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CHILE: Segue firme a rebelião popular contra a “reforma” na educação de Bachelet

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Dezenas de milhares de professores participaram de uma manifestação em Santiago, Chile, nesta segunda feira, dando início à uma greve contra a “reforma” na educação imposta pela gerência de Bachelet, que, entre outras medidas, estabelece aumento salarial condicionado a avaliações dos docentes (“coincidentemente” da mesma forma que anunciado no documento Patria Educadora da Secretaria de Assuntos Estratégicos da gerência Rousseff-PT/FMI) e prevê o financiamento pelo Estado Chileno de Instituições de Ensino Superior (também à cópia de PROUNI e FIES da contra-reforma implementada por Lula/Dilma-PT/FMI)

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Nas últimas semanas também tem ocorrido por todo Chile intensos protestos com a presença massiva de centenas de milhares de estudantes que tem sofrido com intensa repressão policial. Os estudantes tem se colocado pelo direito de livre manifestação, contra “reforma” imposta por Bachelet e exigem reais mudanças no sistema educacional chileno, entre elas: fim das terceirizações, fim do financiamento de instituições privadas de ensino e participação ativa da comunidade escolar na gestão das escolas.

No dia 28 de Maio, após um extenso dia de protestos estudantis no Chile, durante uma grande manifestação noturna com mais de cem mil pessoas pelo centro de Santiago, os manifestantes se concentraram em frente à casa de Governo, ergueram barricadas e resistiram à violência policial com paus e pedras. Neste dia, mais de 172 manifestantes foram detidos e nove policiais ficaram feridos.

Em Valparaíso, também foi realizada uma marcha, que contou com a presença dos pais de Rodrigo Avilés — estudante em coma induzido, após ser atingido por jatos d’água das forças chilenas de repressão durante um protesto no dia 21 de maio.

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Durante uma manifestação em Val Paraíso, no dia 14 de Maio, foram assassinados dois jovens, Exequiel Borvarán, 18, estudante do primeiro ano de psicologia, e Diego Guzmán, 25, estudante de Previsão de Riscos e integrante das Juventudes Comunistas, ambos alunos de um centro universitário de Viña del Mar. Eles estavam colando cartazes e  pixando o muro de uma casa quando um homem saiu de dentro da casa e atirou nos jovens. Ele depois foi detido.

 

Abaixo a “reforma” educacional de Bachelet e Banco Mundial!

Viva a juventude combatente do Chile e de todo mundo!

Rebelar-se é justo!

 

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