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UNIR: Propaganda revolucionária nas paredes da universidade

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Ativistas do MEPR tem confeccionado e colado Dazibaos nas paredes do campus Porto Velho da Universidade Federal de Rondônia (UNIR). A maioria dos cartazes segue o formato Jornal-Mural com consignas, imagens e um texto sobre a temática abordada.

 

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Carta da Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia à Comissão Política da Ocupação do Restaurante Universitário da UERJ

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Companheiros e companheiras!

A ExNEPe envia calorosas saudações à luta dos estudantes da UERJ!

Saudações democráticas, combativas e de classe!

Estamos reunidos após o 8º Encontro Pernambucano de Estudantes de Pedagogia (EPeEPe) realizado na cidade de Nazaré da Mata, nos dias 21 e 22 de outubro. A ocupação do RU da UERJ foi discutida durante todo o encontro e serviu de grande exemplo das perspectivas da luta estudantil no Brasil de hoje. Enquanto o velho movimento estudantil de maneira vergonhosa enrola suas bandeiras e capitula diante da gerência reacionária de Temer; enquanto a Une (desempregada, mas que continua reformista) ensaiam negociações com o atual ministro da educação e preparam grupos de trabalho para debater nas universidades a forma de aceitar o corte de verbas na educação. De boca protestam contra a PEC do teto dos gastos, na prática quebram a cabeça em como se adequar à “nova realidade da educação brasileira”.

A Ocupação da UERJ está na contramão de tudo isso! Vocês representam o novo movimento estudantil, representam a única forma de luta capaz de enfrentar e derrotar os ataques sem precedentes em curso contra a Universidade Brasileira. Enfim, a ocupação de vocês é, atualmente, a trincheira mais avançada na luta contra a privatização de nossa universidade. Essa luta tem tanto um significado imediato como histórico.

Do ponto de vista imediato, a luta da UERJ representa um importante avanço em relação às ocupações que sacudiram o Brasil em 2015 e 2016. Em 2015, os estudantes secundaristas de São Paulo, realizaram uma impressionante jornada de ocupações que conseguiu deter a política da gerência Alckimin de fechamento de escolas. Nesse sentido esta jornada foi vitoriosa, porque derrotou uma política específica reacionária. Em 2016, as ocupações expandem-se por todo o país de maneira extraordinária, as possibilidades daquela luta eram muito grandes, mas por falta de uma organização nacional estudantil não foi possível avançar para uma forma de luta mais ofensiva, que impusesse derrotas ao desmoralizado governo Temer. A falta dessa organização, por exemplo, impediu o cancelamento geral do Enem, que seria uma forma muito forte de pressão contra o governo federal; isso aconteceu em muitos estados e, por pouco, não se tornou uma forma unificada em todo o Brasil.

Nesse sentido, que estamos chamando de imediato, a ocupação do Restaurante Universitário da UERJ, representa um avanço, porque além de estar sendo vitoriosa porque derrotou o plano privatista da reitoria, representa uma conquista mais profunda dos estudantes, pois significa o assumimento do controle de parte do funcionamento da universidade. Esse controle é uma garantia muito mais forte de que essa não será uma conquista provisória, que no próximo semestre estará em risco. Vocês não estão conquistando somente o direito de continuarem se alimentando nesse restaurante, vocês não reivindicaram uma revisão do contrato com as prestadoras de serviço ou um rebaixamento do preço da alimentação. A luta de vocês representa a conquista de parte da universidade para a direção estudantil!

Esse significado vincula-se com o sentido histórico dessa luta. A Universidade Brasileira encontra-se em um atraso relativo em relação à de outros países da América Latina. A reforma universitária levada à cabo em países como Argentina, Peru, Chile e Uruguai garantiu Democracia e Autonomia a essas universidades. A Democracia representava a participação dos estudantes (50% ou 33% nos Conselhos Universitários); a Autonomia é a liberdade relativa da universidade em relação ao Ministério da Educação. Nenhuma dessas conquistas foram alcançadas em qualquer período da história brasileira, o ponto mais elevado foi a greve nacional de 1/3, em 1963, que parou o Brasil com a exigência de Conselhos Universitário paritários na Universidade Brasileira. A exigência estudantil não foi atingida, mas essa luta encontra-se entre as mais importantes do movimento universitário brasileiro.

Apesar de não se ter alcançado nem a Autonomia nem a Democracia, a Universidade Brasileira guarda, também, suas conquistas na luta estudantil por sua democratização. Dentre as bandeiras levantadas pela reforma universitária na América Latina, nos anos 20 do século passado, a maior conquista da Universidade Brasileira é o seu caráter gratuito. Esse foi o ponto mais elevado em sua democratização que, embora insuficiente, representa uma grande conquista, que deve ser, e é defendida com unhas e dentes pelos estudantes brasileiros.

A Universidade colonial surge como uma instituição paga, exclusiva das classes dominantes; será no século XX que a conquista parcial da gratuidade foi se dando nas universidades brasileiras. Como Lei essa gratuidade passa a figurar apenas a partir da Constituição de 1988, mas sua aplicação seguramente não foi obra da chamada “constituinte cidadã”; foi a luta estudantil nos anos 90 e 2000, que de fato arrancou do velho Estado a aplicação do direito constitucional à gratuidade do ensino superior nas universidades públicas. Os reitores, diretores de faculdades ou escolas criavam inúmeros subterfúgios para descumprir a lei, e as mensalidades ou semestralidades nas escolas e universidades eram apresentadas como “contribuições voluntárias dos estudantes”; mas os estudantes que não quitassem essas “contribuições” eram desligados das escolas ou universidades.

Em 1995, a luta dos secundaristas consegue derrubar a cobrança de semestralidade no Estadual Central, maior escola de Ensino Médio de Belo Horizonte. Em 1998, os estudantes do CEFET-MG, derrubam a semestralidade do Centro, que era apresentada como contribuição dos alunos mais “ricos” para garantir o funcionamento do restaurante estudantil. Essa luta foi mais difícil, pois após a derrota da diretoria, que foi forçada judicialmente a encerrar a cobrança, como forma de pressão contra os estudantes a diretoria fechou o restaurante. Os estudantes não se intimidaram e unidos derrotaram o diretor do CEFET e obrigaram a reabertura do restaurante.

Nas universidades, em 2002 temos a luta contra a cobrança de mensalidades na UPE-Petrolina; a luta estudantil contra a cobrança é vitoriosa, um aluno é expulso por se recusar a pagar a mensalidade; em decorrência disso as mensalidades são derrubadas e, como forma de pressão, a diretora da UPE fecha a universidade alegando a impossibilidade de seu funcionamento sem a cobrança de mensalidades. Os estudantes mantém a luta e forçam a reabertura da universidade sem cobrança de mensalidades. Na UFMG, seis estudantes do curso de Pedagogia foram expulsas por boicotarem a semestralidade, que teoricamente financiava a assistência estudantil. A expulsão foi revertida e a cobrança de semestralidade foi extinta na federal de Minas Gerais.

Apenas em 2007, após a luta contra privatização da UFG é que os estudantes brasileiros, a partir da defesa de advogados populares, conquistam no STJ uma decisão que reconhece para todo o Brasil a gratuidade no ensino superior brasileiro. Como vimos, esse é um direito extremamente recente, arrancado com muita luta dos estudantes brasileiros, luta de um novo movimento estudantil. Em todas essas batalhas onde estava a Une ou a Ubes? Como sempre, do lado da conciliação, defendendo que não dava para acabar com as cobranças enquanto não se aumentassem as verbas; enfim, como oportunistas irresistíveis que são, estavam justificando e legalizando a privatização do ensino. Não existe isso! Em primeiro lugar, não aceitamos nenhum tipo de cobrança; em segundo, lutamos pelo aumento de verbas para ampliação de nossos direitos.

Hoje no Brasil, vivemos uma onda privatista que ameaça seriamente a gratuidade do ensino universitário e mesmo o ensino médio. No início do ano, o apodrecido poder judiciário, considerou constitucional a cobrança de mensalidades nos curso de pós-graduação nas universidades brasileiras. Qual foi a reação? O silêncio da Une, das entidades pelegas de professores e o apoio vergonhoso da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). A ExNEPe foi das poucas entidades estudantis que se posicionou, em seu 37ª Encontro Nacional, realizado em julho, em Petrolina, contra essa decisão do Judiciário que abre uma perigosíssima brecha para a privatização de toda a universidade brasileira e a revisão de nosso direito à gratuidade assegurado de fato apenas em 2007.
 

1917 - 2017: Viva o centenário da Grande Revolução Socialista de Outubro!

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“A importância mundial da Revolução de Outubro não consiste somente no fato de que ela representa uma grande iniciativa de um só país para romper o sistema imperialista, de que constitui o primeiro foco de socialismo no oceano dos países imperialistas, mas também no fato de que é a primeira etapa da Revolução Mundial e uma poderosa base do seu desenvolvimento ulterior.?” J. Stálin


    Neste ano de 2017, revolucionários de todo o mundo celebram os 100 anos da tomada do Poder pelo proletariado russo. A Grande Revolução Socialista de Outubro em 1917 marcou uma virada na história da humanidade, o fim da era do monopólio do Poder político pela burguesia e outras classes reacionárias e o início de uma nova era: a Era das Revoluções Proletárias! Esta nova era expressa a caducidade da burguesia para dirigir a revolução e a maturidade do proletariado para tomar, dirigir e manter o Poder da Ditadura do Proletariado dentro da qual se enquadram as Revoluções das nações oprimidas.
    No campo ideológico, a Revolução de Outubro f forjou uma nova arma p para o proletariado — a teoria e a tática da revolução proletária —, apontando para os povos oprimidos o de todos os países o caminho para o triunfo do Socialismo. Elevou o Marxismo a sua segunda etapa de desenvolvimento histórico: o M a r x i s m o -Leninismo. Este, com o advento da Revolução Chinesa chefiada pelo Presidente Mao Tsetung e os aportes de validez universal do Pensamento Gonzalo, que guia a invencível Guerra Popular no Peru, hoje se desenvolveu em Marxismo-Leninismo-Maoísmo.
    Celebrar o centenário da Revolução Socialista de 1917 hoje, requer também reafi rmar a plena vigência e validez da ideologia do proletariado, o Marxismo-Leninismo-Maoísmo, principalmente Maoísmo. Pois o fundamental do Maoísmo é o Poder, o Poder para o proletariado, o Poder para a Ditadura do Proletariado, baseado em uma força armada dirigida pelo seu Partido Revolucionário, que se conquista e defende com a Guerra Popular.
    Tendo à frente o Partido Comunista da Rússia (bolchevique) - P.C.R. (b), sob a chefatura do Grande Lenin, por meio da violência revolucionária, o proletariado russo assaltou aos céus. Lenin, elevado a chefe inconsteste do proletariado internacional, teve ao seu lado valorosos revolucionários como Josef Stálin, Yakov Sverdlov, Nadheza Krupskaya e muitos outros. Estes lideraram a vanguarda revolucionária para cumprir a tarefa histórica de derrotar o império feudal czarista na Rússia, abrindo caminho para o proletariado conquistar o Poder em todo o mundo.
    Obra de uma dura luta teórico-prática junto ao proletariado russo e no seio da II Internacional, o estabelecimento do destacamento de vanguarda do proletariado, o Partido Comunista de Novo Tipo, teve em Lenin seu formulador. Derrotando no fogo da luta de classes as posições economicistas e revisionistas dos mencheviques e de outras frações não proletárias, Lenin formulou e forjou o Partido Bolchevique, comprovando que o combate do imperialismo e a reação dissociado o do combate a todo oportunismo não passava de fraseologia oca. Defendeu e aplicou a máxima de que as massas devem se forjar na violência revolucionária e no combate ao oportunismo.

 

Abaixo as perseguições de Alckmin/PSDB contra Juventude Revolucionária!

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A Unidade Vermelha – Liga da Juventude Revolucionária (UV-LJR) vem a público denunciar as perseguições sofridas por companheiros, por parte de elementos a mando do gerente de turno do estado de São Paulo (Alckmin/PSDB), através de sua corrupta e violenta Polícia Militar.

Desde o surgimento da UV-LJR, como organização revolucionária de jovens, que sofremos perseguições e intimidações por parte da polícia e outros agentes do velho Estado por todo o país, porém uma situação particular tem acontecido nos últimos meses em São Paulo, sob o gerenciamento do PSDB/DEM. Temos sido alvos de seguimentos ostensivos, pessoas fotografando ativistas, P-2 em atividades políticas etc. Mais recentemente, um companheiro, jovem ativista revolucionário e firme apoiador da imprensa popular e democrática, sofreu uma tentativa de sequestro por homens encapuzados, ao sair da empresa em que trabalha no bairro da Cidade Líder, Zona Leste da capital. Ao escapar da emboscada, foi alvo de dois disparos de arma de fogo, dos quais, por sorte, escapou ileso. Nos dias seguintes, o mesmo carro esteve circundando locais que o mesmo frequenta e com pessoas de dentro do carro tirando fotos. Temos relato de carros seguirem até mesmo pais de nossos ativistas!

PORQUE NOS ATACAM?

Como parte de sua política de extermínio e genocídio da juventude, principalmente pobre e negra da periferia, Alckmin pretende sufocar com terror e em sangue a justa rebeldia da juventude pobre. Segundo pesquisa recente do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP, apenas numa semana de 21 a 27 de Agosto em São Paulo, foram 15 mortes cometidas por policiais militares. Só perderam para as mortes por “desentendimento” (que inclui provavelmente grupos delinquentes). Isto para não falar nas que não entram na conta da PM, pois são praticadas por grupos de extermínio, quase que invariavelmente, ligados à corporação e com objetivos políticos sempre convergentes com a política de extermínio praticada pelo velho Estado.

Vejamos se não é assim: Esta mesma semana ocorreu o julgamento dos policiais envolvidos na maior chacina da história de SP, em que policiais assassinaram covardemente 17 pessoas da periferia. Pelo menos seis, como sempre, jovens pobres. O motivo teria sido 'vingar a morte de um PM', para isso  elegeram como seu principal inimigo, o povo pobre. Isto não é por acaso. É parte da guerra civil reacionária levada a cabo pelo velho Estado contra o povo, em que se opõem suas decrépitas, corruptas e genocidas forças de repressão às massas desarmadas, oprimidas e em condições de miséria e sem chance de se defenderem. A despeito da consciência ou não dessa situação por parte dos pistoleiros urbanos, a política que os orienta é essa, pois o velho Estado brasileiro não tem outra alternativa para conter o crescente protesto popular, a crescente rebelião das massas, sua politização, organização e consequente radicalização nas suas formas de luta, em particular da sua juventude mais avançada – a juventude combatente. Por isso, dá cobertura material, moral e jurídica – vide a extinção do processo contra os responsáveis pelo massacre do Carandiru – à violência policial, seja ela a cotidiana praticada por policiais fardados, ou enquanto fazem seus 'bicos' trabalhando como grupos de extermínio. 

As condenações pela chacina de Osasco e Barueri, que foi à júri popular, é em função da grande repercussão negativa para o Estado, porém podemos apenas observar os discursos do gerente Alckmin sempre que a PM entra em polêmicas quanto a seus abusos para ver que agradam e muito a seu patrão. 

PRISÕES POLÍTICAS E INTIMIDAÇÃO

Outra forma da política de Alckmin intimidar a juventude e tentar desencorajá-la para a luta, é através das conhecidas detenções em protestos. Porém este ano em particular, o gerenciamento estadual, juntamente com as FFAA, elevaram o nível da intimidação e, através de uma operação conjunta, prenderam e processaram jovens ativistas por protestarem contra Temer. Utilizando as chamadas 'redes sociais' para atrair pessoas críticas ao governo, aliados a um trabalho de inteligência e espionagem, fizeram as prisões políticas totalmente arbitrárias e sob falsas acusações. Tudo feito para botar medo e criminalizar a justa rebelião.

O  que o velho Estado burguês-latifúndiário e seus gerentes locais Alckmin-Doria, mais temem, é essa massa sob justa direção revolucionária. Só podem fazer adiá-lo, no entanto! Não podem deter o vigoroso movimento revolucionário que se levanta no país e no mundo por varrer a velha sociedade e construir um novo e luminoso futuro!

Não nos intimidarão! Continuaremos organizando a juventude proletária e semiproletária urbana, desde suas escolas, locais de trabalho e moradia! Servindo ao povo, como vanguarda e reserva de choque da revolução democrática em nosso país e nas fileiras da revolução proletária mundial!

Viva a juventude combatente!

Abaixo as perseguições a mando de Alckmin/PSDB!

Abaixo a política de extermínio da juventude!

Rebelar-se é Justo!

Unidade Vermelha, Setembro 2017

 


 

Cartazes em apoio à Ocupção do Bandejão da Uerj

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Ocupa Bandejão Uerj: "Contra a precarização e a privatização da UERJ: Rebelar-se é justo!"

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Reproduzimos o Manifesto da Ocupação do Bandejão da Uerj, iniciado na noite de 26/09 pela reabertura imediata do Bandejão, fechado a mais de um ano.
Se posicionando firmemente contra o sucateamento e a privatização do ensino público, defendendo uma luta radicalizada, massificada e combativa, a Ocupação do Bandejão da Uerj aponta uma rumo para a defesa de todo ensino público gratuito, de qualidade e à serviço do povo.
VIVA A LUTA DOS ESTUDANTES DA UERJ!
ABAIXO A PRIVATIZAÇÃO!
EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA, GRATUITA E A SERVIÇO DO POVO!
REBELAR-SE É JUSTO!

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Carta à comunidade da UERJ e ao Povo do Rio de Janeiro:
Contra a precarização e a privatização da UERJ:
Rebelar-se é justo!
O Bandejão da UERJ está ocupado pelos estudantes! A comunidade da UERJ está em luta!
Quem poderá se opor?
Chega de esperar as condições mínimas (que não existem): é obrigação do Estado garantir as condições plenas de funcionamento da Universidade. Uma vez que o governo não cumpre seu papel, iremos, a partir de agora, apoiados na solidariedade e na mobilização da comunidade universitária e de toda a população, colocar para funcionar aquilo que é nosso por direito. Faremos, com as nossas mãos, tudo o que a nós diz respeito!
O desmonte da Universidade do Estado do Rio de Janeiro não é obra de mero “descaso”, como muito se tem dito por aí. Nem da “falta de verbas”. Sem dúvida, desde o estouro da crise do estado, nossa situação agravou-se enormemente; mas mesmo nos “anos dourados” da quadrilha de Sérgio Cabral já vivíamos um processo de contínuo sucateamento. Basta dizer que o único campus que conta com um bandejão (ainda assim, caro e insuficiente para suprir a demanda) é o do Maracanã, enquanto as unidades da região metropolitana e interior são tratadas, de fato, como uerjianos de “segunda classe”. A política de assistência estudantil resume-se às bolsas magras e que atrasam constantemente, e não nos provê creche, transporte intercampi, moradia estudantil ou qualquer outro recurso para a permanência na universidade. Governantes e reitores hipócritas têm usado o ingresso de alunos através das cotas para alardear uma suposta democratização dessa universidade, que não garante, todavia, que aqueles que ingressam possam concluir seus estudos.
Torraram-se milhões na construção de elefantes brancos para a Copa do Mundo , Olimpíadas e em isenções fiscais para empresas privadas. Quantas vagas na UERJ  poderiam ter sido criadas com este dinheiro?!
Frisamos: o desmonte da UERJ não é fruto de “descaso” ou “incompetência”, e sim um projeto político de sucateamento deliberado da universidade para justificar a sua entrega, na bacia das almas, aos interesses privados - assim como ocorre na saúde pública com o desmonte do SUS. Se continuarmos nesse caminho, o direito sagrado
à Educação Superior se tornará, em pouco tempo, um privilégio para os que podem pagar. Contra isso lutamos, contra isso nos levantamos. Sobre isso dizemos, em alto e bom som: NÃO À PRIVATIZAÇÃO DA UERJ! NÃO PASSARÃO!
 

BANDEJÃO DA UERJ OCUPADO!

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Na noite da última terça-feira, 26 de setembro, estudantes da Uerj ocuparam o bandejão contra os graves ataques que a universidade vem sofrendo pelo velho Estado burguês-latifundiário, a nível estadual com Pezão(PMDB) e a nível federal com Temer(PMDB).

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Esta importante iniciativa se deu após quase um mês de volta as aulas,após o fim da greve conjunta de estudantes, técnicos e professores. A greve se encerrou com as promessas do governo bandido de Pezão e logo a situação da universidade se mostrou tão ruim quanto antes: bolsas e salários atrasados, bandejão criminosamente fechado e um calendário acadêmico de 90 dias (quando o normal é de 120).

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Frente a paralisia do DCE-UNE (PT/Pecedobê), os estudantes independentes e combativos conseguiram mobilizar em cada curso. Rompendo com a camisa de força imposta pelos representantes do MEC dentro do movimento estudantil, a ocupação se deu de forma independente destes inimigos dos estudantes.

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A ocupação do bandejão é uma importante iniciativa de defesa dos direitos dos estudantes que, principalmente na Uerj, mas também por todo o país estão sofrendo com a atual ofensiva privatista e sua lógica de precarizar para privatizar. Aponta, portanto, um caminho radicalizado e combativo para todo movimento de defesa do ensino público gratuito e a serviço do povo por todo país!

VIVA A OCUPAÇÃO DO BANDEJÃO DA UERJ!

ABAIXO A PRIVATIZAÇÃO DO ENSINO PÚBLICO SUPERIOR!

ABAIXO A UNE, INIMIGA DOS ESTUDANTES!

REBELAR-SE É JUSTO!

 

DOIS CAMINHOS DO MOVIMENTO ESTUDANTIL

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    Os ataques do governo contra o ensino público estão cada vez mais graves. A situação das escolas e universidades é drástica e demanda que todos os estudantes se posicionem decididamente! Os próximos anos serão uma verdadeira guerra em defesa do nosso direito de estudar e aprender, para barrar a privatização da educação e arrancar na marra as melhorias no ensino que tanto precisamos e desejamos. Mas, para construir a educação que queremos, precisamos nos armar do principal instrumento de luta e resistência: nossa organização!
    Hoje, mais do que nunca, é fundamental fortalecermos o movimento estudantil independente dos governos, democrático, combativo e revolucionário e isto só será possível se traçarmos uma clara linha de demarcação entre os que lutam e os que fingem lutar.

Combater o oportunismo eleitoreiro no movimento estudantil!

    Desde 1995, existem no nosso país Dois Caminhos do Movimento Estudantil. O caminho democrático-revolucionário, do qual orgulhosamente fazemos parte desde os primórdios da nossa Corrente, por um lado. E, na direção oposta, o velho caminho burocrático, eleitoreiro e oportunista representado, principalmente, pela Une/Pecedobê.
    Após receber, merecidamente, a alcunha de “inimiga dos estudantes”, pelo papel de subsecretaria do MEC que cumpriu durante os 13 anos do gerenciamento oportunista de PT/Pecedobê, a Une foi rechaçada pelos estudantes em todas as lutas que ocorreram neste período. Enquanto os estudantes lutavam contra a privatização das universidades públicas, boicotando as taxas, fazendo greves e protestos, a Une defendia (como ainda segue defendendo) programas que desviam dinheiro público pras instituições privadas, enchendo os bolsos dos tubarões do ensino. No auge da sua desventura oportunista, enquanto toda a juventude combatente saía às ruas nas grandes jornadas de luta de junho e julho de 2013 com o grito de NÃO VAI TER COPA, a Une/Pecedobê fazia campanha para alistar voluntários para a Farra da Fifa! Em 2015, quando os secundaristas em SP lutaram contra a reorganização do ensino imposto por Alckmin/PSDB, a Une e Ubes caíram de paraquedas nas escolas e tentaram atrasar a luta, conciliando com o governo e se autoproclamando como “representantes” dos estudantes. Na maior parte das escolas, novamente, foram colocadas pra fora pelos estudantes combativos.
    No final de 2016, em meio à greve de ocupações que tomou conta de escolas secundaristas e universidades de norte a sul do país contra as reformas antipovo de Temer/PMDB, a Une mais uma vez se apresentou como traidora da luta, e propôs que os estudantes permitissem a realização do ENEM! O que poderia ser fator de maior pressão no governo contra a aprovação da contrarreforma do Ensino Médio, não se impôs como poderia, graças ao nefasto papel desta entidade falida e sua direção. No maior descaramento, a Une convocou seu ex-presidente Orlando Silva (Pecedobê) para negociar o fim das ocupações com o Ministro da Educação de Temer! Desmascarados, em todo o país foram colocados, uma vez mais, para fora de grande parte das escolas ocupadas.
 

GOIÁS: JUVENTUDE GOIANA SE MOBILIZA EM DEFESA DO PASSE LIVRE ESTUDANTIL: AVANTE!

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O povo brasileiro nunca esteve em uma situação tão caótica quanto agora. Os "governos" a nível municipal, estadual e federal sangram estudantes e trabalhadores com uma ferocidade inaudita. O mais recente projeto nefasto do governo facínora de Marconi Perillo (PSDB) prevê o fim da meia passagem para estudantes em Goiás, o que mostra que quem manda aqui são realmente os empresários do alto capital. O gerenciamento estadual e o monopólio dos trasnportes sempre tentaram imputar ao meio passe e ao passe livre estudantil a culpa pelos abusivos aumentos das tarifas que vêm ocorrendo nos últimos anos. Em 2014 foram 10 centavos de aumento, em 2015 foram mais 50 centavos, e em 2016 foram mais 40 centavos, totalizando hoje uma passagem no valor de R$ 3,70. Isso prova que bastou as manifestações cessarem para que a classe parasita estendesse mais ainda suas garras ao dinheiro do povo trabalhador. Esses aumentos nunca foram devidamente justificados, pois, além de serem acima da inflação, ainda não houve nenhuma melhora da frota de ônibus ou expansão dos programas do transporte público, pelo contrário: os ônibus estão cada vez mais escassos, mais precarizados e menos seguros.

Várias conquistas das lutas de 2013 foram retiradas, como o programa “Ganha Tempo” que garantia integração nas linhas de ônibus e houve um aumento da burocracia para cadastramento dos benefícios. Agora até mesma a meia passagem foi restirada. O estudante precisa se recadastrar de 2 a 3 vezes por ano para que tenha acesso aos benefícios, artifício utilizado para que várias pessoas percam a data e fiquem sem o seu direito garantido, a fim de aumentar os lucros dos empresários. Este recadastramento de nada vale para comprovar o direito dos estudantes, visto que os benefícios só são repassados quando as instituições enviam o comprovante de matrícula dos alunos e alunas.

O estudante que já possui acesso dificultado ao ensino sofrerá ainda mais, pois terá que pagar dobrado em passagens complementares ao já escasso “passe livre”, que sempre cai atrasado ou pela metade. Desde sempre é negada à juventude goiana, em particular, e à juventude brasileira, em geral, o direito de acesso ao lazer e à cultura, pois além da máfia do transporte limitar a rota que os estudantes podem fazer, limitar o número de passagens por dia, nunca permitiram que os estudantes recarregassem seu meio passe no período que suas instituições estavam de férias. Estudantes que quisessem se locomover tinham que colocar centenas de créditos pois ficavam meses sem poder recarregar a carteirinha, sem dizer que não cai passe livre no período de férias. Agora até mesmo o direito a ir para a escola e para o trabalho será negado à juventude pobre, pois cada estudante recebe no máximo duas passagens por dia, quantidade explicitamente insuficiente para que estudantes realizem todas as suas atividades. Se os benefícios estudantis supostamente fizeram aumentar o preço da tarifa, onde está a redução da tarifa agora que o benefício foi retirado? Onde está a melhoria da frota de ônibus?
 

UNIFESP: BOICOTAR O “GRUPO DE TRABALHO” REACIONÁRIO - GREVE GERAL DA EDUCAÇÃO!

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No mês de Agosto, a reitoria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) realizou audiências públicas em todos os campus da UNIFESP,  revelando para os estudantes os cortes que a gerência Temer vem fazendo no orçamento do PNAES (Plano Nacional de Auxílio Estudantil). Segundo a reitoria, há garantia de pagamento das bolsas para estudantes em vulnerabilidade socioeconômica somente até o final do ano, e ano que vem, com o orçamento previsto, já não seria mais possível pagar todas as bolsas integralmente. A proposta da reitoria é ir cortando aos poucos dos estudantes em “menor vulnerabilidade”, como os de Perfil V e IV do auxílio PAPE (Programa Auxílio para Estudantes), além de possíveis cortes no subsídio para todos os estudantes no Restaurante Universitário.  

Vivemos o impacto da política de ataque às universidades e escolas públicas pelo gerenciamento do bandido Michel Temer (PMDB) e sua quadrilha, que à mando do imperialismo principalmente ianque dão continuidade e aprofundam a política de sucateamento e privatização do ensino público aplicada pelos gerenciamentos anteriores de Luiz Inácio e Dilma (PT) e FHC (PSDB). As propostas do Banco Mundial e do FMI vem sendo implementadas sem tirar nem por, propostas estas que querem às custas do povo brasileiro enriquecer os bolsos de grandes burgueses e ensinar de maneira acrítica e tecnicista milhões de jovens e estudantes para facilitar o desenvolvimento de uma mão-de-obra barata para trabalhar em seus latifúndios e fábricas como animais. 

Na esteira desses e outros ataques aos direitos do povo brasileiro pelo velho Estado, o Poder Judiciário dá sua chancela e cobertura legal a todas essas medidas. Expressão disso é a recente aprovação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da cobrança de taxas e mensalidades para cursos de especialização em universidades públicas, abrindo a porteira para a onda de privatização planejada pelo velho Estado burguês-latifundiário.  

 


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