gototopgototop
Movimento Estudantil
Avaliação do Usuário: / 1
PiorMelhor 
Ter, 26 de Janeiro de 2016 Movimento Estudantil

1

Revoltados com mais um absurdo aumento de tarifas, a população pernambucana saiu às ruas no dia 15 de janeiro de 2016 para mostrar que não aceitará mais um ataque ao nosso povo. O sindicato dos tubarões dos transportes públicos anunciou um aumento de R$2,45 para R$3,25 na tarifa A (município de Recife) e R$3,35 para R$4,40 na tarifa B (região metropolitana), ou seja, um aumento de 0,80 centavos e 1,05, respectivamente. Esse valor de causar revolta a qualquer um foi somente o argumento para criar  um clima de indignação na população e implementar imediatamente, na segunda-feira (18/1), os valores de R$ 2,80 na tarifa A e R$ 3,85 tarifa B.

A manifestação reuniu cerca de 500 jovens, e apesar do peleguismo dos governistas e centristas que fazem parte do Partido Único, o protesto foi bem combativo. Dois jovens manifestantes foram presos no ato, o que só fez aumentar a revolta popular. Entoando “presos políticos, liberdade já, lutar não é crime vocês vão nos pagar” e “polícia fascista”, a juventude combativa mostrou seguir o mesmo espírito que tomam as ruas do país afora como nas manifestações em São Paulo e Rio de Janeiro. Foi essa rebeldia que incendiou a Conde da Boa Vista, principal avenida do centro da cidade de Recife e colocou pra correr os oportunistas com suas podres bandeiras, quando não mais tinham controle da manifestação.

 
Avaliação do Usuário: / 1
PiorMelhor 
Qua, 13 de Janeiro de 2016 Movimento Estudantil

  1

Uma verdadeira Operação de Guerra foi orquestrada, montada e executada conjuntamente pelos gerenciamentos de Fernando Haddad (PT) e Geraldo Alkmin (PSDB) para impedir a realização do 2° protesto contra o aumento das tarifas na cidade de São Paulo, no último dia 12/01. Ainda durante a concentração, na Praça do Ciclista no centro de SP, a PM revistou indiscriminadamente os manifestantes em busca de flagrantes forjados que justificassem sua truculenta intervenção já planejada e efetuou algumas prisões. Pouco tempo depois, a concentração da manifestação foi cercada pela PM que, utilizando do famigerado “envelopamento”, isolou e cercou os manifestantes impedindo-os de seguir em pela Avenida Rebouças. Com os manifestantes encurralados, os policiais lançaram uma verdadeira chuva de bombas e tiros de balas de borracha na esquina da Avenida Paulista com a Consolação. A Juventude Combatente fez barricadas com sacos de lixo, usou tapumes como escudos, atirou pedras, resistindo da forma como pôde à covarde repressão policial. Confrontos entre manifestantes e policiais espalharam-se por toda a região central da cidade. Por volta das 21:20, o transito na Avenida Paulista foi liberado e, poucos minutos depois, o secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, elogiou publicamente a atuação da PM.

 

A forma como a PM reprimiu o legítimo e (até aquele momento) pacífico protesto têm o claro objetivo de impedir o direito democrático à livre manifestação e a espúria justificativa para a descomunal repressão apresentada pelo secretário da Segurança Pública deixa isto ainda mais evidente: "São 2 mil pessoas tentando romper um bloqueio. Para que se evite a necessidade do confronto pessoal, para que se evite a necessidade do uso da força pessoal, que isso pode deixar os manifestantes machucados, foram usadas as bombas para dispersar", disse. "As imagens são muito claras que mostram que houve investida dos manifestantes contra um bloqueio. Eles já estavam previamente avisados que não poderiam descer a Rebouças."

 

 
Avaliação do Usuário: / 16
PiorMelhor 
Qui, 10 de Dezembro de 2015 Movimento Estudantil
Desde o primeiro dia da ocupação da UERJ, quando o DCE (PT, pecedobê) teve a iniciativa de levar a cabo uma ocupação acordada e legitimada por REItoria (que vê a ocupação como “legítima e motivada”) e Pezão-PMDB (que se apressou em prometer que “liberaria verbas para o pagamento parcelado de bolsas e salários”), e já nas duas primeiras assembléias do dia 01/12 ficou claro que caso a massa dos estudantes quisessem tomar as decisões nas suas mãos para seguir se contrapondo à política oportunista do DCE, a palavra de ordem destes eleitoreiros seria SABOTAR a Ocupação! Em todas as assembleias era claro o esforço dos pelegos da UNE para cansar os estudantes com manipulações da mesa, passando o rodo em diversas propostas feitas. Esse esforço tinha como objetivo, além de cansar aqueles que tinham ido ali para decidir os rumos da luta na UERJ, desmobilizar toda ocupação e também esvaziar a universidade para que nada fugisse do controle do DCE.

 

 
Avaliação do Usuário: / 4
PiorMelhor 
Qui, 10 de Dezembro de 2015 Movimento Estudantil

Nos guiamos por dois princípios: “Servir ao povo de todo coração” e “ser tropa de choque da revolução”; somos organizados a nível nacional e rechaçamos o circo que é montado de 2 em 2 anos no nosso país para garantir o domínio de nosso Povo e Nação pelo latifúndio, grande burguesia e imperialismo. Temos, também, três tarefas principais: agitar e propagandear a revolução; organizar a luta das massas; combater todo tipo de oportunismo. Rechaçamos a UNE, esta entidade governista, reformista e pelega, verdadeiro órgão oficial do MEC que só faz legitimar o plano de desmonte do ensino público e sabotar a luta combativa dos estudantes e em troca recebem desde que PT subiu a gerencia de turno do Estado repasses milionários dos governos e, agora, o monopólio das carteiras estudantis com a “lei da meia-entrada”.

 

1617831_610600489009623_205438768_o

 
Avaliação do Usuário: / 6
PiorMelhor 
Sex, 04 de Dezembro de 2015 Movimento Estudantil
Na última terça (01/12) estudantes da UERJ realizaram duas assembleias, uma de manhã outra a noite, e decidiram participar da ocupação da universidade pelo pagamento de bolsas estudantis e salários dos trabalhadores. Pela manhã também houve um ato organizado por residentes HUPE, terceirizados e estudantes que fechou as ruas próximas a UERJ.

Após a REItoria ter decretado a suspensão das aulas por uma semana, alegando situação de insalubridade devido ao atraso dos pagamentos, as aulas voltariam nesta terça-feira na mesma situação: Estudantes e residentes sem bolsa, trabalhadores sem salários, o hospital universitário Pedro Ernesto(HUPE) sem limpeza e sem condições de funcionar.

G06pt1

(Foto: ato de estudantes,residentes e terceirizados 01/02)

 
Avaliação do Usuário: / 6
PiorMelhor 
Qua, 25 de Novembro de 2015 Movimento Estudantil

debate_uerj

No dia 18 de novembro realizou-se um importante debate na UERJ tendo como tema a criminalização do direito de manifestação, a criminalização do movimento popular e a “Lei Antiterrorismo” de Dilma-PT. A mesa foi composta pela professora de Criminologia na faculdade de Direito e conhecida defensora dos direitos democráticos Vera Malaguti Batista, o professor de Sociologia do Direito que tem estudando de uma perspectiva crítica a famigerada “lei antiterrorismo” Guilherme Leite Gonçalves, o representante da Associação Brasileira de Advogados do Povo (ABRAPO) e defensor de 11 dos 23 ativistas processados da Copa o advogado Marino D’Icarahy e o representante da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP), ex-militante do MEPR que ficou encarcerado 7 meses em Bangu por atuar nos protestos contra a farra da FIFA, Igor Mendes.

Desde 2013, nos grandes levantamentos populares que se deram em todo o país a única resposta do Velho Estado, com o gerenciamento de turno do oportunismo à nível federal e de outras siglas do Partido Único em estados e municípios, foi o aumento da perseguição política, da criminalização e da fascistização. No decorrer do debate, em todas as falas foram denunciados estes e outros crimes do Velho Estado contra o povo e os ataques ao direito de manifestação e organização: denúncias feita pelos presentes do verdadeiro caráter da “lei antiterrorismo”, como parte de uma medida contrainsurgente do imperialismo e de sua política de “segurança nacional” e seu discurso fascista “contra o terror” – tudo isto tendo em vista a realização dos Jogos Olímpicos na cidade do Rio de Janeiro.

 
Avaliação do Usuário: / 5
PiorMelhor 
Qua, 25 de Novembro de 2015 Movimento Estudantil

atouerj_6

 

Os estudantes da UERJ realizaram um ato na noite do dia 23, segunda-feira, contra os cortes de bolsa e salário e a suspensão das aulas. Em nota, o já conhecido antidemocrático REItor Vieralves decretou, como sempre sem consultar a comunidade acadêmica, a suspensão das aulas até o dia 1º de dezembro. O REItor endossou a falácia de Pezão (PMBD) de que o governo do Estado não possui verbas para o pagamento do salário dos funcionários e da bolsa dos estudantes, enquanto gasta bilhões para os “Jogos Olímpicos” (ao menos 37 bilhões serão gastos, mais do que a farra da FIFA).

 
Avaliação do Usuário: / 4
PiorMelhor 
Qua, 18 de Novembro de 2015 Movimento Estudantil

hqdefault

 

A greve na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) foi deflagrada em junho de 2015 acompanhando a indicação nacional da ANDES (Associação Nacional dos Docentes de Nível Superior) que culminou na greve de dezenas universidades pelo Brasil.

 
Qui, 05 de Novembro de 2015 Movimento Estudantil
Publicamos a seguir a saudação encaminhada pela delegação do MEPR ao 8º Congresso da Liga dos Camponeses Pobres do Norte de Minas e Sul da Bahia, que ocorreu na cidade de Januária (MG) entre os dias 10 e 11 de Outubro.


8congresso





Companheiras/os,

Venho em nome do MEPR trazer nossas saudações vermelhas e combativas ao 8º Congresso da Liga dos Camponeses Pobres do Norte de Minas e Sul da Bahia. Gostaria de saudar todos os companheiros presentes, e principalmente a brava juventude camponesa.

Neste momento de crise política, economica, social e moral do velho Estado brasileiro, se agravam ainda mais os ataques das classes dominantes, da grande burguesia e do latifúndio, sob a direção do imperialismo ianque, ao nosso povo. Temos acompanhado com bastante seriedade os contínuos ataques ao movimento camponês combativo, aos povo indígenas em luta e ao povo pobre das cidades, particularmente à juventude negra, que tem sido sistematicamente assassinada nas favelas do Rio de Janeiro pelas UPPs, assim como pelas polícias militares e civis de todo o país.

 
Avaliação do Usuário: / 3
PiorMelhor 
Ter, 03 de Novembro de 2015 Movimento Estudantil
Anísio Brasileiro, um reitor FASCISTA!

 

Pela primeira vez na história da Universidade Federal de Pernambuco, o Batalhão de Choque da PM entrou em sua reitoria. Essa ação policial foi ordenada pelo reitor da UFPE, o Sr. Anísio Brasileiro. Por ironia da história, o choque invade, pela primeira vez, nossa universidade justamente para defender um estatuto da ditadura militar. E isso não é uma mera coincidência.

Mais de 150 policiais entraram na universidade para reprimir os estudantes, que desde a última sexta-feira (2/10) estavam ocupando o prédio da reitoria exigindo a homologação, ou seja, aprovação na íntegra ou não do novo estatuto construído no Congresso Estatuinte (convocado pelo Conselho Universitário) de forma paritária entre técnicos, estudantes e professores. Isto porque o Estatuto vigente é desde o período do regime militar fascista e preserva, de forma absurda, nas estruturas de poder desta Universidade a falta de democracia para o maior conjunto da comunidade acadêmica (técnicos e estudantes). Para se ter uma ideia, a atual composição do Conselho Universitário é de mais de 90% de professores e ex-reitores, além de assentos reservados para classes empresariais. Em meio a isso, é garantido apenas 3 votos estudantis ( 2 para representantes da graduação e 1, pós-graduação), o que representa em termos percentuais nem 1% de poder nas decisões da UFPE.

Aj5FBods1xihyJrxKnisvdAwni97TqtCEYVblgPALr9q

 

 
Mais Artigos...