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MFP Brasil: Despertar a fúria revolucionária da mulher!

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Reproduzimos saudação do Movimento Feminino Popular (MFP) pela passagem do 08 de março: Dia Internacional da Mulher Proletária. Aproveitamos a ocasião para repercutir o mais recente Boletim do MFP e o novo sítio do MFP na internet: https://sites.google.com/site/brasilmfp/
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Saudações vermelhas a todas as operárias, camponesas, professoras, estudantes, intelectuais democráticas e todas as mulheres do povo, especialmente às que lutam pela derrubada dessa velha ordem de exploração e opressão!

Despertar a fúria revolucionária da mulher!
Companheira Sandra Lima: Presente na luta!
Companheira Remís: Presente na luta!

 


Despertar a fúria revolucionária da mulher!



Com entusiasmo e júbilo revolucionários neste 06 de março de 2018 lançamos site do MFP – Movimento Feminino Popular. Nele publicaremos um conjunto de artigos, textos clássicos do marxismo sobre a questão da opressão feminina, biografias, notícias, imagens e vídeos frutos de quase 20 anos de investigação e pesquisa científica junto a luta do proletariado do nosso país.

Esta data é marcada pelos 63 anos do nascimento de nossa querida companheira Sandra Lima, que faleceu no dia 27 de julho de 2016. A companheira Sandra é uma heroína do proletariado revolucionário, infatigável lutadora que dedicou sua vida à luta pela revolução em nosso país como parte da revolução proletária mundial. Era uma comunista convicta, defensora do marxismo-leninismo-maoísmo, principalmente maoísmo, e por isso mesmo uma mobilizadora, organizadora e politizadora das mulheres operárias, camponesas, estudantes, intelectuais progressistas e demais trabalhadoras. Possuía a plena consciência da necessidade da organização das mulheres na luta revolucionária pelo Poder. Enérgica, sempre afirmava que “sem a participação das mulheres, não pode haver revolução!” Grande parte do conteúdo das matérias que aqui publicaremos são fruto de seu trabalho de intelectual proletária dedicado incansavelmente à luta de nosso povo. Seu exemplo segue vivo em nossos corações, mentes e nestas páginas que apresentamos e afirmamos de forma enérgica: Sandra Lima, presente na luta!

Neste ano de 2018 também celebramos os 23 anos em que rompemos com o movimento feminino reformista e decidimos construir um movimento feminino popular revolucionário com a concepção proletária para o movimento de mulheres. Como demonstração desta decisão, no dia 8 de março de 1995, reunimos centenas de companheiras para homenagearmos as mulheres que participaram da luta revolucionária no período da resistência à gerencia civil-militar instalada no Brasil após o golpe de 1964, entregando a antigas militantes do movimento revolucionário um diploma de reconhecimento por sua decidida participação na luta popular revolucionária, democrática e antiimperialista. A partir desta data avançamos na construção de um vigoroso Movimento Feminino Popular fundado em janeiro de 2000.

Celebrando também o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora saudamos orgulhosas de nossa condição feminina a todas as mulheres do nosso heroico povo, as operárias, as camponesas, as trabalhadoras do comércio, do transporte e demais serviços, as trabalhadoras funcionárias públicas, as trabalhadoras domésticas e donas de casa, as estudantes, as profissionais liberais, intelectuais e artistas progressistas, saudamos as jovens, as adultas e as anciãs, saudamos todas as crianças de nosso país, afirmando a esperança de um Novo Mundo com a certeza da luta classista e revolucionária.

Glorificamos a memória das heroínas de nossa classe e exaltamos seu para todo sempre luminoso exemplo expressos em Louise Michel (francesa), Jenny Marx (alemã), Clara Zetkin (alemã) Rosa Luxemburgo (polonesa), Alexandra Kolontai (russa), Chiang Ching (chinesa), Tina Modotti (italiana), Olga Benário (alemã), Augusta de la Torre Carrasco e Yovanka Pardavé Trujillo (peruanas).

Saudamos as mulheres de nosso povo, reverenciando a memória das combatentes, que na história da luta de classes no Brasil dedicaram suas vidas à revolução. Sobretudo aquelas que encarnaram de forma mais profunda a ideologia do proletariado e, de armas nas mãos, lutaram pela destruição do velho Estado burocrático-latifundiário e pela Nova Democracia e pelo Socialismo no Brasil e o Comunismo em todo o mundo. Saudamos estas intrépidas combatentes brasileiras nas figuras das companheiras combatentes da Guerrilha do Araguaia, militantes do Partido Comunist

a do Brasil: Dinalva Oliveira Teixeira (Dina), Helenira Resende (Fátima), Maria Lúcia Petit (Maria), Dinaelza Santana Coqueiro (Mariadina), Luzia Reis (Baianinha), Suely Kanayama (Chica), Lúcia Maria de Souza (Sônia), Luiza Garlippe (Tuca), Jana Moroni Barroso (Cristina), Áurea Valadão (Elisa), Maria Célia Correa (Rosa), Telma Regina Correia (Lia), Walkiria Afonso da Costa (Walk).

Por fim, saudamos as mulheres proletárias e as massas populares que combatem de armas nas mãos na guerra popular dirigida por partidos comunistas maoístas no Peru, Índia, Turquia, Filipinas e nas guerras de libertação na Palestina, Iraque, Afeganistão, Síria e outros países dominados pelo imperialismo.


Companheira Sandra Lima, presente na luta!

Viva o Movimento Feminino Popular!

Viva o dia Internacional da Mulher Proletária!

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