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 MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionários
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http://www.mepr.org.br/midia/documentos/textos/panfleto_gonzalo.pdf

Jornal Estudantes do Povo 19

Apresentamos abaixo o texto editorial da décima nona edição do Jornal Estudantes do Povo - JEP, órgão informativo do Movimento Estudantil Popular Revolucionário.

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Nos próximos dias, publicaremos alguns dos artigos e matérias que compõem esta edição. O JEP 19 pode ser adiquirido com companheiros e companheiras ativistas do MEPR.

Viva o Movimento Estudantil Popular Revolucionário!

 


Grandes tormentas se iniciaram!
Uma tempestade – raios e trovões
– arrasará tudo que é atrasado
Um fogo implacável
consumirá
a semifeudalidade

Se alastram
labaredas de rebelião popular
Uma chama revolucionária
arde
em corações oprimidos
por todo o planeta

Do Grande Caos,
sucederão os Novos Tempos
Mil sóis brilham no fim do túnel
Não vos desesperais:

A REVOLUÇÃO NÃO TARDARÁ A CHEGAR!


Já fazem quatro anos desde as gloriosas jornadas de luta da juventude combatente em junho e julho de 2013. Centenas de milhares de pessoas marcharam nas ruas das maiores cidades do país. Milhões no Rio e em São Paulo. O combate aguerrido contra as forças repressivas do velho Estado, que tinha na sua linha de frente a juventude proletária e semiproletária das favelas brasileiras, foi a marca distintiva do novo estágio que atingira a luta de classes no Brasil.

Barricadas em chamas, paus, pedras e molotovs se generalizaram como instrumentos de luta a partir de junho de 2013. O direito do povo à manifestação, ameaçado pela truculência das tropas repressoras, invocou a autodefesa de massas nos protestos e as imagens de jovens mascarados em manifestações cada vez mais radicalizadas, rechaçando o pacifismo burguês e a conciliação traiçoeira, se tornaram familiares e encorajadoras de todo o povo brasileiro. Cada vez mais em nosso país, assim como em todo o mundo, à injusta violência das classes dominantes se repele com a justa violência das massas oprimidas.

Em nosso país, as consequências de 2013 para o movimento de massas vieram para ficar, como parte da situação revolucionária em desenvolvimento implacável. Parte integrante da vaga revolucionária que avança em todo o globo: Guerras Populares na Índia, Peru, Turquia e Filipinas, rebeliões das massas mais proletarizadas nos países imperialistas e, no principal alvo guerra de rapina e saqueio imperialista, o Oriente Médio, a guerra libertação nacional impõe humilhantes derrotas ao invasor ianque e responde à destruição e pilhagem com ações contundentes nos próprios países imperialistas. O mundo inteiro se agita em rebelião e se prepara para pôr abaixo todo o sistema imperialista.

 Completam-se também 100 anos da Grande Revolução Socialista de Outubro. Um século desde que, pela primeira vez na história da Humanidade, a classe mais revolucionária e última tomou os céus de assalto e trilhou o rumo firme da destruição de toda a sociedade capitalista baseada na opressão e na exploração, da construção do Socialismo mirando destruir todas as classes e libertar proletários e povos oprimidos de todo o mundo.

 

NOVA GREVE NA UERJ!

 

Retirado do Portal do ANDES, com informações e imagem da Asduerj-SSind

Por salários e orçamento, docentes da Uerj decretam greve

Diante do cenário caótico da educação superior estadual do Rio de Janeiro, em que os servidores não recebem salários há três meses e não há condições financeiras de manutenção das atividades acadêmicas, os docentes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) decidiram entrar em greve a partir de 1º de agosto, data prevista para o início do semestre letivo. A decisão foi tomada em assembleia geral realizada na quinta-feira (6).

Em nota, a Associação dos Docentes da Uerj (Asduerj – Seção Sindical do ANDES-SN) explicitou a posição da categoria sobre a impossibilidade de iniciar o semestre letivo. “Três meses após a decisão da Reitoria da Uerj de iniciar as aulas do semestre de 2016.2, mesmo sem salários e bolsas em dia, com o bandejão parado e inúmeras incertezas acerca das condições de funcionamento da Universidade, estamos encerrando de forma melancólica o semestre. Semestre este que foi reduzido a 13 semanas, com indubitáveis prejuízos acadêmicos”, diz a Asduerj-SSind.

Resistimos e chegamos ao fim do semestre, mesmo que aos trancos e barrancos. Mas, decididamente, não dá para iniciar o próximo semestre deste mesmo jeito. Por isso, nós docentes demos um basta: ou o governo estadual paga o que nos deve ou não iniciaremos o próximo semestre”, completa a nota da Asduerj-SSind. Uma nova assembleia para discutir a mobilização da categoria está marcada para o dia 1º de agosto.

 

Assassinatos não vão parar a luta pela terra!

Reproduzimos a nota da Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres sobre o assassinato de dois companheiros da luta pela terra na última semana.

Enviamos nossa solidariedade e apoio aos companheiros, familiares e amigos das vítimas. Temos a firme convicção de que o sangue não afoga, senão apenas rega a Revolução!

Aproveitamos para reforçar nossa tomdada posição firme e decidida de apoio aos companheiros, a juventude revolucionária deve se ligar da maneira mais completa às massas em luta do nosso país, principalmente aos pobres do campo.

Companheiro Rosenildo: PRESENTE NA LUTA!

Companheiro Ademir: PRESENTE NA LUTA!

Cleomar Vive! Morte ao Latifúndio! 

Viva a Revolução Agrária!

 

 


 

Goiânia, 08 de julho de 2017

Hino da Revolução Agrária:

“… se a gente morrer nessa luta,
o sangue será uma semente,
justiça vamos conquistar,
a história não falha,
nós vamos ganhar! …”

 

O Companheiro ROSENILDO PEREIRA DE ALMEIDA, 44 anos, foi executado à tiros na noite da última sexta-feira, dia 7 de julho de 2017, em Rio Maria, Pará, onde residiam seus familiares.

Rosenildo estava com seu netinho, de três ou quatro anos, na garupa da moto. Ele diminuiu a velocidade de sua moto em um quebra-molas, quando uma outra moto com dois elementos se aproximou e fizeram os covardes e fatais disparos.

Rosenildo era conhecido por todos em Pau d’Arco como “Negão”. Era um dos mais antigos lutadores pelas terras griladas da Fazenda Santa Lúcia; já estava no seu lote onde tinha porcos, galinhas e roça, quando veio a reintegração de posse. Rosenildo nunca se intimidou, sempre enfrentou, e ultimamente era um dos principais organizadores do ACAMPAMENTO JANE JÚLIA, organizado pelas famílias que lutam pela Fazenda Santa Lúcia junto com a Liga dos Camponeses Pobres do Pará e Tocantins.

Rosenildo havia participado, nos últimos dias, da reconstituição feita pela polícia federal da “chacina de Pau d’Arco”. Corre o boato na região de que os nomes de quatro lideranças estão em uma lista, marcadas para morrer, e que o Rosenildo seria um dos assinalados nessa lista.

O companheiro ADEMIR DE SOUZA PEREIRA, também de 44 anos, foi assassinado à tiros na tarde do dia 6 de julho de 2017, em Porto Velho, Rondônia. Ademir era Coordenador do ACAMPAMENTO TERRA NOSSA, organizado para lutar pelas terras griladas da Fazenda Tucumã, em Cujubim. O Acampamento coordenado por Ademir fica no município de Ariquemes. Ademir foi assassinado quando saiu por alguns instantes da mesa do Incra, quando uma pauta da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental estava sendo discutida com o Superintendente Regional, Cletho Brito. A esposa de Ademir, inclusive, estava do lado do Superintendente quando foi avisada da morte do marido.
No velório, realizado no dia seguinte, na residência de familiares, em Ariquemes, a esposa do companheiro Ademir recebeu um bilhete entregue por um moto-taxista com ameaça de morte para ela e seus três filhos. Durante toda a noite, caminhonetes e carros, reconhecidos pelos acampados presentes, como pertencentes aos fazendeiros da região, passaram na rua, em frente da casa. Vinham acelerados e sempre passavam devagar na frente da casa, olhando para dentro – e por várias vezes.

No bilhete de ameaça estão cinco cruzes acima de desenho representando um homem, uma mulher e três crianças, sendo que a cruz e o desenho que representa o Ademir estão riscados com X e as outras em aberto. A filha da esposa do Ademir registrou boletim de ocorrência em Ariquemes/RO, mas não há expectativa de providências por parte da delegacia, pois todos os ataques sofridos pelos camponeses do Acampamento Terra Nossa teve a participação das policias da região do Vale do Jamari.

Denunciamos uma vez mais o Estado brasileiro e todos os seus gerentes por estes crimes covardes contra camponeses e suas lideranças.

Conclamamos uma grande mobilização popular para barrar estes crimes. Desse Estado podre e corrupto não vai vir nenhuma justiça, só mais assassinatos.

Conclamamos todos os camponeses a avançar nas tomadas de terras. Só assim vamos por fim ao banho de sangue promovido pelos latifundiários, grandes burgueses e imperialistas contra os camponeses e todo o povo pobre do Brasil, no campo e nas cidades.

VAMOS HONRAR O NOME E A LUTA DOS COMPANHEIROS ROSENILDO E ADEMIR. ASSUMIR COM MAIS EMPENHO AINDA SUAS TAREFAS, PROTEGER SEUS FAMILIARES, SEGUIR EM FRENTE!

Companheiro Rosenildo: presente na luta!
Companheiro Ademir: presente na luta!
Viva o Acampamento Jane Júlia, em Pau D`arco!
Viva o Acampamento Terra Nossa, em Ariquemes!
Terra para quem nela vive e trabalha!
Viva a Revolução Agrária!

“Cai orvalho de sangue do escravo,
Cai, orvalho, na face do algoz
Cresce, cresce, seara vermelha,
Cresce, cresce, vingança feroz.”

Bandido Negro, Castro Alves

 

Repudiamos a perseguição a estudantes pela reitoria da UNESP - Marília

O Movimento Estudantil Popular Revolucionário - MEPR manifesta com firmeza nosso repúdio à perseguição política aos estudantes da UNESP – Marília. Este processo recentemente tomou novo impulso com o encaminhamento dos processos de sindicância abertos em retaliação ao piquete realizado na universidade em apoio às ocupações de 2015 e por políticas de Permanência Estudantil.

Nos solidarizamos com os companheiros ameaçados de perda do vínculo com a universidade, além da possível perda de bolsas acadêmicas. Rechaçamos todos os casos de perseguição política a estudantes, que tem se tornado cada vez mais comuns, escancarando o caráter reacionário e antidemocrático de muitas das direções e reitorias das universidades brasileiras.

Em maio deste ano, denunciando a perseguição a estudantes na USP - São Carlos, nós afirmamos:

"Essass acusações absurdas estão em consonância com procedimentos típicos do decreto 477 da mesma época [do Regime Militar Fascista de 64] e que ficou conhecido como AI-5 dos estudantes, o qual feria a autonomia dos estudantes pelo impedimento da liberdade de expressão e de sua organização dentro das escolas e universidades sem que houvesse ingerência do estado ou da gestão.

Naquele contexto de extremo autoritarismo por parte dos milicos, eram adotados mecanismos policialescos de interrogatórios de modo a intimar estudantes, “um a um”, a prestarem esclarecimentos sobre suas funções e ações políticas. Hoje, uma REItoria fascista se baseia numa legislação ultrapassada e arquireacionária para perseguir, intimidar e até expulsar estudantes que estão legitimamente lutando por seus direitos e por melhorias na universidade."

É imperativo levantarmos a bandeira da democracia nas escolas e universidades e unificarmos a luta de estudantes, professores e funcionários em defesa das nossas escolas e universidades públicas, gratuitas, democráticas e que sirvam ao povo!

ABAIXO A PERSEGUIÇÃO POLÍTICA AOS ESTUDANTES QUE LUTAM!

PELO ARQUIVAMENTO IMEDIATO DOS PROCESSOS CONTRA OS ESTUDANTES DA UNESP MARÍLIA!

LUTAR NÃO É CRIME!


 

 

CARTA DE ROMPIMENTO COM A UJR (UNIÃO JUVENTUDE E REBELIÃO) E POR QUE DECIDI MILITAR NA UV - LJR (Liga da Juventude Revolucionária)

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Publicamos abaixo a carta de rompimento da companheira Walkíria com a juventude pelega da UJR, tentáculo do "partido" revisionista do PCR; essa mesma juventude tão bem conhecida por trair a luta combativa dos estudantes, como foi demonstrado nas ocupações secundaristas de 2015/2016. Nessa carta, a companheira contrapõe a linha oportunista desse partideco com a linha democrática revolucionária defendida pela Juventude Revolucionária  da Unidade Vermelha, bem como expressa sua desilusão com as podres táticas dessa organização que, com sua fraseologia oca, levanta a bandeira da "juventude comunista" e do "combate ao estado burguês". Mas, como exposto abaixo, a prática da UJR não corresponde nem minimamente a seu discurso, revelando que, na verdade, se trata de mais uma entidade que compõe o campo oportunista do estado burguês-latifundiário que tanto explora o povo brasileiro. As bandeiras do PCR (UJR, Correnteza, AERJ etc.) estão à direita do movimento estudantil, e o direcionam para a velha prática do oportunismo eleitoreiro. A decisão da companheira Walkíria de militar na UV - LJR demonstra o caráter decadente do revisionismo e a ascensão da luta combativa e independente no movimento estudantil. Saudamos bravamente o rompimento da companheira e que seu exemplo sirva como uma valiosa lição para a juventude que deseja se mobilizar para abalar a velha ordem que subjuga o Brasil.



 

CARTA DE  ROMPIMENTO COM A UJR (UNIÃO JUVENTUDE  E REBELIÃO) E POR QUE DECIDI MILITAR NA UV - LJR (Liga da Juventude Revolucionária)

Minha primeira experiência prática, que se complementava com minha linha teórica começou na UJR, juventude do PCR.

Fui aprendendo com meus ex-companheiros sua centralidade em âmbitos principais da organização, assim reivindicando os pensamentos e as posições ideológicas, sendo assim empenhada em apreender e aplicar sua linha política.

Entretanto, ao decorrer de quase três meses de atuação nessa organização, fui levada a perceber certas falhas em sua teoria e prática "revolucionárias".

A teoria e a prática do PCR são muito divergentes de uma teoria e prática de fato revolucionárias. Se dizem um partido comunista, porém em sua atuação não passa de um partideco revisionista tal qual seus aliados “temporários” como PSOL e PDT.

ATUAÇÃO NOS  MOVIMENTOS DE MASSAS

O PCR justifica sua atuação na central satélite do PT, a CUT, como sendo um trabalho essencial dentro dos sindicatos, utilizando de forma extremamente desonesta textos de Lênin sobre o trabalho dentro dos mesmos. Porém a prática mostra que é impossível alterar a essência da CUT, pois mesmo existindo trabalhadores honestos lá dentro, a direção é uma verdadeira máfia, servindo como linha auxiliar do governo e da grande burguesia, entravando greves e passando a perna nesta base que faz oposição às posições de direita.

Sobre a “disputa” da UNE e UBES, utilizam o mesmo argumento de que os “comunistas devem estar onde as massas estão”. Porém nos congressos não há qualquer possibilidade de debate político e disputa de massas já que tais “congressos” não passam de festas regadas a drogas e orgias. Outra prova de sua completa degeneração são as inúmeras fraudes como a clássica falsificação das atas.

Ainda que o PCR diga o contrário, a prática mostra que sua participação dentro destes instrumentos do oportunismo como a CUT, a UNE e a UBES servem na verdade para acúmulo político na farsa eleitoral.

 

SOBRE O PT

O PCR argumenta sobre a necessidade de combater a direção pelega da CUT, mas, aparentemente, não é isso que fez durante os governos petistas – semeando ilusões nas massas e nos militantes de que havia algo de progressista ou mesmo anti-imperialista no PT. Em seu “Manifesto do PCR para o 2° Turno das Eleições: Impedir a Entrega do Governo do Brasil aos bancos e ao fascismo” de 2014, quando o PT já havia mais que provado a quem servia, diz “[...] O Partido Comunista Revolucionário (PCR) convoca o povo brasileiro a dizer não ao candidato do imperialismo e dos bancos, derrotar a direita e avançar na luta popular. Dia 26 é dia de votar no Brasil votando em Dilma.”

 

Jorge Dimitrov: Herói Internacionalista

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No último dia 18 de Junho, completou-se 135 anos do nascimento do grande revolucionário búlgaro George Dimitrov, que se tornara mundialmente famoso pela sua inestimada contribuição como ums dos mais importantes quadros dirigentes da III Internacional, a Internacional Comunista ou Comintern, além de ter sido ferrenho combatente antifascista.
Como celebração por esta data e por vida interira dedicada à Revolução Proletária Mundial, o MEPR disponibiliza para download a Revista em Quadrinhos Jorge Dimitrov - Herói Internacionalista de autoria de José Ruy, produzido pela Associação Portugal-Bulgária em 1985 e que conta a vida e luta de George Dimitrov.

VIVA O INTERNACIONALISMO PROLETÁRIO!

FASCISTAS: NÃO PASSARÃO!
 

Alípio de Freitas: Resistir é preciso! (download)


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Como parte das homenagens ao companheiro Alípio de Freitas, disponibilizamos para download em nosso site o seu livro Resistir é preciso, no qual descreve as infindáveis torturas a que foi submetido pelos milicos do Regime Militar Fascista e nos brinda com um grande exemplo de conduta revolucionária, tirando das lições as vivas de sua própria história a comprovação na prática que "Um homem, se quiser, pode resistir e sobreviver vitoriosamente a qualquer forma de opressão."

DOWNLOAD


COMPANHEIRO ALÍPIO DE FREITAS:

PRESENTE NA LUTA!




 

A paciência do Povo Brasileiro acabou

Retirado do Boletim La Rebelión se Justifica! da Frente Estundatil Popular e Revolucionária do Chile - FERP

A paciência do Povo Brasileiro acabou


O povo do Brasil demonstra ao mundo heroicas e combativas lutas no campo e na cidade, que estremecem em toda a América Latina. Este dia 24 de Maio, inclusive, os protestos em Brasília se dirigiram para a destruição dos prédios de ministérios e outros órgãos do velho Estado, até o ponto que Temer e sua quadrilha tiveram que enviar militares para reprimir.


A paciência do povo brasileiro chegou ao seu fim, e manifesta com grande violência revolucionária sua disposição para varrer com os reacionários; com os governantes, cujas contradições desmascaram seus verdadeiros rostos. Corruptos que entregam fundos públicos a monpólios industriais como o fez Dilma Rousseff e agora Michel Temer, mostram ao povo brasileiro o caráter de classes de seu velho Estado: servir aos monopólios e latifundiários.


O mais escandoloso, nem sequer é a corrupção, senão a situação da grande concentração latifundiária que existe no campo, que deixa os camponeses desamparados e em fome constante. Frente a esta situação faz tempo que o campesinato vem empreendendo com justeza a tomada de terras, resolvendo assim o problema fundamental e avançando também no caminho da Revolução de Nova Democracia.


As justas tomadas de terra, onde se estabelecem acampamentos produtivos ou áreas revolucionárias, desatam que a mão sanguinária dos latifundiários, que vem assassinando camponeses sistematicamente, se torne mais cruel.

- Ao responder um email, encaminhe-o para a pasta adequada ou seja, para quem ele se destina.

- Ao responder um email, encaminhe-o para a pasta adequada ou seja, para quem ele se destina.A DECA (Delegacia Especial de Conflitos Agrários) perpetuou um grave massacre no Pará no mês passado, onde assassinaram 11 camponeses pobres e deixaram 14 feridos. Estes fatos faram estalar o ânimo dos camponeses. A revolução no Brasil se faz inevitável.


Os oportunistas e revisionistas tentam mostrar estas grandes lutas do povo brasileiro como um conflito que se soluciona com uma mudança de governo. Daí que coloquem ênfase no “Fora Temer”; porém qualquer um que seja parte do corrupto Estado brasileiro será igualmente um pró-imperialista sujo.


O povo brasileiro tem dois grandes problemas: o problema da terra e o problema nacional. Só a Revolução democrática, agrária e anti-imperialista tem a solução para varrer estes problemas destruindo por completo esta velha ordem embelecida pelos adoradores do imperialismo, traidores da pátria e os partidários deste velho Estado burocrático e genocida.


 LA REBELIÓN SE JUSTIFICA N°8


 

VITORIOSA GREVE GERAL NO DIA 30 COLOCA NA ORDEM DO DIA A REBELIÃO POPULAR CONTRA OS ATAQUES!

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Em todo o país organizaram-se massivos e combativos protestos, com manifestações massivas nas cidades e fechamentos de rodovias no campo. Com a Juventude Combatente à frente das ações mais combativas, o conjunto da massa de trabalhadores, estudantes, professores e camponeses responderam os ataques expondo para as classes dominantes reacionárias sua indignação, colocando na ordem do dia novas e maiores rebeliões em defesa de seus direitos!

Em Rondônia, camponeses das áreas Renato Nathan II, Canaã e Raio de Sol fecharam a BR 364 com uma barricada de pneus em chamas logo pela manhã do dia 30/06. Organizados pela Liga dos Camponeses Pobres, camponeses denunciaram os ataques e trouxeram palavras de ordem em defesa da luta pela terra e contra a contrarreforma da previdência.

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No sertão pernambucano, na UPE, local que será sede do 37º Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia - ENEPe, estudantes realizaram passagens em turma nos cursos de Pedagogia e Licenciaturas panfletando a carta da Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia - ExNEPe “TODOS E TODAS À GREVE GERAL! - Radicalizar a luta e avançar na organização nacional da Pedagogia!”.

No Rio de Janeiro, pela manhã servidores e estudantes da Uerj organizaram uma aula pública em frente ao Palácio Guanabara, sede do gerenciamento estadual. A Uerj, que sofre o maior ataque de sua história, passa por uma situação crítica, sem bandejão e com um atraso de 3 meses no salário dos professores.

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Já no final da tarde organizou-se um combativo ato no centro da cidade, que contou com um bloco vermelho composto da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP), com participação de militantes do MEPR, do Movimento Feminino Popular - MFP e da Unidade Vermelha - UV-LJR.

Com mais de 30 mil presentes, o ato, após se concentrar na Candelária, seguiu até a Central do Brasil, onde passam diariamente milhares de trabalhadores. Passando por cima da infiltração de policiais à paisana (P2’s), a manifestação seguiu até o local determinado e ao chegar lá a massa não se conteve e respondeu à altura as tentativas de repressão por parte da Polícia Militar de Pezão.

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O que se viu, a partir daí, foi a brava resistência das massas, que dividiu o bloco da repressão com paus, pedras, bombas e rojões. Enquanto os cães de guarda do velho Estado corriam, em desespero, a massa seguia sua manifestação, erguendo barricadas, entoando palavras de ordem em defesa de seus direitos, balançando suas bandeiras e estendendo suas faixas, até a dispersão da manifestação.

Em Belo Horizonte, houve também uma combativa manifestação pela manhã, que contou com a participação de várias categorias que cruzaram os braços no dia de luta.

Trazendo à frente uma faixa exigindo a liberdade de todos os presos políticos da Índia, esrtava um bloco combativo e classista composto pela Liga Operária, Luta Popular e Sindical (LPS), Sindicato dos Trabalhadores da Construção de Belo Horizonte e Região (Marreta), Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação (Moclate), Sindicato dos Correios, Sindicato dos Empregados em Empresas de Serviços de Informática e Similares do Estado de Minas Gerais (Sindados), Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), UV- LJR, dentre outros movimentos classistas, que interviu no ato erguendo alto a consigna contra as “reformas” de Temer e sua quadrilha.

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Abaixo Temer e toda sua Quadrilha!

Ir ao combate sem temer! Ousar Lutar, Ousar Vencer!

Rebelar-se é Justo!

 

Os Três textos mais lidos do Presidente Mao Tsetung

Como parte de um compromisso em auxiliar no impulsionamento da luta dos estudantes brasileiros, bem como em divulgar a ideologia científica do proletariado, reproduzimos em nosso sítio os “Três artigos permanentes” e também o editorial do “Diário do Exército Popular de Libertação”, escrito em dezembro de 1966, que analiza a importância dos “3 textos” para os revolucionários.

Os três artigos permanentes (“Servir ao Povo”, “Em Memória de Norman Bethune” e “O Velho que Removeu as Montanhas”) foram largamente estudados em um momento chave para a Revolução Chinesa: nos momentos em que se iniciavam a Grande Revolução Cultural Proletária, que impediu por dez anos a restauração capitalista na China Popular.

Estava em jogo para o conjunto do povo chinês (operários, camponeses, estudantes, intelectuais, etc.) transformar a vontade de se chegar ao comunismo em decisão para cumprir as tarefas demandadas no novo momento político que atravessava o país. Revolucionarizar sua ideologia, expulsar as ideias atrasadas, guardar-se da arrogância, transformar a si mesmo para poder servir completamente ao povo e à luta pela emancipação de toda a Humanidade.

Neste movimento de estudar a ideologia científica do proletariado, o marxismo-leninismo-pensamento mao tsetung (como era conhecido o maoísmo à época), para cumprir as novas tarefas que a revolução necessitava, forjou-se dezenas de milhares de sucessores do proletariado. A juventude contribuiu enormemente para mobilizar as massas de operários e camponeses para seguir no caminho de continuar a revolução, derrotando com as posições atrasadas dos revisionistas e burgueses encastelados no Partido Comunista e no Estado.

No que toca a nós, estudantes revolucionários brasileiros, também temos uma grandiosa tarefa a cumprir: propagandear e agitar as massas de estudantes em torno da necessidade da Revolução de Nova Democracia!

E, assim como os jovens Guardas Vermelhos chineses, só teremos êxitos se transformarmos nossa concepção de mundo, entendendo que somos uma força motriz desta revolução e, ao mesmo tempo, seu alvo! Derrotando as ideias erradas e travar de maneira consciente uma revolução dentro de si, tendo em vistas as grandiosas tarefas que são reservadas à juventude e ao povo brasileiro na sua luta por derrotar as três montanhas que o oprimem, o latifúndio, a grande burguesia e o imperialismo.

Publicamos abaixo o editorial do “Diário do Exército Popular de Libertação” e, no link para download, os livreto “Os Três textos mais lidos do Presidente Mao Tsetung” que compreende também os textos “Perseverar no estilo de vida simples e luta dura. Manter estreita ligação com as massas” e “Contra o liberalismo”.

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