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Professores mantêm e ampliam greves nas universidades de todo o país!

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UFF: professores mantém greve

 Os professores da Universidade Federal Fluminense (UFF), decidiram em assembleia realizada na última terça-feira dia 09/06,  continuar em greve por tempo indeterminado. Entre os principais pontos de reinvidicação da categoria estão os cortes na educação pública que inviabiliza o plano de obras da expansão da universidade, regularização dos pagamentos de funcionários terceirizados e apresentação de uma proposta para reposição de perdas salariais, que, segundo cálculos dos grevistas, chega a 21,3% nos últimos três anos, período em que receberam 15% de reajuste. “Essencialmente, são essas as questões prioritárias para nós. Queremos que o governo retome as discussões em uma mesa de negociações”, explica  Gustavo Gomes vice-presidente da Associação de Docentes da UFF (Aduff). A próxima assembleia da categoria está confirmada para quarta-feira (17/06).

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 UEPG: professores mantém greve

 Os professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), em Ponta Grossa, Paraná, votaram pela continuidade da greve por tempo indeterminado durante assembleia realizada na manhã desta quarta-feira (10/06). Os docentes estão em greve desde o dia 22 de abril. Essa é a segunda paralisação durante o ano de 2015 na instituição, a primeira greve ocorreu entre fevereiro e março. A Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Sinduepg) reivindica o aumento de 8,17%, em parcela única e a manutenção da data-base em maio, em contraposição à mediocre “proposta” do governo de 3,45%.

 UEL: professores mantém greve

 Os professores  da Universidade Estadual de Londrina (UEL) decidiram permanecer em greve após assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (11/06). A ampla maioria dos votantes optou pela continuidade do movimento, segundo a diretora de comunicação do Sindicato dos Professores do Ensino Superior Público Estadual de Londrina e Região (Sindiprol/Aduel), Silvia Alapanian: "Ontem fizemos algumas reuniões e notamos que a categoria estava dividida, mas acredito que os últimos acontecimentos na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) podem ter contribuído diretamente para o posicionamento definitivo", disse, ao citar o documento financeiro apresentado pelo Secretário Estadual da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, cujo conteúdo discorria sobre as contas da administração. "Aquele papelzinho nos deixou indignados. Os nosso professores entendem de orçamento, têm alto nível de conhecimento em formulação de dados e isso significou uma afronta", completou. 

A categoria faz críticas duras à falta de transparência na divulgação da planilha financeira do Estado. "Desde meados de abril pedimos a abertura dos cálculos, que até agora não foi feita. Sabemos que o Estado tem recursos, mas não investe por questões de prioridades", acusou. Ainda conforme ela, a proposta do reajuste do funcionalismo público, divulgada no final do mês passado e aceita pelo professores da rede estadual de ensino na terça-feira (9), é considerada insatisfatória. "Além da data-base, queremos discutir a falta de repasses à universidade".

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 UFMA: professores entram em greve

 Os professores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) decidiram entrar em greve, por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (10/06) contra o corte de verbas nas universidades públicas e pela abertura de negociações com a categoria. De acordo com a Associação de Professores da Universidade Federal do Maranhão (Apruma), desde o ano de 2013 que o governo federal não cumpre acordos assinados e não apresenta nenhuma proposta efetiva para apresentar à pauta dos docentes federais. A professora Rosilda Dias diz que setores essenciais como o restaurante universitário já foram afetado pela com os cortes de verbas de Dilma Rousseff (PT): “Restrição de recursos financeiros para manter aquilo que foi até agora sustentado. Um exemplo é o restaurante universitário que está sem atendimento à clientela por falta de recurso para pagar os fornecedores”.

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UERN: professores rejeitam proposta do Governo e a greve continua

Reunidos em assembleia extraordinária na quinta-feira (11), os docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) decidiram, por ampla maioria, pela continuidade da greve, iniciada no dia 25 de maio após o descumprimento do acordo firmado com o Governo do Estado de Robinson Faria (PSD).

Em nota, o Comando de Greve da Uern afirma: “Além de não cumprir o acordo, governo e reitoria ainda não apresentaram nenhuma contraproposta concreta para resolver o impasse, por eles criado. Na reunião realizada no último dia 8 de junho, numa manobra evasiva, o governador Robson Faria, com a conivência da reitoria, tentou enganar os servidores da Uern e confundir a opinião pública”.

 

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