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Greve dos professores da educação básica do Chile completa um mês

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Com informações de http://www.andes.org.br

Nesta quarta-feira, 01/07, completou um mês que os professores da educação básica do Chile estão em greve. O movimento docente reivindica a retirada do Projeto de Lei da Carreira Profissional Docente apresentado, no dia 20 de abril, pelo governo da presidente Michelle Bachelet. De acordo com a Associação dos Professores do Chile, a proposta aumenta a competitividade, o individualismo e o viés mercadológico da educação.

O projeto é dividido em cinco pontos. O primeiro busca aumentar a seletividade da formação inicial, instituindo prova de avaliação de nível para futuros docentes. O segundo é o estabelecimento de tutoria de 10 meses. O terceiro estrutura a carreira a partir de provas de conhecimentos disciplinares. O quarto dá novas tarefas à categoria e o quinto modifica a porcentagem de horas em sala de aula de 75% para 65%. O projeto tem a rejeição de 97% dos professores.

Além disso, estabelece perda de direitos, como os biênios, diminuídos pela metad e, também, um piso salarial baixo. Os docentes exigem um piso acima de um milhão de pesos (cerca de R$ 5 mil) enquanto o do governo, após o último aumento da oferta, é de  800 mil pesos (R$ 4 mil).

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