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Nota de Repúdio: Os restos do PSTU, mais uma vez, apontam seus dedos duros contra o MEPR

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Nota de Repúdio:

Os restos do PSTU, mais uma vez, apontam seus dedos duros contra o MEPR

Em novo capítulo da sua longa trajetória de serviços prestados à polícia política do velho Estado reacionário, o falimentar PSTU, em nota publicada no dia 17/11, acusa o Movimento Estudantil Popular Revolucionário de agredir seus militantes. Assim como os trotskystas vêem no camarada Stalin o responsável por todos os males do mundo, o PSTU enxerga no MEPR a responsabilidade pelos tropeços que dão em suas próprias sombras. Como força desmoralizada que são, buscam, em cima da gloriosa bandeira vermelha da juventude combatente do MEPR, um suspiro para recuperar algum prestígio no movimento popular.

Em vão!

Este PSTU, que nos acusa sem fundamentos, e choraminga, é o mesmo que espancou diversos jovens combatentes antes e depois de 2013, ganhando por isso o nada honroso apelido de P2TU; o mesmo PSTU que, amedrontado diante do protesto popular, só via “fascistas” nas manifestações, buscando aliança e colo junto do PT cuja separação nunca superaram; o mesmo PSTU que dobra suas bandeiras vergonhosamente diante da repressão; o mesmo PSTU que disse que na Copa haveria luta, mas traiu de forma explícita a greve dos rodoviários no Rio e dos Metroviários em São Paulo a dias da abertura do torneio; o mesmo PSTU que, como partido eleitoreiro falido, vive principalmente às custas desse movimento sindical mafioso e institucionalizado que temos no País.

Não somos nós que dizemos isso. Enquanto, do levantamento de junho de 2013 pra cá, as forças do MEPR e da juventude combatente e revolucionária não pararam de se robustecer, as forças deles minguaram e tendem ao desaparecimento. Não faltam notas públicas de militantes e correntes que se desligaram deles atestando isso. A juventude que enganavam com sua “revolução” de mesa de bar e horário eleitoral não se deixa iludir mais com suas bravatas, e isso os deixa desesperados. O MEPR esteve na primeira linha das jornadas de junho de 2013, do movimento “Não vai ter Copa”, da luta dos secundaristas durante a ocupação das escolas, da vitoriosa e histórica ocupação do Bandejão da UERJ, encerrada há poucos dias. Nossos/as companheiros/as conheceram processos e prisões, e sua moral se revelou inabalável nesses momentos de grandes dificuldades.

Onde o PSTU estava nessas lutas? Respondemos: do lado de lá, atrás das linhas policiais, tremendo de medo de tudo e de todos e... principalmente do MEPR!

Como bons mencheviques e politiqueiros pequeno-burgueses, são hipócritas também. É público e notório - e mesmo pessoas que discordem de nós serão obrigadas a reconhecer - que esse partideco nos acusou de “atacar” sua sede em 2014, registrou queixa policial contra o MEPR, e nunca o comprovou. Também é público e notório que, em 2015, enquanto todas as nossas forças estavam concentradas na luta pela liberdade de nosso companheiro preso, invadiram uma reunião na UERJ e espancaram indiscriminadamente ativistas de nossa Corrente.        (https://frenteindependentepopular.wordpress.com/category/pstu/ ). Por que não citam esse fato em sua nota? Têm vergonha do que fizeram? Ou “violência” só é condenável quando é contra vocês?

https://www.youtube.com/watch?v=_YU4WebcGhw

https://www.youtube.com/watch?v=X4h4dBhaPhM

Nós, como discípulos dos grandes Lênin, Stalin e do Presidente Mao não somos pacifistas. Condenamos a violência reacionária do inimigo de classe, do imperialismo, da grande burguesia e do latifúndio (e por isso mesmo não apelamos pra sua polícia a fim de nos defender, ao contrário de vocês). Mas defendemos a violência revolucionária e o direito das massas se colocarem de pé para destruir essa velha ordem e seus aparatos. A violência, dizia Marx, é a parteira da História, e saibam todos aqueles que ousarem levantar suas mãos contra os nossos que saberemos nos defender. “Olho por olho e dente por dente”. Não somos como os dirigentes de vocês, que abandonam os enfrentamentos escoltados por bate-paus à soldo, deixando a militância para trás. Ao contrário desta corja contrarrevolucionária, honramos nossos estandartes.

Repudiamos mais essa torpe tentativa do PSTU (o que restou dele) de nos criminalizar. Se a implacável repressão do velho Estado, concentrada sobre nossos companheiros e companheiras, não foi capaz de abalar um centímetro sequer da nossa decisão de prosseguir a luta, não será esse chororô de alquebrados que o conseguirá. A tropa de choque da revolução segue nos seus postos, pronta para o combate!

Movimento Estudantil Popular Revolucionário – Novembro 2017 - Brasil
 

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