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FERP: SERVIR AO POVO!

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Retirado do blog ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

 

UNIR-SE ÀS MASSAS POBRES DO CAMPO E DA CIDADE!


Há um critério apenas para distinguir um estudante revolucionário: ver se está disposto à unir-se aos operários e camponeses, e se o faz na prática. Isto é o que nos ensina o Presidente Mao Tsetung.

A situação atual é de uma crescente exploração em todos os âmbitos da vida do povo, levando os mais afetados a escolher entre morrer ou lutar, isto se expressa nos indignantes fatos como o suicídio de um trabalhador de Fruna por causa dos maltratos trabalhistas, ou com a dura jornada de trabalho de 12 horas que levam os trabalhadores temporários do campo para ganhar uma miséria.

Assim, a grande burguesia e os latifundiários se enriquecem afundando mais na miséria os pobres, questão que estremece os ânimos de luta. Tudo isto é parte da situação revolucionária em desenvolvimento que faz testemunhas do despertar geral das massas oprimidas.

Por isto, não basta apenas o grande esforço atual dos estudantes nas ruas. A tarefa impostergável é unir-se firmemente aos pobres da cidade e do campo.

Na cidade, a FERP [Frente Estudantil Revolucionária e Popular] tem brigado por se unir aos moradores de comunas como Cerro Navia e La Granja, mobilizando estudantes às tarefas como reforço escolar e organizar os vizinho para resolver problemas concretos como a limpeza nas moradias. Isto serve para que o povo confie em suas próprias forças e deixe de confiar no velho Estado, que não serve ao bem comum, senão que combate ao povo.

Isto se faz a patir do Maoísmo, da ideológia científica do proletariado, que parte da concepção de que são as massas que fazem a história, e não os indivíduos isolados, o que nos move indeclinavelmente a servir ao povo.

Porém, a tarefa mais importante é fortalecer a unidade com os camponeses e a luta mapuche [povo indígena que historicamente habita as regiões do Chile, Peru, Bolívia e Argentina]. Que são os setores mais oprimidos e que levam a luta mais avançada, contra a propriedade latifundiária.

Então, viajar às comunidades mapuche com as Brigadas de Apoio Popular! As BAP levam à prática a unidade entre a luta dos estudantes com as comunidades mapuche.

Esta unidade é necessária, sem ela nenhuma luta popular poderá triunfar definitivamente, pois hoje o velho Estado logra golpearnos com um punho só a todos os pobres separadamente, mas se nos unirmos, nada nem ninguém poderá deter a força do povo Mapuche e Chileno.




 

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