É incrível como a mídia burguesa ainda continua fazendo seu trabalho sujo contra as manifestações populares. Durante os anos da gerência militar, os veículos de comunicação que escreviam matérias progressistas eram atacados, pois segundo a ignorância dos “milicos” todos que discordavam do regime eram comunistas e como tal eram submetidos à repressão, perseguição, prisão, torturas e execuções. Talvez por medo, pois sabiam que os movimentos comunistas revolucionários eram os únicos com base ideológico-política para destruir a podridão do regime de subjugação nacional até os seus mais profundos alicerces.
Então, muitos meios de comunicação se venderam aos interesses do regime militar para poder existir, conformando os todo-poderosos monopólios que operam atualmente. Em troca escondiam as misérias e os assassinatos dos filhos do povo brasileiro e mostravam apenas jogos de futebol, shows de calouros e vez ou outra, quando se falava em política, criminalizavam os movimentos e os seus líderes revolucionários, caluniando-os de terroristas e criminosos que atentavam contra a “segurança nacional”. Aliás, esconder a todo custo a realidade sofrida do nosso povo, essa é ainda hoje a missão suprema dos monopólios de imprensa. Defender a ditadura da grande burguesia, do imperialismo e do latifúndio, disfarçada de “Estado de direito” para, assim que possível, tentar como todos os fascistas reescrever a história. Ou será que alguém esqueceu a declaração peçonhenta da Folha de São Paulo segundo a qual o regime militar fascista não passou de uma “ditabranda”?
A rede GLOBO, empresa de telecomunicações (TV, rádio, jornal e internet) fundada pelo empresário Roberto Marinho, foi uma das, se não a maior, colaboradora para a promoção do regime militar brasileiro. Hoje tenta passar por defensora da “cidadania” e da “democracia” quando na verdade, no passado recente, pregou o extermínio de milhares de brasileiros e, legitimando as versões oficiais dos generais de plantão, condenou as ações dos revolucionários.
Em Alagoas existe a organização Arnon de Melo que comanda a GAZETA DE ALAGOAS (TV, Rádio, jornal e internet), atualmente dirigida pelo senador e ex-presidente da “República” enxotado, Fernando Collor de Melo, o mesmo que aplaude o gerente “popular” Luis Inácio. Também se trata de uma empresa de telecomunicações, porém com uma área de atuação menor, a nível estadual. Entre todas as diferenças, a essência une estas duas, até porque a Gazeta de Alagoas é filiada à rede Globo, e não para por aí, esta também faz o mesmo jogo sujo da matriz.
No ano passado (2009), um dos colunistas do site Gazeta Web, escreveu uma matéria de baixíssimo nível sobre o Movimento Estudantil Popular Revolucionário – MEPR, onde o jornalista além de criminalizar as pichações do movimento, comparando-as com vandalismo, ainda fez defesas em prol da organização corrupta da UNE, presumindo e afirmando erradamente que o MEPR fazia parte de algum partido eleitoreiro.
A Gazeta de Alagoas volta a atacar o MEPR. No dia 20 de janeiro deste ano (2010), o jornal televisivo AL TV 1ª edição, apresentou uma matéria sobre o vandalismo nas praças e principais avenidas de Maceió, e mais uma vez apontou as pichações do MEPR como símbolos do vandalismo na cidade. Ao lado do Superintendente Municipal de Controle do Convívio Urbano – SMCCU, que declarou temporada de caça aos “vândalos” se referindo aos revolucionários. Fez ameaças e prometeu investigar os movimentos que praticam esta atividade.
O único fundo de verdade nisso tudo é o interesse da mídia local e dos órgãos municipais em criminalizar as pichações políticas, pois estas se diferem, e muito, das pichações banais. Uma vez que ignoram as palavras de ordem que estas expressam, e tentam a todo custo tapar os olhos e os ouvidos das massas que sempre acabam tendo a oportunidade de ler os gritos dos revolucionários escritos nos muros da cidade. O medo maior da mídia burguesa é perceber que as pichações do MEPR têm respaldo perante o povo, enquanto sua credibilidade vem abaixo cada vez que ela tem que defender os interesses de sua classe (burguesa e latifundiária) e do Estado, provando a quem serve a sua suposta imparcialidade.
Como dizia o grande revolucionário proletário Mao-Tsetung, a injúria do inimigo é para nós um elogio.
ABAIXO A CRIMINALIZAÇÃO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL!
ABAIXO A FARSA DOS MONOPÓLIOS DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO!
REBELAR-SE É JUSTO!
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