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PR: UNILA se levanta contra medidas antipovo

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Comitê de Apoio ao AND – Foz do Iguaçu/PR

 

ATO-4

Nos últimos meses os estudantes da Universidade Federal de Integração Latino Americana (UNILA), realizaram uma campanha de luta e denúncia contra os pacotaços antipovo do gerenciamento Temer/PMDB em Foz do Iguaçu.

ATO-2

Estudantes tomam as ruas com consignas combativas e em denúncia do pacotaço antipovo de Temer/PMDB.

Seguindo a consigna: “Derrubar os muros da Universidade; Servir ao povo no campo e na cidade”, foram realizadas panfletagens no Terminal de Transporte Urbano (TTU), UBS’s (Unidade Básica de Saúde), em Feiras Populares de Pequenos Produtores, em bairros periféricos como Vila C, Cidade Nova, Porto Belo e redondezas. Essas panfletagens cumpriram o objetivo de denunciar a PEC241/55 e buscaram mobilizar a população contra esses criminosos pacotaços. Durante as atividades ficou claro o amplo rechaço popular a mais esses ataques contra os direitos do povo, além da predisposição de luta da população.

Como parte da combativa luta contra os pacotaços de Temer/PMDB os estudantes tomaram as ruas da cidade em um ato que se iniciou no TTU, com a distribuição de panfletos, e marcharam pelas avenidas Juscelino Kubishek e Av. Brasil, finalizando o percurso em frente ao Colégio Barão de Mitre com a saudação dos secundaristas ali presentes. Durante todo o ato foram vigorosamente entoadas palavras de ordem contra PEC 241/55.

 

Alunos do curso de Economia promoveram também uma aula pública como parte das atividades de mobilização. A aula teve amplo apoio popular e contextualizou de maneira clara a situação de subjugação imperialista que o Brasil se encontra e a questão de semifeudalidade refletida nos preços dos alimentos, explanando também a relação da dívida pública com a crise e o porquê as medidas propostas pelo gerente de turno Michel Temer não servem em nada ao povo e sim aos banqueiros, latifundiários e detentores de meio de produção.

UNILA em greve!

No dia 9 de novembro foi realizada uma assembleia estudantil em frente barreira da empresa binacional Itaipu, onde também se localiza um dos campus da universidade.  Com a presença dos alunos, as forças policiais se mobilizaram rapidamente seus aparatos repressivos a fim de coibir a presença dos estudantes, ao que estes não se intimidaram e deflagraram greve contra as medidas antipovo da PEC241/55. A greve estudantil conta com o apoio dos técnicos administrativos que já tem seus serviços paralisados.

No dia 21 de novembro, decretaram greve também os professores da instituição, em uma assembleia docente que foi marcada pela intervenção combativa dos estudantes. Às portas do campus, os alunos levaram cartazes com mensagens de luta, entoaram as palavras de ordem de “Ir ao combate sem temer, ousar lutar, ousar vencer”, e denunciaram também as manobras das direções sindicais corporativizadas feitas durante a assembleia. Assim, apesar das inúmeras tentativas das direções, que fizeram de tudo para adiar ao máximo a entrada dos docentes na greve, esta foi decretada, concretizando a paralisação total das atividades na UNILA.

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