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Meu rompimento com a UJR, e porque decidi militar no MEPR

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Publicamos abaixo a carta escrita pela companheira Helenira por ocasião da sua saída da UJR, juventude do revisionista PCR, e sua decisão de ingressar nas fileiras do MEPR, organização autenticamente revolucionária. A companheira Helenira é estudante universitária no Rio de Janeiro e sua carta é um valioso relato do combate ao oportunismo. Além disso, a experiência da companheira Helenira soma-se às fartas provas de que esse PCR dos dias de hoje não possui qualquer identidade com PCR dos hérois Manoel Lisboa, Emanuel Bezerra e Amaro Luís Carvalho, e os revisionistas eleitoreiros traficam com a memória desses hérois e do extinto PCR das décadas de 60 e 70, que bravamente lutaram contra o regime militar, sem nenhuma ilusão com esse velho Estado. O rompimento da companheira com a UJR é expressão da falência de todo o oportunismo eleitoreiro em nosso país e mostra que a cada dia os autênticos revolucionários e os indivíduos honestos, que por terem sido enganados ou estarem iludidos participam de organizações oportunistas, têm tomado a decisão de romper com essas organizações e tomar o verdadeiro caminho da luta. Saudamos duplamente a companheira Helenira, primeiro por seu rompimento com o oportunismo e segundo por hoje lutar ombro a ombro conosco nas fileiras do MEPR!

 


Venho por meio desta Carta esclarecer a respeito do meu rompimento com a União da Juventude Rebelião – UJR -, juventude do PCR; esclarecer sobre os motivos teóricos e práticos, sobretudo práticos, que me levaram a esta decisão, e também o que me levou a aderir a outra organização, de fato revolucionária, o Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR).

ABAIXO A FARSA ELEITORAL!

 

 

Ingressei na UJR por sentir necessidade de uma construção coletiva, de uma prática organizada e revolucionária, alinhada ao marxismo-leninismo, porém o que eu encontrei foi bem diferente do que esperava. Relembrando o companheiro Manoel Raposo, “um dos métodos mais antigos do oportunismo é esconder por detrás de uma fraseologia de esquerda sua prática direitista e reformista” e é exatamente isso que a UJR faz.

Nada diferencia a UJR de outras organizações oportunistas e eleitoreiras como UJS ou PSOL, inclusive, as manobras e alianças ao lado das mesmas são constantes. A utilização da imagem e da fama historicamente conquistada pelos heroicos militantes do genuíno PCR defensor da guerra popular como caminho da revolução brasileira, dirigido por Manoel Lisboa e Amaro Luiz de Carvalho, não passa de uma máscara para iludir a juventude, já que não guardam nada, nem um resquício, do que foi aquela organização revolucionária. Atualmente defensores do governo do PT e da “democracia” (burguesa!), o que alternam com “críticas” a esse mesmo governo, apenas confirmam com sua prática aquilo que falava Lênin a respeito do revisionismo:

“Quando se fala da luta contra o oportunismo, não há que se esquecer nunca um traço característico de todo o oportunismo contemporâneo em todos os terrenos: seu caráter indefinido, difuso, inapreensível. O oportunista, por sua própria natureza, esquiva sempre colocar os problemas de um modo preciso e definido, busca a resultante, se arrasta como uma cobra entre pontos de vista que se excluem mutuamente, esforçando-se por 'estar de acordo' com um e outro, reduzindo suas discrepâncias a pequenas emendas, a dúvidas, a bons desejos inocentes, etc., etc.”

Vou falar, nesta carta, tanto de questões práticas quanto políticas e programáticas que me levaram a essa decisão. Como outros que seguem iludidos, militando em organizações que se dizem “socialistas”, “revolucionárias” etc., e que não tardarão a abrir os olhos, meu compromisso sempre esteve para além de siglas, e é sim o de servir ao povo e à revolução de todo o coração!

A necessidade de defender a apoiar a luta pela terra, particularmente a Revolução Agrária

No Brasil, não tivemos uma revolução burguesa, ou genuinamente democrática, que tenha sido capaz de varrer o latifúndio e as relações escravistas e feudais do país, rompendo com o colonialismo e depois com o imperialismo, desenvolvendo a industrialização e resolvendo a questão agrária. A burguesia se formou de maneira burocrática, o capitalismo foi implantado de fora pra dentro, assentado na base latifundiária interna, agravando assim a concentração de terras e a dominação do país pelo imperialismo. O Brasil é atualmente o segundo país com a maior concentração de terras do mundo: “Cerca de 47 mil latifundiários existentes detém quase 50% das terras agricultáveis, quase 200 milhões de hectares, ou seja, quase 25% de todo o território nacional está nas garras do latifúndio”. (MEPR).

Para resolver estas contradições é preciso tomar todas as terras do latifúndio e entrega-las aos camponeses pobres; desenvolver novas relações de produção no campo; expulsar as forças do velho Estado e estabelecer o novo poder político das massas, até completar o cerco da cidade pelo campo.

Os revisionistas não reconhecem a existência daquelas contradições e, muito menos, desse caminho para resolvê-las. Utilizam uma salada ideológica para justificar suas análises completamente desconexas da realidade, chegando ao ponto de dizer que o Brasil seria até mesmo um país semi-imperialista (?), e que a contradição principal se dá entre capital e trabalho como nos países imperialistas. Com isso, jogam os ensinamentos de Lênin no lixo, alegando ser possível que um país se desenvolva plenamente sob a dominação imperialista, misturando sem critério autores como Ruy Mauro Marini, Florestan Fernandes, Caio Prado Junior e outros.

Seu programa “A origem da economia brasileira” é raso e não possui referências, dá voltas e não nomeia a contradição principal de forma efetiva, sendo apenas uma tapeação. O estudo sobre esses temas, aliás, sequer é levado a sério, a ponto do posicionamento divergir entre os membros do partido, com um dirigente contradizendo o outro, o que demonstra uma grande falta de aprofundamento teórico e também uma falha na formação política dos seus quadros. E o cinismo é tanto que se diz de Manoel Lisboa, o principal revolucionário reivindicado pelo partido, que sua análise tática para a revolução brasileira seria “esquerdista e ultrapassada”. Vale lembrar agora as palavras de Manoel Lisboa:

“Do ponto de vista tático o campo é mais importante do que a cidade para os revolucionários, porque o aparelho de repressão do inimigo é mais débil nas áreas rurais e tem dificuldades de nelas penetrar. Nessas condições, observando o princípio de superioridade relativa de concentrar contra o inimigo forças duas ou três vezes maiores em todas as ações concretas, é possível através da guerra popular derrotar por partes os ‘gorilas’, por isso a guerra popular é também prolongada. Prolongada porque no início da luta o inimigo é taticamente forte e as forças populares são débeis. Somente é a guerra que pode inverter os papéis tornando o inimigo débil e as forças armadas populares fortes. Essa mudança acarreta o controle de amplas zonas rurais pelas forças armadas populares dando em consequência o ‘cerco da cidade pelo campo’, compreendendo cidade onde o inimigo é ainda taticamente forte, pois aí localiza-se seus quartéis e bases”.

Da análise completamente irreal da realidade e da contradição principal no País, o PCR/UJR incorre numa série de erros práticos, a começar sobretudo com a falta de atenção ao campo e o pouco ou nenhum trabalho no mesmo. Em seus jornais e páginas pouco ou nada se fala sobre a luta pela terra, sobre o genocídio da população camponesa e indígena cometido pelo gerenciamento petista. A vida e a luta dos camponeses não são dignas nem de notas de rodapé, enquanto outras peleguices como o lançamento da Frente Povo sem Medo são frequentemente noticiadas em primeira página. Em seu “Programa da revolução brasileira” o PCR nada fala sobre o campesinato ou sobre o latifúndio, e seus quadros chegam a ridicularizar as notícias e o apoio à luta pela terra dados pelos militantes do MEPR e do jornal A Nova Democracia, e isso ainda por cima pela internet, com o maior liberalismo.

“Quem cala sobre teu corpo consente na tua morte”, e é exatamente isto que a UJR/PCR faz... e ainda ri.

Abaixo a UNE/UBES governistas, inimigas dos estudantes!

“Assim como no movimento operário e popular temos no movimento estudantil dois caminhos de desenvolvimento, o revolucionário e o reformista”. A UNE e a UBES nos dias de hoje não passam de agentes do Ministério da Educação nas escolas e universidades, servindo ao propósito do Estado de desarmar o movimento estudantil, imobilizando-o e o distanciando das massas, com Lula “deixaram de ser apenas estruturas burocráticas pelegas e reformistas para serem também órgãos oficiais e institucionais do novo governo”. (MEPR).

Todas as alusões que os oportunistas do PCR/UJR fazem à juventude dos anos de 1960 não passam de fraseologia oca, sem qualquer correspondência com a prática. Não existe disputa política na UNE/UBES, e sim um jogo de cartas marcadas, cujos resultados são previamente definidos pelos partidos eleitoreiros que participam da mesma, em constantes trapaças e manobras. Seus congressos não passam de grandes festas regadas à álcool e drogas, sem espaço real para um debate sério, o que é proposital, pois a despolitização é uma ferramenta de imobilização dos estudantes. A disputa entre as correntes não se dá por posições políticas e sim por cargos, jogo do qual a UJR faz parte, fazendo alianças não só com a “oposição de esquerda” trotskysta mas também com a corrente hegemônica Pecedobê/UJS, como no caso do festival ocorrido em dezembro de 2015 no Rio, chamado “Emergências”, no qual a UJR se juntou à UJS “contra o golpe da direita e pelo Estado democrático de direito”.

A UJR também mostra esse carguismo, e a ausência de princípios, ao manter estudantes profissionais de quase 30 anos ocupando cargos de direção na UBES/AERJ, entidades de SECUNDARISTAS. Esses secundaristas profissionais se matriculam sucessivamente em diferentes escolas simplesmente para manter seus cargos de “diretores”, numa prática carreirista, e que acarreta inclusive sua dificuldade em renovar quadros, por falta de ideologia firme.

Acusam a nós do MEPR, de sectários por não aceitarmos fazer parte desse jogo sujo. O que eles querem realmente é a unidade dos estudantes com seus algozes, os que pisam sobre os direitos do povo, os que privatizam as universidades, os que vendem a alma para garantir cargos e o poder das classes dominantes em nosso país.

Todo o discurso de “oposição” que fazem de vez em quando não passa de demagogia para justificar estarem a reboque dos governistas (agora, ex-governistas). Por trás desse discurso também (mal) se esconde a vontade que têm de serem eles a corrente hegemônica naquelas entidades, sem alterar em nada as suas práticas. Nas entidades que dirigem, como a UESPE, AERJ e algumas outras não falta em seus históricos encontros e acordos com governos e secretarias de educação, feitos por cima dos estudantes. A própria UJR que tanto criticou o monopólio das carteirinhas estudantis por UBES/UNE aplica a mesma política de monopólio e restrição em parceria com o governo de Pernambuco (PSB) através da UESPE, que detém o monopólio da emissão das carteirinhas pagas no Estado como condição do meio passe estudantil. Sua política nacional para a juventude não é a defesa do PASSE-LIVRE, como nós do MEPR, e sim do meio-passe, como se algum direito pudesse ser conquistado se defendido pela metade...

Nas épocas de congressos de UNE/UBES essa realidade vem à tona, pois a UJR se preocupa muito mais com quantidade do que com qualidade, tentando empurrar qualquer estudante, na base da maior despolitização, para ser delegado. Seus militantes vão a escolas com as quais nunca se preocuparam antes, utilizando os estudantes como massa de manobra para garantir seus cargos de direção e acordos rendosos.

A crise do PT é a crise de todo o oportunismo eleitoreiro!

O marxismo nos ensina que, no capitalismo, a “democracia” só existe para a burguesia, e é de fato a ditadura contra o proletariado e o povo. Quando a democracia liberal não é mais útil para a burguesia, instaura-se o fascismo escancarado, como tivemos na época do regime militar. O que não se pode falar jamais – e menos ainda defender – é uma democracia “em geral”, que nunca existiu em parte alguma na história.

“A ‘democracia pura’ é uma frase mentirosa de liberal que procura enganar os operários. A história conhece a democracia burguesa, que vem substituir o feudalismo, e a democracia proletária, que vem substituir a burguesa”. (Lênin). Essa frase não poderia ser mais atual. Colocada na boca dos revolucionários dos dias de hoje, seria chamada de “sectarismo”, “esquerdismo”, “ultrapassada”. Covardemente, esses revisionistas que vão para as ruas defender a “democracia”, no caso, o governo da Dilma, não admitem que é contra o dirigente da Revolução de Outubro que as suas teses reformistas estão voltadas!

O PCR possui um histórico de alianças sem princípios para disputar espaço no velho Estado, é participante assíduo das eleições desde 1998, lançando candidatos em parceria com PT, PSOL, PDT, PCB, de acordo com as conveniências do momento. Agora, essa tática de ficar a reboque de outros não é mais suficiente, para sobreviver (e ter acesso ao fundo partidário...) desejam registrar um partido legal, a UP – Unidade Popular pelo Socialismo. Olhem este nome! É ou não é muito parecido com o “Estado de todo povo” e o “partido de todo o povo” de Kruschev? Ou com os partidos “populares”, abertamente capitalistas, que foram criados após o fim da URSS? Será uma referência ao governo de Allende, que permitiu que as massas, que ele desarmou, fossem massacradas pela reação? Bem, voltando à prática, para legalizar este partido abdicam de tempo precioso da militância e disponibilizam todos os seus ativistas para a tarefa principal: coletar assinaturas... e ainda chamam isso “tática revolucionária”!

O PCR apoiou as duas candidaturas de Lula, assim como as de Dilma, mantendo o apoio ao PT durante todo o período em que este esteve no gerenciamento do velho Estado, presidindo as políticas anti-povo e a repressão contra as massas. Participaram de todos os atos pela “democracia”, ao lado de PT e Pecedobê, lançando mão, de vez em quando, para enganar os militantes mais combativos, de críticas demagógicas sem nenhuma consequência. Nada mais fazem senão “arrastar-se como cobras entre pontos de vista que se excluem mutuamente”.

O discurso que reproduzem internamente entre seus militantes, ou o que é passado por seus dirigentes como sendo “a posição do partido” nas reuniões e estudos não corresponde à prática da organização, nem mesmo ao que é dito publicamente. Como exemplo cito a reunião de confraternização e discussão de conjuntura política organizada pelo jornal “A Verdade” em meados de 2015, nos quais os quadros do partido sustentaram uma posição crítica ao PT, afirmando que não havia nenhum golpe em curso, para logo em seguida o jornal emitir convocatória para os atos “pela democracia”, justificados justamente sobre o mito do “golpe da direita”. O PCR é assim: faz duras críticas ao PT, de vez em quando, para posteriormente se omitir e justificar todos os absurdos cometidos pelo mesmo, quando não defendê-lo abertamente. Fazem um discurso para cada plateia. 

Atualmente seus dirigentes chegaram ao ponto de dizer que com a lei antiterrorismo sancionada por Dilma o Estado não poderia oprimir os trabalhadores e estudantes. Ou são extremamente inocentes ou são extremamente porcos e reformistas. E, de fato, quem “vive e luta” fazendo conchavos com o Estado burguês-latifundiário não é reprimido. Vale lembrar o acordo feito entre Leonardo Péricles PCR-MLB-UP, candidato a vereador pelo PDT de Belo Horizonte, durante as manifestações de junho de 2013, com o governador de Minas Gerais, passando por cima da juventude e prometendo que os protestos seriam “pacíficos”, sendo conivente com o cerco policial aos manifestantes combativos. Seria esta uma prática condizente com um partido que se diz “revolucionário”?

A minha saída da UJR

Militei na UJR pelo período de um ano, sempre respeitei o centralismo democrático e as tarefas que a mim foram atribuídas. Diante das divergências teóricas e práticas, que citei anteriormente, busquei contato com outras organizações combativas, a primeira delas o jornal “A Nova Democracia” e posteriormente a Frente Independente Popular (FIP). Consultei meus dirigentes sobre a participação nesses espaços, que me foi surpreendentemente negada, sob falsas acusações e tentativas de desqualificar estas organizações como sendo “aparelhos do MEPR”. Mantive meu posicionamento de que iria participar como militante da UJR ou não e que sabia que estas acusações eram falsas. Diante da falta de convencimento pelos argumentos, chegaram ao ponto de negar o próprio Manoel Lisboa e a “Carta de 12 Pontos”, como já disse, dizendo serem um ponto de vista “atrasado” e “esquerdista”. Acusaram principalmente o MEPR de machismo, esquerdismo, e chamaram-no de “seita  de psicopatas violentos”, num vômito contrarrevolucionário digno de partidos fascistas, chegando ao cúmulo de dizer que a UJS seria mais revolucionária (???). Devo dizer que essa propaganda reacionária só incentivou minha vontade de conhecer e, depois, militar no MEPR, pois à essa altura já tinha lido as palavras do Presidente Mao: Se somos atacados pelo inimigo, é bom, porque isto prova que traçamos uma linha de demarcação bem nítida, entre o inimigo e nós. E se ele nos ataca com violência, pintando-nos nas cores negras de denegrindo tudo quanto fazemos, melhor, porque isto prova não só que estabelecemos uma linha de demarcação nítida entre o inimigo e nós, mas ainda que conquistamos êxitos em nosso trabalho”.

Como percebi que, permanecendo na organização, estaria imobilizada, optei pelo rompimento. Não existe centralismo democrático num partido que engana e omite seus posicionamentos e práticas às suas bases. A UJR tentou reverter minha saída diversas vezes, mesmo sabendo das minhas profundas divergências, simplesmente por tentativa de disputa e imobilização. Disseram que iriam me enviar textos e teses acertadas sobre análise de conjuntura, economia e história nacional, e diante da falta de argumentos até me mandaram ler Caio Prado Junior (parece piada). Infelizmente, nunca me enviaram os textos prometidos, o que pareceu apenas uma tentativa de postergar o debate e a minha saída. Por fim, tentaram barrar a minha saída de forma emocional, dizendo-se “decepcionados” comigo, que não esperavam isso de mim e que eu era uma pessoa “individualista”, “mesquinha” e “esquerdista”, tentando me fazer sentir culpada pelo desligamento, sem me apresentar nenhuma análise marxista para contrapor às minhas divergências. 

Após a minha saída, e participação no comitê de apoio do jornal A Nova Democracia, surgiram graves desentendimentos com outros militantes da UJR que se utilizaram dos termos mais machistas para se referir a mim em grupelhos e outros espaços de internet, insinuando que eu não tinha independência e capacidade de tomar meus posicionamentos políticos por mim mesma através do estudo e da prática, disseram que eu estava “indo atrás de homem” e outras coisas porcas que não vou repetir. (tenho tudo registrado). Denunciei tais ofensas à UJR que se utilizou disso, mais uma vez, para tentar me fazer voltar atrás, me chamando para diversas reuniões supostamente com a finalidade de resolver todo este “desentendimento”. Quando eu deixei claro que não tinha mais nenhuma vontade de manter vínculos com eles e que havia ingressado no MEPR, minha denúncia foi ignorada e nunca obtive nenhum tipo de desculpas ou satisfação sobre aquelas ofensas. Ironicamente, como já disse, uma das primeiras coisas que me falaram sobre o MEPR é que este seria “machista”...

Como a prática é o critério da verdade, o oportunismo sempre mostra sua verdadeira face, e esta é a face do PCR/UJR.

Viva a Revolução de Nova Democracia ininterrupta ao socialismo!

Abaixo a farsa eleitoral!

Servir ao Povo, de todo coração! Tropa de Choque da Revolução!

Ir ao combate sem temer, ousar lutar, ousar vencer!

Companheira Helenira, maio de 2016.

 

JEP 19

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