Na madrugada de 31 de maio mais um crime contra a Humanidade foi cometido pelas tropas fascistas-sionistas israelenses. A frota Gaza Livre, composta por seis navios (três transportando ativistas de mais de 50 países, três transportando mais de 10 mil toneladas de alimentos, remédios, brinquedos, materiais de construção, etc), foi atacada pelo exército israelense no Mar Mediterrâneo, quando se encontrava ainda em águas internacionais. Tal frota de caráter humanitário visava quebrar o hediondo bloqueio imposto pela besta sionista à Faixa de Gaza, que se prolonga desde 2007 e tem privado os cidadãos palestinos dos artigos mínimos essenciais à sua sobrevivência.
As tropas sionistas tentam por todos os meios romper o indomável povo palestino, com o cerco, o bombardeio e a aniquilação pela fome. Tal ação, tão impossível quanto pretender fazer andar para trás as rodas da história, só tem unido ainda mais o povo palestino em torno das posições mais inflexíveis e combativas de resistência, e alertado os povos do mundo para o que se tem passado naquela região.
Da mesma forma que a “avassaladora” ofensiva militar israelense desencadeada em dezembro de 2008, que não obstante os 1400 mortos e mais de 60 mil habitações destruídas, resultou num tremendo fracasso, tal ação que viola mesmo os marcos legais mais fundamentais do direito internacional, o ataque covarde à frota Gaza Livre, e o assassinato de 19 dos seus membros e a prisão e tortura de outras dezenas, sob estapafúrdia acusação de “terroristas”, tal ação também não poderá deixar de ser derrotada.
Devemos dizer: o que guarda o futuro não é apenas a derrubada do bloqueio à Faixa de Gaza mas, muito mais, a libertação da Palestina e o fim do Estado artificial e terrorista de Israel! Assim o demonstra a longa história de luta dos povos, assim o demonstra a marcha progressiva da Humanidade!
Diversas entidades e mesmo órgãos governamentais internacionais indicam que as cerca de 480 pessoas seqüestradas pelo governo israelense são vítimas de torturas físicas e psicológicas, tais como espancamentos e choques elétricos. Dias depois do ataque à frota humanitária, um bombardeio israelense assassinou mais três palestinos em Gaza.
Na realidade esses não são nem os primeiros nem os únicos crimes de lesa-humanidade e de guerra cometidos por Israel, que rivaliza com os porcos nazistas o papel de mais vil carrasco contra o qual tiveram de se bater os povos. A Faixa de Gaza, um estreito aonde vivem milhão e meio de pessoas, numa das maiores densidades populacionais do mundo, é na prática um imenso campo de concentração. Lugar aonde as hordas sionistas têm imposto indizíveis sofrimentos às massas, transformando-as em cobaias vivas de suas máquinas de guerra. É fato notório a utilização pelo exército israelense de bombas de fósforo, proibidas internacionalmente inclusive. A prisão e assassinato de crianças, também, é fato por todos conhecido.
Não obstante, se há opressão há resistência, e quanto maior e mais covarde seja aquela, tanto mais furiosa e heróica será essa. A juventude brasileira, o MEPR, cerram fileiras ao lado da heróica luta de libertação do povo palestino. Essa besta sionista, que na realidade é parte do conclave internacional chefiado pelo imperialismo ianque (a rigor, é a sua base avançada no Oriente Médio) não pode sobreviver muito mais tempo. Como dizia o presidente Mao, o imperialismo nada mais é que um tigre de papel. Exigimos o fim do bloqueio à Faixa de Gaza! Exigimos o fim da ocupação aos territórios palestinos! Pelo fim do Estado artificial e terrorista de Israel!
A Rebelião se Justifica!
Viva a Luta dos Povos em todo o mundo!
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