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O que Luis Inácio e os politiqueiros da burguesia pensam do Povo:

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Começou na televisão e no rádio, há poucos dias, o horário eleitoral gratuito. Há muito associado no imaginário popular como representação máxima da mentira e do cinismo, a cada ano que passa os postulantes aos diferentes cargos se superam na disputa particular de quem beija mais criancinhas ou aparece inaugurando mais obras.

Os próprios “analistas políticos” dos monopólios de imprensa, ícones-mor do reacionarismo e da estupidez, já admitem que muito mais importante que qualquer “programa” ou “debate” (eles, na verdade, há muito deixaram de existir na politicagem oficial do País) é o marketeiro que os concorrentes no pleito contratam. Basta lembrar do recente “Lulinha paz e Amor”, uma grotesca criação do publicitário Duda Mendonça, ou olhar com espanto que a cada semana que passa a candidata pelo PT Dilma Roussef tem uma cara diferente, para comprovar o que está dito.

Mas é na confrontação com a realidade que tal espetáculo de incomparável cinismo, regado com bilhões de reais arrancados do trabalho produzido pelo nosso povo, vem a tona em toda a sua monstruosidade. Nada é mais revelador do significado dessas eleições, como único espaço em que se afirma a existência de uma suposta “democracia” no País, do que a confrontação com a realidade vivida pelas massas. Realidade da qual esses politiqueiros reacionários fazem o máximo possível para manter o máximo de distância.

Reproduzimos vídeo que circulou na Internet, e que foi amplamente divulgado, que mostra bem qual a verdadeira face de Lula e de um dos seus mais fiéis cães de guarda nos últimos tempos, o senil e indigente governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral. Esses senhores caminham por uma favela no Rio de Janeiro quando um jovem adolescente, morador da comunidade, os interpela e relata dificuldades vividas no dia-a-dia. Questiona o fato da piscina, supostamente construída para a população do local (na verdade, para aparecer no horário eleitoral), ficar fechada a maior parte do tempo e também o fato de acordar todos os dias com o famigerado “caveirão” na porta da sua casa.

Tais fatos, que são comuns em qualquer favela e bairro pobre, são suficientes para o fascista Cabral xingar (é isso mesmo, literalmente) o jovem, e, o que é sintomático, tentar qualifica-lo como “traficante”. Luis Inácio, que recente filme pastelão pintou como “homem do povo”, preocupa-se sim com a situação: na medida em que uma piscina fechada pode trazer um imenso “prejuízo político” para a imagem do governo...

O jovem, na sua ingenuidade, se dirige a Luis Inácio para relatar sobre a repressão imposta sobre ele e seus companheiros de bairro, que tem no Caveirão (carro blindado da polícia carioca) seu símbolo máximo. Mas isso, há que se dizer, não é novidade para o operário-padrão do imperialismo: em primeiro lugar, a escalada do Estado policial não é um fenômeno carioca mas é sim uma política permanente do Estado brasileiro, ditada desde Washington, de guerra de baixa intensidade contra os pobres. Basta ver o que faz a famigerada Força Nacional de Segurança, criada durante o governo do PT, em todo o Brasil, como na repressão às massas durante os jogos pan-americanos de 2007 ou recentemente no Nordeste após as chuvas de junho, ou que faz o Exército reacionário e vendilhão no Haiti, para comprovar o que dizemos. Em segundo lugar, no que diz respeito à “cidade olímpica” do Rio de Janeiro, laboratório das políticas fascistas para o restante do país, o governo Lula, através de programas como PRONASCI e PAC das Favelas é o patrocinador não só dos “Caveirões” como de toda essa política horrenda de criminalização da pobreza. Nos último ano de 2009 a PM carioca assassinou em média 2,9 pessoas por dia, mantendo-se com folga como a polícia mais assassina do mundo. Não são só as mãos de Sérgio Cabral, senão também as de Lula, que estão manchadas de sangue.

Conclamamos todos a reproduzir tal vídeo, e outros, em listas de e-mails, sítios, blog’s, etc. É necessário responder à contrapropaganda mentirosa da reação com uma elevação da propaganda democrática e revolucionária de repúdio à Farsa Eleitoral e esfregar na cara desses politiqueiros sanguessugas a realidade, aquela mesma que eles e seus marketeiros se esforçam para manter longe do horário eleitoral. Um dia, quando as massas operárias e camponesas estiverem no Poder, lembraremos desses antigos sufrágios eleitorais como sinônimo e emblema da velha sociedade derrubada, sinônimos que são do arrivismo e do que há de pior nesse capitalismo burocrático corrupto e assassino. Quanto aos politiqueiros que os protagonizam, estejam certos: as massas não esquecerão os seus crimes.

Não Votar!

Abaixo a farsa das eleições podres e corruptas!

 

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