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Movimento Estudantil
Seg, 10 de Julho de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

O Movimento Estudantil Popular Revolucionário - MEPR manifesta com firmeza nosso repúdio à perseguição política aos estudantes da UNESP – Marília. Este processo recentemente tomou novo impulso com o encaminhamento dos processos de sindicância abertos em retaliação ao piquete realizado na universidade em apoio às ocupações de 2015 e por políticas de Permanência Estudantil.

Nos solidarizamos com os companheiros ameaçados de perda do vínculo com a universidade, além da possível perda de bolsas acadêmicas. Rechaçamos todos os casos de perseguição política a estudantes, que tem se tornado cada vez mais comuns, escancarando o caráter reacionário e antidemocrático de muitas das direções e reitorias das universidades brasileiras.

Em maio deste ano, denunciando a perseguição a estudantes na USP - São Carlos, nós afirmamos:

"Essass acusações absurdas estão em consonância com procedimentos típicos do decreto 477 da mesma época [do Regime Militar Fascista de 64] e que ficou conhecido como AI-5 dos estudantes, o qual feria a autonomia dos estudantes pelo impedimento da liberdade de expressão e de sua organização dentro das escolas e universidades sem que houvesse ingerência do estado ou da gestão.

Naquele contexto de extremo autoritarismo por parte dos milicos, eram adotados mecanismos policialescos de interrogatórios de modo a intimar estudantes, “um a um”, a prestarem esclarecimentos sobre suas funções e ações políticas. Hoje, uma REItoria fascista se baseia numa legislação ultrapassada e arquireacionária para perseguir, intimidar e até expulsar estudantes que estão legitimamente lutando por seus direitos e por melhorias na universidade."

É imperativo levantarmos a bandeira da democracia nas escolas e universidades e unificarmos a luta de estudantes, professores e funcionários em defesa das nossas escolas e universidades públicas, gratuitas, democráticas e que sirvam ao povo!

ABAIXO A PERSEGUIÇÃO POLÍTICA AOS ESTUDANTES QUE LUTAM!

PELO ARQUIVAMENTO IMEDIATO DOS PROCESSOS CONTRA OS ESTUDANTES DA UNESP MARÍLIA!

LUTAR NÃO É CRIME!


 

 
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Sex, 09 de Junho de 2017 Noticias - Movimento Estudantil
No último dia 07/06, quarta-feira, estudantes, professores e técnico-administrativos participaram da Marcha pela Uerj. O ato, que contou com mais de 1000 pessoas, teve início pela manhã, as 10 horas. Ao fim da tarde, ocorreu também a distribuição de panfletos denunciando a chacina de Pau D’Arco, no Pará.

Pela manhã, as aulas foram interrompidas para que o conjunto da comunidade acadêmica pudesse comparecer. A manifestação percorreu toda a Rua 28 de setembro, aonde está localizada o Hospital Universitário Pedro Ernesto - HUPE, que sofre com a precarização e o corte de verbas. Ao longo da caminhada, muitas faixas, cartazes e falas denunciaram o plano de desmonte da educação pública e chamaram a população carioca a se unir na luta em defesa da Uerj e contra as medidas antipovo do Pezão. Chegando até o fim da rua, numa movimentada praça, o ato teve fim.

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Esta importante iniciativa serviu para mostrar para alguns setores da universidade e também para a população quão grave é a situação da Uerj com um período letivo de apenas 3 meses, o não funcionamento do bandejão, aonde estudantes estão tendo que pagar pelo menos R$50,00 por semana do próprio bolso para almoçar nos arredores da faculdade, e muitas outras pautas que garantem o funcionamento mínimo da faculdade e devem ser urgentemente atendidas.

Apesar dos ataques de Pezão e toda sua quadrilha, a Uerj resiste! Estudantes, professores e funcionários estão se organizando para defender seus direitos e lutar contra os ataques aos seus direitos em defesa do ensino público!

No mesmo dia, às 17h, estudantes do MEPR e militantes da UV-LJR organizaram uma panfletagem denunciando a chacina de 10 camponeses ocorrida em Pau D’Arco, no Pará, no último dia 24/05. Foram mais de 700 panfletos distribuídos em pouco mais de 2 horas de atividade, que contou com uma faixa em apoio à luta pela terra e condenando o massacre, e também intervenções no megafone explicando o conteúdo do panfleto distribuido.

Todos os que passavam e recebiam a nota de denúncia se mostravam interessavados em ouvir o conteúdo das falas e em vários momentos demonstravam o seu apoio à luta dos camponeses pela terra. Na semana que vem será organizado um debate com o mesmo tema para trazer, uma vez mais, o debate sobre a questão agrária e a denúncia dos crimes do latifúndio para dentro da faculdade.

Após o final da atividade, foi estendida uma faixa de 30 metros com os dizeres “Solidariedade aos camponeses de Pau D’Arco Pará! Viva a luta pela terra!” assinada pelo MEPR.

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Sex, 19 de Maio de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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No final da tarde da última quinta-feira (18/05), no Terminal de Ônibus do Centro de Porto Velho, ativistas do Movimento Estudantil Popular Revolucionário realizaram uma vigorosa panfletagem de apoio aos camponeses de Rondônia e à Liga dos Camponeses Pobres. Os estudantes do povo fizeram intensa agitação ao megafone denunciando os crimes do latifúndio e seu velho Estado contra os camponeses, e reafirmando a necessidade e a justeza da luta camponesa combativa e sem ilusões com o velho Estado.

Um ponto de destaque foi a denúncia da ameaça de despejo das áreas Canaã, Raio do Sol e Renato Nathan 2, utilizando inclusive o Exército reacionário. Os estudantes expuseram o absurdo de tal decisão e a conivência do INCRA em relação aos latifundiários grileiros, já que o INCRA que deveria fazer reforma agrária não tem regularizado as posses dos camponeses e assim deixam o caminho livre pros verdadeiros ladrões de terras: os latifundiários.

 
Sex, 19 de Maio de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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No dia 13 de maio os estudantes do povo de Goiânia se reuniram para celebrar a importante Batalha de Cachoeirinha e propagandear a revolução democrática agrária como primeiro passo do verdadeiro caminho para a transformação da realidade do povo brasileiro.

A Batalha de Cachoeirinha ocorreu em 1967 quando latifundiários tomaram à força as terras de posseiros e quilombolas que residiam no norte de Minas Gerais. A desocupação violenta foi legalizada e apoiada pelo Estado. Em pleno regime militar, que se iniciara em 1964, os latifundiários foram encorajados a se assenhorarem das terras dos camponeses posseiros através da grilagem. Esse processo contaria com validação jurídica dada pelo judiciário e também com a permissão do uso da violência privada e também das forças do Estado que abertamente colaboravam com os ataques às terras camponesas em prol de grileiros. Essa é uma das facetas da chamada modernização conservadora no campo brasileiro que fortaleceu o latifúndio – renovando-o através de gordos e vultosos incentivos estatais – e reforçou o capitalismo burocrático no país.

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Ter, 16 de Maio de 2017 Noticias - Movimento Estudantil
Manifestamos nosso apoio e solidariedade aos estudantes perseguidos políticos na USP de São Carlos!

 

O Movimento Estudantil Popular Revolucionário registra e envia sua solidariedade aos estudantes da USP de São Carlos que estão sofrendo processo administrativo pela REItoria, contando possibilidade de “eliminação” (expulsão), por participarem da justa e legítima ocupação da prefeitura do campus entre Março e Abril de 2017.

Conforme denunciado pelo jornal A Nova Democracia, o Reitor Marco Antônio Zago instaurou um Processo Administrativo Disciplinar contra 9 estudantes que participaram da ocupação exigindo melhorias no alojamento e fim das perseguições, entre outras questões. A ocupação foi encerrada após acordo que previa justamente que não haveria qualquer punição aos envolvidos, sendo inclusive atestada a integridade do prédio.

No processo, os estudantes são acusados de maneira esdrúxula de não “agir de forma compatível com a moralidade e a integridade acadêmica”, “pertubar os trabalhos escolares e funcionamento da Universidade de São Paulo” e etc. Estas acusações são baseadas no Regimento Geral e Código de Ética da USP, que datam da época do Regime Militar Fascista de 64.

Essass acusações absurdas estão em consonância com procedimentos típicos do decreto 477 da mesma época e que ficou conhecido como AI-5 dos estudantes, no qual feria a autonomia dos estudantes pelo impedimento da liberdade de expressão e de sua organização dentro das escolas e universidades sem que houvesse ingerência do estado ou da gestão.

Naquele contexto de extremo autoritarismo por parte dos milicos, eram adotados mecanismos policialescos de interrogatórios de modo a intimar estudantes, “um a um”, a prestarem esclarecimentos sobre suas funções e ações políticas. Hoje, uma REItoria fascista se baseia numa legislação ultrapassada e arquireacionária para perseguir, intimidar e até expulsar estudantes que estão legitimamente lutando por seus direitos e por melhorias na universidade.

Por isto, enviamos todo nosso apoio aos companheiros perseguidos políticos da USP de São Carlos!

Fascistas, não passarão!
Lutar não é crime!

 

REBELAR-SE É JUSTO!

 
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Dom, 14 de Maio de 2017 Noticias - Movimento Estudantil
Carta de Belo Horizonte – Reunião da ExNEPe

 

Companheiras e companheiros, todos ao 37º ENEPe em Petrolina!

 

Saudação às estudantes de Pedagogia de todo o Brasil!

 

Vivemos momentos importantíssimos em nosso país. O governo Temer (PMDB/PSDB) e sua quadrilha (DEM, PP, PSD, etc) preparam o maior ataque das últimas décadas aos direitos do povo brasileiro. Direitos esses que foram conquistados com muita luta da classe operária e do campesinato. As contra-reformas da previdência e trabalhista visam destruir esses direitos para aumentar a exploração sobre o povo e a sangria das riquezas de nossa nação.

 

O poder Judiciário ultra-reacionário, sob a falsa capa de combate a corrupção, na verdade cumpre as ordens do imperialismo, principalmente norte-americano, e com as ameaça de prisão de altos elementos da “classe política” chantageia esse Congresso de bandidos a aprovarem em regime de urgência essas contra-reformas. O poder judiciário é podre, assim como o legislativo e o executivo, três podres poderes atolados até o pescoço na lama da corrupção. Por isso, o poder judiciário não quer por fim à corrupção no país, quer apenas dar uma imagem de moralidade a esse velho Estado completamente carcomido. Esse judiciário supostamente defensor da “ética e dos bons costumes”, foi o mesmo poder que na semana passada considerou legal a cobrança de mensalidade em cursos de pós-graduação das universidades públicas. É a sanção do STF à privatização das universidades brasileiras!

 

O governo fantoche de Temer segue, da mesma forma, seus ataques contra a educação. No ano passado aprovou a PEC 55 de redução dos gastos em educação e saúde; impôs uma reforma do ensino médio demagógica que visa, na verdade, sucatear ainda mais o ensino no país. Agora prepara novos ataques com o seu projeto de BNCC que aprofunda o esvaziamento do caráter científico da educação e de quebra irá procurar legalizar projetos reacionários do tipo “escola sem partido”. Paralelo a isso temos as reformas curriculares dos cursos de pedagogia que apontam para adequar nossa formação acadêmica para exercermos nossa profissão como meros “dadores de aula”.

 
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Qui, 04 de Maio de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

 

No dia 04 de Abril foi realizado um debate sobre a reforma da previdência na Escola de Engenharia da Universidade Federal de Goiás. Entendendo a importância de se informar e tomar medidas contra as patranhas do governo federal, os estudantes receberam prontamente a proposta da realização do debate.
Para compor a mesa, estavam presentes o professor do município Antônio Gonçalves, presidente do SIMSED e também do professor de história da UFG David Maciel, além de um militante do MEPR. O evento que durou cerca de duas horas e meia conseguiu aparar arestas e falácias no que se referia às discussões da reforma da previdência, demonstrando por A + B que além de desnecessária, esta reforma têm como objetivo manter a mordomia dos parasitas do velho Estado enquanto todo o povo trabalhador sofre. O debate contou a presença de militantes de direita da engenharia, porém sem quaisquer argumentos minimamente coerentes, saíram de cabeça baixa ao ver que a própria massa de estudantes não os levava a sério. Nem ao menos esperaram os contra-argumentos.

Saudamos a todas e todos estudantes que participaram deste debate que pode deslindar campos em um setor de estudantes que são tomados como reacionários por outros estudantes.
Com as reformas que o governo vêm implementando, mais e mais parcelas de estudantes têm entendido a importância de se juntar à luta.
Saudamos a todas e todos estudantes que participaram deste debate que pode deslindar campos em um setor de estudantes que são tomados como reacionários por outros estudantes.

 

 
 
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Seg, 24 de Abril de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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