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Movimento Estudantil
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Ter, 01 de Setembro de 2015 Movimento Estudantil

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Na tarde desta segunda(31/08) estudantes de vários cursos da Universidade Federal do Amazonas iniciaram a ocupação da REItoria. Tal fato se deu como ápice da luta em defesa da universidade publica brasileira e de sua autonomia.

A universidade está em greve a mais de 60 dias e não diferente de outros momentos, temos enfrentado uma luta sem trégua contra os mandos e desmandos de uma REItoria comprometida com o projeto de uma educação a serviço do capital.

O mais recente ataque realizado pelo grupo vinculado a REItoria foi o impedimento do CONSUNI de decidir pela suspensão do calendário acadêmico, tal fato se deu a partir de uma decisão judicial.

 
Ter, 01 de Setembro de 2015 Movimento Estudantil

Mobilizações de estudantes, professores, funcionários, pais e comunidades contra a situação cada vez mais revoltante na qual a gerência federal, estadual e municipal tem deixado as escolas e universidades se espalham por todo país. Somente construindo a Greve Geral por tempo indeterminado, ocupando todas as escolas e universidades num crescente movimento nacional, poderemos derrotar os pacotaços, fazer frente aos ataques dos diferentes governos ao nosso direito de estudar e aprender, conquistar democracia e autonomia, enfrentar o sucateamento e a privatização do ensino público! Seguem exemplos de algumas das lutas que, na última semana, sacudiram as escolas e universidades do país.

Camaçari (BA): manifestação contra expulsão de estudantes no IFBA

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Estudantes do IFBA - Instituto Federal da Bahia Campus Valença se manifestaram na tarde desta sexta-feira (28/08) contra a expulsão de 5 estudantes e a suspensão de outros 14 pelo REItor Renato Anunciação, considerado autoritário pelo Grêmio e o movimento estudantil da instituição. A expulsão teria sido motivada pela realização de uma festa sem "autorização" da REItoria, mas os estudantes afirmam que a verdadeira motivação das represálias é a perseguição política contra a livre organização estudantil na instituição.
 
Qua, 26 de Agosto de 2015 Movimento Estudantil

Por todo o país, tem despontado mobilizações de estudantes, professores, funcionários, pais e comunidades contra a situação cada vez mais revoltante na qual as gerências federal, estaduais e municipais tem deixado as escolas por todo país. Fica cada vez mais evidente a necessidade de manter a mobilização nas escolas, lutar contra a falta de democracia e as ingerências das secretarias de educação nas escolas.

Somente construindo a Greve Geral por tempo indeterminado, ocupando todas as escolas num crescente movimento nacional, poderemos derrotar os pacotaços, fazer frente aos ataques dos diferentes governos ao nosso direito de estudar e aprender, enfrentar o sucateamento e a privatização do ensino público! Seguem abaixo alguns exemplos das lutas que sacodem do Oiapoque ao Chuí as escolas do país.

Massiva luta pela garantia da educação escolar indígena em Roraima 

roraima indigenas

Quase todas as escolas indígenas de Roraima seguem paralisadas e  centenas de lideranças indígenas, professores, estudantes, tuxauas, jovens, mulheres e demais membros da mobilização indígena voltaram a ocupar a Praça do Centro Cívico, em Boa Vista, na última segunda-feira, dia 24/08. Há quase um mês, as comunidades indígenas de Roraima seguem mobilizados  em defesa do seu direito de estudar e aprender. O movimento definiu como suas principais reivindicações a garantia da aprovação do Plano Estadual de Educação, contemplando a modalidade da educação escola indígena e a saída da secretária de educação do estado, Selma Mulinari.

 

 
Sex, 21 de Agosto de 2015 Movimento Estudantil

 

Seguindo a cartilha de cortes na educação públicada “Pátria Educadora” de Dilma/PT,a gerência estadual de Cabral/Pezão/PMDB aplicou essas mesmas medidas na educação estadual do Rio de Janeiro, o que já é sentido pelos estudantes e professores.No último dia 22/07 expirou o contrato com a empresa terceirizada AVX que alugava os aparelhos de ar condicionado para as escolas estaduais.O Rio tem neste ano o inverno mais quente dos últimos anos, já na segunda-feira (10/08)alunos estudavam sob intenso calor.

Na última quinta-feira (13/08), os estudantes do Colégio Estadual Antônio Prado Junior, se tornaram mais um alvo da retirada dos aparelhos — que agudiza a situação cada vez mais precária da escola. Após a retirada do ar condicionado, estudantes da escola se mobilizaram na sexta-feira dia 14/08, se organizaram em manifestação, se recusaram a entrar na escola e seguiram em ato até Praça da Bandeira - conhecido ponto de mobilização secundarista no Rio de Janeiro.

 
Sex, 21 de Agosto de 2015 Movimento Estudantil

Por todo o país, tem despontado mobilizações estudantis contra a situação cada vez mais revoltante na qual as gerências federal, estaduais e municipais tem deixado as escolas por todo país. Reproduzimos abaixo algumas notícias.

 

 



Estudantes e pais bloqueiam rodovia em Porto Alegre, denunciando descaso do governo

 

Mais de 150 estudantes da Escola Estadual Doutor Emílio Kemp realizaram um protesto na Avenida Ipiranga, próximo à Rua Monteiro Lobato, em Porto Alegre, na noite desta segunda-feira (17/08). A avenida ficou bloqueada das 19h até 21h20. Os estudantes que contam com o apoio dos pais, professores e da comunidade denunciam a demora na remoção de uma árvore que desabou no mês passado, deixando a escola há mais de 20 dias sem água, luz e telefone.

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Seg, 17 de Agosto de 2015 Movimento Estudantil

 

Na última quarta-feira (12 de Agosto), estudantes, técnicos administrativos e docentes das instituições federais de Pernambuco (UFPE, UFRPE e IFPE) se reuniram em uma grande “Caminhada em defesa da educação pública”.

O ato tinha como objetivo principal denunciar os cortes de verbas na educação e as medidas antioperárias do governo Dilma (PT) como arrocho salarial, as terceirizações, os cortes de bolsas estudantis e as contratações de professores/as via Organizações Sociais (OS).

Cerca de 150 pessoas saíram em passeata  durante duas horas da Praça Francisco Magalhães/UFRPE até a Reitoria da UFPE fechando duas avenidas importantes de Recife – Avenida Caxangá e a BR-101.

 
Seg, 17 de Agosto de 2015 Movimento Estudantil

Na última semana, ocorreram duas manifestações contra o aumento do preço das passagens em Belo Horizonte. A primeira, na quarta (12), terminou com um violento ataque da Polícia Militar, centenas de pessoas ficaram  feirdas e mais de sessenta foram detidas, com o objetivo declarado de impedir a manifestação de prosseguir. No segundo ato, na sexta (14), a PM “dirigiu” o ato, com a aprovação dos movimentos e partidos eleitoreiros e oportunistas à frente da convocação, fazendo dele um verdadeiro roteiro turístico pela área “nobre” da cidade e impedindo que as vias fossem fechadas completamente. Entretanto, o povo segue revoltado contra o aumento e a repressão policial e as lutas tendem a crescer!

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 Aumento de novo, nas costas do povo!

Este foi o mais recente de uma série de aumentos e ameaças de aumento no preço das passagens do transporte coletivo em BH/MG em curto período de poucos meses ; e faz parte da aplicação do pacotaço de ataques contra o povo,  liderado pela gerência nacional de Rousseff (PT/Pecedobe) e copiado à risca por todas as gerências estaduais e municipais, de todas as siglas do Partido Único das classes dominantes, tendo sido alvo da justa revolta e indignação das massas por todo país.

 
Qui, 06 de Agosto de 2015 Movimento Estudantil

 

Nesta quarta-feira (5/8/15) ocorreu no Auditório da Associação dos docentes da Universidade Federal de Pernambuco (ADUFEPE) uma Assembléia Extraordinária. A Assembléia, que contou com a presença de mais 60 professores além de vários estudantes, foi convocada no objetivo de deliberar sobre a adesão dos professores da UFPE à greve nacional da categoria, convocada pelo ANDES - Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior.

Inicialmente foram repassados informes a respeito da “Marcha à Brasília” que ocorrerá dia 6 de agosto na Esplanada dos Ministérios/DF. Estudantes do Diretório Acadêmico de Pedagogia relataram sobre a realização do último 35º ENEPe em Curitiba, que debateu sobre a farsa da “Pátria Educadora” de Dilma Rousseff (PT) e defendeu como bandeira de luta  “Contra os cortes de verbas na educação: Greve Geral é a solução!

Manobras da mesa composta direção pelega da ADUFEPE foram denunciadas pelos/as professores/as, que defendiam a necessidade de realizar uma profunda análise sobre a situação política atual e a possibilidade de deflagração de uma greve docente na UFPE, se somando as mais de 40 universidades em greve por todo o país.

Ao final foi aprovado a realização de Assembléias Gerais dos docentes  no dia 13 e 18 de agosto  para que, no dia  25 de agosto, se decida sobre a aprovação a adesão dos professores da UFPE à Greve Nacional.

 

 
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Qui, 06 de Agosto de 2015 Movimento Estudantil

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Alguns podem questionar-nos sobre o motivo de respondermos a ataques tão rasteiros, mal fundamentados e incoerentes como os contidos na publicação "A C.O do 35° ENEPe fala", divulgada recentemente em nome da Comissão Organizadora do 35° ENEPe na fanpage do evento https://www.facebook.com/enepe2015/posts/376828322516682 Mais do que desmascarar o crasso sectarismo, reacionarismo, patrulhamento ideológico e anticomunismo expresso pelo Levante Popular da Juventude (LPJ), corrente política do PT que aparelhou a Comissão Organizadora do 35° ENEPe e que, covardemente, em nome desta, redige seus furibundos e histéricos ataques contra o nosso movimento. Nosso objetivo é o de demonstrar como nestes seus sorrateiros ataques esta canalha aponta, desesperada e desafortunadamente, ao movimento estudantil brasileiro de uma forma geral e ao Movimento Estudantil de Pedagogia (MEPe) em particular, para o tragicômico caminho do mar de lama em que se afunda o gerenciamento da frente oportunista/eleitoreira de Dilma Rousseff (PT/PMDB/PSB/Pecedobê), do qual são sócios menores ou, melhor dizendo, funcionários terceirizados e puxa-sacos.

Levante Popular da Juventude ou Juventude do PT?

É necessário começar justamente por aí. Quem são estes que se erigem como paladinos da democracia e da ética para, por meio de calúnias, difamações e digressões históricas risíveis (revolução russa maoísta?!) nos imporem a pecha de “opressores, autoritários, etc? Em primeiro lugar, é necessário deixar claro contra quem debatemos (isso mesmo, com quem, jamais “dialogaremos”!).

Mesmo sabendo que não é do gosto do LPJ assumir abertamente os seus posicionamentos políticos, pois, como corresponde ao seu caráter de oportunistas eleitoreiros preferem se servir de sua “geléia geral” ideológica onde todas as concepções teóricas e metodológicas são passíveis para se alcançar o objetivo central de justificar sua política de conciliação de classes de uma forma geral e, particularmente, de defesa deste gerenciamento vende-pátria e entreguista do PT e Pecedobê e sua frente da falsa “esquerda” eleitoreira. O LPJ não é mais do que um “movimento social” chapa branca, mais uma das organizações terceirizadas pelo PT no movimento popular brasileiro, surgido de uma série de rachas relativamente recentes dentro do PT, com o qual, na prática, nunca rompeu. Com a chegada do PT à presidência, tal grupo de militantes, que compunha o que se convencionou chamar de “esquerda do PT”, se desliga organicamente do Partido e passa a atuar como um satélite seu.

 
Qua, 05 de Agosto de 2015 Movimento Estudantil

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O gerenciamento da frente oportunista e eleitoreira de Dilma Rousseff (PT) anunciou, no último dia 30 de julho, mais um absurdo corte de verbas na educação. Este novo corte orçamentário para o MEC é parte do “ajuste fiscal” imposto pelo FMI/Banco Mundial e que é, docilmente, aplicado pelo gerenciamento petista no objetivo de assegurar o superávit primário e os astronômicos lucros da banqueirada. Com este contingenciamento de R$ 8,6 bilhões, Rousseff e seus comparsas elevam para R$ 79,4 bilhões os cortes nas áreas sociais desde o anúncio do pacote de ajuste fiscal.

Este mais recente corte eleva para mais de R$ 12 bilhões a redução das verbas públicas destinadas para a Educação Federal. Muitas universidades federais já anunciaram a impossibilidade de se iniciar o ano letivo, uma vez que faltam recursos para questões básicas como o pagamento de funcionários e contas.

 
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