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ExNEPe: Carta de Belo Horizonte

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Carta de Belo Horizonte – Reunião da ExNEPe

 

Companheiras e companheiros, todos ao 37º ENEPe em Petrolina!

 

Saudação às estudantes de Pedagogia de todo o Brasil!

 

Vivemos momentos importantíssimos em nosso país. O governo Temer (PMDB/PSDB) e sua quadrilha (DEM, PP, PSD, etc) preparam o maior ataque das últimas décadas aos direitos do povo brasileiro. Direitos esses que foram conquistados com muita luta da classe operária e do campesinato. As contra-reformas da previdência e trabalhista visam destruir esses direitos para aumentar a exploração sobre o povo e a sangria das riquezas de nossa nação.

 

O poder Judiciário ultra-reacionário, sob a falsa capa de combate a corrupção, na verdade cumpre as ordens do imperialismo, principalmente norte-americano, e com as ameaça de prisão de altos elementos da “classe política” chantageia esse Congresso de bandidos a aprovarem em regime de urgência essas contra-reformas. O poder judiciário é podre, assim como o legislativo e o executivo, três podres poderes atolados até o pescoço na lama da corrupção. Por isso, o poder judiciário não quer por fim à corrupção no país, quer apenas dar uma imagem de moralidade a esse velho Estado completamente carcomido. Esse judiciário supostamente defensor da “ética e dos bons costumes”, foi o mesmo poder que na semana passada considerou legal a cobrança de mensalidade em cursos de pós-graduação das universidades públicas. É a sanção do STF à privatização das universidades brasileiras!

 

O governo fantoche de Temer segue, da mesma forma, seus ataques contra a educação. No ano passado aprovou a PEC 55 de redução dos gastos em educação e saúde; impôs uma reforma do ensino médio demagógica que visa, na verdade, sucatear ainda mais o ensino no país. Agora prepara novos ataques com o seu projeto de BNCC que aprofunda o esvaziamento do caráter científico da educação e de quebra irá procurar legalizar projetos reacionários do tipo “escola sem partido”. Paralelo a isso temos as reformas curriculares dos cursos de pedagogia que apontam para adequar nossa formação acadêmica para exercermos nossa profissão como meros “dadores de aula”.

 

Entre Marília e a Pátria

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Político e religioso brasileiro, Joaquim da Silva Rabelo, popularmente conhecido como Frei Caneca, foi uma importante figura histórica nas lutas de libertação nacional em nosso país. Tendo atuado como forte liderança nos movimentos democráticos da Revolução Pernambucana (1817) e da Confederação do Equador (1824), Frei Caneca mobilizou as massas e os intelectuais de Pernambuco para se rebelarem contra as políticas autoritárias de D. Pedro I. Por ser uma figura política de oposição direta à monarquia, Frei Caneca logo foi capturado e sentenciado à forca pelas forças do Império. No entanto, nenhum escravo ou soldado mostrou-se disposto a conduzir seu enforcamento. O Império Brasileiro decretou então seu fuzilamento, com o intuito de enfraquecer os demais movimentos de libertação nacional por meio da execução dessa grande liderança.  Mas o Império não foi capaz de frear as rebeliões do povo brasileiro, como se comprovou nos diversos movimentos que estouraram no primeiro reinado e no período regencial a partir do exemplo das lutas de Pernambuco. Segue abaixo um poema de Frei Caneca em que reafirma seu compromisso de lutar até a morte por sua pátria, bem como sinaliza que as gerações futuras devem levar essa luta adiante.

 


 

Entre Marília e a Pátria - Frei Caneca

Entre Marília e a pátria

Coloquei meu coração:

A pátria roubou-m'o todo;

Marília que chore em vão.

 

Marília, pede a teus filhos,

Por minha própria abenção,

Morram, como eu, pela pátria;

Marília que chore em vão.

 

Apenas forem crescendo,

Cresçam co'as armas na mão,

Saibam morrer, como eu morro;

Marília que chore em vão.

 

Defender os pátrios lares,

É dever do cidadão.

Quando exalem pela pátria;

Marília que chore em vão.

 

ESTUDANTES DE GOIÂNIA REALIZAM VISITA AO CAMPO

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 No período de 14 de abril a 22 de abril estudantes de Goiânia se organizaram em torno de uma proposta: fortalecer a aliança entre o campo e a cidade. Os estudantes visitaram várias áreas camponesas no norte de Minas Gerais e puderam ver com seus próprios olhos o avanço do processo de tomadas de terras  e da Revolução Agrária que se espalha por todo o Brasil.

Os estudantes participaram de atividades do dia-a-dia dos camponeses, tais como capinar a área comunitária de um assentamento para um evento da comunidade e compareceram à moda de viola debaixo do lindo céu estrelado do sertão. Os estudantes também conheceram a Ponte da Aliança Operário-Camponesa, construída pelos camponeses com seus próprios braços com auxílio de operários da construção civil de Belo Horizonte. Fizeram questão de limpar e pintar a ponte. Mantendo vivo na memória a importância daquela obra e do grande feito que é mudar a sua difícil condição com as próprias mãos e mudar os seus destinos, sem esperar desse velho Estado que tanto prometia e nada fazia para os camponeses.

Além disso, participaram de atividades de produção como colheita e beneficiamento da mandioca, cortar lenha e outras. Os estudantes ainda ajudaram nas atividades de mobilização e em reuniões nos assentamentos e nas cidades da região, com a proposta de celebrar, no mês de junho, os 50 anos da Batalha de Cachoeirinha! Mostrando que o povo não esquecerá jamais suas lutas e seus lutadores e que mais dia, menos derrubarão os seus algozes.

A visita às áreas revolucionárias marcou um salto na decisão ideológica dos estudantes de servirem ao povo em todas as frentes e de serem tropa de choque da revolução.

 

Todos os participantes saíram com o compromisso de propagandear a luta do campo na cidade, universidades e escolas. Se comprometeram ainda a usar o conhecimento adquirido na cidade em prol dos trabalhadores do campo e da cidade, em defesa da Revolução Agrária e em defesa de uma transformação de fato da condição do povo que só será alcançada com uma Revolução de Nova Democracia ininterrupta ao Socialismo.

DERRUBAR OS MUROS DA UNIVERSIDADE, SERVIR AO POVO NO CAMPO E NA CIDADE!

É TERRA PRA QUEM NELA TRABALHA! E VIVA AGORA E JÁ A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!

 

 

MEPR realiza debate sobre a reforma da previdência para estudantes de engenharia.

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No dia 04 de Abril foi realizado um debate sobre a reforma da previdência na Escola de Engenharia da Universidade Federal de Goiás. Entendendo a importância de se informar e tomar medidas contra as patranhas do governo federal, os estudantes receberam prontamente a proposta da realização do debate.
Para compor a mesa, estavam presentes o professor do município Antônio Gonçalves, presidente do SIMSED e também do professor de história da UFG David Maciel, além de um militante do MEPR. O evento que durou cerca de duas horas e meia conseguiu aparar arestas e falácias no que se referia às discussões da reforma da previdência, demonstrando por A + B que além de desnecessária, esta reforma têm como objetivo manter a mordomia dos parasitas do velho Estado enquanto todo o povo trabalhador sofre. O debate contou a presença de militantes de direita da engenharia, porém sem quaisquer argumentos minimamente coerentes, saíram de cabeça baixa ao ver que a própria massa de estudantes não os levava a sério. Nem ao menos esperaram os contra-argumentos.

Saudamos a todas e todos estudantes que participaram deste debate que pode deslindar campos em um setor de estudantes que são tomados como reacionários por outros estudantes.
Com as reformas que o governo vêm implementando, mais e mais parcelas de estudantes têm entendido a importância de se juntar à luta.
Saudamos a todas e todos estudantes que participaram deste debate que pode deslindar campos em um setor de estudantes que são tomados como reacionários por outros estudantes.

 

 
   

21º Fórum Nacional de Entidades de Pedagogia

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RJ: Estudantes em luta se mobilizam contra o sucateamento da Uerj!

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Desde que o reinício das aulas na Universidade Estadual do Rio de Janeiro - Uerj foi decidido de forma autoritária pelo REItor Ruy Garcia e pelo Fórum de Diretores, sem bolsas, sem salários, sem Bilhete Único Universitário e sem bandeijão, assim como sem a menor garantia de que a situação iria melhorar num curto prazo, o movimento estudantil da universidade vem travado importantes lutas em torno da organização dos estudantes na defesa da Uerj. Cartazes, Passagens em turma, Panfletagens e uma Manifestação convocam os estudantes a Combater e Resistir em defesa da Uerj!

Logo no segundo dia de aulas, na terça-feira, dia 11/04, ocorreu a Assembleia dos Estudantes de Pedagogia, onde cerca de 50 alunos puderam se reunir e discutir a mobilização no curso, bem como o atual cenário que se encontra a Uerj. Ao mesmo tempo em que se denunciava o ataque à educação pública, gratuita e que sirva ao povo surgiam propostas para mobilizar os estudantes e fazer com que o movimento estudantil da Pedagogia tomasse novo fôlego.

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No dia seguinte, 12/04, ocorreria a Assembleia Geral de Estudantes, com a participação de cerca de 200 estudantes. Logo no início da primeira Assembleia após as voltas às aulas militantes do MEPR fizeram uma fala em defesa da vida e da saúde do Presidente Gonzalo, com uma breve exposição de quem é o maior marxista-leninista-maoísta vivente sobre a terra e sua importância para Guerra Popular que se desenvolve no Peru.

No decorrer da Assembleia, pode-se notar um clima de muita insatisfação e a expectativa de grandes ações através de mobilizações e manifestações como formas de exigir da REItoria e do “governo” de Pezão as bolsas atrasadas, o restaurante universitário, a volta do Bilhete Único Universitário para que todos os estudantes tenham, minimamente, condições de frequentar a Uerj. Foi frisado que não bastam notas de repúdio, discussões somente entre os presentes na Assembleia sobre a grave situação da universidade, mas que o único meio de garantir o funcionamento da Uerj é mobilizando os estudantes e organizando as lutas concretas dos estudantes!

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PELA MELHORIA IMEDIATA DO TRANSPORTE COLETIVO EM PORTO VELHO!

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Manifestação no Centro de Porto Velho

No final da tarde do dia 13 de abril ocorreu uma manifestação denunciando as péssimas condições do transporte coletivo em Porto Velho e exigindo melhorias imediatas no serviço. Cerca de 30 estudantes, universitários e secundaristas, concentraram-se a partir de 17:00 na Praça Aluízio Ferreira (Praça do Porto). Já na concentração houve intensa agitação e distribuição de panfletos, aproveitando o horário de saída dos estudantes de escolas estaduais próximas. Uma faixa com a consigna Por um transporte público com segurança e qualidade! foi erguida pelos estudantes.

Antes do ato sair, os presentes discutiram sobre a forma de seguir o trajeto, previamente estabelecido, e deliberaram por descer a Av. Farquar até a Av. 7 de setembro e ir até o cruzamento da Av. 7 de setembro com a Rua Rogério Weber, sem fechar a rua. Nessa primeira parte do trajeto houve intensa agitação ao megafone e palavras de ordem eram entoadas quase que de forma ininterrupta, além da distribuição de panfletos. No cruzamento da 7 de setembro com a Rogério Weber, estudantes intensificaram a agitação, conversando com trabalhadores e estudantes que estavam nos pontos de ônibus, entregando os panfletos e exibindo a faixa no sinal de trânsito.

Chegando à rua Rogério Weber, os manifestantes fecharam a pista sentido Terminal e dirigiram-se para lá. Nesse percurso, vários trabalhadores que passavam de carro e de moto saudaram o protesto, além dos próprios passageiros dos ônibus, que compreendiam muito bem a justeza do protesto. Foi nesse clima de altivez e combatividade que o ato chegou ao Terminal.

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Do que precisa o Movimento Estudantil da UNIR?

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O que levou o Movimento Estudantil da UNIR chegar a um ponto tamanha apatia e desorganização?

Como bem sabemos, as lutas populares vivem ondas, fluxos e refluxos são uma constante nessas lutas e na UNIR não seria diferente. A vitoriosa greve de 2011 foi gestada por 6 anos, quando o movimento estudantil combativo se estabelece na universidade, lutando ferrenhamente contra a ação desmobilizadora, cínica, despolitizadora e eleitoreira de UNE/PT/PCdoB (falsa esquerda). A velha política conhecida pelos estudantes de um movimento estudantil despolitizado, festeiro, cachaceiro e de carteirinha (às vezes nem isso, como nas gestões do DCE de 2005/2006 e 2010/2011, onde pegaram o dinheiro e não as entregaram) foi rechaçada. O caminho escolhido pelos estudantes foi a construção de Assembleias Gerais, reuniões constantes de Centros Acadêmicos (CA’s) e Conselho de Entidades de Base (CEB) politizados em torno dos problemas da educação, eventos, manifestações combativas, ocupações de reitoria, panfletagens, passagens em sala e construções de CA’s.

Com a ressaca da greve estudantil de 2011, saída de líderes importantes de vários cursos, apertos de calendários, uma fatídica greve de pijama em 2012 e até mesmo um “aguardar de resultados” das conquistas da greve de 2011 deram espaço para uma “tranquilidade”, permitindo assim que urubus policialescos, antigos conhecidos e rechaçados pelo Movimento Estudantil da UNIR tomassem sua direção.

A ação do oportunismo na universidade atingiu seu ápice nas duas últimas gestões do DCE(Banzeiros), expresso de forma concentrada em seu dirigente principal. A prática extremamente burocrática, completamente institucional, fazendo movimento estudantil “de ofício”, excluindo qualquer debate aprofundado que mobilizasse os estudantes, mesmo em tempo de ataques ferrenhos à educação (ataques a PIBID e PIBIC, PEC 55, REFORMA DO ENSINO MÉDIO, etc). Autoritarismo e sectarismo por parte do coordenador geral das duas gestões se tornaram o  modus operanti da entidade. Além de levar a um afastamento dos integrantes mais honestos da gestão,todas essas ações levaram a uma total desmobilização, despolitização e desarticulação do ME na UNIR. Resultados cabais dessa prática rasteira são os baixos índices de votantes nas eleições das entidades, participantes em assembleias, CA’s e DA’s desmantelados, CEBs como o de dezembro de 2016, totalmente burocráticos e nossa pífia representatividade nos conselhos superiores. Dessa forma, os que não confiam na luta das massas as acusam de inertes, desinteressadas e pacifistas. Logo, restariam apenas a algumas mentes “brilhantes e capazes” dirigirem as entidades e pretensiosamente impedirem os estudantes de lutar.

 

Vemos agora o resultado desse processo desembocar no mesmo mar de lama que sempre denunciamos ser o destino dos que dirigem e se guiam por esse caminho burocrático e carreirista no movimento estudantil. Cargo político em prefeitura, defesa aberta de partidos eleitoreiros, trampolim político e por aí vai… a mesma canalhice eleitoreira de sempre, a mesma prática da UNE e seus grupelhos, só que agora pintada de azul.  Com mais esse desmascaramento, se abre o caminho da luta SEM ILUSÕES!

 

RJ: Prossegue campanha em defesa da Vida e da Saúde do Presidente Gonzalo!

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Nos últimos dias, na cidade do Rio de Janeiro, deu-se prosseguimento à campanha internacional em Defesa da Vida e da Saúde do Presidente Gonzalo. Foram feitas inscrições em muros e também intervenções em universidades que contou com falas explicando a importância política de se defender o maior marxista-leninista-maoísta vivo sobre a face da terra, também foram distribuidos centenas de panfletos assinados pelo Movimento Estudantil Popular Revolucionário - MEPR, e pela Unidade Vermelha - Liga da Juventude Revolucionária - UV-LJR.

Abaixo, seguem fotos das atividades:

 

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