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Internacional
Qua, 17 de Janeiro de 2018 Noticias - Internacional

Retirado e traduzido de Dazibaorojo08.blogspot.com

saibaba

Mãe, não chores por mim

Quando venha me ver, 
mãe, não chores por mim.
Não pude ver bem seu rosto
pela janela de fibra de vidro.
Se você olhasse meu corpo aleijado
Chore, mãe, não por minha ausência em casa;
Quando eu morava em casa
Eu tive muitos amigos
pelo mundo,
mas preso nesta prisão,
Anaa Cell
Ganhei muitos outros amigos
em todo o planeta;

Mãe, desespere-se,
mas não por causa da minha saúde debilitada;
quando na minha infância
você não podia pagar por um copo de leite
você me alimentou com suas palavras
com força e coragem.

Neste momento de dor e sofrimento
Eu ainda colho das forças com que
você me alimentou
Mãe, não perca a sua esperança;
Percebi que a prisão não é a morte,
mas meu renascimento,
e irei para casa,
no seu colo que me alimentou,
com esperança e coragem.

Mãe, não temas pela minha liberdade;
diga ao mundo
que minha liberdade perdida
É a liberdade conquistada para as massas.
Como todos aqueles que estão do meu lado
faça da sua causa a miserável da terra
em que minha liberdade é sustentada.

"Escrito depois que você veio me ver através da janela da sala de visita da prisão em 14 de novembro de 2017. Espero que alguém a traduzisse por você. Mãe, me perdoe por escrever isso em uma língua estrangeira que você não entende. Que posso fazer? Não consigo escrever no doce idioma que você me ensinou na minha infância em seu colo. Seu filho com amor"

G.N. Saibaba
Anda cell, Prisão Central de Nagpur
Dezembro, 2017.

 



Sobre a prisão do professor GN Saibaba, o jornal A Nova Democracia publicou na sua edição nº  185:

"Uma reportagem da agência indiana IANS informou neste 8 de março que o professor G.N. Saibaba – prestigioso intelectual revolucionário e democrata consequente – e mais quatro pessoas, dentre eles um estudante membro da União Democrática de Estudantes e um jornalista, foram condenados à prisão perpétua pelo Tribunal de Sessões de Gadchiroli (Maharashtra).

O professor G.N. Saibaba, 47 anos, possui paralisia em 90% do corpo e não pode se locomover sem cadeira de rodas. Ademais, vem sofrendo com problemas de saúde agravados pelas duas vezes que ficou encarcerado, a primeira entre maio de 2014 e junho de 2015, e a segunda entre dezembro de 2015 a abril de 2016. Saibaba chegou a ser internado em fevereiro último no Hospital Rockland, em Delhi, onde foi constatada uma pancreatite aguda que necessitará operação nos próximos meses.

Esta criminosa sentença é um ataque frontal às liberdades democráticas tão caras ao professor Saibaba, que critica duramente a escalada fascista e reacionarização do velho Estado indiano, seus crimes contra o povo, os revolucionários e os democratas.

Tal como afirmamos em AND nº 174, toda a perseguição sobre G.N. Saibaba é a prova de que o velho Estado indiano, de tão podre, reprime ferozmente até mesmo os democratas, e que sua desculpa de “combater os maoístas” significa, na verdade, combater todo e qualquer vestígio de direitos democráticos para manter a Índia afundada na semicolonialidade e semifeudalidade."

 
Sex, 12 de Janeiro de 2018 Noticias - Internacional

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Diversas organizações e movimentos democráticos e revolucionários pelo mundo tem se manifestado em repudio ao assassinato da companheira Remis Carla. Em franca demonstração do verdadeiro internacionalismo proletário, se solidarizam com a dor de seus companheiros de luta e familiares e também se unem a nos no ódio de classe contra o velho Estado brasileiro burguês-latifundiário e esta podre sociedade patriarcal a qual lhe serve. Reproduzimos a seguir as manifestações das quais já tomamos conhecimento.

A 26 de Dezembro de 2017, a Frente de Estudantes Revolucionaria e Popular (FERP) do Chile, traduziu para o espanhol e publicou as notas do MEPR e MFP sobre o assassinato da companheira e também a nota sobre o seu funeral.

Como introdução a nota, afirmam: "Con profundo pesar traducimos el comunicado del Movimiento Estudiantil Popular y Revolucionario (MEPR) y el Movimiento Femenino Popular (MFP) de Brasil, organizaciones que bregan por la Revolución de Nueva Democracia en ese extenso país, al igual que nosotros, y que en los últimos días han perdido a una de sus mejores jóvenes combatientes, a una gran hija del pueblo dedicada completamente a la causa revolucionaria del proletariado a su corta edad, quien fue asesinada y oculta por su ex novio. Saludamos a todos los compañeros y compañeras del MEPR y del MFP y expresamos que, al igual que a ustedes, esta muerte no hace más que llenarnos de odio contra el patriarcado que oprime a la mitad del mundo y contra el viejo Estado, responsable también de la muerte de estas y tantas otras hijas del pueblo."

"Com profundo pesar, traduzimos o comunicado do Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR) e do Movimento Feminino Popular (MFP) do Brasil, organizações que brigam pela Revolução de Nova Democracia neste extenso pais, assim como nos, e que nos últimos dias perderam uma de suas melhores jovens combatentes, uma grande filha do povo, dedicada completamente a causa revolucionaria do proletariado na sua pouca idade, que foi assassinada e oculta por seu ex-namorado. Saudamos a todos os companheiros e companheiras do MEPR e do MFP e expressamos que, assim como vocês, esta morte não faz mais que nos encher de ódio contra o patriarcado que oprime a metade do mundo e contra o velho Estado, responsável também pela morte desta e de tantas outras filhas do povo."

 

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Em uma segunda nota, veiculada no inicio de janeiro afirmam:

"Desde distintas organizaciones revolucionarias de Chile enviamos un saludo y homenaje a la compañera Remis Carla, militante del MEPR y MFP de brasil, incansable revolucionaria y maoísta asesinada y oculta por su ex novio el mes pasado.

A los 24 años fue arrancada de este camino, sin embargo seguirá viva en cada una de nosotras y nosotros, en cada acción que contribuya a la revolución, así también en nuestra tarea de luchar diariamente contra el patriarcado, producto de esta sociedad dividida en clases en que vivimos, en nuestra implacable batalla contra el imperialismo y todos los que oprimen al pueblo.

Sabemos que hoy su asesinato es culpa también del viejo Estado brasileño que no protege a las mujeres populares en ninguno de sus aspectos, luchamos firmemente por construir una sociedad nueva. ¡Aplastar el imperialismo y el patriarcado con la Revolución Proletaria!"

Desde distintas organizações revolucionárias do Chile enviamos uma saudação e homenagem à companheira Remis Carla, militante do MEPR e do MFP no Brasil, incansável revolucionária e maoísta assassinada e oculta por seu ex-companheiro no mês passado.

Aos 24 anos, foi arrancada deste caminho, no entanto, seguira viva em cada uma de nos, em cada ação que contribua com a revolução, assim também em nossa tarefa de lutar diariamente contra o patriarcado, produto desta sociedade dividida em classes em que vivemos, em nossa implacável batalha contra o imperialismo e todos que oprimem o povo.

 

Sabemos que hoje seu assassinato e culpa também do velho Estado brasileiro que não protege as mulheres do povo em nenhum de seus aspectos, lutamos firmemente por construir uma sociedade nova. Aplastar o imperialismo e o patriarcado com a Revolução Proletária!"

Junto com a nota, divulgam um vídeo onde militantes revolucionários erguem a bandeira do Movimento Feminino Popular do Chile e uma faixa com os dizeres "Companhera Remis: Presente na Luta! MJP*FERP". Na belíssima homenagem em vídeo, além de puxarem palavras de ordem, os militantes também cantam um trecho do Hino do MFP em espanhol:" Venceremos ao vil imperialismo / a vitória e do povo e seu fuzil!"  - https://ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com.br/2018/01/homenaje-la-companera-remis-carla.html

A revista alemã Dem Volke Dienen (Servir ao Povo), divulgou a nota completa do MEPR e MFP sobre o assassinato de Remis e também a nota sobre seu funeral traduzidas para o Alemão, além de fotos da pichação do Coletivo Vermelho de Hamburgo. Em seu texto, afirmam que a o assassinato cruel da companheira Remis, "não nos paralisa, mas apenas nutre nosso ódio de classe mais profundo contra o sistema imperialista e patriarcal". Defendendo a militancia revolucionaria de Remis, afirmam:

"Die Genossin hat in ihren jungen Jahren gezeigt, was es bedeutet, dem Volk zu dienen. Sie hat wichtige Aktionen mitgemacht und geführt. Sie hat bewiesen, dass die Pseudotheorie der sogenannten „minderwertigen weiblichen Natur“ nichts weiter ist als ein Mittel der Bourgeoisie, die Frauen weiter in ihren Ketten gefangen zu halten. Genossin Remís Carla war auf das Engste mit den Massen verbunden und wurde von ihnen geliebt. Ihr entschlossener Kampf gegen den Opportunismus, stets die Fahne des Marxismus-Leninismus-Maoismus hochhaltend, unerschrocken und gewillt, alles für die Revolution zu geben; dies alles und vieles mehr macht die Genossin zu einem leuchtenden Beispiel dafür, wie sich Frauen des Volkes entwickeln können, wenn sie nicht nur zu Schwestern im Kampfe erzogen, sondern zu Führerinnen geschmiedet werden."

" Ela participou e liderou ações importantes. Provou que a pseudo-teoria da chamada "natureza feminina inferior" não passa de meios da burguesia para manter as mulheres presas nas suas correntes. A companheira Remís Carla estava intimamente ligada às massas e amada por elas. Sua luta resoluta contra o oportunismo, mantendo sempre a bandeira do marxismo-leninismo-maoísmo, implacável e disposta a dar tudo para a revolução; tudo isso e muito mais faz com que a companheira seja um exemplo brilhante de como as pessoas das mulheres podem se desenvolver se não são apenas educadas em irmãs em batalha, mas são forjadas em líderes".

 Exigindo a puniçao de seu assassino covarde, afirmam: "Dass nun das System, gegen das die Genossin seit Jahren kämpfte, sie nun aus dem Leben gerissen hat; dass die Reaktion des alten brasilianischen Staates nun versucht, ihren Mörder ungestraft davon kommen zu lassen; all dass bestärkt uns nur noch mehr in unserem Kampf gegen den Imperialismus und das Patriarchat!"

"Que agora o sistema, que o camarada luta há anos, agora a tirou da vida; que a reação do antigo estado brasileiro agora está tentando deixar o seu assassino ficar impune; Tudo isso apenas reforça nosso compromisso com nossa luta contra o imperialismo e o patriarcado!" - http://www.demvolkedienen.org/index.php/de/lat-amerika/1974-genossin-remis-hier-im-kampf

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Na pagina da Kommunistiska Föreningen (Associação Comunista) da Suécia, foram divulgadas as imagens da Campanha Cadê Remis, além de fotos do seu funeral e os cartazes do MEPR e do MFP em sua homenagem. Na nota divulgada relembram a militância da companheira Remis junto a LCP do Nordeste e noticiam:  

"Remis deltog också i bonderörelsen LCP:s kamper och arbetade i det revolutionära området Renato Nathan 2016. Hennes begravning hölls den 24 december med mer än  300 deltagare, inklusive militanter från MFP som sjöng organisationens sånger. En stor banderoll med en målning av Remis fanns på plats under begravningen."

"Seu funeral em 24 de dezembro contou com a participação de mais de 300 participantes, incluindo militantes da MFP, que cantavam o hino de sua organização. Uma grande bandeira com uma foto do camarada também foi carregada." - http://kommunisten.nu/2018/01/02/kamrat-remis-narvarande-i-kampen/

Ao final, reproduzem as consignas:

Paulo César mördare, du kommer att betala!
Paulo Cesar assassino, você vai nos pagar!

Ned med den gamla ruttna bourgeois-godsägarstaten!
Abaixo velho Estado burguês-latifundiário!

Kamrat Remís Carla närvarande i kampen!
Companheira Remis Carla presente na luta!

 

Companheira Remis: Presente na luta!

 

Viva o internacionalismo proletário!

 
Ter, 09 de Janeiro de 2018 Noticias - Internacional

Divulgamos a seguir imagens tiradas no Rio de Janeiro de pichações feitas como parte da campanha internacional apoio à Resistência Palestina que, desde o mês passado, teve novas e maiores proporções, com a convocação, pelo Hamas, de uma nova Intifada. Este novo levantamento de massas no Oriente Médio se dá contra a decisão do genocída Donald Trump de decretar Jerusalém como capital de Israel. Em todo o mundo as massas se levantam em denúncia a mais este crime da superpotência imperialista USA.

FORA DE GAZA ISRAEL FASCISTA!

VIVA A HERÓICA RESISTÊNCIA PALESTINA!

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Qua, 13 de Dezembro de 2017 Noticias - Internacional

Retirado de: anovademocracia.com.br

Jaílson de Souza

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Jovens atiram pedras contra o agressor sionista em Ramallah, na Cisjordânia

Inúmeros protestos envolvendo milhares de pessoas estremeceram a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, em protesto contra o reconhecimento ianque da ocupação sionista sobre Jerusalém. Somado aos protestos, três foguetes foram disparados da Faixa de Gaza pela Resistência Nacional contra o Estado sionista de Israel, no dia 8 de novembro.

Os foguetes foram uma resposta à repressão brutal desatada pelo sionismo contra as massas que protestaram em Jerusalém e em Gaza contra a ofensiva ianque-sionista de usurpar a cidade de Jerusalém. Um dos foguetes atingiu a cidade de Sderot, segundo informações do Exército sionista.

Entre os dias 07 e 08/12, quando milhares de massas se levantaram, mais de dois palestinos foram assassinados na Faixa de Gaza. Um deles, Mahmoud al-Masri, de 30 anos, foi morto no leste de Khan Younis, na fronteira entre a Faixa de Gaza e o território ocupado por Israel.

Outros 53 palestinos foram atendidos em hospitais por intoxicação com gás lacrimogêneos, ferimentos por tiros ou por balas de aço revestidas de borracha ou por espancamentos, durante protestos. Dentre estes, estão ao menos seis crianças. O número geral de feridos chega a 80 pessoas, segundo o monopólio da imprensa.

A agressão sionista inclui também bombardeios contra a Faixa de Gaza, no dia 08/12, deixando ainda outras 25 pessoas feridas.



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Homens e mulheres palestinos enfrentam repressão sionista. Na imagem, dezenas de bombas de gás não são capazes de dispersar o protesto

Dia da fúria

As rebeliões explodiram logo após a convocação de Hamas para a nova Intifada, no dia 07/12. Sob os gritos de Não precisamos de palavras vazias, precisamos de pedras e fuzis e Jerusalém é a nossa capital!.

Em Ramallah, na Cisjordânia, centenas de pessoas se reuniram na praça de Al Manara e marcharam até um posto de controle militar israelense no noroeste da cidade, onde atiraram pedras e coquetéis molotov contra os soldados, no dia 07/12. Outros jovens fizeram ações semelhantes em Qalandia.

“Estamos aqui mesmo sabendo que uma pedra não pode fazer nada contra eles”, disse a jovem estudante de engenharia da informática, Mohamed, segundo o portal Palestina Libre. “Isto é a única coisa que hoje podemos fazer, e seguiremos fazendo-o!”, cravou, expressando a justa combatividade do povo palestino, próximo do posto militar atacado.

Já seu companheiro, Mustafá, mostrou pouca confiança nas medidas de rendição e capitulação da Autoridade Palestina: “Nós estamos aqui porque não esperamos que [a Autoridade Palestina] faça algo”. “Se esperássemos algo, não estaríamos aqui”, pontuou.

Em Hebron, Belém, Jericó e nas proximidades de Naplusa também houveram rebeliões.



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Combatentes da Resistência Nacional palestina, organizados no Hamas, em protesto em Belém.

 

 
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Seg, 21 de Agosto de 2017 Noticias - Internacional

 

 
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Sex, 11 de Agosto de 2017 Noticias - Internacional
Retirado de Ligaoperaria.org.br

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Protesto combativo dos Professores do Peru fechando a via de acesso ao aeroporto de Puerto Maldonado

A Liga Operária e o Moclate (Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação) saúdam a massiva e combativa greve nacional de professores do Peru. Saudamos calorosamente a justa revolta dos professores peruanos que durante os mais de 44 dias de paralisação protagonizam vigorosos protestos em várias regiões do país, como dezenas de cortes de vias públicas, como o da estrada de ferro que liga Cusco a Machu Picchu, importante destino turístico, no dia 11 de julho, e a via de acesso ao Aeroporto Internacional José Aldamiz, de Puerto Maldonado, no dia 18 de julho, além de combativas manifestações, que têm enfrentado com destemor e bravura a repressão das hordas policiais.

Repudiamos veemente a decretação de estado de emergência em vários distritos, o que demonstra mais uma vez o caráter fascista do governo peruano gerenciado pelo ianque PPK.

Saudamos a resistência dos docentes peruanos ante aos covardes ataques da gerência PPK que pratica uma violenta política de arrocho salarial contra o povo peruano e exige a aplicação de avaliações de desempenho dos docentes, política imposta por determinação do FMI visando a destruição da educação pública.

PROTESTA DE MAESTROS PROFESORES DEL SUTEP SUTE TRAS PROTESTAS EN EL AEROPUERTO

Vigorosos protestos dos professores do Peru sacodem o Peru

No Brasil, os gerentes de turno também desferem inúmeros ataques à educação pública. No estado do Rio de Janeiro, o ano letivo de 2017 na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) até hoje não se iniciou devido aos brutais cortes no orçamento da instituição; enquanto se mantêm os altíssimos gastos com os imorais juros da ilegítima dívida, propinas para os políticos etc. Na educação básica, em diversos estados e municípios, os trabalhadores do ensino sequer recebem o valor do arrochado Piso Nacional do Magistério, além das condições precárias em que estão a maioria das instituições de ensino.

As bandeiras de luta dos docentes peruanos são extremamente justas e nesse sentido o Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação e a Liga Operária se espelham na combatividade da atual greve nacional dos professores do Peru e continuam mobilizando e organizando os professores brasileiros na luta contra os ataques a educação pública, pelos direitos do povo e também no combate ao oportunismo.

Por uma educação que sirva ao Povo!

Viva a luta classista, combativa e independente!

Viva a greve dos professores do Peru!

Viva o Internacionalismo Proletário!

São Paulo, 04 de agosto de 2017

 

Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação

Liga Operária

 
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Sáb, 29 de Julho de 2017 Noticias - Internacional

Por ocasião da celebração dos 50 anos do levante de Naxalbari e da passagem dos 45 anos da morte de Charu Mazumdar, celebrados neste dia 28 de julho, publicamos a seguir um artigo de sua autoria escrito 5 anos após o levante, em janeiro de 1972, aonde o grande líder, dirigente e fundador do PCI (Maoísta) expõe a situação da Revolução Indiana, bem como da luta contra o revisionismo moderno de Kruchov.

Atualmente, passados 50 anos do levante de Naxalbari, a Índia é um farol estratégico para a revolução no mundo todo. Milhões de indianos se levantam contra o gerenciamento fascista de Modi, que avança brutalmente sobre todos os direitos do povo Indiano, cumprindo à risca com o que o imperialismo exige das colônias e semi-colônias.

A luta do proletariado, dos camponeses, da burguesia nacional, das nacionalidades oprimidas, minorias religiosas, dos povos tribais e não tribais, dos dalits, dos advasis, das mulheres, dos estudantes, dos intelectuais progressistas contra o velho Estado indiano, na sua expressão mais alta, a Guerra Popular dirigida pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta) - PCI (Maoísta), nos dá a certeza na vitória dos povos e nações oprimidas de todo mundo na sua luta por varrer o imperialismo da face da terra.

E aquilo que se vê como combustível para a chama da Revolução Indiana é a mesma pradaria que se encontra nos rincões de nosso país: massivos levantamentos camponeses em resposta aos ataques do velho Estado, levantamentos nas cidades com greves gerais contra a retirada dos direitos pelas classes dominantes reacionárias, assassinatos da população fruto dos “falsos encontros” - a mesma tática de forjar supostos confrontos armados utilizada pelas forças de repressão para justificar o genocídio do povo preto nas favelas e periferias nas cidades (os “autos de resistência) e o assassinato de camponeses em luta pela terra, no campo. Tudo isto nos mostra que a luta do povo e dos revolucionários na Índia é a mesma luta do povo e dos revolucionários no Brasil!

Na Índia, a expressão mais avançada desta luta é a Guerra Popular travada pelo Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL) e dirigida pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta), processo que teve sua origem no levantamento camponês de Naxalbari. Enfrentando todo o tipo de cerco, aniquilamentos, repressão e fascismo com que o velho Estado tenta afogar em sangue o povo da Índia, os “naxalitas” (como são conhecidos os maoístas naquele país) seguem avançando! Hoje os revolucionários controlam mais de 1/3 do território da Índia e aumentam sua influência sobre áreas que ainda são controladas pelo velho Estado, inclusive na capital, Nova Deli.

Celebrar os 50 anos do levantamento de Naxalbari é celebrar esta luta heróica travada desde a Índia, grande farol para os povos em luta de todo o mundo para seguir travando batalhas para varrer o imperialismo da face da terra e contruir um mundo novo.

Viva os 50 Anos do Levante de Naxalbari!

Viva a Guerra Popular da Índia!

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Qua, 28 de Junho de 2017 Noticias - Internacional

Reproduzimos do Blog SOMOS TODOS PALESTINOS

As escavadeiras israelenses  destruíram uma aldeia habitada pelos antigos beduínos palestinos, uma tribo que viveu nesta terra  por milhares de anos.  O estado de Israel expulsa sistematicamente os beduínos indígenas para  fora de suas terras com objetivo de abrir caminho para os  assentamentos para os colonos judios.
Whitney Webb 

Uma mulher beduína se sente sobre os restos da sua casa demolida na aldeia beduína de Umm al-Hiran, perto da cidade do sul de Beersheba, Israel, 18 de janeiro de 2017. (AP / Tsafrir Abayov)
Uma mulher beduína se sente sobre os restos da sua casa demolida na aldeia beduína de Umm al-Hiran, perto da cidade do sul de Beersheba, Israel, 18 de janeiro de 2017. (AP / Tsafrir Abayov)
 
ISRAEL - Agentes da "Autoridade de Terra de Israel" (ILA), juntamente com a polícia israelense e várias escavadeiras, invadiram e demoliram a aldeia beduina de al-Araqib na região do Negev esta semana.
A demolição marcou a 114ª vez que a ILA destruiu a aldeia,  a primeira vez  foi em 2010 e a mais recente antes da demolição de quarta-feira ocorreu  no mês passado .  
A maioria das moradias que foram demolidas na quarta-feira foram casas de lata que os próprios moradores da aldeia construíram ao longo do último mês, desde a última demolição,  para continuar tendo uma casa onde morar na área.   
Mas enquanto os moradores de al-Araqib estão lidando  com a demolição  mais recente que está destruindo sua aldeia, os colonos  judeus na região continuam a expandir-se nas terra palestina.
No ano passado, o ILA aprovou cinco novos assentamentos de colonos judeus no Negev, 2 (dois) dos quais estão localizados exatamente onde se encontram  as aldeias Beduínas palestinas "não reconhecidas" pelo estado de Israel.
Vários grupos de direitos humanos denunciam que a demolição das aldeias Beduínas está diretamente relacionada à expansão dos ilegais assentamentos das colônias de judeus,  removem a população indígena palestina e constroem ainda mais assentamentos para os colonos judeus.
Desde a criação de Israel em 1948, assentamentos de colonos brancos e judeus foram construídos sobre a terra indígena palestina depois que a população autóctone sofreu a limpeza étnica, por todos os modos,  para acomodar judeus europeus no início de suas novas vidas em Israel.
 
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Seg, 26 de Junho de 2017 Noticias - Internacional

 

Reproduzimos do CEBRASPO

DEZENAS DE PRISIONEIROS POLÍTICOS NOS CÁRCERES DE CALCUTÁ FAZEM GREVE DE FOME EM SOLIDARIEDADE E PROTESTO AS TORTURAS A REVOLUCIONÁRIA KALPANA MAITY.

Traduzimos do blog maoistroad denúncia sobre a greve de fome de cerca de 80 prisioneiros políticos e a situação que se encontra a revolucionária indiana Kalpana Maity:

“Em torno de 80 prisioneiros políticos de quatro cárceres da Índia -três dos quais se encontram em Kolkota (Calcutá)- fizeram uma greve de fome de 24 horas desde o sábado passado como forma de protesto contra a tortura infligida a comunista-maoísta Kalpana Maity, que atualmente se encontra na prisão de Alipore. A greve nas prisões de Presidency, Dum Dum, Jalpaiguri e no presídio de mulheres de Alipore começaram às 6hs da manhã e terminou na mesma hora de domingo.

Ranjit Sur, membro da Associação para a Proteção dos Direitos Democráticos, uma organização cidadã de direitos humanos, declarou que tem estado em contato com os prisioneiros e que a organização havia recebido uma queixa por escrito de Maity detalhando a tortura a que foi submetida (Fonte: Indianexpress). Nos deu a queixa escrita em sua última aparição, que foi dia 6 de este mês. Devia apresentar ao juiz também, porém não pôde apresentar sua queixa a eles na última audiência. Segundo sua denúncia, Kalpana Mayti começou a sofrer de muitas dores desde que foi transferida a prisão de Alipore. Ela sofre de diabetes, artrites e uma série de outras enfermidades.

“Ela alega que o encarregado do cárcere deu instruções a todos os demais reclusos na prisão ameaçando-os para que não a ajudem. Os outros presos foram proibidos de falar com ela, e vice-versa. Também, a obrigaram limpar sua própria cela e banheiro, algo que os demais internos não têm que fazer. Aos outros reclusos é permitido passear ou fazer exercício no pátio da prisão, entretanto a Kalpana é negada esta facilidade”, segundo afirma Ranjit Sur.

Apesar de Maity ser uma presa política, reconhecida pelo tribunal como tal, não foi tratada como tal: “Tem certas coisas que um preso político deve receber por lei, como uma mesa, cadeira, livros, jornais e material para escrita. As autoridades penitenciárias não lhe ofereceram isto. Ela tem estado isolada por completo”.

Segundo Sur, Maity foi detida em 4 de dezembro de 2010, com outras quatro pessoas acusadas de serem maoístas, Sudip Chongdar, Barun Sur, Akhil Ghosh e Bimal Mallick, no distrito de Maidan em Calcutá. Ela era conhecida como pessoa próxima do maoísta Kishenji, era chamada de “sua sombra”. “Os prisioneiros políticos decidiram que se a tortura não acabar, então irão entrar em greve de fome indefinida em todos os cárceres de Bengala Ocidental”, confirmou Rajnit Sur.

Em 2012, pouco depois de chegar ao poder, o primeiro ministro Mamata Banerjee decidiu sobre a liberação de 51 presos políticos que haviam sido condenados a cadeia perpétua e já haviam cumprido mais de 15 anos de prisão. As recomendações foram realizadas por um “Comitê de Revisão para liberação de presos políticos”, encabeçado pelo juiz Maloy Sengupta. Contudo, ainda que o Comitê Sengupta tenha recomendado a liberação de todos os presos políticos, isto nunca foi levado a cabo.”

LIBERDADE A TODOS PRESOS POLÍTICOS DEMOCRATAS E REVOLUCIONÁRIOS NA ÍNDIA E NO MUNDO!

 
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Sex, 23 de Junho de 2017 Noticias - Internacional
Reproduzimos matéria de denúncia sobre a criminosa Operação Caçada Verde do Estado indiano produzida pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (CEBRASPO)

O Estado Indiano declarou guerra ao povo, e pôs em movimento 150 mil tropas nos Estados das regiões central e leste do país, para ameaçar, prender e assassinar pessoas, e expulsar povos tribais e camponeses de suas terras milenares. Trata-se da Operação “Caçada Verde”, em pleno curso nos dias atuais, levada a cabo a pretexto de combater os Naxalitas, nome dado aos combatentes do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL), dirigido pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta).

O real contexto

O Estado Indiano, umbilicalmente associado ao imperialismo, tem ao longo dos anos atacado povos tribais (chamados de Adivasis) para expulsar-lhes das suas terras milenares. Tratam-se de terras riquíssimas em recursos minerais e naturais, e há interesse direto de grandes corporações (como Tata, Essar, Jindal e Mittal) nessas terras.

Nos dados do Censo de 2001, os Adivasis (ou povos tribais) correspondiam a mais de 84 milhões de pessoas em todo o país, preservando uma cultura milenar e modos de produção e de propriedade coletiva, bem como uma estrutura de poder própria. Esses povos têm dado uma importante contribuição à filosofia, linguagem, costumes no país, e também às lutas de resistência desde a colonização britânica no século XVII.

De acordo com a legislação indiana, as terras dos povos tribais são protegidas sob o nome de Áreas Catalogadas (Scheduled Areas), devendo nelas ser assegurado o controle e administração pelos próprios povos tribais. Os órgãos que exercem soberania popular são chamados de Gram Sabha, que são competentes para resolver os problemas locais.

Os Naxalitas tem desenvolvido o apoio concreto aos povos tribais, apontando o caminho da resistência armada. O Estado indiano, a pretexto de combater os Naxalitas, faz a guerra contra o povo e realiza deslocamentos massivos de pessoas visando suas terras.

Em uma entrevista transmitida a uma rádio australiana em 12 de fevereiro de 2010, Linga, uma moradora local, denuncia:

Os moradores do meu bairro se sentem inseguros. Nós estamos sendo explorados, a nossa terra está sendo roubada. E não é o governo que está nos ajudando, mas sim os maoístas. Nenhuma lei é respeitada. Mesmo aquelas conquistadas após a independência, há 60 anos, não têm aplicação. Nós ainda temos que lutar por nossos direitos.”[i]

 

RVI

Celebrações

Teses

Facebook

Jornal A Nova Democracia

FERP (Chile)