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100 anos GRSO: "O que fazer?" - V.I. Lenin

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Como parte das celebrações do centenário da Grande Revolução Socialista de Outubro dirigida pelo Partido Comunista (bolchevique) da Rússia sob chefatura do Grande Lenin, começaremos hoje a divulgação das principais obras de Lenin, antecidido com uma breve exposição retirado do Compêndio - História do Partido Comunista (bolchevique) da URSS. Esta exposição mostra a situação objetiva da luta de classes da Rússia, as principais questões debatidas dentro do Partido e qual era a tarefa dos verdadeiros comunistas russos no momento em que as obras foram publicadas.

Iniciaremos com o Livro “Que Fazer?”, publicado em março de 1902. Obra que trata, principalmente, da luta pelo estabelecimento do Partido Comunista de Novo Tipo na Rússia, e da necessidade da superação das debilidades no movimento operário ocasionados pela influência dos “economistas”.

Publicaremos, também, o link para download de uma publicação recente do blog “Servir ao Povo” de dois capítulos deste livro.

Celebrar os 100 anos da Grande Revolução Socialista de Outubro!



 

Capítulo II — Formação do Partido Operário Social-Democrata da Rússia. Surgem duas frações no partido: a bolchevique e a menchevique (1901-1904)

Tópico 2

 

A marcha ascendente, cada vez mais acentuada, do movimento operário e a clara iminência da revolução, reclamavam a criação de um partido único e centralizado da classe operária, capaz de pôr-se à frente do movimento revolucionário. Porém, o estado em que se encontravam os órgãos de base do Partido, os comités locais, os grupos e os círculos, era tão pouco satisfatório, sua desarticulação orgânica e sua falta de unidade ideológica tão grandes, que a criação de semelhante partido oferecia dificuldades incríveis.

 

 

RJ: Servidores, estudantes e aposentados organizam manifestação!

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No dia 08 de agosto, ocorreu mais uma manifestação dos servidores públicos, professores da rede pública, estudantes e aposentados em luta no estado do Rio de Janeiro. Se concentrando no Largo do Machado, o ato se dirigiu até a sede da gerência estadual de Pezão (PMDB), o palácio Guanabara.

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Os 200 manifestantes foram à rua contra as ações da Secretaria de Educação, a Secretária de Ciência e Tecnologia e as medidas antipovo de Pezão. Estudantes em greve da Uerj e da Uenf também estiveram presentes erguendo faixas, bandeiras e cartazes, contando também com uma bateria que acompanhou as palavras de ordem durante todo o ato exigindo o pagamento dos salários atrasados, regularização das condições de trabalho.

 

Naxalbari: faísca que incendiou a pradaria na Índia!

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Naxalbari é a aldeia situada ao norte do departamento de Bengala Ocidental que, há meio século, despertou a Índia e animou os povos e nações oprimidas do mundo com seu Trovão de Primavera.

Milhares de camponeses e povos tribais, armados de lanças e fuzis, sob a direção do Partido Comunista da Índia (à época PCI Marxista-Leninista, hoje PCI Maoísta), lançaram-se à revolta varrendo impiedosamente o latifúndio, fazendo tremer o imperialismo e todos os reacionários.

Sob a forte e decisiva influência da Grande Revolução Cultural Proletária, desencadeada na China em Maio de 1966 sob a direção do Presidente Mao Tsetung, a fração revolucionária do Partido Comunista da Índia, dirigida por Charu Mazumdar, rompe com os grilhões do revisionismo e desencadeia a luta armada revolucionária camponesa como Guerra Popular.

Guiados pelos “Oito Documentos”, escritos por Charu Mazumdar, os comunistas indianos formularam as bases ideológicas do movimento Naxalbari. Rechaçando o caminho do pacifismo e do parlamentarismo, sob a luz do Marxismo-Leninismo Pensamento Mao Tsetung (como era definido o Maoísmo à época), definiu-se que o caminho da Revolução Indiana era o da Revolução Democrática ininterrupta ao Socialismo, partindo da Revolução Agrária e através Guerra Popular Prolongada. Apontou ainda que, com a liderança do proletariado, os camponeses seriam a força principal da Revolução Indiana.

No início da década de 1960, os comunistas já desenvolviam profundo trabalho entre os camponeses de Naxalbari. Centenas de estudantes e intelectuais revolucionários, provados militantes comunistas, transferiram-se das cidades para as vastas zonas rurais da região e fundiram-se solidamente às massas camponesas.

Em Março de 1967, camponeses tomaram terras do latifúndio e realizaram a colheita das safras. Animados, os camponeses criaram comitês em toda região. As tomadas de latifúndios e safras se multiplicaram como um rastilho de pólvora.

 

ExNEPe: Abaixo as práticas oportunistas da Une no 37º ENEPe

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23/07/2017

A Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia denuncia e repúdia as práticas oportunistas de elementos vinculados à Une participantes do 37º Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia - ENEPe.

Estes setores, vinculados a partidos eleitoreiros, como o PCB, vieram para este encontro com suas táticas desonestas e divisionistas na intenção de transformar o Movimento Estudantil e o curso de Pedagogia em palanque para suas teses conciliadoras e reformistas, combatendo as posições democráticas e classistas que os estudantes de pedagogia e a sua Executiva Nacional cada vez mais tem assumido.

Estes representantes estudantis do corrupto Congresso Nacional por diversas vezes tentaram impedir os debates políticos no 37º ENEPe, implodindo as plenárias. O que queriam era evitar desmascaramento das suas posições governistas, defendendo o

Para isto, recriaram na Pedagogia suas velhas práticas de impedir as falas dos companheiros nos debates, provocar o linchamento das posições contrárias às suas, criar acusações falsas, e criar um clima de torcida organizada e de histeria.

A ExNEPe reafirma o histórico rompimento dos(as) estudantes de pedagogia com esta entidade apodrecida e inimiga dos estudantes. Apontamos a necessidade de afirmar de maneira consequente o caminho independente e combativo no Movimento Estudantil, que passa, invariávelmente, pela sua organização e tomada de posição em defesa das lutas e dos direitos do povo.

A União Nacional dos Estudantes faz parte da quadrilha de Michel Temer! Rechaçamos suas práticas de conchavos e acordões com o reacionário Temer, em busca de cargos no velho Estado! Rechaçamos suas tentativas infrutíferas de transformar o 37º ENEPe numa reedição do seu Conune, comprado pelo Ministério da Educação, politicamente falido e moralmente corrupto!

PEDAGOGIA É COMBATENTE! ROMPEU COM A UNE E CONTINUA INDEPENDENTE!

ABAIXO A UNE GOVERNISTA OFICIAL PELEGA E REFORMISTA
 

RJ: Uerj em Greve!

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Na tarde do dia 01/08, cerca de 200 professores se reuniram em Assembleia Docente para discutir os rumos de sua luta. Esta data tinha sido definida pela última assembleia como o início da Greve docente, tendo em conta a situação que se encontra a universidade, bem como a ausência de respostas concretas por parte do gerenciamento estadual de Pezão (PMDB).

Os mais de 200 professores discutiram e deram informes sobre a situação que atravessam. Muitos dos professores estão com extratos bancários zerados, por conta dos mais de 3 meses de atraso nos salários. Além disto, os terceirizados também estão sem receber, e não há previsão para o Restaurante Universitário voltar a funcionar. Em resposta a isto, os professores iniciaram sua greve, tendo amplo apoio dos outros setores da universidade.

 

Pela noite, mais de 300 estudantes também se reuniram em uma Assembleia Estudantil, aonde grande parte dos presentes eram calouros que estão esperando para iniciar o semestre desde o começo do ano.

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Os estudantes também fizeram informes e denúncias dos ataques que estão sendo cometidos contra seus direitos. O próprio Restaurante Universitário, que está sem funcionar, existe apenas em um dos campus da faculdade. Além disso, são frequentes os atrasos nas bolsas, o que torna impossível a simples ida de estudantes cotistas até a Uerj.

 

 

37º ENEPe em luta contra o governo Temer e o divisionismo na Pedagogia!

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Comissão Organizadora do 37º ENEPe
16/07/2017 

Companheiras e companheiros,

O 37º ENEPe está acontecendo desde sábado, com a participação de estudantes de pedagogia de todas as regiões do país, mais de 50 cidades e centenas de companheiros e companheiras de luta, que vieram pra nossa cidade, Petrolina, no intuito de fortalecer o debate e a luta em defesa da educação pública, gratuita e democrática, contra os ataques crescentes deste governo corrupto e vende-pátria!

Saudamos mais uma vez todos e todas que chegaram com disposição de luta, alegria e desejo de elevar a unidade da pedagogia para enfrentarmos juntos/as todos os desafios que estão pela frente, e que não são poucos: sucateamento geral do ensino e da condição de trabalho docente; reforma trabalhista recentemente aprovada; privatização crescente! Como acabamos de discutir na mesa da tarde, vivemos num quadro, como disse a professora Fátima Siliansky, que exige de todos nós mais luta e união contra todos exploradores! A professora Fátima foi recentemente exonerada da direção do Hospital Universitário da UFAL, pela gestão privatizada da EBSHER e apesar da enorme campanha democrática realizada, o MEC não voltou atrás de sua ingerência. Para nós é uma honra tê-la como palestrante do Encontro Nacional dos Estudantes de Pedagogia do Sertão, professora! Aqui é terra pra quem resite, como fez a companheira! Afinal, já disse Euclides da Cunha, "o sertanejo é antes de tudo um forte"! Somamos nossas forças às de todas professoras e professores em luta de todo o país!

Queremos saudar, também aos demais professores e professoras que compuseram as mesas dos debates do dia de hoje, que vieram de longe, como Rio de janeiro, Paraná, Belo Horizonte e também daqui de Juazeiro/Petrolina, exclusivamente para contribuir com nossa luta e formação.

Nos somamos nesta aliança democrática, professores! Seguiremos juntos! Saudamos os companheiros do grupo cultural Samba de Velho, e de makulelê, sentimos pulsar nossa cultura popular em todos estes momentos de integração, já esquentando desde cedo com a massiva e inédita oficina de dança realizada! Não podemos deixar de saudar, calorosamente, os camponeses em luta pela terra, que participaram da grande abertura deste encontro!

Foram meses de intenso trabalho da CO e da ExNEPe, nunca chegamos tão mobilizados e mobilizadas para um Encontro Nacional! E este ano, como o marco da retirada histórica de direitos do povo, cabe a nós, companheiras e companheiros, cumrpir uma tarefa grandiosa de impulsionar a luta em todo o país, para barrar a precarização da educação! E iremos cumpri-la, somando nossas forças junto com as de todas as classes populares! Assim selamos desde a abertura de nosso Encontro: com camponeses dando saudações a todos, além de representante da luta indígena entre os estudantes, professores democráticos, e funcionários. Esta é a luta da pedagogia, companheiros e companheiras! Independente de todos os governos e partidos eleitoreiros, que só fazem enganar o povo e tentar desviar nossa luta.

Por tudo isto, repudiamos veementemete a atitude antidemocrática de alguns que propuseram hoje na mesa de abertura do encontro que os debates das mesas não acontecessem! Cumpriram um papel que só pode estar a serviço do bandido Temer e sua quadrilha, os mesmos que estão aprovando a toque de caixa as contra-reformas e retirando todos nossos poucos direitos!

Será que estes que nos atacam agora, estudantes de pedagogia e nosso Encontro Nacional, em sua 37ª edição, foram também ao Congresso da Une, em Belo horizonte, para fazer como fizeram hoje aqui no sertão? Porque logo o Encontro com a pauta mais politizada, crítica, combativa é assim tão atacado por estes!? Será que, aqueles que se retiraram do auditório, simplesmente porque a maioria dos estudantes votou em manter os debates e discussões, para os quais pagaram suas respectivas inscrições, querem fazer da pedagogia um "Fla-Flu", em clima de torcida organizada?

Companheiros e companheiras, perguntamos: a quem este tipo de atitude interessa?

Esta, além de uma falta absoluta de respeito e consideração com as centenas de estudanes que se inscreveram em nosso ENEPe, e com os palestrantes confirmados e já presentes em nossa cidade, significa um passo atrás na combatividade, firmeza na defesa de nossos direitos! Este passo atrás, companheiros/as, no momento crucial em que vivemos, é falta de compromisso com a luta dos/as estudantes de pedagogia e de nosso povo! Ou não?

Além de tudo isto, queremos destacar, pra todos/as companheiros/as que a CO e a ExNEPe tem trabalhado dia e noite há meses para acolher a todos/as com muito entusiasmo nesta terra de Marias Bonitas e Lampiões! E assim o fizemos! A CO inclusive garantiu, a pedido de 11 estudantes da delegação de Recife e Caruaru, dentre outras pessoas de algumas outras delegações, que não tiveram condições de pagar, que o preço de sua inscrição ficasse apenas em R$30,oo! Só achamos estranho ver alguns destes mesmos 11 estudantes que tanto nos pediram isenção da inscrição, e acreditamos que seria por estarem com muita vontade de participar, são os mesmos que se rertiraram da plenária quando os estudantes decidiram em maioria que queriam que o debate acontecesse! Não entendemos esta atitude, companheiras/os!

Para quantas delegações estendemos os prazos, conversamos, procuramos atender às necessidades de TODOS/AS estudantes que entraram em contato conosco?! E isto porque para nós, companheiros/as, ao contrário do que alguns dizem, o mais importante é garantir a participação de todos no encontro, em todos os debates e demais atividades, tudo com qualidade, organizado, bem acolhedor.

Hoje teremos noite baiana pra esquentar deste friozinho bom e tão raro em nossa terra, e esperamos que este tipo de atitude divisionista não aconteçam mais, que o Enepe no Sertão seja fortalecido, que todos coloquem suas opiniões no debate e contribuam com a construção democrática desta luta que é de todos/as nós! Vamos nos somar na luta, companheiros/as!

PEDAGOGIA É UNIÃO, NÃO DEIXE O MEC ACABAR COM A EDUCAÇÃO!
CONTRA A PRIVATIZAÇÃO, VIVA O 37º ENEPE NO SERTÃO!
 

Em meio à crise: A REVOLUÇÃO SE LEVANTA!

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Companheiros e companheiras,

Na edição número 191 do Jornal A Nova Democracia, o professor Fausto Arruda afirmou em artigo primoroso, intitulado A agonia do capitalismo burocrático que:

    A crise geral de decomposição do capitalismo burocrático no Brasil, em meio de profunda e aguda crise imperialista mundial, lançou à superfície uma crise política sem precedentes na qual as diferentes frações das classes dominantes se enfrentam numa espiral de violência, no qual cada uma se serve dos aparatos que controla na máquina do velho Estado para aplastar seu contendente. Daí a feroz e interminável luta entre estruturas dos chamados “três poderes”, e a divisão crescente nos partidos de seu apodrecido sistema político, nos monopólios da imprensa — por exemplo, Rede Globo joga para derrubar Temer e O Estado de São Paulo se bate por sustentá-lo — impactando a opinião pública.

    A crise seguirá se aprofundando e a situação de hoje poderá parecer calmaria frente ao seu agravamento. Todas as forças políticas, da direita, do centro e da esquerda estão interpretando e organizando sua intervenção política e muita água ainda passará por baixo da ponte até um desfecho mais definitivo desta crise. Todavia, apesar de moribundo, o capitalismo burocrático e seus regimes políticos corruptos permanecerão insepultos arrastando o país e o povo para calamidades terríveis. Só a Revolução Democrática, Agrária e Anti-imperialista poderá arrasar com eles e estabelecer uma nova ordem, Nova Democracia e o Brasil Novo. E esta custará uma luta prolongada e cruenta.

Estamos em total acordo com a análise realizada pelo professor Fausto Arruda. Vemos se acirrar, em plena luz do dia, o que as classes dominantes locais não conseguem mais esconder: a divisão profunda e crescente entre os seus diferentes grupos de poder, tendo como base a crise econômica do capitalismo burocrático, não possui perspectiva de estabilização política ou recuperação econômica a curto e médio prazos. Não conseguem mais dominar como antes, até porque, as massas também não aceitam mais seguir sendo exploradas como antes.

O imperialismo se preocupa e tenta manejar com esta situação, buscando impor uma "faxina" na casa, com a Lava Jato e outras operações "anticorrupção", que dê nova roupagem ao velho Estado, uma fachada de renovação, uma reestruturação burguesa. Neste cenário, figuras como Dória, representando o que os analistas do imperialismo têm chamado de "nova classe política" se destacam com grande apoio dos monopólios de imprensa, além dos próprios autoproclamados "vestais da moral e da ética", representantes do judiciário corrupto e antipovo, que também se apresentam como alternativas do velho Estado para gerir os expúrios negócios da burguesia e do latifúndio em nosso país, a serviço do imperialismo.

Enquanto esta disputa entre os "três poderes" e seus diferentes grupos de poder se desenvolve, Temer busca desesperadamente não cair da trêmula pinguela no lamaçal e mostrar serviço pro imperialismo como peça ainda dentro no jogo. Na reunião G20, enquanto os maiores criminosos do planeta se reuniam e em meio a protestos antiimperialistas radicalizados de milhares de manifestantes de toda a Europa, Temer afirmou o disparate de que não há crise econômica no Brasil, e que "basta ver os dados" (mas, quais?) da economia para perceber isto. Disse estar "tranquilíssimo" quanto a crise política do país, seguindo a linha de seu patrão Donald Trump, de afirmar mentiras como se fossem verdades, o que denominam pomposamente de "pós-verdades" (na qual não importa se o que se diz corresponde com a realidade, mas apenas se possui eficácia no convencimento dos outros). De todo modo, preferiu não pagar pra ver se sua linguagem tinha sido de fato eficaz e voltou mais cedo ao Brasil, apressado e com medo de perder o trono pra Rodrigo Maia, presidente da Câmara.

Seguindo as ordens dos ianques, apressou a aprovação da famigerada reforma trabalhista em acordo com as rapozas velhas de sua "base aliada", parte da qual já aponta pra debandada. No vale-tudo da política burguesa, o bandido Temer lançou mão do 'troca-troca' de senadores na comissão da famigerada reforma trabalhista, para garantir sua rápida aprovação; da compra descarada de deputados com aprovação de novas emendas parlamentares; e quiz fazer bonito pro agronegócio, impulsionando o programa de legalização da grilagem de terras. Sem falar no acordão com a "oposição" oportunista e bem comportada, que já enrolou as bandeiras do "Fora Temer" e na última Greve Geral, no dia 30 de junho, não fez mais que meros shows pra tentar enrolar suas bases com a balela de "ato político-cultural" – toda a semelhança com o Congresso da Une eleitoreira não é mera coincidência!

 

Charu Mazumdar: Vida Longa aos Camponeses heróicos em Naxalbari!

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Por ocasião da celebração dos 50 anos do levante de Naxalbari e da passagem dos 45 anos da morte de Charu Mazumdar, celebrados neste dia 28 de julho, publicamos a seguir um artigo de sua autoria escrito 5 anos após o levante, em janeiro de 1972, aonde o grande líder, dirigente e fundador do PCI (Maoísta) expõe a situação da Revolução Indiana, bem como da luta contra o revisionismo moderno de Kruchov.

Atualmente, passados 50 anos do levante de Naxalbari, a Índia é um farol estratégico para a revolução no mundo todo. Milhões de indianos se levantam contra o gerenciamento fascista de Modi, que avança brutalmente sobre todos os direitos do povo Indiano, cumprindo à risca com o que o imperialismo exige das colônias e semi-colônias.

A luta do proletariado, dos camponeses, da burguesia nacional, das nacionalidades oprimidas, minorias religiosas, dos povos tribais e não tribais, dos dalits, dos advasis, das mulheres, dos estudantes, dos intelectuais progressistas contra o velho Estado indiano, na sua expressão mais alta, a Guerra Popular dirigida pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta) - PCI (Maoísta), nos dá a certeza na vitória dos povos e nações oprimidas de todo mundo na sua luta por varrer o imperialismo da face da terra.

E aquilo que se vê como combustível para a chama da Revolução Indiana é a mesma pradaria que se encontra nos rincões de nosso país: massivos levantamentos camponeses em resposta aos ataques do velho Estado, levantamentos nas cidades com greves gerais contra a retirada dos direitos pelas classes dominantes reacionárias, assassinatos da população fruto dos “falsos encontros” - a mesma tática de forjar supostos confrontos armados utilizada pelas forças de repressão para justificar o genocídio do povo preto nas favelas e periferias nas cidades (os “autos de resistência) e o assassinato de camponeses em luta pela terra, no campo. Tudo isto nos mostra que a luta do povo e dos revolucionários na Índia é a mesma luta do povo e dos revolucionários no Brasil!

Na Índia, a expressão mais avançada desta luta é a Guerra Popular travada pelo Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL) e dirigida pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta), processo que teve sua origem no levantamento camponês de Naxalbari. Enfrentando todo o tipo de cerco, aniquilamentos, repressão e fascismo com que o velho Estado tenta afogar em sangue o povo da Índia, os “naxalitas” (como são conhecidos os maoístas naquele país) seguem avançando! Hoje os revolucionários controlam mais de 1/3 do território da Índia e aumentam sua influência sobre áreas que ainda são controladas pelo velho Estado, inclusive na capital, Nova Deli.

Celebrar os 50 anos do levantamento de Naxalbari é celebrar esta luta heróica travada desde a Índia, grande farol para os povos em luta de todo o mundo para seguir travando batalhas para varrer o imperialismo da face da terra e contruir um mundo novo.

Viva os 50 Anos do Levante de Naxalbari!

Viva a Guerra Popular da Índia!

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Jornal Estudantes do Povo 19

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Apresentamos abaixo o texto editorial da décima nona edição do Jornal Estudantes do Povo - JEP, órgão informativo do Movimento Estudantil Popular Revolucionário.

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Nos próximos dias, publicaremos alguns dos artigos e matérias que compõem esta edição. O JEP 19 pode ser adiquirido com companheiros e companheiras ativistas do MEPR.

Viva o Movimento Estudantil Popular Revolucionário!

 


Grandes tormentas se iniciaram!
Uma tempestade – raios e trovões
– arrasará tudo que é atrasado
Um fogo implacável
consumirá
a semifeudalidade

Se alastram
labaredas de rebelião popular
Uma chama revolucionária
arde
em corações oprimidos
por todo o planeta

Do Grande Caos,
sucederão os Novos Tempos
Mil sóis brilham no fim do túnel
Não vos desesperais:

A REVOLUÇÃO NÃO TARDARÁ A CHEGAR!


Já fazem quatro anos desde as gloriosas jornadas de luta da juventude combatente em junho e julho de 2013. Centenas de milhares de pessoas marcharam nas ruas das maiores cidades do país. Milhões no Rio e em São Paulo. O combate aguerrido contra as forças repressivas do velho Estado, que tinha na sua linha de frente a juventude proletária e semiproletária das favelas brasileiras, foi a marca distintiva do novo estágio que atingira a luta de classes no Brasil.

Barricadas em chamas, paus, pedras e molotovs se generalizaram como instrumentos de luta a partir de junho de 2013. O direito do povo à manifestação, ameaçado pela truculência das tropas repressoras, invocou a autodefesa de massas nos protestos e as imagens de jovens mascarados em manifestações cada vez mais radicalizadas, rechaçando o pacifismo burguês e a conciliação traiçoeira, se tornaram familiares e encorajadoras de todo o povo brasileiro. Cada vez mais em nosso país, assim como em todo o mundo, à injusta violência das classes dominantes se repele com a justa violência das massas oprimidas.

Em nosso país, as consequências de 2013 para o movimento de massas vieram para ficar, como parte da situação revolucionária em desenvolvimento implacável. Parte integrante da vaga revolucionária que avança em todo o globo: Guerras Populares na Índia, Peru, Turquia e Filipinas, rebeliões das massas mais proletarizadas nos países imperialistas e, no principal alvo guerra de rapina e saqueio imperialista, o Oriente Médio, a guerra libertação nacional impõe humilhantes derrotas ao invasor ianque e responde à destruição e pilhagem com ações contundentes nos próprios países imperialistas. O mundo inteiro se agita em rebelião e se prepara para pôr abaixo todo o sistema imperialista.

 Completam-se também 100 anos da Grande Revolução Socialista de Outubro. Um século desde que, pela primeira vez na história da Humanidade, a classe mais revolucionária e última tomou os céus de assalto e trilhou o rumo firme da destruição de toda a sociedade capitalista baseada na opressão e na exploração, da construção do Socialismo mirando destruir todas as classes e libertar proletários e povos oprimidos de todo o mundo.

 

NOVA GREVE NA UERJ!

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Retirado do Portal do ANDES, com informações e imagem da Asduerj-SSind

Por salários e orçamento, docentes da Uerj decretam greve

Diante do cenário caótico da educação superior estadual do Rio de Janeiro, em que os servidores não recebem salários há três meses e não há condições financeiras de manutenção das atividades acadêmicas, os docentes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) decidiram entrar em greve a partir de 1º de agosto, data prevista para o início do semestre letivo. A decisão foi tomada em assembleia geral realizada na quinta-feira (6).

Em nota, a Associação dos Docentes da Uerj (Asduerj – Seção Sindical do ANDES-SN) explicitou a posição da categoria sobre a impossibilidade de iniciar o semestre letivo. “Três meses após a decisão da Reitoria da Uerj de iniciar as aulas do semestre de 2016.2, mesmo sem salários e bolsas em dia, com o bandejão parado e inúmeras incertezas acerca das condições de funcionamento da Universidade, estamos encerrando de forma melancólica o semestre. Semestre este que foi reduzido a 13 semanas, com indubitáveis prejuízos acadêmicos”, diz a Asduerj-SSind.

Resistimos e chegamos ao fim do semestre, mesmo que aos trancos e barrancos. Mas, decididamente, não dá para iniciar o próximo semestre deste mesmo jeito. Por isso, nós docentes demos um basta: ou o governo estadual paga o que nos deve ou não iniciaremos o próximo semestre”, completa a nota da Asduerj-SSind. Uma nova assembleia para discutir a mobilização da categoria está marcada para o dia 1º de agosto.

 


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