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Corte de verbas na educação aprofunda o sucateamento e privatização dos Hospitais Universitários/(EBSERH).

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O desmonte dos hospitais universitários é mais um nefasto capítulo da contrarreforma universitária. A lógica é a mesma daquela seguida nos anos de 1990, no período de FHC/PSDB: Primeiro sucateamento e subtração de recursos. Segundo, campanha dos monopólios de imprensa sobre corrupção e “ineficiência”. Terceiro, a privatização.

Em dezembro de 2011, a gerência Dilma Rousseff (PT) aprovou a lei 12.550/2011, que criou a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). Trata-se de uma empresa pública de direito privado, com capital e patrimônio próprio e autonomia administrativa. A implantação da EBSERH nos hospitais-escola federais significa a alienação do maior sistema hospitalar público brasileiro, composto por 45 unidades.

Há uma relação de continuidade entre as famigeradas fundações de apoio às universidades públicas, que proliferaram nas últimas duas décadas, e a criação da EBSERH. Esta representa mais um ataque à autonomia universitária (uma vez que os hospitais ganharão autonomia de gestão frente aos Conselhos Universitários). Tal alienação liquida, de fato, o compromisso dos Hospitais Universitários com o ensino, pesquisa e extensão, transformando-os em meros prestadores de serviços.

Convêm ressaltar que a política privatista “no que se refere” aos Hospitais Universitários não é um caso isolado no gerenciamento petista, junto a ele assistimos à privatização de portos, aeroportos, estradas, estádios e do Pré-Sal (para ficar em alguns exemplos), só que os petistas e seus compadres do pecedobê como escolados oportunistas que são preferem usar termos como “leilão” e “parcerias”, para encobrir suas bravatas contra a privatização quando estavam na oposição presidencial aos tucanos.



Alguns exemplos do caráter antipovo da EBSERH:


Passados mais de três anos da imposição da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), já é possível sentir suas graves consequências, aprofundadas com a imposição do recente corte de um terço das verbas das universidades públicas federais.


O Hospital das Clínicas na UFMG está numa situação de calamidade pública: o atendimento à população já foi prejudicado pela falta de insumos básicos desde gaze a medicamentos de primeira necessidade, prejudicando também a formação dos estudantes nos cursos da área de saúde em geral.


Na UNIFESP, um dos maiores hospitais de São Paulo – o “Hospital São Paulo” – ameaça restringir o atendimento de milhares de pessoas.


Na UFAL, Alagoas, a Maternidade Santa Mônica, única a atender gestantes e bebês de alto risco, foi interditada.


As obras de reforma do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe continuam inacabadas. São três prédios que deveriam servir como maternidade, ambulatório, oncologia e salas de cirurgia. Servidores da instituição denunciam ainda assédio moral e a falta de medicamentos.


Preparar a Greve Geral contra a privatização do ensino e da saúde públicos!

Preparar a Greve Geral por tempo indeterminado, ocupando todas as escolas e universidades: somente nós estudantes, professores e servidores junto a todas as mobilizações populares que sacodem o país, num crescente movimento nacional pela deflagração da Greve Geral por tempo indeterminado, poderemos derrotar os pacotaços, fazer frente aos ataques dos diferentes governos ao nosso direito de estudar e aprender, enfrentar o sucateamento e a privatização do ensino público, conquistar a redução do preço das passagens e o passe-livre para todos os estudantes!

Preparar a Greve Geral contra a “reforma” universitária

do governo Dilma Rousseff (PT)/Banco Mundial!








 

 

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