Leia a matéria do dia 29/12: Estado fascista de Israel bombardeia Palestina
No dia 27 de dezembro o Estado de Israel iniciou um dos maiores bombardeios contra a Palestina. Os ataques iniciaram por volta das 11:30h (15:30h no horário de Brasília) através da Força Aérea. Só neste primeiro dia, 200 palestinos morreram.
Já no dia seguinte, o Estado Sionista liberou a contratação de 6.500 reservistas e continuou seus ataques aéreos, acertando bombas na Universidade Islâmica e destruindo túneis que ligam Gaza ao Egito, meio pelo qual chegavam remédios e comida, enquanto deslocava centenas de soldados e artilharia pesada para a fronteira com Gaza.
Estava anunciado a aprofundamento fascista do Estado de Israel. No terceiro dia de bombardeios, o prédio do Ministério do Interior da Palestina (governada pelo Hamas, partido eleito democraticamente pelos palestinos em 2006) foi destruído.
Hoje, no décimo primeiro dia de agressão à Palestina, já são mais de 570 palestinos mortos e 2.700 feridos.
Médicos que estão atendendo aos feridos palestinos denunciam, através de análise de queimadura, que o exército de Israel está usando bomba de fósforo branco, que é proibida pela Convenção de Genebra, o que adiciona mais um crime na lista de terrorismo praticado pelo Estado Fascista e Sionista de Israel.
O número de mortos e feridos cresceu exponencialmente após a invasão terrestre. Já são dezenas de crianças assassinadas e outras centenas de feridas. Este número pode ser ainda maior já que desde o dia 29 o Estado de Israel determinou a saída de jornalistas da Faixa de Gaza e bloqueou o acesso da imprensa à região.
Outra demonstração de terror praticada pelo Estado Israelense foi o impedimento de medicamentos, material sanitário e alimentos, doados por organizações e entidades de vários países, para os palestinos.
A Resistência Popular como resposta à agressão fascista
O povo palestino está sendo massacrado. Depois de um grande cerco ao país, que levou à escassez de comida, remédios, energia etc., o Estado de Israel, munido com as mais poderosas armas bélicas e entupido de dinheiro doado pelo imperialismo, principalmente ianque, iniciou seu ataque covarde e desproporcional contra o povo palestino.
Mas em contrapartida, os palestinos têm recebido solidariedade dos povos do mundo inteiro, que saem às ruas, queimam bandeiras ianques e israelenses, denunciam as atrocidades de Israel e apóiam a resistência palestina.
Nos países vizinhos já são dezenas de milhares de massas que se apresentaram para a resistência. A juventude em diversos países se lança em solidariedade ao povo palestino e se dispõe a combater contra o exército sionista. Só no Irã, fontes oficiais divulgam o número de 70.000 estudantes que se dispuseram a integrar a resistência palestina.
A solidariedade ao povo palestino cresce a cada dia no mundo todo; os combates guerrilheiros contra o exército sionista já se iniciaram e alguns soldados do exército fascista já tombaram nesta batalha. Por mais duras que sejam as condições e difíceis expectativas imediatas, em longo prazo a vitória do povo palestino é inevitável.

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