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Educação
Qua, 18 de Agosto de 2010 Educação
Trabalhadores em educação votam pela manutenção da Greve

 

Os dias 02 e 09 de agosto ficarão marcados para os trabalhadores de Goiânia. Tais datas correspondem aos dias em que a greve, já histórica, dos funcionários da rede municipal de ensino foi mantida, mesmo com todos os ataques do oportunismo de PT e CUT, que dirigem o sindicato da categoria. As principais reivindicações são o pagamento do piso salarial nacional de R$1312,85 para os professores com carga horária de 30h semanais e o plano de carreira para os agentes administrativos e os trabalhadores manterão a greve até conseguirem tais objetivos.

A greve, iniciada em 20 de maio, conta com um grau de mobilização nunca visto antes: 95% de professores e agentes administrativos parados! O Comando de Greve - legítima direção dos trabalhadores da educação, já que os pelegos do sindicato tentam acabar com a greve desde o seu início – têm organizado atividades praticamente todos os dias.

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Ter, 13 de Julho de 2010 Educação

logo_ideb No dia 1º de julho último, o Ministério da Educação e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) divulgaram o resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) 2009. O resultado, festejado pelo governo federal, veio a público logo em seguida o anúncio de corte de 1,2 bilhão de reais do orçamento do Ministério da Educação para o ano de 2010 o que, somado ao primeiro contingenciamento já efetuado no princípio do ano, já significa uma subtração de R$ 2,34 bilhões dos já parcos recursos disponibilizados para o MEC  no ano corrente.

Fernando Haddad, o ministro mentiroso, já correu aos monopólios de imprensa para dizer que isso “em nada afetará” o quadro –já crônico- do ensino público no Brasil. O que torna tudo isso ainda mais monstruoso é o fato, apontado pelo MEPR em recente artigo, de no final do ano passado o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ter liberado uma linha de crédito (com juros inferiores ao do mercado) para as universidades privadas no valor de R$ 1 bilhão, ou seja, concedeu ao ensino superior privado o equivalente do que subtraiu, pouco meses depois, do orçamento da pasta da Educação. O argumento do governo Banco Mundial/Lula, endossado pelo BNDES, foi o mesmo que o utilizado por esse banco estatal para doar dinheiro público aos gigantes do capital monopolista internacional para que possam sem riscos dilapidar as riquezas do nosso país: o combate à “crise econômica”.

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Sex, 02 de Julho de 2010 Educação

 

Polcia_contra_professores_de_Goinia O MEPR – Movimento Estudantil Popular Revolucionário - se solidariza com a justa rebelião dos professores em luta por seus direitos. A situação do ensino em nossa cidade, de sucateamento da educação municipal e arrocho salarial aos trabalhadores da educação é uma situação que só  será resolvida com luta e mais luta.

Falta de funcionários administrativos nas escolas, o fato de os agentes educativos dos CMEI’s não possuírem plano de carreira e principalmente o não cumprimento do piso nacional do magistério (de R$1312,85) demonstra o quanto a prefeitura trata com descaso a questão do ensino público.

Nós, estudantes democráticos e revolucionários, defendemos os professores grevistas organizados em seu legítimo Comando de Greve, que estão organizando ações cada vez mais radicalizadas e combativas, pois este é o único caminho para conseguirmos vencer.

 

Assim, saudamos os professores que têm dado suor e sangue, sofrendo com a repressão do Estado reacionário e da prefeitura do PT; saudamos todos que tem construído essa furiosa tempestade em defesa da educação; e todos os que não medem esforços na luta contra o oportunismo do SINTEGO, que tenta o tempo todo sabotar a greve.

Defender com unhas e dentes o ensino público e gratuito, e por escolas sirvam ao povo. Essa deve ser uma bandeira de luta de professores e estudantes!

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Dom, 13 de Junho de 2010 Educação

Magnatas_do_ensino_privado_de_nada_podem_reclamar Em plena euforia pela realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, e em meio a mais uma bilionária campanha eleitoral, o governo do oportunista-mor Luis Inácio anunciou mais um fato que desmascara bem a que serve exatamente o gerenciamento do velho Estado pela “esquerda oportunista”: o corte de mais 1,2 bilhão no orçamento do Ministério da Educação para 2010, tornado público em 31 de maio último.

Diga-se de passagem, inclusive, que este já é o segundo corte na pasta desde o início do ano: logo após a aprovação do Orçamento da União pelo Congresso Nacional o governo já havia anunciado redução em relação ao estabelecido –o tradicional contingenciamento. No total, o orçamento do Ministério da Educação será R$2,34 bilhões menor que o valor aprovado pelo Congresso. O ministro demagógico Fernando Haddad, um dos mais escolados demagogos deste gerenciamento oportunista, logo correu a dizer que isso em nada compromete seus “projetos”...De fato, se a intenção é radicalizar ainda mais a proliferação do ensino privado e o processo de sucateamento das instituições públicas de ensino, pode-se dizer que não há nada de novo no front.

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Seg, 31 de Maio de 2010 Educação

Nós do MEPR reproduzimos abaixo Carta divulgada pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos que condena a perseguição política e a ameaça  à integridade física e moral da professora Marilsa Miranda de Souza, do Departamento de Educação da Universidade Federal de Rondônia. Após uma legítima greve estudantil, deflagrada no início do ano letivo no campus de Rolim de Moura da UNIR, e que durou quinze dias, os setores mais reacionários da Universidade se uniram e passaram a atacar de maneira covarde e baixa aos estudantes e professores que não aceitam as precárias condições da educação pública no nosso país e exige, igualmente, a democratização das universidades.

A Carta Aberta teve adesão de inúmeras entidades, organizações e intelectuais brasileiros, demonstrando que a provocação fascista nas universidades, a tentativa de criminalização de seus setores combativos, não passará impune.

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Qua, 14 de Abril de 2010 Educação

PM_paulista_reprime_combativa_manifestao_dos_professores É com muita satisfação e solidariedade classista que nós do MEPR lemos a Carta redigida pelo Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação dirigida aos estudantes dos cursos de Licenciaturas e Pedagogia. Na realidade essa luta com unhas e dentes em defesa da educação pública e gratuita é a mesma que temos travado há uma série de anos e que expressa-se, atualmente, na luta para derrotar a contra-reforma na Universidade e em defesa da Escola Pública, com um ensino verdadeiramente estimulante, científico e à serviço do nosso povo.

E isso se torna ainda mais verdadeiro quando somos obrigados a assistir toda uma verdadeira campanha movida pelos terroristas monopólios dos meios de comunicação e os oportunistas ora instalados no gerenciamento do velho Estado no sentido de estipular um piso salarial nacional das polícias civil e militares em três mil reais enquanto que, não obstante, em cidades como o Rio de Janeiro, por exemplo, o salário inicial de um professor de ensino fundamental (por 40 horas de trabalho semanal) é estipulado em R$874,22 reais. É realmente infame, mas é isso a que assistimos!

Por isso mantemos nosso princípio, o qual temos praticado nos últimos anos, de manter as páginas de nosso sítio e de nossos jornais abertas a todos os setores democráticos e combativos que têm se levantado na luta em defesa da educação pública e gratuita e contra a sanha furiosa que a ela tem erguido os setores mais descarados da reação (como a apoiadora do regime militar e porca revista Veja, que em recente matéria colocou a culpa da “crise” da educação brasileira exatamente sobre...os professores!). E, no caso dessa Carta do MOCLATE, não é desnecessário frisar, nosso grau de acordo político é ainda maior pois, assim como nós temos sustentado, encaram a luta em defesa da educação de forma inseparável da luta contra esse velho Estado reacionário brasileiro e pela construção de uma nova sociedade.

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Ter, 06 de Abril de 2010 Educação

Combativa_greve_dos_servidores_da_UNIMONTES_em_2008 O Movimento Estudantil Popular Revolucionário – MEPR apoia, incondicionalmente, a greve dos servidores da UNIMONTES e as paralisações e mobilizações dos professores. Servidores e professores da UNIMONTES lutam por condições dignas de trabalho, reajuste salarial, democracia e autonomia universitárias.  Os servidores reivindicam reajuste salarial que não ocorre há vários anos, sendo que a situação chegou ao ponto de um técnico de enfermagem ou administrativo receber 470,00 reais, menos de um salário mínimo. Já os professores lutam pela completa isonomia entre professores efetivos e efetivados e em protesto ao não atendimento da pauta de reivindicações por parte da reitoria e do governador Aécio Neves, que se arrasta desde a greve de 2008.

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Qua, 25 de Novembro de 2009 Educação

Seguimos na importante tarefa que cabe ao movimento estudantil de dar resposta aos ataques cerrados a que vem sendo submetida a educação pública em nosso país. Seguindo estrita e direta intervenção do imperialismo e suas “fundações” através da ação cada vez mais nefasta do monopólio dos meios de comunicação e das burocracias universitárias, corrompidas e distantes totalmente da realidade de estudantes, funcionários e professores, os governos de turno têm se esmerado, sucessivamente, em atacar o ensino público, sua qualidade e seu próprio caráter, tornando as universidades cada vez mais adequadas à estrutura econômica de um país semicolonial como o nosso. O governo do PT, particularmente, com o vergonhoso apoio da UNE, tem sido sem sombra de dúvida o maior inimigo dos estudantes nas últimas décadas pois que suas contra-reformas retomam e aprofundam no essencial os acordos MEC-USAID do regime militar que FHC tentou sem sucesso implementar.

Reproduzimos abaixo artigo do professor da UFRJ e militante do ANDES-SN Roberto Leher. Já temos tratado, embora brevemente, do “novo” ENEM em outras oportunidades. O presente artigo aprofunda e acrescenta novos importantes elementos sobre o tema.

Estudar e conhecer profundamente a educação, seu conteúdo e seu caráter de classe, bem como dos ataques perpetrados contra ela, é uma tarefa fundamental de todos os estudantes. A conclusão é lógica: investigar e conhecer os ataques para combate-los; investigar e conhecer a educação para coloca-la à serviço do povo e da revolução.

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Ter, 17 de Novembro de 2009 Educação

O ENEM representa a restrição do conhecimento nos currículos do ensino médio

nibus_escolar_em_Pilar_do_Gois_GO A reestruturação curricular imposta pelo governo FMI/Lula às escolas sem qualquer debate com professores, pais e estudantes representa a adaptação dos currículos do ensino médio à unificação do vestibular por meio do “novo” ENEM. A imposição da reformulação nacional dos currículos no ensino médio na rede pública e a unificação do vestibular por meio do ENEM compõem um mesmo conjunto de ataques à educação. Tais medidas são partes do demagógico PDE – Plano de Desenvolvimento da Educação e têm como lógica a restrição do acesso ao conhecimento, visando adaptar a formação na etapa final da educação básica às necessidades do mercado.

O ENEM molda os currículos do ensino médio aos ditos “eixos cognitivos comuns a todas as áreas”, restringindo o acesso do jovem ao conjunto dos conhecimentos científicos elementares que deveriam lhe propiciar uma sólida formação geral, uma vez que quando o estudante ainda no 1° e/ou 2° ano do ensino médio e, portanto, começa ter acesso às noções elementares de física, química, biologia, geografia, história, etc., têm de decidir, prematuramente, pela especialização em determinada área.

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Ter, 17 de Novembro de 2009 Educação

usp_2 Apenas poucos meses após a segunda grande jornada de manifestações na USP, contra a perseguição e demissão de ativistas e contra a UNIVESP (Universidade Virtual do Estado de São Paulo), novos episódios de enfrentamentos entre a REItora Suely Vilela e os setores democráticos da universidade voltam a ocorrer.

As eleições para a reitoria da USP funcionam segundo o famigerado mecanismo da Lista Tríplice, ou seja, é o governo quem dá a palavra final sobre quem dos três candidatos mais votados tomará posse. Contra a arbitrariedade de um processo eleitoral como esse e contra a “caça às bruxas” promovida pela reitoria contra os ativistas daquela universidade (vale lembrar que foi essa sra. Suely Vilela responsável, juntamente com o governo Serra, pela demissão política de Claudionor Brandão-presidente do Sindicato dos Trabalhadores da USP) os estudantes e os funcionários principalmente, juntamente com outros professores progressistas, têm realizado várias manifestações para denunciar a farsa das eleições anti-democráticas na USP.

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