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http://www.mepr.org.br/midia/documentos/textos/panfleto_gonzalo.pdf

Norte de Minas Gerais: juventude combatente ocupa reitoria do IFNMG

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Estudantes da ocupação do IFNMG No último dia 10 de novembro, dezenas de estudantes ocuparam a reitoria do IFNGM – Instituto Federal do Norte de Minas Gerais, em Montes Claros. A combativa ação é o resultado de quase um mês de mobilizações contra a aprovação da PEC 241/55, Escola sem Partido, “reforma” do ensino médio, dentre outros ataques ao direito dos filhos do povo de estudar e aprender cometidos pelo gerenciamento vendilhão da pátria de Michel Temer (PMDB)  e sua quadrilha (PSDB/DEM, etc.).

Estudantes seguram faixa em apoio à revolução agrária

 

GRANDE MANIFESTAÇÃO MARCA A PARALISAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES EM PORTO VELHO/RO

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            Na última sexta-feira, 11 de novembro, foi realizada a paralisação nacional dos trabalhadores convocada por vários sindicatos e movimentos sociais. Em Porto Velho houve manifestação que unificou várias categorias. O ato repudiou fortemente o congelamento por 20 anos dos gastos com serviços públicos básicos pela gerência Temer/PMDB-FMI, através da nefasta PEC 241 (PEC 55) e de outros ataques à educação pública como a “escola sem partido” (lei da mordaça), reforma do ensino médio e EMMTEC (Ensino Médio com Mediação Tecnológica). Apesar de o ato ter sido organizado pelas centrais sindicais, houve a participação movimentos e ativistas do campo independente e combativo como o CAPED-UNIR, a Executiva Estadual de Estudantes de Pedagogia, o Comando Estudantil de Luta de Rondônia e o MEPR, ressaltando a heróica resistência dos estudantes que ocupam escolas e universidades em todo o país, bem como a necessidade de aumentar a luta combativa, única via capaz de barrar o desmonte dos serviços públicos.

 

Uerj: MOBILIZAR E LUTAR EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA!

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No dia 10/11, quinta-feira, ocorreu uma importante mobilização de estudantes no hall do queijo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Uerj. Os estudantes cotistas da geografia convocaram uma oficina de cartazes para exigerem um aumento na bolsa, além de cessarem todo tipo de atraso, tão frequente desde sempre. Os estudantes de outros cursos aproveitaram para engrossar o protesto, realizando panfletagens, passagem em turmas e conclamando aos demais estudantes a levantar um vigoroso movimento estudantil em defesa da UERJ.

Uma política imposta pela REItoria que existe na universidade, e que foi o principal motivo do protesto, é o sistema de reavaliação de cotas. Esta reavaliação ocorre três anos após o aluno cotista ingressar na faculdade. Além da habitual papelada de sempre, neste ano o prazo de dias para entrega dos documentos foi de apenas três dias além de que exigiu-se uma série de documentos a mais para burocratizar e dificultar, no intuito de impedir, um direito básico dos estudantes: a permanência estudantil.

Sabendo do momento político que vive o país de graves medidas antipovo perpretadas pelo gerenciamento fascista de Temer (PMDB) e sua repercurssão no estado do RJ, já falido pela realização da farra da FIFA e olímpica, os estudantes da Uerj estão conscientes de que novos ataques ao ensino público estadual estão sendo orquestrados. E que é urgente que se levante o movimento estudantil independente e combativo da Uerj, tal qual ocorreu no ano passado, no primeiro semestre de 2015, quando os estudantes arrancaram do REItor o direito de acúmulo de bolsas (cotistas + estágio).

Repercutir a luta combativa das ocupações secundaristas que ocorrem a nível nacional está colocado na ordem do dia! Igualmente, combater os grupelhos fascistas que atuam no sentido de auxiliar os governos a implementarem seus pacotes contra o povo e para confundir os estudantes em geral com suas posições despolitizadas! A resposta para ambos é a mobilização e a luta decidida dos estudantes em defesa de um ensino público gratuito e que sirva ao povo!

Panfleto distribuído para os estudantes

Panfleto distribuído durante a mobilização

CONTRA OS CORTES DE VERBA: REBELAR-SE É JUSTO!

FASCISTAS NÃO PASSARÃO!

OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!

 

Nem esquecimento, nem perdão! Punição para os mandantes e assassinos do companheiro Cleomar!

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Completou-se, no dia 22 de outubro deste ano, 2 anos do assassinato do companheiro Cleomar Rodrigues, dirigente da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) do Norte de Minas e Sul da Bahia. Este acontecimento repercutiu em todo o Brasil e mesmo internacionalmente como mais um crime perpretado pelo latifúndio, foram inúmeros debates, cartazes, pixações e demais manifestações de solidariedade à luta pela terra e ao companheiro Cleomar. Ao contrário de acalmar os ânimos da luta pela terra só fez aumentar ainda mais a disposição de luta da imensa massa de camponeses, tanto que em janeiro deste ano, camponeses retomaram a terra em que Cleomar tombou.

Repercutirmos matéria retirada do site resistenciacamponesa.com por compreendermos que é fundamental que todos os estudantes, intelectuais honestos e demais setores progressistas de nosso país se posicionem firmemente contra todo tipo de crime perpretado pelo latifúndio e encobertado pelo velho Estado, por ora gerenciado pelo fascista Temer (PMDB).

APOIAR A LUTA PELA TERRA EM TODO BRASIL!

CLEOMAR VIVE! MORTE AO LATIFÚNDIO!

 

 

PE: Contra a escalada fascista na UPE/Petrolina, avançar na organização e na luta em defesa da educação!

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Manifestação do OCUPA VALE

Manifestação das Ocupações do Vale São Francisco

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Atividade na UPE organizada pela Ocupação.

Desde o início do ano de 2016 vem se articulando em Petrolina e Juazeiro um grupelho que possui concepções e práticas fascistas. O fascismo é uma posição política e ideológica conhecida na história da humanidade que ressurge, em períodos de crise, como decorrência da agudização da luta de classes e da polarização cada vez mais acirrada entre as posições dos revolucionários (democráticos) e dos reacionários (conservadores).  Momento em que, por um lado, as classes populares (operários, camponeses e demais trabalhadores) assumem uma postura mais combativa na defesa de seus direitos e na exigência ao atendimento de suas reivindicações e, por outro lado, as classes reacionárias insurgem raivosamente contra os setores populares e democráticos da sociedade.

No aspecto ideológico o fascismo representa a imposição, a censura, a prática sistemática da mentira, da truculência, da tentativa de intimidação e da violência contra o povo, no intuito de impedir sua justa luta. No aspecto político o fascismo se caracteriza pela controle e repressão sobre as massas populares com o objetivo de submetê-las às medidas de exploração e opressão cada vez mais intensas aplicadas pelo estado. É por isto que alguns grupelhos direitistas se põem a atacar qualquer posição política, minimamente, democrática, como as referentes à opressão e crimes cometidos contra as mulheres, bem como o preconceito e crimes contra negros e homossexuais. Para tais grupelhos a abordagem de questões como estas é coisa de comunistas, que na verdade constituem seus alvos e inimigos principais.

Em fevereiro de 2016, tiveram início casos de desrespeitos e ofensas aos professores da UPE/Campus Petrolina tem se tornado cada vez mais frequentes e corriqueiros. Estes ataques se iniciaram pela internet, mas logo, passaram a acontecer também na salas de aula, com insultos e agressões verbais. Como se não bastasse, o grupelho fascista foi ampliando seus métodos e partiram para ações ainda mais absurdas. Começaram a furar os pneus de diversos carros, não somente de professores, mas também de alunos com os quais tiveram algum tipo de desentendimento ou divergência. A gangue dos cabeças de prego praticam tais ações de maneira escondida e dissimulada com o intuito de criar um clima de terror e intimidação.

No dia 27 de setembro de 2016 alguns militantes do MEPR – Movimento Estudantil Popular Revolucionário – colavam cartazes chamando para um debate sobre a crescente insatisfação e rechaço da população brasileira ao processo eleitoral.  Assim que terminavam de colar os cartazes e se dirigiam para outro local, dois indivíduos os arrancavam. Não concordando com esta ação absurda alguns estudantes os interpelaram e estes, como é próprio dos covardes, correram.

No dia seguinte, ao encontrarem estes elementos, companheiros do MEPR os questionaram sobre os motivos de terem arrancado os cartazes e repudiaram aquela atitude. Neste momento eles apenas ameaçaram dizendo que “no dia do debate sobre escola sem partido (que estava marcado para o dia 07 de outubro) com o reforço da turma que viria de Juazeiro nos dariam uma lição”. Pouco tempo depois quando uma estudante estava indo embora para casa, ao se aproximar de seu carro, verificou que um dos pneus de seu carro havia sido furado.

Esta não foi apenas uma ação covarde, mais que isto, se trata de uma ação criminosa, pois os casos de violência contra mulheres em nossa cidade são constantes, inclusive, recentemente, foram registrados os assassinatos de duas jovens. Fica o questionamento seguinte: qual era a intenção destes indivíduos que furaram o pneu do carro? Queriam apenas expô-la ao perigo para amedrontá-la ou pretendiam cometer a algum ato ainda mais absurdo que atentasse contra sua integridade física?  

Quanto às ameaças que o grupelho fascista e o que estavam preparando para debate do dia 07 de outubro, pudemos verificar posteriormente. Pretendiam fazer um evento para exaltar o Projeto de Lei de Escola Sem Partido, com suas costumeiras práticas de tentativa de intimidação e imposição. O mediador do debate era um exaltado defensor do projeto, que fez a leitura na íntegra do texto, ao qual se referia como se já fosse uma lei aprovada. Porém, diante da rejeição e repúdio dos estudantes e professores da UPE/Campus Petrolina, viram frustrados seus planos delirantes de saírem vitoriosos como “grandes líderes conservadores”. Contrariados, só restou a outro estudante defensor do projeto gritar, fazer barulho e agredir a estudante que estava responsável pelas inscrições. Mais uma agressão a mulheres, como é de seu costume!

Quem tem medo do MEPR?

No dia 06/10 foi veiculado num blog da região um texto no qual o grupelho fascista fez alguns ataques ao MEPR. O texto que tinha como mote uma ação de “cidadania” para apagar uma pichação feita pelo MEPR. Na sequência, como é de costume, passaram a falar mentiras sobre as posições defendidas pelo MEPR, bem como se colocarem como vítimas de pretensas ameaças.

 

 

UERJ: Fascistas da Universidade, NÃO PASSARÃO!

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Na noite de segunda-feira (7/11) os estudantes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) realizaram uma assembleia estudantil para discutir os rumos das mobilizações contra as medidas antipovo e vende-pátria do atual gerente de turno, Michel Temer (PMDB).

Durante a assembleia, um provocador ligado ao MBL interviu na mobilização dos estudantes, filmando os rostos, insultando e implodindo a assembleia que já se encaminhava para o final. Este é um grupelho fascista que vem atuando como tropa auxiliar do governo desmoralizado para tentar fazer passar as medidas antipovo sem reações populares contrárias, recentemente, a mando do governo do PR, tentaram desocupar uma escola secundarista ocupada em Curitiba, ao passo que foram alvos da resistência de estudantes secundaristas (ver matéria). Mesmo após os estudantes exigirem diversas vezes que ele parasse de filmar e apagasse as fotos com os rostos dos estudantes, o provocador continuou a filmagem e se recusou a se retirar.

Tendo em vista que o provocador não iria apagar as filmagens e nem se retirar da assembleia, os estudantes retiraram o celular de sua mão, na tentativa de fazê-lo apagar as imagens, mas ao invés disso, o provocador partiu para cima de uma estudante para agredi-la! Gerando então uma enorme revolta nos estudantes, que saíram em defesa da estudante.

Após a confusão, o provocador acionou a polícia militar fascista, e alegou que havia sido furtado por um estudante, foi provado que não ocorreu furto porém um estudante foi levado para a delegacia.

Vale lembrar que a Polícia Militar é proibida de entrar em uma Universidade Pública e a própria segurança da UERJ, que está sempre a serviço da reitoria e dos órgãos de repressão para intimidar e reprimir os estudantes, nada fez a respeito.

Num momento em que a gerência fascista de Temer está implementado todo tipo de medidas contra o povo, e que conta com amplo apoio do governo do Estado (Pezão) para implementar medidas ainda mais draconianas a nível estadual, e ainda tendo em vista a escalada fascista e o aparecimento destes grupelhos fascsistas é essencial que os estudantes organizados se posicionem firmemente contra as medidas antipovo e vende-pátria, contra o fascismo, para garantir, mediante a luta, seus direitos ameçados. A existência destes fascistas atuando nas escolas e universidades atuando como linha auxiliar do velho Estado só prova o quão desmoralizado e podre está o atual governo-tampão de Temer, o qual os estudantes da Uerj devem preparar respostas contundentes para garantir a educação pública, gratuita e que esteja a serviço do povo!

Mais uma vez fica claro que é necessário o Movimento Estudantil se organizar para as grandes lutas que teremos de travar contra essa escalada fascista que invade escolas e universidades, que teme a justa organização dos estudantes em defesa dos seus direitos! Os estudantes devem seguir os exemplos dos Secundaristas e devem ficar atentos a segurança de suas assembleias, para que assim possam estar prontos para manter sua organização contra a situação de precarização e dar respostas à altura a esses provocadores, esbirros fascistas que como já foi comprovado, mais hora ou menos hora entrarão na lata do lixo da história!

 

Oficina de cartazes, puxado pelos estudantes cotistas da geografia, para que os alunos se posicionem contra a situação de precarização do ensino público.

QUINTA-FEIRA, 18H, HALL DO QUEIJO.

 

 

FASCISTAS NÃO PASSARÃO!

COMBATER O FASCISMO COM MOBILIZAÇÃO COMBATIVA!

REBELAR-SE É JUSTO!

 

PE: Primeira escola de Petrolina é ocupada!

No dia 03/11, quinta-feira, os estudantes da Escola Estadual Antônio Padrilha, localizada em Petrolina, interior de Pernambuco, ocuparam o colégio contra as medidas antipovo do gerenciamento fascista de Temer (PMDB). Os estudantes são contrários ao PL "Escola Sem Partido", à chamada "Reforma do Ensino Médio" e à PEC 55 (antiga 241). Numa atitude combativa, os alunos decidiram ocupar o colégio dois antes do Enem, que seria realizado nos dias 4 e 5/11. A realização do Enem foi hipocritamente utilizado pelos monpólios de comunicação e pelo próprio MEC numa tentativa falida de jogar estudantes que estão lutando pela educação contra estudantes que iriam realizar a prova. Estes se mostraram como verdadeiros defensores dos interesses das classes dominantes, que não falam da situação precária do ensino público uma única vez ao longo do ano, mas basta que os alunos reivindiquem melhorias na sua situação que os alunos viram alvo da atenção destes reacionários!

Ocupação

Ocupação dos estudantes da primeira escola ocupada de Petrolina

Ato da Ocupação

Ato da ocupação do E.E. Antônio Padilha

No estado de Pernambuco há uma vigorosa luta dos estudantes em defesa dos seus direitos e contra as medidas do fascista Temer (PDMB), medidas que visam "recolocar o país nos trilhos", mas que, na verdade, não passa de mais do mesmo plano de políticas a favor das classes dominantes e do imperialismo e contra os direitos do povo, conquistado com muita luta, e particularmente dos estudantes, num processo de intensificação do sucateamento e precarização de todo ensino público. Universidades, Instituos Federais e, agora, Escolas Estaduais entrando de cabeça na luta combativa!

O MEPR saúda todos os estudantes que estão avançando na luta no estado de Pernambuco, assim como em todo o Brasil! É dever dos estudantes se colocarem na ponta de lança das lutas em curso no nosso país, levantando bem alto a bandeira da defesa do ensino público gratuito e que sirva ao povo!

VIVA AS OCUPAÇÕES POR TODO O BRASIL!

OUSAR LUTAR! OUSAR VENCER!

REBELAR-SE É JUSTO!

 

PE: UFs ocupadas contra ataques de Temer

Comitê de Apoio ao AND – Recife/PE

   Em 24 de outubro, estudantes do curso de pedagogia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), campus Recife, vanguardearam um processo de ocupação de centros na Universidade. Atualmente, na UFPE, estão ocupados pelos estudantes os prédios do Centro de Educação (CE), Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), Niate-CFCH e Centro de Comunicação (CAC).

  Ocupação dos estudantes!
Aula pública
  

 

As ocupações ocorrem em repúdio aos ataques do gerenciamento Temer através da draconiana PEC 241, que implementa duros cortes de verbas na assistência estudantil, e também pela Homologação imediata do Novo Estatuto na Universidade.

  

 

Ainda na UFPE, o campus do interior em Vitória de Santo Antão (CAV) está paralisado pelos três seguimentos. Já na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), o prédio do Centro de Ensino de Graduação Obra-Escola (CEGOE) também está ocupado contra a PEC 241.

 

SP: Estudantes fecham avenida contra desocupações em Campinas

Comitê de Apoio ao AND – Campinas/SP

Os estudantes secundaristas das 3 escolas desocupadas na semana passada de forma ilegal pela PM, E.E. Ruy Rodriguez, E.E. Carlos Alberto Galhiego e E.E. Newton Pimenta, fecharam uma das principais avenidas da cidade de Campinas (90km de São Paulo) na manhã de 1º de novembro.

Mais de 150 jovens fizeram o combativo protesto contra a contrarreforma do ensino de Michel Temer, a PEC-241, além das desocupações ilegais da PM, os ataques fascista da GCM à crianças e adolescentes com arma de choque e bombas de gás e a má qualidade do ensino.

O protesto se iniciou no horário de início das aulas, às 07h20 e bloqueou a Av John Boyd Dunlop, que liga o Centro da cidade à região do Campo Grande (distrito mais populoso da região).

 

GO: Moclate saúda a onda de ocupações e lutas! Rebelar-se é justo!

Reproduzimos nota publicada pelo MOCLATE - MOVIMENTO CLASSISTA DOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO em apoio às ocupações e a mobilização estudantil contra os ataques de Temer à educação pública e aos direitos do povo.


O Movimento Classista dos Trabalhadores da Educação (MOCLATE) saúda e apoia o grande movimento de lutas que vem ocorrendo em Goiás.

As últimas semanas foram marcadas pelo crescimento da luta em Goiás, com o aumento das ocupações e manifestações questionando as contrarreformas do imperialismo. Esse fato demonstra o efervescente clima de insatisfação e revolta que toma conta do país e de Goiás.

 

As ocupações crescem como uma onda de revoltas inspiradas diretamente no levante estudantil do Paraná. Várias escolas e universidades foram ocupadas nas últimas semanas. A primeira ocupação em Goiás ocorreu no município de Águas Lindas, no entorno de Brasília, onde os estudantes tomaram o controle do Instituto Federal no início de outubro depois de uma massiva assembleia estudantil que contou também com a presença dos pais. Depois dessa ação, os professores decretaram uma greve em solidariedade aos estudantes, tendo como pauta a luta contra a PEC 241 e a Reforma do Ensino Médio.

Em Goiânia, influenciados pelo exemplo de Águas Lindas, os estudantes dos dois institutos federais as ocuparam depois de uma grande assembleia realizada no dia 17. No dia 18, um dia após essas ocupações, ocorreu uma grande manifestação na cidade de Goiânia com milhares de pessoas. Participaram estudantes, professores, técnicos, operários, marchando combativamente pelas ruas da cidade até a BR 153, que foi fechada com pneus e barricadas por cerca de uma hora.

 


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