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Direção da CUT tenta censurar panfleto do MOCLATE durante Conferência do Sind-UTE no Norte de Minas

Reproduzimos a nota Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação (MOCLATE) denunciando e repudiando a tentativa de censura a um panfleto do MOCLATE por parte da direção da CUT, durante a Conferência Regional de Educação do Norte de Minas. Repudiamos essa atitude policialesca e fascista e reafirmamos nada será capaz de deter a luta independente e combativa das massas! Todos aqueles que tentarem se opor à grande torrente revolucionária que se aproxima não terão outro destino que não a lata de lixo da História! Ao final da nota anexamos o panfleto distribuído pelos companheiros do MOCLATE.

 


 

 

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Direção da CUT tenta censurar panfleto do MOCLATE

durante Conferência do Sind-UTE no Norte de Minas

 

Durante a Conferência Regional de Educação do Norte de Minas, realizada no dia 19 de novembro em Montes Claros, militantes e dirigentes da CUT/PT tentaram impedir que uma companheira do MOCLATE distribuísse panfletos do movimento. Primeiro, cerca de 10 pelegos a cercaram e, não atingindo o seu escuso objetivo, um militante da CUT foi até a mesa do evento afirmando no microfone que aquele material “não era da organização do encontro e pedindo para que as pessoas o jogassem fora”. Eis o trecho do panfleto que provocou a desesperada reação fascista por parte da pelegada cutista e a sua tentativa frustrada de censura:

Chega de greves intermináveis usadas como moeda de troca nas barganhas entre o velho movimento sindical da CUT e Cia e os gerenciamentos de turno do velho Estado. O gerenciamento de Temer e sua quadrilha (PMDB, PSDB,DEM, etc.) dá continuidade a mesma política de sucateamento e privatização do ensino público aplicada por Dilma/Lula (PT/Pecedobê). Por acaso não foi o governo Dilma (PT/Pecedobê) que cortou 9 bilhões da educação somente em 2015? SÃO TODOS FARINHA DO MESMO SACO!  Agora, estão fechando um acordão com o PMDB para barrar a “Operação Lava Jato”, salvando as suas peles para as eleições de 2018 e, por isso, já começam a jogar água fria no seu hipócrita Fora Temer”.

 

23/11 - Grande Manifestação em BH: Dia Nacional de Luta da Pedagogia

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BELO HORIZONTE/MG: OCUPAÇÕES SECUNDARISTAS FAZEM TRANCAÇO CONTRA OS ATAQUES DE TEMER À EDUCAÇÃO E PM FASCISTA DE PIMENTEL (PT) ATACA ESTUDANTES DENTRO DA UFMG

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Na manhã de ontem (18), as ocupções das escolas secundaristas de Belo Horizonte realizaram um trancaço na cidade, parando várias avenidas importantes da cidade ao mesmo tempo.

Com o apoio de estudantes das ocupações da UFMG, o trancaço secundarista fechou a Avenida Amazonas em frente ao Campus 1 do CEET-MG, a Avenida dos Andradas no centro, a Avenida Vilarinho em Venda Nova, a Avenia Carlos Luz em frente ao campus Pampulha da UFMG e todo um trecho da Avenida Portugal até a portaria da UFMG na Avenida Antônio Carlos.

Marcadas por muita combatividade e palavras de ordem, as manifestações deram o importante recado de que a juventude não vai aceitar calada os ataques da gerência sanguessuga Temer/PMDB e o desmonte do ensino público no país.

BOMBAS E TIROS NA UFMG 

Depois de uma hora de manifestação, o bloco combativo que bloqueava o acesso da Av Portugal à Av. Antônio Carlos, decidiu seguir a até a portaria da UFMG. Foram mais de 3 horas de trânsio bloqueado só nesta região.

Reunidos na portaria da UFMG, quando bloco já havia decidido por encerrar o ato, a Polícia Militar fascista de Pimentel (PT) atacou com truculência aos estudantes que se refugiaram dentro do campus, como pode ser visto neste vídeo (https://www.youtube.com/watch?v=hEoh2brCUbI). Foram atiradas várias balas de borracha e bombas de "efeito moral" contra os estudantes, dos quais 15 ficaram feridos e um teve que ser encaminhado para um hospital.

Dentro do campus, os estudantes se reorganizaram, levantaram uma barricada na entrada e puxaram palavras de ordem denunciando o caráter fascista e genocida da Polícia Militar. Vários professores e outros estudantes vieram das ocupações de dentro do campus para apoiar o protesto, que durou ainda mais algumas horas.

 

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ESTUDANTES PRESSIONAM E CONSELHO UNIVERSITÁRIO SE POSICIONA

No dia anterior (17), após muita pressão dos estudantes e muita agitação, o Conselho Universitário da UFMG aprovou nota favorável aos estudantes, professores e servidores que se encontram em greve conjunta desde o dia 11.

Entretanto, o pronunciamento, além de bastante vago, não se refere diretamente às ocupações e aponta uma revisão do calendário acadêmico com base na "suspensão das atividades didátiacas". No dia seguinte, a reitoria também publicou nota de repúdio às ações truculentas da PM no campus.

PREPARAR A RESISTÊNCIA

O momento que vivemos é de graves ataques aos direitos do povo, principalmente à educação e saúde públicas e aos direitos trabalhistas e previdenciários. O velho Estado burguês-latifundiário e sua atual gerência de turno, a nível  municipal, estadual e federal, terão como missão a serviço das classes dominantes reprimir a ferro e fogo as grandes labaredas de rebelião popular que estão se levantando. Por mais que minta cinicamente dizendo o oposto, o gerentão estadual Pimentel (PT) não hesitará em enviar suas hordes fascistas contra as ocupações secundaristas nas escolas estaduais e para reprimir todas as manifestações populares nas ruas, como já fez várias outras vezes durante sua gerência.

Cabe aos lutadores do povo, estudantes, professores, servidores e todos que se colocam em defesa dos direitos das classes populares intensificar a luta de resistência em defesa do ensino público, gratuito, democrático e a serviço do povo. Luta esta que passará invariavelmente pelos mesmos caminhos das Grandes Jornadas de Junho/Julho de 2013: o caminho da luta radicalizada, independente e combativa.

LEVANTAR AS BARRICADAS E AGITAR A REVOLUÇÃO!


FORA TEMER E SEU PACOTAÇO ANTI-POVO E ANTI-EDUCAÇÃO!

IR AO COMBATE SEM TEMER! OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!

REBELAR-SE É JUSTO!

 

SP: Revolução Agrária é discutida na UNIFESP Guarulhos

Comitê de Apoio ao AND – Guarulhos/SP

No último 10 de novembro, representantes da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP), Movimento Feminino Popular (MFP) e Unidade Vermelha (UV) compuseram a mesa de uma aula pública sobre Revolução Agrária no campus UNIFESP – Guarulhos que se encontra ocupado.

Durante a aula foi explicada a necessidade da Revolução Agrária no Brasil, a luta dos camponeses contra o latifúndio e a revolução de Nova Democracia como etapa chave para libertar o país das garras do Imperialismo. A questão da mulher como fator chave nesse processo também foi destacado. Os participantes ficaram bastante interessados pela temática e expuseram a pretensão de comparecer caso a abordem novamente.

 

O campus da UNIFESP Guarulhos está ocupado desde o dia 3 do mesmo mês contra a PEC 241 (ou PL 55) e a MP 746. Lá acontecem diversas atividades informativas e culturais todos os dias, ganhando amplo apoio da comunidade ao redor e demonstrando que a juventude e os estudantes não se submeterão aos ataques da gerência Temer.

O calendário de atividades é divulgado todos os dias na página do “Facebook“.

 

GO: Juventude ergue barricadas contra a reintegração de posse da UFG

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Juventude combatente resiste com audácia e decisão na UFG.

Comitê de Apoio ao AND – Goiânia

A repressão do velho Estado cresce a cada dia contra a juventude combatente. A criminalização da luta popular aumenta diante da resistência dos estudantes brasileiros.

No dia 14 de novembro os estudantes das várias ocupações da Universidade Federal de Goiás foram intimados pela Polícia Federal com a presença de um oficial de justiça. A decisão judicial exigia a identificação dos manifestantes e uma multa no valor de R$ 5 mil diários em caso de descumprimento, ademais o uso da Polícia Militar no auxílio à Polícia Federal.

Os estudantes fizeram uma assembleia no dia 14 e decidiram várias questões, entre elas a central: resistir contra a reintegração de posse. Como tática de resistência os estudantes resolveram dissolver as outras ocupações para se concentrarem em apenas um ponto da universidade, pois unidos são mais fortes.

 

No dia 15, varias ocupações fizeram suas assembleias internas, onde decidiram entregar os prédios ocupados e integrar a nova ocupação conjunta. No dia anterior, os estudantes haviam realizado a limpeza dos locais e entregaram para os diretores dos cursos no mais perfeito estado.

A nova ocupação estudantil conta com centenas de estudantes que estão dispostos a resistir à incursão repressiva do velho Estado. Ergueram várias barricadas pelas ruas do Campus Universitário, que são vigiadas por estudantes com cobertura nos rostos, atentos com foguetes para vigiar a aproximação da polícia. O plano de resistência já foi traçado e de comum acordo foram definidos os seus passos.

Os estudantes elaboraram uma carta de reivindicações encaminhada ao reitor, que se reuniu com uma comissão em 15 de novembro pela manhã. Nessa carta de reivindicações constam demandas locais, como linha de ônibus e extensão do subsídio alimentação, além das pautas nacionais, como a não aprovação da PEC 55 (antiga PEC 241) e da Reforma do Ensino Médio. O reitor tentou mais uma vez enrolar os estudantes, falando que as pautas locais já estão sendo encaminhadas e que a reintegração de posse foge ao seu controle, pois foi uma ação do próprio Ministério da Educação.

Os professores também estão se organizando e movimentando. Fizeram um acampamento em frente à reitoria, que já conta com a presença de centenas de professores e apoiadores. O objetivo dos manifestantes é forçar o sindicato pelego Adufg (controlado pelo Pecedobê) a realizar uma assembleia que possa decidir sobre a greve da categoria, já que a última assembleia foi suspensa pelo presidente do sindicato, que se aproveitou de um protesto estudantil que adentrou o local com palavras de ordem em defesa da greve geral, para alegar que os presentes não possuíam segurança.

O sindicato está manobrando descaradamente para que a assembleia não aconteça e está organizando uma consulta on-line com os filiados sobre uma greve na instituição. Os professores organizaram o acampamento e iniciaram o recolhimento de assinaturas para exigir a realização de uma nova assembleia com indicativo de greve.

Eles já possuem a quantidade de assinaturas suficientes para forçar a realização da nova assembleia. Os técnicos também continuam em greve e muitos trabalhadores têm somado nas atividades de luta, como manifestações e as próprias ocupações.

Os estudantes, técnicos e professores dão mostras da sua resistência e disposição para a luta. A juventude combativa desmascara mais uma vez o reformismo e o oportunismo, encastelados no movimento estudantil, nos ensinando que a resistência e a luta popular são o caminho para a revolução brasileira.

 

PE: secundaristas ocupam CODAI

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Em 3 de novembro, ocorreu no Colégio Agrícola Dom Agostinho Ikas – CODAI/UFRPE, localizado no município de São Lourenço da Mata, região metropolitana do Recife, uma massiva assembleia de estudantes secundaristas que conflagrou a greve estudantil e ocupação do prédio.

Estudantes receberam o apoio de técnicos e professores democratas, para emplacar mais uma luta e resistência contra os ataques do gerenciamento fascista de Temer e seus lacaios do velho estado. Os estudantes são contrários ao PL “Escola Sem Partido”, à chamada “Reforma do Ensino Médio” e à PEC 55 (antiga 241) e também apresentam reivindicações locais como a construção do restaurante universitário RU.

 

Na ocupação são realizadas atividades diárias como debates e cine-debates. No dia 9 de novembro os estudantes receberam o apoio do movimento camponês combativo em luta pela terra, a Liga dos Camponeses Pobres – LCP, que levou doações de alimentos e realizou um debate sobre o “Movimento camponês e a luta pela terra hoje”. Os camponeses agradeceram todo o apoio que tiveram e têm do movimento estudantil, e convidaram os estudantes a somarem-se a luta contra os ataques de todos esses gerenciamentos antipovo.

Após a combativa atitude dos estudantes do CODAI, outras ocupações iniciaram nas escolas do município. Hoje são três escalas ocupadas e o apontamento da luta estudantil vem em crescente, nos mostrando que a cada dia mais escolas e universidades vem sendo ocupadas. Seguir em frente com as combativas e organizadas ocupações para emplacar mais uma derrota a esses que se colocam a serviço do cumprimento das medidas impostas pelo Banco Mundial à educação.

VIVA AS OCUPAÇÕES POR TODO O BRASIL!

OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!

REBELAR-SE É JUSTO! VIVA A JUVENTUDE COMBATENTE!

Fora Temer! Fora Richa! Fora todos que são contra a educação!

Abaixo as eleições podres e corruptas e todos partidos eleitoreiros!

Contra a Reforma do Ensino, fazer das escolas trincheiras de luta!

 

UNIDADE VERMELHA – LIGA DA JUVENTUDE REVOLUCIONÁRIA

MOVIMENTO ESTUDANTIL POPULAR REVOLUCIONÁRIO – MEPR

 

AM: Juventude se levanta contra ataques à educação

Comitê de Apoio ao AND – Manaus/AM

Em 11 de novembro pela manhã, centenas de estudantes e trabalhadores percorreram as ruas do centro da cidade de Manaus denunciando as medidas antipovo de Temer/PMDB/PSDB.

O Ato convocado inicialmente pelos professores da rede pública acabou por agregar diversas forças políticas, inclusive as centrais chapa-branca CUT e CTB, que agora viúvos do gerenciamento do velho Estado brasileiro, buscam de alguma maneira se refugiar no atual levante das massas em todo país.

 

Marcado pela luta entre o velho e o novo, enquanto os oportunistas choravam as pitangas do “golpe contra a democracia”, centenas de estudantes e professores denunciavam em alto e bom som a criminosa Reforma do Ensino Médio e a PEC 55 (antiga PEC 241) com palavras de ordem como “Para barrar a precarização, Greve Geral, Greve Geral na Educação”, “Deixa passar a Revolta Popular” e “Alerta, Alerta, Alerta juventude, a luta é que muda o ajuste só ilude”.

Durante a concentração do ato e no período da tarde, durante a jornada pedagógica, os apoiadores do Jornal A Nova Democracia realizaram brigada de venda e divulgação.

 

Chile: juventude combatente rechaça repressão

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Com informações de Secours Rouge

A juventude combatente chilena rechaçou vigorosamente a repressão fascista em várias cidades do país, durante massivas manifestações que exigiam o fim do sistema de aposentadoria que vigora desde o regime militar-fascista de Pinochet.

O sistema vigora através das chamadas Administradoras de Fundos de Pensão (AFP), criadas em 1981. As AFPs administram os fundos de pensões de 10 milhões de trabalhadores chilenos, enquanto sugam os recursos, pagando salários muito aquém do necessário para sobreviver.

Houve confrontos em Valparaíso, Arica, Santiago, Viña del Mar e Concepción. Especificamente na capital, Santiago, dezenas de barricadas foram erguidas em diferentes partes da cidade, o metrô foi fechado pelas massas e dois ônibus incendiados.

 

AL: camponeses e estudantes realizam ato combativo em Maceió

Por A Nova Democracia
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No dia 11 de novembro, cerca de 50 ativistas, estudantes da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e camponeses pobres das áreas Renato Nathan (Messias/AL) e do acampamento Canoé 2, organizados pela Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste, bloquearam os dois sentidos da BR-104, em frente ao Campus A. C. Simões, em Maceió, por volta de 2h de ato combativo e independente, contra as políticas anti-povo e vende pátria aplicadas pelo gerenciamento Temer (PMDB) e sua quadrilha.

Os estudantes, que tomaram o prédio central da Reitoria no dia 25 de outubro, se uniram aos camponeses pobres e demais movimentos combativos para preparar sua manifestação contra a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55, antiga PEC 241, que propõe corte de verbas públicas para saúde, educação, congelamento de salário e suspensão de concursos públicos por no mínimo 20 anos! Os camponeses se aliaram a esta luta devido ao massacre continuado, que o gerenciamento Temer (PMDB) e sua quadrilha, contra os povos do campo, contra os cortes dos direitos do povo, contra a contra-reforma na previdência social, que propõem o corte da aposentadoria rural e aumento da faixa etária para se aposentar aos 75 anos!

 

No dia 31 de outubro, os camponeses soltaram uma Nota de Apoio as Ocupações Estudantis em Alagoas, tendo em vista as agudas contradições semifeudais que se manifestam no coronelismo explicito em praticamente todos os setores da sociedade alagoana, o estado com um dos menores territórios e uma das maiores concentrações de terra do país nas mãos do latifúndio, onde a brutalidade contra as lutas populares sempre foi colocado como regra geral, mesmo assim não impediram as dezenas de escolas públicas estaduais fossem ocupadas, na capital e no interior. Onde todos os Campi das UFAL (Universidade Federal de Alagoas), da UNEAL (Universidade Estadual de Alagoas) e também do IFAL (Instituto Federal de Alagoas) foram tomados pelos estudantes. Demonstrando que tanto o latifúndio quanto o fascismo são tigres de papel e que o povo pode e deve destruí-los!

 

Defender com unhas e dentes o ensino público de qualidade e a serviço do povo!

Reproduzimos abaixo o panfleto com a convocação para o ato do Dia Nacional de Lutas em Defesa da Educação em Porto Velho no dia 23 de novembro, data em que completam 5 anos da renúncia do ex-REItor da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), o fascista Januário Amaral, por pressão da histórica e vitoriosa greve de ocupação dos estudantes da UNIR. O Dia Nacional de Lutas em Defesa da Educação é parte do plano de lutas do Movimento Estudantil de Pedagogia (MEPe) para 2016-2017, aprovado no 36º Encontro Nacional dos Estudantes de Pedagogia (ENEPe) que ocorreu na UNIR em Porto Velho. Além do Centro Acadêmico da Pedagogia da UNIR - Campus Porto Velho (CAPED) e da Executiva Estadual dos Estudantes de Pedagogia de Rondônia, diversas entidades estudantis e movimentos populares também assinam o panfleto.

 


 

 

Defender com unhas e dentes o ensino público, de qualidade e a serviço do povo!

 

Saudações combativas! O dia 23 de novembro foi definido pelo Movimento Estudantil de Pedagogia de todo o Brasil como Dia Nacional de Luta em defesa do ensino público. Este foi o dia em que a greve geral de estudantes e professores da UNIR derrubou o ex-reitor Januário Amaral em 2011, deixando exemplo de luta e combatividade para todo o país.

 

Lutar para garantir os direitos a educação, saúde e demais serviços públicos

 

É hora de um grande levantamento contra os ataques que a educação pública está sofrendo, nesse momento principalmente contra as políticas antipovo da PEC 241(atual PEC 55 no senado), que altera a constituição e impõe, dentre outras medidas, o congelamento por 20 anos dos investimentos em educação, saúde e demais serviços públicos. Já a Medida Provisória 746, também chamada de “Reforma do Ensino Médio”, já em vigor, impõe a reformulação do Ensino Médio com aumento gradativo da carga horária (escola integral) e flexibilização do conteúdo(tecnicização e diminuição do conteúdo científico), mas mantendo os baixos salários dos professores e funcionários, falta de material e estrutura precária das escolas. Aqui em Rondônia, somado a tudo isso, temos ainda a implementação do Ensino Médio com Mediação Tecnológica - EMMTEC pelo governo de Confúcio Moura(PMDB) nas escolas estaduais. Juntos, estes projetos visam a precarização do ensino médio e abrir caminho para sua privatização.

Michel Temer(PMDB) e toda a canalha politiqueira eleitoreira, seja de qual sigla for, garantirão os lucros dos banqueiros e multinacionais (Vale, Bradesco, Itaú, Santander, Souza Cruz, Odebrecht, Camargo Corrêa, OAS, etc), farão de tudo para salvar da falência os que possuem dívidas bilionárias no país. Querem que a gente pague esta conta nos negando e cortando direitos constitucionais e históricos da juventude e do povo trabalhador, atacando a educação pública, saúde, previdência, salários, direitos trabalhistas, cancelando novos concursos públicos, aumentando impostos, etc.

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