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Educação
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Qua, 08 de Novembro de 2017 Noticias - Educação
    O velho Estado brasileiro deu mais um passo no sentido de privatizar completamente o Ensino Público: a cobrança de mensalidades para estudantes de graduação de universidades públicas! O oportunista e inimigo do povo Andres Sanchez (PT-SP) apresentou Projeto de Emenda à Constituição (PEC 366/2017) que prevê O pagamento dos custos do ensino superior (…) proporcional ao nível socioeconômico do estudante (…). Com a demagógica desculpa de cobrar mensalidades de estudantes com maior poder aquisitivo, o que o Congresso de Bandidos realmente pretende é criar precedente e abrir mais brecha para a cobrança de taxas e mensalidades de todos os estudantes, independente de sua condição socioeconômica.
    Outro nefasto aspecto da PEC 366 é que é admitida  a  possibilidade  de  pagamento  sob  a  forma  de prestação  de  serviço  profissional (…), ou seja, a mensalidade cobrada dos estudantes será paga ou em dinheiro ou em trabalho. Isso coloca diretamente em risco as bolsas de pesquisa, estágio, monitoria e mesmo o funcionalismo público das universidades, afinal por que o Estado pagará bolsas ou contratará servidores técnico-administrativos quando haverá oferta de mão-de-obra gratuita e qualificada?
    Mais uma vez a UNE (PT-pecedobê) demonstrou seu caráter traidor e capitulador ao se resumir a “fazer uma blitz na Câmara” para “convencer” os deputados a não aprovarem o projeto. Esse tipo de prática só serve a alimentar ilusões e legitimar o velho Estado burguês-latifundiário serviçal do imperialismo, principalmente ianque, e suas instituições podres e corruptas. A isso opomos a luta independente, combativa e radicalizada das massas, como nos apontaram os companheiros da UERJ em sua vitoriosa Ocupação do Bandejão.
    Repudiamos qualquer tentativa de cobrança de taxas e mensalidades em universidades públicas e convocamos a todos os estudantes a levantarem uma grande luta contra a privatização do ensino público. Aproveitamos para reiterar o chamado para a construção de um combativo Dia Nacional de Luta em Defesa do Ensino Público no dia 23 de novembro e que está sendo convocado e construído nacionalmente pela Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia (ExNEPe) com as consignas geral Abaixo a privatização da universidade brasileira! e específicas Contra a falsa regulamentação da profissão do Pedagogo! / Abaixo a intervenção privatista do governo Temer na Pedagogia!

Abaixo a PEC 366!
Abaixo a privatização da universidade brasileira!
Rebelar-se é justo!
 
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Seg, 04 de Setembro de 2017 Noticias - Educação

Para barrar o sucateamento, o fechamento e a privatização de universidades e escolas públicas:

GREVE GERAL NA EDUCAÇÃO!

 

No início de agosto, a reitoria da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) emitiu posicionamento a respeito dos impactos no orçamento da universidade causados pelos cortes de verba para o ensino público. Apesar do Orçamento de Pessoal não ter sido comprometido, o Orçamento de Custeio sofreu corte de 10% e até a data (01/08), apenas 70% desses recursos foram recebidos pela universidade, impactando diretamente as despesas de manutenção e funcionamento da universidade (energia, água, limpeza, etc), como afirma a própria reitoria na nota. Sobre o Orçamento de Capital, a reitoria afirmou o recebimento de apenas 40% do dinheiro, impedimento o prosseguimento de projetos na universidade, aquisição de equipamentos, acervo bibliográfico, obras de engenharia, etc, que entre outras coisas, vai atrasar ainda mais, ou mesmo impedir, a realização de demandas históricas da comunidade acadêmica, como a construção do restaurante universitário, conquista da vitoriosa Greve da UNIR em 2011 e até agora não concretizada.

 

Até agora ainda não havíamos sentido na UNIR, de forma mais dura, o impacto da política de ataque às universidades e escolas públicas pelo gerenciamento do bandido Michel Temer (PMDB), que são continuidade e aprofundamento da política de sucateamento do ensino público e privatização aplicada pelos gerenciamentos anteriores de Luís Inácio e Dilma (PT) e FHC (PSDB). Para os mais atentos era evidente que essa realidade mais cedo ou mais tarde seria sentida na UNIR. Como a própria reitoria admitiu, esse cenário que se avizinha da UNIR está inserido no panorama mais amplo dos cortes de verbas pro ensino público a nível nacional.

 

Basta ter olhos e ouvidos para perceber a grave situação em que estão as universidades públicas do Brasil: servidores efetivos e, principalmente terceirizados, com salários atrasados; cortes de bolsas de assistência estudantil e bolsas de pesquisa e extensão; “recessos” forçados para reduzir custos e; o mais grave, ameaça concreta de fechamento de universidades estaduais e federais, sendo o exemplo mais dramático a UERJ.

 

Na esteira desses e outros ataques aos direitos do povo brasileiro pelo velho Estado, o Poder Judiciário dá sua chancela e cobertura legal a todas essas medidas. Expressão disso é a recente aprovação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da cobrança de taxas e mensalidades para cursos de especialização em universidades públicas, abrindo a porteira para a onda de privatização planejada pelo velho Estado burguês-latifundiário.

 

 
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Seg, 04 de Setembro de 2017 Noticias - Educação
O Brasil é atingido pela pior crise de sua história, crise cuja base é a economia atrasada de nosso país, mas que tem seus reflexos políticos, sociais, etc. O velho Estado brasileiro e todos os corruptos partidos desse podre sistema político tem realizado todo tipo de ataques aos direitos dos trabalhadores, congelamento de gastos com saúde e educação, reforma trabalhista, reforma da previdência, reforma do ensino médio, etc. A educação pública também tem sido duramente atacada e uma situação que já era ruim nas escolas e universidades públicas tem se tornado calamitosa.

Nas escolas, particularmente, a situação que se verifica no país inteiro é de extrema precarização, são péssimas condições de infraestrutura, falta tudo: desde canetas para os professores escreverem nos quadros até merenda pros estudantes; isso para não falar das condições de trabalho degradantes que os professores tem de enfrentar com turmas superlotadas, extensa e intensa jornada de trabalho e baixíssimos salários. Nessa situação dizer que a educação está ruim e precisa de uma melhoria imediata é dizer o óbvio, a questão é: como resolver esses graves problemas na educação pública?

Uma das formas, mas não a única, com que o velho Estado brasileiro tem respondido a essa questão é com a militarização das escolas, ou seja, a entrega da direção e da gestão das escolas às polícias militares dos estados. Aqui em Rondônia o gerenciamento estadual de Confúcio Moura (PMDB) está promovendo a militarização de escolas da capital e do interior, apoiado nos argumentos principais que a militarização promove: melhoria da qualidade do ensino, uma maior disciplina por parte dos estudantes, combate à delinquência e ao consumo de drogas, entre outros. Afirmamos com toda segurança que esses argumentos são falaciosos. Por quê?

Vejamos, essa tão elogiada “disciplina” nas escolas militarizadas como na atuação em geral da polícia nada mais é do que a velha repressão comum a essas instituições militares. É evidente que, com medo do castigo severo, os estudantes vão passar a ter “bom comportamento” e não por valorizarem o aprendizado, ou seja, na prática a escola vai se tornar mais uma prisão para os jovens, tendo a polícia como diretores e carcereiros. Em relação às drogas funciona da mesma forma, mas a culpa do alto consumo de drogas entre os jovens não é da escola, mas sim do próprio Estado brasileiro e das classes dominantes que estimulam e facilitam a alcoolização e drogatização da sociedade em geral e da juventude em particular pois esse é um negócio bastante lucrativo.

 
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Qua, 12 de Julho de 2017 Noticias - Educação
 

Retirado do Portal do ANDES, com informações e imagem da Asduerj-SSind

Por salários e orçamento, docentes da Uerj decretam greve

Diante do cenário caótico da educação superior estadual do Rio de Janeiro, em que os servidores não recebem salários há três meses e não há condições financeiras de manutenção das atividades acadêmicas, os docentes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) decidiram entrar em greve a partir de 1º de agosto, data prevista para o início do semestre letivo. A decisão foi tomada em assembleia geral realizada na quinta-feira (6).

Em nota, a Associação dos Docentes da Uerj (Asduerj – Seção Sindical do ANDES-SN) explicitou a posição da categoria sobre a impossibilidade de iniciar o semestre letivo. “Três meses após a decisão da Reitoria da Uerj de iniciar as aulas do semestre de 2016.2, mesmo sem salários e bolsas em dia, com o bandejão parado e inúmeras incertezas acerca das condições de funcionamento da Universidade, estamos encerrando de forma melancólica o semestre. Semestre este que foi reduzido a 13 semanas, com indubitáveis prejuízos acadêmicos”, diz a Asduerj-SSind.

Resistimos e chegamos ao fim do semestre, mesmo que aos trancos e barrancos. Mas, decididamente, não dá para iniciar o próximo semestre deste mesmo jeito. Por isso, nós docentes demos um basta: ou o governo estadual paga o que nos deve ou não iniciaremos o próximo semestre”, completa a nota da Asduerj-SSind. Uma nova assembleia para discutir a mobilização da categoria está marcada para o dia 1º de agosto.

 
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Qua, 05 de Abril de 2017 Noticias - Educação

O MEPR e a UV-LJR, interviram no último dia 31 de Março, em manifestação convocada pelo sindicato dos professores do município de Juazeiro – APLB, contra a “reforma” da previdência de Temer e sua quadrilha.

Os jovens fizeram panfletagem em defesa da vida e saúde do Presidente Gonzalo e levantaram uma faixa que chamou muita atenção convocando à rebelião contra os ataques à educação.

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Sex, 31 de Março de 2017 Noticias - Educação


A desmoralizada gerência Temer (PMDB/PSDB) tem acelerado os ritmos de trabalho de sua equipe de propaganda, numa tentativa de fazer melhorar (ou ao menos não piorar) seus sofríveis índices de aprovação e tentar aplastar a fúria popular, facilitando seu trabalho de aplicar ao máximo o programa exigido pelo imperialismo. Dentre as propagandas, ganhou grande destaque e bastante tempo nas telas a que se refere a contrarreforma do Ensino Médio, não é de se estranhar, visto que a juventude tem sido uma das principais fontes da dor de cabeça das últimas gerências do Velho Estado brasileiro. Mas de que se trata esta dita Reforma? E principalmente, a quem ela serve?

Num raro (e breve) momento de honestidade, a propaganda admite a situação vergonhosa em que se encontra o Ensino Médio brasileiro, somente é claro para fazer passar como benéficas as propostas de desmonte que visa implementar com a antiga MP 746, agora Lei 13.415 de 16/02/2017. De fato, o Ensino Médio não é nada atrativo, tem baixíssimo rendimento e estrutura completamente sucateada. Para se ter uma ideia melhor da situação, as taxas de rendimento das escolas públicas regulares contemplam 13% de reprovação e 8% de abandono, respectivamente 18% e 10% só no 1º ano (MEC, INEP, 2015). Dos jovens entre 15 e 17 anos 35% ainda estão no Ensino Fundamental, e 17% fora da escola; dos jovens entre 18 e 24 anos, 32% não concluíram o Ensino Médio e não estão estudando. Isso sem falar nas condições materiais e estruturais (41% das escolas sem saneamento básico). Todos esses são sintomas de uma política educacional conduzida por um Estado semifeudal e semicolonial, e que não poderão ser resolvidos com uma simples canetada.

Mas quanto a isso não há problema, afinal, o “Novo” Ensino Médio não tem a menor intenção de solucionar nenhum dos traços deste cenário.

 
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Seg, 27 de Março de 2017 Noticias - Educação

MEC (PMDB/PSDB) QUER ACABAR COM A GRATUIDADE NO ENSINO SUPERIOR!

Retirado de Proifes

Em audiência com  dirigentes do Proifes-Federação, a secretária executiva do ministério da Educação (MEC), professora Maria Helena Guimarães de Castro, defendeu veementemente a cobrança de mensalidades nas universidades e institutos federais. A reunião, em Brasília, ocorreu no dia 16 de fevereiro passado.

Os dirigentes do Proifes haviam marcado o primeiro encontro do ano como governo para apresentar a pauta de reivindicações da categoria: pontos não implementados do acordo de 2015, isonomia da  carreira EBTT  e o  reajuste salarial deste ano. Mas a conversa, de quase uma hora, foi praticamente toda sobre as contas das universidades.

“Eu sou de universidade, defendo a educação pública, mas acho que temos de olhar para a situação real. Não podemos criar situações incompatíveis  com  o mundo que estamos vivendo, de queda de receita, de mudança no paradigma da economia do país. Nós só aumentamos em folha de pagamento”, começou a secretária, antes mesmo  de  Eduardo Rolim, presidente do Proifes, terminar de apresentar a pauta.

Logo depois a secretária citou as realidades do ensino superior em Portugal, Inglaterra, França e Alemanha. “Aliás, nem sei ainda que países têm universidades públicas plenamente gratuitas para todos, in dependente da situação socio- econômica. O Brasil não pode ficar fora do mundo real”, disse maria Helena.

Foi quando Rolim comentou: “A nossa posição sempre foi de que a graduação e a pós-graduação não devem  ser  cobradas,  até  por questão  de realidade nacional,  diferente  do   Brasil para os outros países”. E a secretária   interferiu:   “Ah,  mas vai  ser.  Sinto  muito,  mas  vamos (cobrar mensalidades)”.

Maria Helena acredita que a USP, em crise financeira, logo começa a cobrar mensalidade. “E quando a maior universidade pública do país começar a  cobrar,  as  outras  vão cobrar, porque você quebra uma barreira”, disse a secretária.

Rolim tentou argumentar que a medida exigiria uma reforma constitucional. “Mas tudo é possível”, rebateu  Maria Helena. “Não acabamos de votar várias PECs? Até a PEC do Teto nós votamos”, concluiu. Rolim voltou o assunto à pauta de reivindicações do Proifes. Maria Helena saiu mais cedo da reunião e o governo ficou de marcar novo encontro com a Federação.

 

 
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Seg, 22 de Agosto de 2016 Noticias - Educação

É errada a noção de que o projeto “Escola Sem Partido” vai livrar nossas escolas da influência nefasta das diversas frações do Partido Único das classes dominantes. Sob o manto de combate ao PT, o despotismo desta proposição é um ataque ao pensamento livre, ao exercício da profissão docente e à liberdade de crítica. É preciso, pois, compreender o que está por trás de toda esta campanha falsa de “limpeza do país”.

Três meses após a queda do gerenciamento oportunista de PT/Pecedobê, quando as classes dominantes de nosso país depositaram sua esperanças no novo governo interino de Temer/PMDB, este acelera a política do ajuste fiscal e corte nos direitos básicos que já vinha sendo implementada nas gerências anteriores. Porém, mesmo fora da administração central do Estado fascista brasileiro, PT e seus congêneres seguem prestando valioso serviço às grande burguesia e ao latifúndio, serviçais do imperialismo, se esforçando por utilizar mais uma vez sua capa de “esquerda radical”, porém sem jamais cogitar ultrapassar aos limites da velha e decrépita ordem vigente.

O PT (que nunca teve nada de revolucionário, socialista ou comunista) desde sua fundação vem prestando à reação o importante papel de manchar a honrada bandeira vermelha dos revolucionários de todo o mundo, principalmente quando ocupam seus lugarzinhos rendosos na burocracia estatal para implementar a mesma política nefasta das outras siglas do Partido Único das classes dominantes, política de demagogia, corrrupção e subjugação nacional, só que disfarçada de esquerda.

Após enganar os desavisados durante vários anos (hoje engana cada dia menos) esta agremiação oportunista e eleitoreira segue servindo como lenha na fogueira da reação, do anticomunismo ferrenho e do fascismo mais descarado. Estes tem conquistado posições entre setores populares, principalmente na pequena e média burguesias, com um falso discurso anticorrupção, de limpeza do país e para limpar “os estragos que o PT deixou”. Mal sabem eles que esta legenda oportunista nada aplicou a não ser as medidas ditadas diretamente pelo Banco Mundial, FMI e demais organismos de transmissão dos ditames do imperialismo, principalmente ianque.

O depotismo do “Escola sem Partido”

Dentre as principais conquistas da reação mais infame, está a popularidade do famigerado projeto "Escola Sem Partido", liderado pelo advogado Miguel Nagib, famoso falastrão anticomunista. Em torno deste projeto fascista, diversas forças reacionárias se juntaram numa campanha alardeando a necessidade de fazer uma limpeza ideológica nas escolas brasileiras, combatendo o que chamam de “doutrinação ideológica”, mas que visa principalmente remover qualquer conteúdo minimamente relacionado com o marxismo, o qual, erroneamente, seus elaboradores associam ao PT e acreditam estar vivamente presente nas escolas.

 
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Qua, 08 de Junho de 2016 Noticias - Educação

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Na tarde desta última quarta-feira, 08/06/16, estudantes, professores grevistas realizaram mais um combativo ato no Centro do Rio, após o término da assembleia do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação). Na assembleia, os trabalhadores decidiram pela manutenção da greve e na saída a Polícia Militar já começava suas provocações, revistando arbitrariamente alguns estudantes. Na concentração do ato, na Candelária, as provocações da PM continuaram e estes fascistas revistaram diversos estudantes e professores, tiraram fotos e tentaram realizar prisões, mas foram impedidos pela grande mobilização e disposição de luta da juventude combatente. Pouco tempo depois, a PM tentou usar a tática fascista do “envelopamento” para impedir o ato de sair, porém, mais uma vez os estudantes não aceitaram a provocação e seguiram entoando palavras de ordem de resistência e denunciando esse aparato genocida do velho Estado.

 
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Qui, 26 de Maio de 2016 Noticias - Educação

No dia 24 de maio, terça feira, o MEPR organizou, na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, o debate com o tema: "O desmonte do ensino público e o fechamento de escolas na cidade e no campo: o papel do movimento estudantil de pedagogia" como parte da mobilização estudantil para o 36º Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia - ENEPe.

Moclate, MEPR e LCP no Debate.

 

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