gototopgototop
http://www.mepr.org.br/midia/documentos/textos/panfleto_gonzalo.pdf

POPULAÇÃO DENUNCIA AÇÃO DA PM DO AMAZONAS NO BAIRRO NOVA VITÓRIA

No dia escolhido pelo velho Estado brasileiro para “refletir” sobre a causa do povo preto, o dia 20 de novembro, “Dia da Consciência Negra”, os moradores do bairro Nova Vitória organizaram-se para denunciar a atuação dos grupos de extermínio e o constante assassinato da juventude pobre e o recente sequestro e ocultação dos corpos de 3 jovens pela polícia.
A manifestação percorreu as ruas da comunidade, onde dezenas de pessoas com cartazes e faixas expunham as inúmeras atrocidades cometidas pela polícia, que vão de sequestros e execuções até chacinas, tal como ocorreu em julho do ano passado, onde em resposta a morte de um de seus oficiais a polícia articulou e executou a morte de 37 pessoas em um final de semana.
 Viaturas da PM (Força Tática e CHOQUE) apareceram no momento do ato buscando amedrontar, fingindo acompanhar o ato.  A polícia do Amazonas é uma das mais violentas, com incontáveis casos de repercussão nacional apresentando um verdadeiro espetáculo do circo de horrores. 
Fica cada vez mais claro para a população o papel da polícia de assegurar a propriedade das classes dominantes e a exploração por meio da coerção (seja ao reprimir manifestações espontâneas da massa ou coagindo no dia-a-dia na exigência de suborno).
 

25 de Novembro: o Mar virou Sertão no Recife

Avaliação do Usuário: / 2
PiorMelhor 

 

paint

No último dia 25 de Novembro, dia nacional de luta contra os ataques aos direitos do povo, milhares de pessoas saíram às ruas para expressar sua indignação contra Temer e sua quadrilha.

Os estudantes da UPE campus Petrolina, junto com outros campi (Garanhuns, Palmares, Recife e Nazaré da Mata), professores, secundaristas, lutadores por moradia e camponeses foram até Recife, capital de Pernambuco, participar de audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco para discutir as pautas do movimento grevista. Além da audiência pública, o objetivo da mobilização era também levar um combativo bloco de estudantes e camponeses ao grande ato nacional.

O campus Petrolina da UPE se encontra já há quase 50 dias ocupado pelos estudantes, sendo esta a ocupação de maior importância e influência do Estado e da região do Vale do São Francisco, por sua combatividade e organização.  A partir da ocupação em Petrolina, as demais universidades públicas do Vale foram ocupadas ou reocupadas, além de instituições federais e escolas de secundaristas.

Pela manhã, os estudantes e camponeses da Liga dos Camponeses Pobres seguiram em marcha rumo à ALEPE para participar da audiência. Seguiram agitando bandeiras e palavras de ordem em defesa da educação e da UPE e contra o gerenciamento Temer e de Paulo Câmara. Ao chegar à porta da ALEPE a polícia queria impedir a entrada, mandando soltarem as bandeiras. Mas, os estudantes não se intimidaram e mantiveram a firmeza e altivez com a qual seguiram todo o ato e entraram empunhando suas bandeiras.

Durante a audiência, representantes do governo, da reitoria, da ALEPE, dos sindicatos de professores e dos estudantes fizeram falas. Os estudantes e professores fizeram denúncias sobre questões mínimas ao funcionamento da universidade, como assistência estudantil e contratação de professores, além da falta de estrutura das unidades e hospitais universitários. Tornou-se evidente, que o governo do estado (Paulo Câmara/PSB) tem por objetivo o retorno de cobrança de taxas na universidade, taxas estas que foram barradas pela luta combativa dos estudantes impulsionada pela mesma unidade em Petrolina.

 

23/11: estudantes de Pedagogia participam de mobilização nacional pela educação

Comitê de Apoio ao AND – Belo Horizonte/MG

Na tarde deste 23 de novembro, cerca de 60 estudantes de Pedagogia realizaram combativa manifestação na região central de Belo Horizonte. O ato, que teve início na Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) – região hospitalar – marchou até a Praça Sete de Setembro – praça mais movimentada da cidade.

Os estudantes ocuparam uma faixa de trânsito e, com vigorosa agitação em forma de jogral, denunciaram os ataques à Educação transmitindo seus recados à população, que acompanhava atenta. Muitos carros buzinaram e motoristas acenaram em atitude de apoio ao protesto.

 Chegando à Praça Sete, os jovens tomaram o “pirulito”, principal marco no entroncamento das Avenidas Amazonas e Afonso Pena, de onde se dirigiram para o calçadão. Lá foram feitas falações em forma de jogral e distribuídos panfletos do Movimento Estudantil de Pedagogia (MEPe). Duas faixas vermelhas foram exibidas durante o ato: “Em defesa do ensino público gratuito, democrático e a serviço do Povo!”, assinada pelo MEPe, que conduziu o ato e, na retaguarda, outra faixa assinada pelo MOCLATE – Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação/Liga Operária com os dizeres: “Abaixo o governo Temer e toda politicalha podre!”.

O ato se encerrou por volta das 18 horas com um jogral que conclamou todos os trabalhadores e trabalhadoras a apoiarem os estudantes em sua justa luta contra o sucateamento do ensino público, se somando às manifestações em defesa da Educação e contra os pacotaços da gerência Temer.

 

‘Companheira Sandra, tarefa cumprida!’

Avaliação do Usuário: / 1
PiorMelhor 

Reproduzido de AND:

2016-08-01

Recebemos por correio eletrônico a seguinte mensagem de um leitor de AND sobre a memória que preserva de Sandra Lima, dirigente revolucionária e fundadora do MFP falecida nesse 27 de julho de 2016.


Em 2012 participei de uma atividade pela punição dos torturadores do regime militar na UFMG. Neste ato lembro da cobrança que a companheira Sandra Lima fez a todos nós estudantes que ocupássemos com nossas consignas os horrendos muros brancos da Universidade.

 

Há alguns dias, passando pelo Campus, vi a pichação em homenagem a esta grande companheira. Fiquei muito alegre. Seu chamado segue ecoando.

unnamed-1

 

PR: UNILA se levanta contra medidas antipovo

Comitê de Apoio ao AND – Foz do Iguaçu/PR

 

ATO-4

Nos últimos meses os estudantes da Universidade Federal de Integração Latino Americana (UNILA), realizaram uma campanha de luta e denúncia contra os pacotaços antipovo do gerenciamento Temer/PMDB em Foz do Iguaçu.

ATO-2

Estudantes tomam as ruas com consignas combativas e em denúncia do pacotaço antipovo de Temer/PMDB.

Seguindo a consigna: “Derrubar os muros da Universidade; Servir ao povo no campo e na cidade”, foram realizadas panfletagens no Terminal de Transporte Urbano (TTU), UBS’s (Unidade Básica de Saúde), em Feiras Populares de Pequenos Produtores, em bairros periféricos como Vila C, Cidade Nova, Porto Belo e redondezas. Essas panfletagens cumpriram o objetivo de denunciar a PEC241/55 e buscaram mobilizar a população contra esses criminosos pacotaços. Durante as atividades ficou claro o amplo rechaço popular a mais esses ataques contra os direitos do povo, além da predisposição de luta da população.

Como parte da combativa luta contra os pacotaços de Temer/PMDB os estudantes tomaram as ruas da cidade em um ato que se iniciou no TTU, com a distribuição de panfletos, e marcharam pelas avenidas Juscelino Kubishek e Av. Brasil, finalizando o percurso em frente ao Colégio Barão de Mitre com a saudação dos secundaristas ali presentes. Durante todo o ato foram vigorosamente entoadas palavras de ordem contra PEC 241/55.

 

Alunos do curso de Economia promoveram também uma aula pública como parte das atividades de mobilização. A aula teve amplo apoio popular e contextualizou de maneira clara a situação de subjugação imperialista que o Brasil se encontra e a questão de semifeudalidade refletida nos preços dos alimentos, explanando também a relação da dívida pública com a crise e o porquê as medidas propostas pelo gerente de turno Michel Temer não servem em nada ao povo e sim aos banqueiros, latifundiários e detentores de meio de produção.

 

GO: repressão atiça rebelião estudantil

Redação de AND, com informações de apoiador em Goiânia

 

ocupacao_1

Massiva ocupação avança na politização e organização de estudantes; decisão e combatividade foram expressões do movimento.

A justa luta dos estudantes da Universidade Federal de Goiás contra os pacotaços anti-educação e antipovo segue avançando com expressões de combatividade e conquistando êxitos.

Em 16 de novembro, veio a público o brutal assassinado do estudante Guilherme Irish pelo próprio pai, cujo maior responsável e culpado por este crime é o velho Estado brasileiro e seus instrumentos de propaganda ideológica, como o monopólio da imprensa, que com sua escalada fascista contra as lutas populares e democráticas incrementam a opinião pública fascista.

Quanto a isso, os estudantes renderam justas homenagens ao jovem. O centro de Aulas A, ocupado, foi batizado de Guilherme Irish. Pichações foram feitas em toda a universidade, mas especialmente na porta do prédio ocupado e em letras garrafais. Os estudantes foram ao velório e fizeram a inúmeras homenagens.

 

No último dia 17, os estudantes em assembleia avaliaram a necessidade de aprofundar contato com outros universitários e ampliar o raio da resistência contra a iminente repressão policial fascista, recorrentemente cobrada pelo monopólio da imprensa. Foram tiradas assembleias em todos os cursos com vistas a incrementar a ocupação, ademais de uma assembleia geral, contrariando a direção oportunista do DCE, que havia recuado ante a proposta de convocar uma assembleia estudantil.

No dia 18 de novembro, os estudantes realizaram uma coletiva de imprensa e saíram em manifestação pela universidade. Passaram em todos os prédios que haviam sido ocupados. Os estudantes demonstraram todo o seu repúdio ao diretor Reginaldo, que havia tentado sabotar o movimento de várias formas e até foi filmado agredindo estudantes. Por fim, fizeram uma barricada de pneus na principal rua do entorno da universidade e encerraram o ato com o compromisso de futuras batalhas.

A ocupação Guilherme Irish reuniu combativos estudantes da UFG e o seu saldo principal, que pôde ser notado aos que acompanhavam a empreitada da juventude combatente, foi político. Os jovens, antes dispersos, puderam reunirem-se e estabelecer relações políticas. Daí brotaram grandes frutos à luta popular em defesa dos direitos do povo, tão cuspidos e pisoteados por este gerenciamento ilegítimo e sem autoridade de Temer/PMDB e seus sócios.

 

Rondônia: Dia Nacional de Lutas em Defesa da Educação é marcado por grande agitação estudantil em Porto Velho

Na última quarta-feira, 23 de novembro, importantes atividades ocorreram em Porto Velho por ocasião do Dia Nacional de Lutas em Defesa da Educação. Esse dia de mobilizações faz parte do Plano de Lutas aprovado no 36º ENEPe por estudantes de Pedagogia de todo país. A data foi escolhida em referência à derrubada do ex-REItor da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), o fascista Januário Amaral, pelos estudantes em sua combativa greve de ocupação da reitoria da universidade em 2011.

No início da manhã houve a realização de uma aula pública na UNIR Centro com o tema "O desmonte do Ensino Público e a PEC 241 (Atual PEC 55)" com as palestras de duas professoras do Departamento de Ciências da Educação da UNIR e a participação de cerca de 30 estudantes de diversas instituições (UNIR, IFRO, escolas estaduais, etc). Durante a aula foram expostos os reais motivos por trás de medidas como a PEC 241/55, "reforma" do Ensino Médio, Ensino Médio com Mediação Tecnológica (EMMTEC), além de outras medidas do gerenciamento Temer/PMDB-FMI de ataque a saúde, previdência e direitos trabalhistas. Nas falas das professoras e nas intervenções de estudantes ficou claro que esse pacotão de medidas antipovo representa mais uma exigência do capital financeiro e um ditame do imperialismo, no caso de nosso país, principalmente ianque, para aumentar ainda mais o saqueio das colônias e semicolônias a fim de conjurar a crise terminal do capitalismo em sua fase final e monopolista. Outro aspecto destacado foi que todas essas medidas aplicadas à educação tem formulação e centralização direta do Banco Mundial como forma de controle ideológico das amplas massas dos países oprimidos pelo imperialismo.

 

Impulsionar a Greve Geral contra os pacotaços! Levantar os estudantes do campo e da cidade!

Publicamos abaixo a nota da Executiva Rondoniense dos Estudantes de Pedagogia convocando os estudantes do campo e da cidade a somarem-se às mobilizações que ocorrerão por todo país no dia 25/11 contra os ataques aos direitos do povo pelo gerente de turno fascista Michel Temer (PMDB-FMI).

0001

 

 

Montes Claros: Levante (PT) e UJS (Pecedobê) manobram para desocupar a reitoria do IFNMG

Mais uma vez, os oportunistas do PT e os revisionistas do Pecedobê demonstraram de que lado estão na luta de classes. Após fazerem tudo o que estava ao seu alcance para impedir a ocupação da reitoria, quando esta já era um fato, jogaram para que a mesma não impedisse o funcionamento da instituição, os ex-governistas usaram dos artifícios mais sujos para desocupar a reitoria do IFNMG em Montes Claros.

Fizeram de tudo para impedir a realização de atividades políticas dentro da ocupação, corroborando com o discurso fascista contra movimentos políticos organizados e suas bandeiras (o que não deixa de fazer sentido para organizações que, desde 2013, tem visto suas bandeiras eleitoreiras serem expulsas dos protestos populares). Segundo, repetiam, a todo o momento, o discurso mentiroso de que a reitoria estaria disposta a negociar a pauta de reivindicações do movimento e que, caso mantivéssemos o prédio completamente fechado, isto colocaria em risco a boa vontade da direção da instituição. Na realidade, como ficou evidente com o desenrolar dos acontecimentos, já estavam em tratativa, às portas fechadas, com a reitoria, prática que não é de surpreender vindo de agremiações especialistas em negociatas com empreiteiros, doleiros, latifundiários, etc.

No dia 16/11, o reitor Prof. José Ricardo Martins da Silva fez declarações para a filial da Globo em Montes Claros, em matéria com o título “Alunos do IFNMG encerram a manifestação contra a PEC 55”. Na ocasião, afirmou que o movimento estaria perdendo força e de que a ocupação do prédio da reitoria não estaria causando prejuízos à administração. Como resposta e para forçar a reitoria a atender as legítimas reivindicações do movimento, os estudantes, apoiados pelo MEPR, decidiram paralisar integralmente todas as atividades da reitoria por tempo indeterminado. Decisão esta que se deu após uma dura luta política contra a posição dos ex-governistas infiltrados que, a todo custo, jogavam para manter o funcionamento de 30% do prédio, usando argumentos pseudo-jurídicos para amedrontar os estudantes e criminalizar ações mais combativas.

A estratégia da pelegada, como ficou comprovado pelos fatos, era clara: 1) tentaram impedir a ocupação da reitoria; 2) tentaram transformar a luta feita pelos estudantes combativos, em uma ocupação de faz de conta, somente para que pudessem aparecer perante a comunidade escolar e a opinião pública como representantes do movimento, cacifando-se para suas barganhas às portas fechadas com a reitoria; 3) quando começaram a encontrar dificuldades para atingir este objetivo passaram a sabotar a realização de atividades políticas como rodas de conversas, exibição de filmes, debates sobre temas políticos, oficinas de confecção de cartazes, etc; 4) insistiam na necessidade dos estudantes “dialogarem” e se reunirem o tempo todo com representantes da reitoria para garantir o funcionamento da instituição em 30%. Tudo para arrefecer o ânimo dos estudantes e minar a sua organização, enquanto tratavam pelas suas costas junto à reitoria a desocupação do prédio.

 

UNIR: Contra o burocratismo e a inércia do DCE, mobilizar e politizar os estudantes para defendermos a educação pública

 

Após reunião entre os centros acadêmicos da UNIR e o DCE, convocou-se uma assembleia de estudantes para discutir a questão da PEC 55 em assembleia estudantil. De forma oportunista o DCE gestão “banzeiros.2.0”, aproveitando a contradição entre os estudantes com uma greve no fim do semestre, pauta indiscriminadamente a assembleia com proposta de greve geral. Uma grande parcela dos estudantes não são de forma alguma contrários a alguma mobilização referente a situação da educação pública.

Na história e no próprio estatuto do DCE, a assembleia geral é um espaço de discussão, debate e encaminhamento. Mas o que vimos na sexta-feira dia 18 foi algo que se parecia com assembleia mas não teve esse caráter. Sem tocar no mérito do quórum, que já seria suficiente para que a decisão não fosse válida, percebemos a mais completa falta de discussão entre os estudantes. O DCE fez da assembleia uma ocasião meramente eletiva, onde os presentes iam apenas para votar sem que houvesse uma discussão prévia, como comumente são as assembleias em todas as categorias. Ademais de demonstrar o cretinismo burocrático dessa gestão reacionária, denota-se o trabalho desmobilizador que o DCE se propôs. O DCE é uma entidade que deve organizar a luta dos estudantes. E tudo que a gestão tem feito se restringe a reprodução de notícias e uma atuação burocrática onde o debate e o posicionamento político progressista não existe. Não há nenhuma postura do DCE que se some às mobilizações nacionais contra o desmonte da educação pública. Isso ocorre não apenas pela falta de tato com o movimento estudantil, mas principalmente por um propósito político de desmobilizar e despolitizar os estudantes. É papel do DCE lutar e defender a educação gratuita e democrática – isso é versado no próprio estatuto da entidade.

 


JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL

RVI

Celebrações

Teses

Facebook

Jornal A Nova Democracia

FERP (Chile)