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Educação
Qua, 12 de Julho de 2017 Noticias - Educação
 

Retirado do Portal do ANDES, com informações e imagem da Asduerj-SSind

Por salários e orçamento, docentes da Uerj decretam greve

Diante do cenário caótico da educação superior estadual do Rio de Janeiro, em que os servidores não recebem salários há três meses e não há condições financeiras de manutenção das atividades acadêmicas, os docentes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) decidiram entrar em greve a partir de 1º de agosto, data prevista para o início do semestre letivo. A decisão foi tomada em assembleia geral realizada na quinta-feira (6).

Em nota, a Associação dos Docentes da Uerj (Asduerj – Seção Sindical do ANDES-SN) explicitou a posição da categoria sobre a impossibilidade de iniciar o semestre letivo. “Três meses após a decisão da Reitoria da Uerj de iniciar as aulas do semestre de 2016.2, mesmo sem salários e bolsas em dia, com o bandejão parado e inúmeras incertezas acerca das condições de funcionamento da Universidade, estamos encerrando de forma melancólica o semestre. Semestre este que foi reduzido a 13 semanas, com indubitáveis prejuízos acadêmicos”, diz a Asduerj-SSind.

Resistimos e chegamos ao fim do semestre, mesmo que aos trancos e barrancos. Mas, decididamente, não dá para iniciar o próximo semestre deste mesmo jeito. Por isso, nós docentes demos um basta: ou o governo estadual paga o que nos deve ou não iniciaremos o próximo semestre”, completa a nota da Asduerj-SSind. Uma nova assembleia para discutir a mobilização da categoria está marcada para o dia 1º de agosto.

 
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Qua, 05 de Abril de 2017 Noticias - Educação

O MEPR e a UV-LJR, interviram no último dia 31 de Março, em manifestação convocada pelo sindicato dos professores do município de Juazeiro – APLB, contra a “reforma” da previdência de Temer e sua quadrilha.

Os jovens fizeram panfletagem em defesa da vida e saúde do Presidente Gonzalo e levantaram uma faixa que chamou muita atenção convocando à rebelião contra os ataques à educação.

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Sex, 31 de Março de 2017 Noticias - Educação


A desmoralizada gerência Temer (PMDB/PSDB) tem acelerado os ritmos de trabalho de sua equipe de propaganda, numa tentativa de fazer melhorar (ou ao menos não piorar) seus sofríveis índices de aprovação e tentar aplastar a fúria popular, facilitando seu trabalho de aplicar ao máximo o programa exigido pelo imperialismo. Dentre as propagandas, ganhou grande destaque e bastante tempo nas telas a que se refere a contrarreforma do Ensino Médio, não é de se estranhar, visto que a juventude tem sido uma das principais fontes da dor de cabeça das últimas gerências do Velho Estado brasileiro. Mas de que se trata esta dita Reforma? E principalmente, a quem ela serve?

Num raro (e breve) momento de honestidade, a propaganda admite a situação vergonhosa em que se encontra o Ensino Médio brasileiro, somente é claro para fazer passar como benéficas as propostas de desmonte que visa implementar com a antiga MP 746, agora Lei 13.415 de 16/02/2017. De fato, o Ensino Médio não é nada atrativo, tem baixíssimo rendimento e estrutura completamente sucateada. Para se ter uma ideia melhor da situação, as taxas de rendimento das escolas públicas regulares contemplam 13% de reprovação e 8% de abandono, respectivamente 18% e 10% só no 1º ano (MEC, INEP, 2015). Dos jovens entre 15 e 17 anos 35% ainda estão no Ensino Fundamental, e 17% fora da escola; dos jovens entre 18 e 24 anos, 32% não concluíram o Ensino Médio e não estão estudando. Isso sem falar nas condições materiais e estruturais (41% das escolas sem saneamento básico). Todos esses são sintomas de uma política educacional conduzida por um Estado semifeudal e semicolonial, e que não poderão ser resolvidos com uma simples canetada.

Mas quanto a isso não há problema, afinal, o “Novo” Ensino Médio não tem a menor intenção de solucionar nenhum dos traços deste cenário.

 
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Seg, 27 de Março de 2017 Noticias - Educação

MEC (PMDB/PSDB) QUER ACABAR COM A GRATUIDADE NO ENSINO SUPERIOR!

Retirado de Proifes

Em audiência com  dirigentes do Proifes-Federação, a secretária executiva do ministério da Educação (MEC), professora Maria Helena Guimarães de Castro, defendeu veementemente a cobrança de mensalidades nas universidades e institutos federais. A reunião, em Brasília, ocorreu no dia 16 de fevereiro passado.

Os dirigentes do Proifes haviam marcado o primeiro encontro do ano como governo para apresentar a pauta de reivindicações da categoria: pontos não implementados do acordo de 2015, isonomia da  carreira EBTT  e o  reajuste salarial deste ano. Mas a conversa, de quase uma hora, foi praticamente toda sobre as contas das universidades.

“Eu sou de universidade, defendo a educação pública, mas acho que temos de olhar para a situação real. Não podemos criar situações incompatíveis  com  o mundo que estamos vivendo, de queda de receita, de mudança no paradigma da economia do país. Nós só aumentamos em folha de pagamento”, começou a secretária, antes mesmo  de  Eduardo Rolim, presidente do Proifes, terminar de apresentar a pauta.

Logo depois a secretária citou as realidades do ensino superior em Portugal, Inglaterra, França e Alemanha. “Aliás, nem sei ainda que países têm universidades públicas plenamente gratuitas para todos, in dependente da situação socio- econômica. O Brasil não pode ficar fora do mundo real”, disse maria Helena.

Foi quando Rolim comentou: “A nossa posição sempre foi de que a graduação e a pós-graduação não devem  ser  cobradas,  até  por questão  de realidade nacional,  diferente  do   Brasil para os outros países”. E a secretária   interferiu:   “Ah,  mas vai  ser.  Sinto  muito,  mas  vamos (cobrar mensalidades)”.

Maria Helena acredita que a USP, em crise financeira, logo começa a cobrar mensalidade. “E quando a maior universidade pública do país começar a  cobrar,  as  outras  vão cobrar, porque você quebra uma barreira”, disse a secretária.

Rolim tentou argumentar que a medida exigiria uma reforma constitucional. “Mas tudo é possível”, rebateu  Maria Helena. “Não acabamos de votar várias PECs? Até a PEC do Teto nós votamos”, concluiu. Rolim voltou o assunto à pauta de reivindicações do Proifes. Maria Helena saiu mais cedo da reunião e o governo ficou de marcar novo encontro com a Federação.

 

 
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Seg, 22 de Agosto de 2016 Noticias - Educação

É errada a noção de que o projeto “Escola Sem Partido” vai livrar nossas escolas da influência nefasta das diversas frações do Partido Único das classes dominantes. Sob o manto de combate ao PT, o despotismo desta proposição é um ataque ao pensamento livre, ao exercício da profissão docente e à liberdade de crítica. É preciso, pois, compreender o que está por trás de toda esta campanha falsa de “limpeza do país”.

Três meses após a queda do gerenciamento oportunista de PT/Pecedobê, quando as classes dominantes de nosso país depositaram sua esperanças no novo governo interino de Temer/PMDB, este acelera a política do ajuste fiscal e corte nos direitos básicos que já vinha sendo implementada nas gerências anteriores. Porém, mesmo fora da administração central do Estado fascista brasileiro, PT e seus congêneres seguem prestando valioso serviço às grande burguesia e ao latifúndio, serviçais do imperialismo, se esforçando por utilizar mais uma vez sua capa de “esquerda radical”, porém sem jamais cogitar ultrapassar aos limites da velha e decrépita ordem vigente.

O PT (que nunca teve nada de revolucionário, socialista ou comunista) desde sua fundação vem prestando à reação o importante papel de manchar a honrada bandeira vermelha dos revolucionários de todo o mundo, principalmente quando ocupam seus lugarzinhos rendosos na burocracia estatal para implementar a mesma política nefasta das outras siglas do Partido Único das classes dominantes, política de demagogia, corrrupção e subjugação nacional, só que disfarçada de esquerda.

Após enganar os desavisados durante vários anos (hoje engana cada dia menos) esta agremiação oportunista e eleitoreira segue servindo como lenha na fogueira da reação, do anticomunismo ferrenho e do fascismo mais descarado. Estes tem conquistado posições entre setores populares, principalmente na pequena e média burguesias, com um falso discurso anticorrupção, de limpeza do país e para limpar “os estragos que o PT deixou”. Mal sabem eles que esta legenda oportunista nada aplicou a não ser as medidas ditadas diretamente pelo Banco Mundial, FMI e demais organismos de transmissão dos ditames do imperialismo, principalmente ianque.

O depotismo do “Escola sem Partido”

Dentre as principais conquistas da reação mais infame, está a popularidade do famigerado projeto "Escola Sem Partido", liderado pelo advogado Miguel Nagib, famoso falastrão anticomunista. Em torno deste projeto fascista, diversas forças reacionárias se juntaram numa campanha alardeando a necessidade de fazer uma limpeza ideológica nas escolas brasileiras, combatendo o que chamam de “doutrinação ideológica”, mas que visa principalmente remover qualquer conteúdo minimamente relacionado com o marxismo, o qual, erroneamente, seus elaboradores associam ao PT e acreditam estar vivamente presente nas escolas.

 
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Qua, 08 de Junho de 2016 Noticias - Educação

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Na tarde desta última quarta-feira, 08/06/16, estudantes, professores grevistas realizaram mais um combativo ato no Centro do Rio, após o término da assembleia do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação). Na assembleia, os trabalhadores decidiram pela manutenção da greve e na saída a Polícia Militar já começava suas provocações, revistando arbitrariamente alguns estudantes. Na concentração do ato, na Candelária, as provocações da PM continuaram e estes fascistas revistaram diversos estudantes e professores, tiraram fotos e tentaram realizar prisões, mas foram impedidos pela grande mobilização e disposição de luta da juventude combatente. Pouco tempo depois, a PM tentou usar a tática fascista do “envelopamento” para impedir o ato de sair, porém, mais uma vez os estudantes não aceitaram a provocação e seguiram entoando palavras de ordem de resistência e denunciando esse aparato genocida do velho Estado.

 
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Qui, 26 de Maio de 2016 Noticias - Educação

No dia 24 de maio, terça feira, o MEPR organizou, na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, o debate com o tema: "O desmonte do ensino público e o fechamento de escolas na cidade e no campo: o papel do movimento estudantil de pedagogia" como parte da mobilização estudantil para o 36º Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia - ENEPe.

Moclate, MEPR e LCP no Debate.

 
Seg, 29 de Fevereiro de 2016 Noticias - Educação

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Na manifestação da última quinta-feira (25), que se encerrou no Ministério Público Estadual de Goiás, o promotor Fernando Krebs fez uma declaração na porta do prédio da instituição que foi acompanhada por cerca de duzentos estudantes e trabalhadores - além da imprensa - de que os Ministérios Públicos Estadual, Federal e do Tribunal de Contas do Estado, estão mobilizados para enfrentar o governo estadual no projeto das Organizações Sociais na educação.

Basicamente, o MP, assumiu a série de denúncias que o movimento contra a terceirização e as ocupações de escolas no estado já haviam elencado, isto é, as OS's são inconstitucionais por não respeitarem a Gestão Democrática da educação estabelecida pela Constituição Federal e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Além disso, se em todo país, as OS's na saúde são sinônimo de corrupção, na educação em Goiás a situação era gravíssima. As empresas foram criadas semanas antes do edital de chamamento, não contando com qualquer experiência em educação e a maioria dos donos estão envolvidos em escândalos de corrupção.

 
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Ter, 16 de Fevereiro de 2016 Noticias - Educação

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Marconi Perillo, o governador de Goiás, nacionalmente conhecido e reconhecido pelos seus crimes contra o povo (para ficar em alguns exemplos, Massacre do Parque Oeste Industrial; invasão por duas vezes da UFG, uma vez para reprimir a manifestação de motoristas do transporte alternativo assassinando um trabalhador, na outra vez destruíram vários computadores da Faculdade de Letras em que estavam arquivados o famigerado “Dossiê K”), depois de já ter entregado a saúde pública para a iniciativa privada via Organizações Sociais, anunciou que pretende privatizar as empresas urbanitárias SANEAGO e CELG, a empresa estatal de transporte público METROBUS e, via Organizações Sociais (OS's), também mais de 1/3 das escolas públicas de Goiás.

Há alguns meses fizemos uma matéria explicando como se deu a discussão final na Suprema Corte do país para a consolidação jurídica acerca das Organizações Sociais no arcabouço legal brasileiro. Na época tratamos de como essa votação foi feita a partir de um acordo entre os três poderes da República e das várias frações do seu partido único da burguesia e, sobremaneira, entre as duas frações mais proeminentes, o PT e PSDB. Afirmamos, outrossim, que esta seria uma nova maneira de destruição e entrega de serviços públicos como educação, saúde e outros.[1]

 
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Qua, 25 de Novembro de 2015 Noticias - Educação

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Privatizaram sua vida, seu trabalho, sua hora de amar e seu direito de pensar. É da empresa privada o seu passo em frente, seu pão e seu salário. E agora não contente querem privatizar o conhecimento, a sabedoria, o pensamento, que só à humanidade pertence. Bertold Brecht

 

O ano de 2015 tem sido marcado por duros golpes na educação pública desferido pela gerência federal oportunista de Dilma/PT/pecedobê/PMDB, que retirou R$ 9,4 bilhões no orçamento do Ministério da Educação, com seu projeto de “Pátria Educadora”. O novo ataque ocorreu no dia 21 de outubro, quando a Câmara dos Deputados aprovou, em caráter de urgência e em primeiro turno, o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 395/14, de Alex Canziani (PTB-PR), com um substitutivo de Cléber Verde (PRB-MA), que permite às universidades públicas cobrarem mensalidades na Pós-Graduação latu sensu (especialização), em Cursos de Extensão e Mestrado Profissional. A aprovação dessa PEC abre um perigoso precedente na privatização das universidades públicas, processo que pode ser expandido para a Pós-Graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) e, principalmente na Graduação.

 

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