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 Movimento Estudantil
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Movimento Estudantil
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Seg, 05 de Dezembro de 2016 Movimento Estudantil

Como bem diz o título do editorial de número 180 do Jornal A Nova Democracia "O Rio de Janeiro é o Brasil de Amanhã". A críse econômica, politica, social e moral do velho estado burguês-latifundiário proporcionou no Rio de Janeiro o avanço de mais um pacote anti povo específico para o estado. Os idealizadores e defensores desse pacote são, obviamente, a quadrilha de assassinos do povo de Pezão/PMDB que por hora assumem o gerenciamento de turno do estado. 

O pacote de 22 medidas, anunciado em 03 de novembro abertamente como "medidas de austeridade" era tão extremo que o próprio partido único tratou de suaviza-lo nas semanas seguintes. Medidas como o aumento da alíquota da providência dos servidores públicos e o corte extremo de 30% da folha de pagamento do serviço público já foram derrubadas. Até o momento mantêm-se o aumento de impostos, o reajuste do bilhete único, entre outros. 

Juventude Combatente e Funcionários Públicos em frente a ALERJ, cercada por grades

Naturalmente, no momento político conturbado que o Brasil vive atualmente, aonde por todo o país as massas tomam as ruas e escolas, e ainda universidades são ocupadas por estudantes em defesa da educação pública, as medidas draconianas de Pezão também mobilizam as massas para a luta. Já por 4 vezes nas 5 semanas seguintes ao anúncio do pacote, manifestações massivas foram feitas em frente à Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. As duas primeiras e a quarta, se trataram de manifestações de caráter extremamente combativo pelos setores mais conscientes do funcionalismo público, terminaram em tentativas de invasão da ALERJ, a primeira bem sucedida, as seguintes acabando em enfrentamentos longos com a policia. Digno de nota também é a presença da juventude combatente nas manifestações, que os setores mais atrasados do funcionalismo público, porcos carcereiros e policiais, trataram de sabotar com ataques covardes característicos dos patéticos fascistas que são. O cenário de rebelião tornou-se tal que o gerenciamento de Pezão, supostamente em crise, tratou de gastar, de acordo com o monopólio de imprensa, 20 mil reais na instalação de duas cercas separando a suposta "casa do povo" da ALERJ, do povo em luta nas ruas. As grades permanecem lá até os dias de hoje, sempre que derrubadas pelas frequentes rebeliões das massas, postas novamente no lugar. 

O atual gerenciamento, assim como os anteriores e os que virão, são dignos de prisão e ainda mais. Porém não nos espetáculos midiáticos que o podre, corrupto e arquirreacionário Poder Judiciário tem encenado em seu show midiático que recentemente prendeu o padrinho político de Pezão no Rio, Sérgio Cabral. As quadrilhas que as classes dominantes elegem entre si devem ser punidas pelos incontáveis massacres ao nosso povo, pela venda de nossa pátria ao Imperialismo, principalmente Ianque. Nessa série de nojentos crimes, a atual tentativa de emiseramento sistemático do povo do Rio de Janeiro é mais um que deve ser combatido nas ruas.

O MEPR considera que não devemos cair no reles reformismo que dita que o combate à tais PECs e outras medidas anti-povo postas pelos atuais gerenciamentos de turno, em ambito estadual e nacional, será feito através de uma luta ordeira e pacífica para "pressionar" deputados, governadores, prefeitos, etc. Reduzir essa luta ao combate deste ou daquele pacote de austeridade nesta via conciliadora e eleitoreira leva ao legalismo e ao reformismo que põem o parlamento como principal palco desta luta. O MEPR considera que as ruas, as escolas e as universidades são o principal campo de batalha para a juventude em luta, e é fundamental reverberar em cada sala de aula, escola e faculdade a grande luta em defesa dos direitos do povo que se desenvolve em todo o país para, desta forma, aglutinar mais e mais estudantes para a luta.

 
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Qui, 01 de Dezembro de 2016 Movimento Estudantil

No dia 23/11, o MEPR realizou um importante debate sobre as ocupações estudantis e o papel que essas ocupações cumprem na mobilização dos estudantes a nível nacional contra os ataques à educação, notadamente a "Reforma do Ensino Médio" e o Projeto de Lei "Escola Sem Partido".

O debate contou com presença de estudantes secundaristas que participaram das ocupações de escolas no Rio de Janeiro, Niterói e São Paulo, de ativistas da Liga da Juventude Revolucionária - Unidade Vermelha (UV), e um professor grevista da Rede Estadual de Ensino do Rio de Janeiro e ativista do Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação - MOCLATE. O professor realizou a exposição de uma pesquisa que realizou apontando o que significam os projetos em questão e o quão nocivos serão estes para a já precarizada educação pública no nosso país. Os estudantes explicaram todo o processo de mobilização ocorrido nos colégios, as principais dificuldades, debates políticos ocorridos entre os estudantes e os pontos principais de sua luta, como a divulgação da luta para os moradores do entorno das escolas, bem como a tentativa inútil dos Governos Estaduais de reprimir a luta combativa. Indicaram também que seguirão na mobilização, politização e organização e que novas ocupações ocorrerão em defesa do ensino público!

 

Debate realizado na Uerj

A atividade que fez parte de um calendário nacional de lutas, como uma das deliberações do 36º ENEPe - Encontro Nacional dos Estudantes de Pedagogia, ocorrido este ano na Universidade Federal de Rondônia (UNIR), foi realizado no Hall do 12º andar da Uerj, onde está localizado a Faculdade de Educação. O debate contou com a participação de estudantes da Pedagogia e de outros cursos da universidade e também estudantes de outras faculdades que, assim como a Uerj, vêm sofrendo com os ataques recorrentes dos diferentes governos de turno.

Após as exposições e intervenções dos estudantes e do professor, ocorreu uma atividade cultural com o grupo de Rap Ameaça Vermelha, que é composto por secundaristas de São Paulo.

Ficou mais do que claro para todos os estudantes presentes no debate que o caminho para defender a educação é a mobilização ativa, com greves de ocupação e avanço na organização dos estudantes!

É com a Greve de ocupação que eu garanto o meu direito a educação!

Rebelar-se é Justo!

 
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Sex, 25 de Novembro de 2016 Movimento Estudantil

Reproduzido de AND:

2016-08-01

Recebemos por correio eletrônico a seguinte mensagem de um leitor de AND sobre a memória que preserva de Sandra Lima, dirigente revolucionária e fundadora do MFP falecida nesse 27 de julho de 2016.


Em 2012 participei de uma atividade pela punição dos torturadores do regime militar na UFMG. Neste ato lembro da cobrança que a companheira Sandra Lima fez a todos nós estudantes que ocupássemos com nossas consignas os horrendos muros brancos da Universidade.

 

Há alguns dias, passando pelo Campus, vi a pichação em homenagem a esta grande companheira. Fiquei muito alegre. Seu chamado segue ecoando.

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Sex, 25 de Novembro de 2016 Movimento Estudantil

Comitê de Apoio ao AND – Foz do Iguaçu/PR

 

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Nos últimos meses os estudantes da Universidade Federal de Integração Latino Americana (UNILA), realizaram uma campanha de luta e denúncia contra os pacotaços antipovo do gerenciamento Temer/PMDB em Foz do Iguaçu.

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Estudantes tomam as ruas com consignas combativas e em denúncia do pacotaço antipovo de Temer/PMDB.

Seguindo a consigna: “Derrubar os muros da Universidade; Servir ao povo no campo e na cidade”, foram realizadas panfletagens no Terminal de Transporte Urbano (TTU), UBS’s (Unidade Básica de Saúde), em Feiras Populares de Pequenos Produtores, em bairros periféricos como Vila C, Cidade Nova, Porto Belo e redondezas. Essas panfletagens cumpriram o objetivo de denunciar a PEC241/55 e buscaram mobilizar a população contra esses criminosos pacotaços. Durante as atividades ficou claro o amplo rechaço popular a mais esses ataques contra os direitos do povo, além da predisposição de luta da população.

Como parte da combativa luta contra os pacotaços de Temer/PMDB os estudantes tomaram as ruas da cidade em um ato que se iniciou no TTU, com a distribuição de panfletos, e marcharam pelas avenidas Juscelino Kubishek e Av. Brasil, finalizando o percurso em frente ao Colégio Barão de Mitre com a saudação dos secundaristas ali presentes. Durante todo o ato foram vigorosamente entoadas palavras de ordem contra PEC 241/55.

 

Alunos do curso de Economia promoveram também uma aula pública como parte das atividades de mobilização. A aula teve amplo apoio popular e contextualizou de maneira clara a situação de subjugação imperialista que o Brasil se encontra e a questão de semifeudalidade refletida nos preços dos alimentos, explanando também a relação da dívida pública com a crise e o porquê as medidas propostas pelo gerente de turno Michel Temer não servem em nada ao povo e sim aos banqueiros, latifundiários e detentores de meio de produção.

 
Sex, 25 de Novembro de 2016 Movimento Estudantil

Redação de AND, com informações de apoiador em Goiânia

 

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Massiva ocupação avança na politização e organização de estudantes; decisão e combatividade foram expressões do movimento.

A justa luta dos estudantes da Universidade Federal de Goiás contra os pacotaços anti-educação e antipovo segue avançando com expressões de combatividade e conquistando êxitos.

Em 16 de novembro, veio a público o brutal assassinado do estudante Guilherme Irish pelo próprio pai, cujo maior responsável e culpado por este crime é o velho Estado brasileiro e seus instrumentos de propaganda ideológica, como o monopólio da imprensa, que com sua escalada fascista contra as lutas populares e democráticas incrementam a opinião pública fascista.

Quanto a isso, os estudantes renderam justas homenagens ao jovem. O centro de Aulas A, ocupado, foi batizado de Guilherme Irish. Pichações foram feitas em toda a universidade, mas especialmente na porta do prédio ocupado e em letras garrafais. Os estudantes foram ao velório e fizeram a inúmeras homenagens.

 

No último dia 17, os estudantes em assembleia avaliaram a necessidade de aprofundar contato com outros universitários e ampliar o raio da resistência contra a iminente repressão policial fascista, recorrentemente cobrada pelo monopólio da imprensa. Foram tiradas assembleias em todos os cursos com vistas a incrementar a ocupação, ademais de uma assembleia geral, contrariando a direção oportunista do DCE, que havia recuado ante a proposta de convocar uma assembleia estudantil.

No dia 18 de novembro, os estudantes realizaram uma coletiva de imprensa e saíram em manifestação pela universidade. Passaram em todos os prédios que haviam sido ocupados. Os estudantes demonstraram todo o seu repúdio ao diretor Reginaldo, que havia tentado sabotar o movimento de várias formas e até foi filmado agredindo estudantes. Por fim, fizeram uma barricada de pneus na principal rua do entorno da universidade e encerraram o ato com o compromisso de futuras batalhas.

A ocupação Guilherme Irish reuniu combativos estudantes da UFG e o seu saldo principal, que pôde ser notado aos que acompanhavam a empreitada da juventude combatente, foi político. Os jovens, antes dispersos, puderam reunirem-se e estabelecer relações políticas. Daí brotaram grandes frutos à luta popular em defesa dos direitos do povo, tão cuspidos e pisoteados por este gerenciamento ilegítimo e sem autoridade de Temer/PMDB e seus sócios.

 
Qui, 24 de Novembro de 2016 Movimento Estudantil

Na última quarta-feira, 23 de novembro, importantes atividades ocorreram em Porto Velho por ocasião do Dia Nacional de Lutas em Defesa da Educação. Esse dia de mobilizações faz parte do Plano de Lutas aprovado no 36º ENEPe por estudantes de Pedagogia de todo país. A data foi escolhida em referência à derrubada do ex-REItor da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), o fascista Januário Amaral, pelos estudantes em sua combativa greve de ocupação da reitoria da universidade em 2011.

No início da manhã houve a realização de uma aula pública na UNIR Centro com o tema "O desmonte do Ensino Público e a PEC 241 (Atual PEC 55)" com as palestras de duas professoras do Departamento de Ciências da Educação da UNIR e a participação de cerca de 30 estudantes de diversas instituições (UNIR, IFRO, escolas estaduais, etc). Durante a aula foram expostos os reais motivos por trás de medidas como a PEC 241/55, "reforma" do Ensino Médio, Ensino Médio com Mediação Tecnológica (EMMTEC), além de outras medidas do gerenciamento Temer/PMDB-FMI de ataque a saúde, previdência e direitos trabalhistas. Nas falas das professoras e nas intervenções de estudantes ficou claro que esse pacotão de medidas antipovo representa mais uma exigência do capital financeiro e um ditame do imperialismo, no caso de nosso país, principalmente ianque, para aumentar ainda mais o saqueio das colônias e semicolônias a fim de conjurar a crise terminal do capitalismo em sua fase final e monopolista. Outro aspecto destacado foi que todas essas medidas aplicadas à educação tem formulação e centralização direta do Banco Mundial como forma de controle ideológico das amplas massas dos países oprimidos pelo imperialismo.

 
Qui, 24 de Novembro de 2016 Movimento Estudantil

Publicamos abaixo a nota da Executiva Rondoniense dos Estudantes de Pedagogia convocando os estudantes do campo e da cidade a somarem-se às mobilizações que ocorrerão por todo país no dia 25/11 contra os ataques aos direitos do povo pelo gerente de turno fascista Michel Temer (PMDB-FMI).

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Qui, 24 de Novembro de 2016 Movimento Estudantil

Mais uma vez, os oportunistas do PT e os revisionistas do Pecedobê demonstraram de que lado estão na luta de classes. Após fazerem tudo o que estava ao seu alcance para impedir a ocupação da reitoria, quando esta já era um fato, jogaram para que a mesma não impedisse o funcionamento da instituição, os ex-governistas usaram dos artifícios mais sujos para desocupar a reitoria do IFNMG em Montes Claros.

Fizeram de tudo para impedir a realização de atividades políticas dentro da ocupação, corroborando com o discurso fascista contra movimentos políticos organizados e suas bandeiras (o que não deixa de fazer sentido para organizações que, desde 2013, tem visto suas bandeiras eleitoreiras serem expulsas dos protestos populares). Segundo, repetiam, a todo o momento, o discurso mentiroso de que a reitoria estaria disposta a negociar a pauta de reivindicações do movimento e que, caso mantivéssemos o prédio completamente fechado, isto colocaria em risco a boa vontade da direção da instituição. Na realidade, como ficou evidente com o desenrolar dos acontecimentos, já estavam em tratativa, às portas fechadas, com a reitoria, prática que não é de surpreender vindo de agremiações especialistas em negociatas com empreiteiros, doleiros, latifundiários, etc.

No dia 16/11, o reitor Prof. José Ricardo Martins da Silva fez declarações para a filial da Globo em Montes Claros, em matéria com o título “Alunos do IFNMG encerram a manifestação contra a PEC 55”. Na ocasião, afirmou que o movimento estaria perdendo força e de que a ocupação do prédio da reitoria não estaria causando prejuízos à administração. Como resposta e para forçar a reitoria a atender as legítimas reivindicações do movimento, os estudantes, apoiados pelo MEPR, decidiram paralisar integralmente todas as atividades da reitoria por tempo indeterminado. Decisão esta que se deu após uma dura luta política contra a posição dos ex-governistas infiltrados que, a todo custo, jogavam para manter o funcionamento de 30% do prédio, usando argumentos pseudo-jurídicos para amedrontar os estudantes e criminalizar ações mais combativas.

A estratégia da pelegada, como ficou comprovado pelos fatos, era clara: 1) tentaram impedir a ocupação da reitoria; 2) tentaram transformar a luta feita pelos estudantes combativos, em uma ocupação de faz de conta, somente para que pudessem aparecer perante a comunidade escolar e a opinião pública como representantes do movimento, cacifando-se para suas barganhas às portas fechadas com a reitoria; 3) quando começaram a encontrar dificuldades para atingir este objetivo passaram a sabotar a realização de atividades políticas como rodas de conversas, exibição de filmes, debates sobre temas políticos, oficinas de confecção de cartazes, etc; 4) insistiam na necessidade dos estudantes “dialogarem” e se reunirem o tempo todo com representantes da reitoria para garantir o funcionamento da instituição em 30%. Tudo para arrefecer o ânimo dos estudantes e minar a sua organização, enquanto tratavam pelas suas costas junto à reitoria a desocupação do prédio.

 
Qui, 24 de Novembro de 2016 Movimento Estudantil

 

Após reunião entre os centros acadêmicos da UNIR e o DCE, convocou-se uma assembleia de estudantes para discutir a questão da PEC 55 em assembleia estudantil. De forma oportunista o DCE gestão “banzeiros.2.0”, aproveitando a contradição entre os estudantes com uma greve no fim do semestre, pauta indiscriminadamente a assembleia com proposta de greve geral. Uma grande parcela dos estudantes não são de forma alguma contrários a alguma mobilização referente a situação da educação pública.

Na história e no próprio estatuto do DCE, a assembleia geral é um espaço de discussão, debate e encaminhamento. Mas o que vimos na sexta-feira dia 18 foi algo que se parecia com assembleia mas não teve esse caráter. Sem tocar no mérito do quórum, que já seria suficiente para que a decisão não fosse válida, percebemos a mais completa falta de discussão entre os estudantes. O DCE fez da assembleia uma ocasião meramente eletiva, onde os presentes iam apenas para votar sem que houvesse uma discussão prévia, como comumente são as assembleias em todas as categorias. Ademais de demonstrar o cretinismo burocrático dessa gestão reacionária, denota-se o trabalho desmobilizador que o DCE se propôs. O DCE é uma entidade que deve organizar a luta dos estudantes. E tudo que a gestão tem feito se restringe a reprodução de notícias e uma atuação burocrática onde o debate e o posicionamento político progressista não existe. Não há nenhuma postura do DCE que se some às mobilizações nacionais contra o desmonte da educação pública. Isso ocorre não apenas pela falta de tato com o movimento estudantil, mas principalmente por um propósito político de desmobilizar e despolitizar os estudantes. É papel do DCE lutar e defender a educação gratuita e democrática – isso é versado no próprio estatuto da entidade.

 
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Sáb, 19 de Novembro de 2016 Movimento Estudantil

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