgueses encastelados no Partido Comunista e no Estado.

No que toca a nós, estudantes revolucionários brasileiros, também temos uma grandiosa tarefa a cumprir: propagandear e agitar as massas de estudantes em torno da necessidade da Revolução de Nova Democracia!

E, assim como os jovens Guardas Vermelhos chineses, só teremos êxitos se transformarmos nossa concepção de mundo, entendendo que somos uma força motriz desta revolução e, ao mesmo tempo, seu alvo! Derrotando as ideias erradas e travar de maneira consciente uma revolução dentro de si, tendo em vistas as grandiosas tarefas que são reservadas à juventude e ao povo brasileiro na sua luta por derrotar as três montanhas que o oprimem, o latifúndio, a grande burguesia e o imperialismo.

Publicamos abaixo o editorial do “Diário do Exército Popular de Libertação” e, no link para download, os livreto “Os Três textos mais lidos do Presidente Mao Tsetung” que compreende também os textos “Perseverar no estilo de vida simples e luta dura. Manter estreita ligação com as massas” e “Contra o liberalismo”.

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ISRAEL DESTRÓI ALDEIA PALESTINA BEDUÍNA POR 114 VEZES EM 7 ANOS

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Reproduzimos do Blog SOMOS TODOS PALESTINOS

As escavadeiras israelenses  destruíram uma aldeia habitada pelos antigos beduínos palestinos, uma tribo que viveu nesta terra  por milhares de anos.  O estado de Israel expulsa sistematicamente os beduínos indígenas para  fora de suas terras com objetivo de abrir caminho para os  assentamentos para os colonos judios.
Whitney Webb 

Uma mulher beduína se sente sobre os restos da sua casa demolida na aldeia beduína de Umm al-Hiran, perto da cidade do sul de Beersheba, Israel, 18 de janeiro de 2017. (AP / Tsafrir Abayov)
Uma mulher beduína se sente sobre os restos da sua casa demolida na aldeia beduína de Umm al-Hiran, perto da cidade do sul de Beersheba, Israel, 18 de janeiro de 2017. (AP / Tsafrir Abayov)
 
ISRAEL - Agentes da "Autoridade de Terra de Israel" (ILA), juntamente com a polícia israelense e várias escavadeiras, invadiram e demoliram a aldeia beduina de al-Araqib na região do Negev esta semana.
A demolição marcou a 114ª vez que a ILA destruiu a aldeia,  a primeira vez  foi em 2010 e a mais recente antes da demolição de quarta-feira ocorreu  no mês passado .  
A maioria das moradias que foram demolidas na quarta-feira foram casas de lata que os próprios moradores da aldeia construíram ao longo do último mês, desde a última demolição,  para continuar tendo uma casa onde morar na área.   
Mas enquanto os moradores de al-Araqib estão lidando  com a demolição  mais recente que está destruindo sua aldeia, os colonos  judeus na região continuam a expandir-se nas terra palestina.
No ano passado, o ILA aprovou cinco novos assentamentos de colonos judeus no Negev, 2 (dois) dos quais estão localizados exatamente onde se encontram  as aldeias Beduínas palestinas "não reconhecidas" pelo estado de Israel.
Vários grupos de direitos humanos denunciam que a demolição das aldeias Beduínas está diretamente relacionada à expansão dos ilegais assentamentos das colônias de judeus,  removem a população indígena palestina e constroem ainda mais assentamentos para os colonos judeus.
Desde a criação de Israel em 1948, assentamentos de colonos brancos e judeus foram construídos sobre a terra indígena palestina depois que a população autóctone sofreu a limpeza étnica, por todos os modos,  para acomodar judeus europeus no início de suas novas vidas em Israel.
 

Índia: Presos políticos realizam greve de fome

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Reproduzimos do CEBRASPO

DEZENAS DE PRISIONEIROS POLÍTICOS NOS CÁRCERES DE CALCUTÁ FAZEM GREVE DE FOME EM SOLIDARIEDADE E PROTESTO AS TORTURAS A REVOLUCIONÁRIA KALPANA MAITY.

Traduzimos do blog maoistroad denúncia sobre a greve de fome de cerca de 80 prisioneiros políticos e a situação que se encontra a revolucionária indiana Kalpana Maity:

“Em torno de 80 prisioneiros políticos de quatro cárceres da Índia -três dos quais se encontram em Kolkota (Calcutá)- fizeram uma greve de fome de 24 horas desde o sábado passado como forma de protesto contra a tortura infligida a comunista-maoísta Kalpana Maity, que atualmente se encontra na prisão de Alipore. A greve nas prisões de Presidency, Dum Dum, Jalpaiguri e no presídio de mulheres de Alipore começaram às 6hs da manhã e terminou na mesma hora de domingo.

Ranjit Sur, membro da Associação para a Proteção dos Direitos Democráticos, uma organização cidadã de direitos humanos, declarou que tem estado em contato com os prisioneiros e que a organização havia recebido uma queixa por escrito de Maity detalhando a tortura a que foi submetida (Fonte: Indianexpress). Nos deu a queixa escrita em sua última aparição, que foi dia 6 de este mês. Devia apresentar ao juiz também, porém não pôde apresentar sua queixa a eles na última audiência. Segundo sua denúncia, Kalpana Mayti começou a sofrer de muitas dores desde que foi transferida a prisão de Alipore. Ela sofre de diabetes, artrites e uma série de outras enfermidades.

“Ela alega que o encarregado do cárcere deu instruções a todos os demais reclusos na prisão ameaçando-os para que não a ajudem. Os outros presos foram proibidos de falar com ela, e vice-versa. Também, a obrigaram limpar sua própria cela e banheiro, algo que os demais internos não têm que fazer. Aos outros reclusos é permitido passear ou fazer exercício no pátio da prisão, entretanto a Kalpana é negada esta facilidade”, segundo afirma Ranjit Sur.

Apesar de Maity ser uma presa política, reconhecida pelo tribunal como tal, não foi tratada como tal: “Tem certas coisas que um preso político deve receber por lei, como uma mesa, cadeira, livros, jornais e material para escrita. As autoridades penitenciárias não lhe ofereceram isto. Ela tem estado isolada por completo”.

Segundo Sur, Maity foi detida em 4 de dezembro de 2010, com outras quatro pessoas acusadas de serem maoístas, Sudip Chongdar, Barun Sur, Akhil Ghosh e Bimal Mallick, no distrito de Maidan em Calcutá. Ela era conhecida como pessoa próxima do maoísta Kishenji, era chamada de “sua sombra”. “Os prisioneiros políticos decidiram que se a tortura não acabar, então irão entrar em greve de fome indefinida em todos os cárceres de Bengala Ocidental”, confirmou Rajnit Sur.

Em 2012, pouco depois de chegar ao poder, o primeiro ministro Mamata Banerjee decidiu sobre a liberação de 51 presos políticos que haviam sido condenados a cadeia perpétua e já haviam cumprido mais de 15 anos de prisão. As recomendações foram realizadas por um “Comitê de Revisão para liberação de presos políticos”, encabeçado pelo juiz Maloy Sengupta. Contudo, ainda que o Comitê Sengupta tenha recomendado a liberação de todos os presos políticos, isto nunca foi levado a cabo.”

LIBERDADE A TODOS PRESOS POLÍTICOS DEMOCRATAS E REVOLUCIONÁRIOS NA ÍNDIA E NO MUNDO!

 

ABAIXO A OPERAÇÃO CAÇADA VERDE NA ÍNDIA!

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Reproduzimos matéria de denúncia sobre a criminosa Operação Caçada Verde do Estado indiano produzida pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (CEBRASPO)

O Estado Indiano declarou guerra ao povo, e pôs em movimento 150 mil tropas nos Estados das regiões central e leste do país, para ameaçar, prender e assassinar pessoas, e expulsar povos tribais e camponeses de suas terras milenares. Trata-se da Operação “Caçada Verde”, em pleno curso nos dias atuais, levada a cabo a pretexto de combater os Naxalitas, nome dado aos combatentes do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL), dirigido pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta).

O real contexto

O Estado Indiano, umbilicalmente associado ao imperialismo, tem ao longo dos anos atacado povos tribais (chamados de Adivasis) para expulsar-lhes das suas terras milenares. Tratam-se de terras riquíssimas em recursos minerais e naturais, e há interesse direto de grandes corporações (como Tata, Essar, Jindal e Mittal) nessas terras.

Nos dados do Censo de 2001, os Adivasis (ou povos tribais) correspondiam a mais de 84 milhões de pessoas em todo o país, preservando uma cultura milenar e modos de produção e de propriedade coletiva, bem como uma estrutura de poder própria. Esses povos têm dado uma importante contribuição à filosofia, linguagem, costumes no país, e também às lutas de resistência desde a colonização britânica no século XVII.

De acordo com a legislação indiana, as terras dos povos tribais são protegidas sob o nome de Áreas Catalogadas (Scheduled Areas), devendo nelas ser assegurado o controle e administração pelos próprios povos tribais. Os órgãos que exercem soberania popular são chamados de Gram Sabha, que são competentes para resolver os problemas locais.

Os Naxalitas tem desenvolvido o apoio concreto aos povos tribais, apontando o caminho da resistência armada. O Estado indiano, a pretexto de combater os Naxalitas, faz a guerra contra o povo e realiza deslocamentos massivos de pessoas visando suas terras.

Em uma entrevista transmitida a uma rádio australiana em 12 de fevereiro de 2010, Linga, uma moradora local, denuncia:

Os moradores do meu bairro se sentem inseguros. Nós estamos sendo explorados, a nossa terra está sendo roubada. E não é o governo que está nos ajudando, mas sim os maoístas. Nenhuma lei é respeitada. Mesmo aquelas conquistadas após a independência, há 60 anos, não têm aplicação. Nós ainda temos que lutar por nossos direitos.”[i]

 


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