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Movimento Estudantil
Sex, 18 de Agosto de 2017 Noticias - Movimento Estudantil
Ao longo desta última semana, diversas atividades de mobilização foram organizadas na Uerj, que está em greve já há duas semanas contra o seu fechamento, o corte de verbas e a tentativa de privatização do ensino público. Realizou-se uma Assembleia Geral de estudantes, uma reunião do Comando de Greve de Estudantes, palestras e debates sobre os rumos da greve em diversos cursos, além de ter sido realizado a IV Semana Acadêmica Paulo Freire, do curso de Pedagogia do Maracanã.

A Assembleia Geral, ocorrida na segunda-feira, 14/08, foi fundamental para os estudante darem informes da situação da mobilização em seu curso, dos delegados que foram eleitos para o Comando de Greve e para discutir as principais tarefas para a defesa da Uerj pública e gratuita. No Comando de Greve, foram levadas a cabo as definições das atividades principais e dos meios para garantir a realização destas (como manifestações, panfletagens, colaços, etc.).

Foi um grande avanço para o movimento estudantil da universidade o fato de se ter levado a cabo a realização das decisões aprovadas nas assembleias pelo conjunto dos estudantes. Basta comparar com as últimas greves para constatar um maior nível de organização dos estudantes. Os estudantes organizam atividades diariamente na universidade, impedindo o esvaziamento da Uerj e também tendo em perspectiva elevar mais e mais o nível de sua luta, respondendo aos ataques de Pezão-Temer (PMDB), .

O DCE-pelego, ligado à falida entidade UNE (PT/Pecedobê) mostrou claramente a quem serve ao defender nas assembleias métodos burocráticos como forma de barrar a organização estudantil. Exemplo disso foi sua tentativa de inchar o comando de greve com representantes de suas correntes. Os estudantes em luta garantiram que esta manobra não se efetivasse em duas ocasiões, na Assembleia e no Comando de Greve. Os representantes do MEC, porém, demonstraram não ter nenhum compromisso em organizar a luta quando, logo após serem derrotados, os pelegos da UNE do curso de Ciências Sociais se retiraram da reunião, alguns deles que eram, inclusive, delegados eleitos. Não poderíamos esperar nada de diferente vindo da UNE, que demonstrou uma vez mais ser imprestável para a luta estudantil. Não é atoa que o MEC doou R$1,5 milhão para o seu último Congresso: justamente para tentar barrar o avanço da luta estudantil.

Em vão! Mesmo com a enrolação de 1h30m, a reunião ocorreu e finalizou-se com deliberações importantíssimas. Os estudantes vêm travando duras lutas contra estes posicionamentos oportunistas e elevam seu nível de organização, cada dia mais.

É fundamental seguirmos neste ritmo e levarmos a nossa luta para as ruas do Rio de Janeiro, fechando ruas e avenidas, assim como fizeram os estudantes das escolas ocupadas por todo país, denunciando para a população da cidade os crimes cometidos contra a Uerj e dando claro recado de que não aceitaremos os planos de privatização do ensino público do gerenciamento estadual/federal de Temer-Pezão (PMDB).

Segue abaixo o calendário de luta tirado pelos estudantes:

18/08 - 6ª feira - 14h Comando de Greve Unificado.

21/08 - 2ª feira - 18h Assembleia Geral de Estudantes.

22/08 - 3ª feira - 15h Panfletagem + Colaço de cartazes em cada campus da Uerj (Maracanã, FEBEF e FFP).

23/08 - 4ª feira - 18h Grande Ato em defesa da Uerj em cada campus da Uerj.



Combater e Resistir em defesa da Uerj!

Nenhuma ilusão com o DCE (UNE-PT/Pecedobê) oportunista e eleitoreiro!

Ir ao combate sem temer! Ousar lutar, ousar vencer!

Rebelar-se é Justo!

 
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Qua, 16 de Agosto de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

Na última sexta-feira, dia 11/08, ocorreu um importante manifestação estudantil desde o Largo do Machado até o Palácio Guanabara, na zona sul do Rio de Janeiro. Com a presença de estudantes secundaristas de colégios que foram ocupados no ano passado, de colégios da Baixada Fluminense e de Niterói, estudantes da Uerj e de outras universidades, além de professores de colégios estaduais e de universidades, o ato cumpriu um papel de denúncia da criminosa medida de Marcelo Crivella (PRB) de fechamento de escolas.

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Os mais de 500 estudantes presentes puderam denunciar a situação atual de precarização dos colégios estaduais, com a falta de merenda, salas superlotadas, etc. Houve também denúncias contra o projeto “Escola Sem Partido”, que avança na criminalização dos professores, impedindo que estes promovam um ensino crítico com debates, discussões e que defendam um ensino público crítico que sirva a luta no dia-a-dia das salas dias. Estudantes da Uerj também deram informes da luta em defesa da Uerj pública e gratuita, colocando que é fundamental unir as forças em defesa da educação numa luta decidida contra a atual ofensiva privatista.

 
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Sex, 11 de Agosto de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

No dia 08 de agosto, ocorreu mais uma manifestação dos servidores públicos, professores da rede pública, estudantes e aposentados em luta no estado do Rio de Janeiro. Se concentrando no Largo do Machado, o ato se dirigiu até a sede da gerência estadual de Pezão (PMDB), o palácio Guanabara.

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Os 200 manifestantes foram à rua contra as ações da Secretaria de Educação, a Secretária de Ciência e Tecnologia e as medidas antipovo de Pezão. Estudantes em greve da Uerj e da Uenf também estiveram presentes erguendo faixas, bandeiras e cartazes, contando também com uma bateria que acompanhou as palavras de ordem durante todo o ato exigindo o pagamento dos salários atrasados, regularização das condições de trabalho.

 
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Qui, 03 de Agosto de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

 

Na tarde do dia 01/08, cerca de 200 professores se reuniram em Assembleia Docente para discutir os rumos de sua luta. Esta data tinha sido definida pela última assembleia como o início da Greve docente, tendo em conta a situação que se encontra a universidade, bem como a ausência de respostas concretas por parte do gerenciamento estadual de Pezão (PMDB).

Os mais de 200 professores discutiram e deram informes sobre a situação que atravessam. Muitos dos professores estão com extratos bancários zerados, por conta dos mais de 3 meses de atraso nos salários. Além disto, os terceirizados também estão sem receber, e não há previsão para o Restaurante Universitário voltar a funcionar. Em resposta a isto, os professores iniciaram sua greve, tendo amplo apoio dos outros setores da universidade.

 

Pela noite, mais de 300 estudantes também se reuniram em uma Assembleia Estudantil, aonde grande parte dos presentes eram calouros que estão esperando para iniciar o semestre desde o começo do ano.

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Os estudantes também fizeram informes e denúncias dos ataques que estão sendo cometidos contra seus direitos. O próprio Restaurante Universitário, que está sem funcionar, existe apenas em um dos campus da faculdade. Além disso, são frequentes os atrasos nas bolsas, o que torna impossível a simples ida de estudantes cotistas até a Uerj.

 

 
Seg, 10 de Julho de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

O Movimento Estudantil Popular Revolucionário - MEPR manifesta com firmeza nosso repúdio à perseguição política aos estudantes da UNESP – Marília. Este processo recentemente tomou novo impulso com o encaminhamento dos processos de sindicância abertos em retaliação ao piquete realizado na universidade em apoio às ocupações de 2015 e por políticas de Permanência Estudantil.

Nos solidarizamos com os companheiros ameaçados de perda do vínculo com a universidade, além da possível perda de bolsas acadêmicas. Rechaçamos todos os casos de perseguição política a estudantes, que tem se tornado cada vez mais comuns, escancarando o caráter reacionário e antidemocrático de muitas das direções e reitorias das universidades brasileiras.

Em maio deste ano, denunciando a perseguição a estudantes na USP - São Carlos, nós afirmamos:

"Essass acusações absurdas estão em consonância com procedimentos típicos do decreto 477 da mesma época [do Regime Militar Fascista de 64] e que ficou conhecido como AI-5 dos estudantes, o qual feria a autonomia dos estudantes pelo impedimento da liberdade de expressão e de sua organização dentro das escolas e universidades sem que houvesse ingerência do estado ou da gestão.

Naquele contexto de extremo autoritarismo por parte dos milicos, eram adotados mecanismos policialescos de interrogatórios de modo a intimar estudantes, “um a um”, a prestarem esclarecimentos sobre suas funções e ações políticas. Hoje, uma REItoria fascista se baseia numa legislação ultrapassada e arquireacionária para perseguir, intimidar e até expulsar estudantes que estão legitimamente lutando por seus direitos e por melhorias na universidade."

É imperativo levantarmos a bandeira da democracia nas escolas e universidades e unificarmos a luta de estudantes, professores e funcionários em defesa das nossas escolas e universidades públicas, gratuitas, democráticas e que sirvam ao povo!

ABAIXO A PERSEGUIÇÃO POLÍTICA AOS ESTUDANTES QUE LUTAM!

PELO ARQUIVAMENTO IMEDIATO DOS PROCESSOS CONTRA OS ESTUDANTES DA UNESP MARÍLIA!

LUTAR NÃO É CRIME!


 

 
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Sex, 09 de Junho de 2017 Noticias - Movimento Estudantil
No último dia 07/06, quarta-feira, estudantes, professores e técnico-administrativos participaram da Marcha pela Uerj. O ato, que contou com mais de 1000 pessoas, teve início pela manhã, as 10 horas. Ao fim da tarde, ocorreu também a distribuição de panfletos denunciando a chacina de Pau D’Arco, no Pará.

Pela manhã, as aulas foram interrompidas para que o conjunto da comunidade acadêmica pudesse comparecer. A manifestação percorreu toda a Rua 28 de setembro, aonde está localizada o Hospital Universitário Pedro Ernesto - HUPE, que sofre com a precarização e o corte de verbas. Ao longo da caminhada, muitas faixas, cartazes e falas denunciaram o plano de desmonte da educação pública e chamaram a população carioca a se unir na luta em defesa da Uerj e contra as medidas antipovo do Pezão. Chegando até o fim da rua, numa movimentada praça, o ato teve fim.

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Esta importante iniciativa serviu para mostrar para alguns setores da universidade e também para a população quão grave é a situação da Uerj com um período letivo de apenas 3 meses, o não funcionamento do bandejão, aonde estudantes estão tendo que pagar pelo menos R$50,00 por semana do próprio bolso para almoçar nos arredores da faculdade, e muitas outras pautas que garantem o funcionamento mínimo da faculdade e devem ser urgentemente atendidas.

Apesar dos ataques de Pezão e toda sua quadrilha, a Uerj resiste! Estudantes, professores e funcionários estão se organizando para defender seus direitos e lutar contra os ataques aos seus direitos em defesa do ensino público!

No mesmo dia, às 17h, estudantes do MEPR e militantes da UV-LJR organizaram uma panfletagem denunciando a chacina de 10 camponeses ocorrida em Pau D’Arco, no Pará, no último dia 24/05. Foram mais de 700 panfletos distribuídos em pouco mais de 2 horas de atividade, que contou com uma faixa em apoio à luta pela terra e condenando o massacre, e também intervenções no megafone explicando o conteúdo do panfleto distribuido.

Todos os que passavam e recebiam a nota de denúncia se mostravam interessavados em ouvir o conteúdo das falas e em vários momentos demonstravam o seu apoio à luta dos camponeses pela terra. Na semana que vem será organizado um debate com o mesmo tema para trazer, uma vez mais, o debate sobre a questão agrária e a denúncia dos crimes do latifúndio para dentro da faculdade.

Após o final da atividade, foi estendida uma faixa de 30 metros com os dizeres “Solidariedade aos camponeses de Pau D’Arco Pará! Viva a luta pela terra!” assinada pelo MEPR.

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Sex, 19 de Maio de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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No final da tarde da última quinta-feira (18/05), no Terminal de Ônibus do Centro de Porto Velho, ativistas do Movimento Estudantil Popular Revolucionário realizaram uma vigorosa panfletagem de apoio aos camponeses de Rondônia e à Liga dos Camponeses Pobres. Os estudantes do povo fizeram intensa agitação ao megafone denunciando os crimes do latifúndio e seu velho Estado contra os camponeses, e reafirmando a necessidade e a justeza da luta camponesa combativa e sem ilusões com o velho Estado.

Um ponto de destaque foi a denúncia da ameaça de despejo das áreas Canaã, Raio do Sol e Renato Nathan 2, utilizando inclusive o Exército reacionário. Os estudantes expuseram o absurdo de tal decisão e a conivência do INCRA em relação aos latifundiários grileiros, já que o INCRA que deveria fazer reforma agrária não tem regularizado as posses dos camponeses e assim deixam o caminho livre pros verdadeiros ladrões de terras: os latifundiários.

 
Sex, 19 de Maio de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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No dia 13 de maio os estudantes do povo de Goiânia se reuniram para celebrar a importante Batalha de Cachoeirinha e propagandear a revolução democrática agrária como primeiro passo do verdadeiro caminho para a transformação da realidade do povo brasileiro.

A Batalha de Cachoeirinha ocorreu em 1967 quando latifundiários tomaram à força as terras de posseiros e quilombolas que residiam no norte de Minas Gerais. A desocupação violenta foi legalizada e apoiada pelo Estado. Em pleno regime militar, que se iniciara em 1964, os latifundiários foram encorajados a se assenhorarem das terras dos camponeses posseiros através da grilagem. Esse processo contaria com validação jurídica dada pelo judiciário e também com a permissão do uso da violência privada e também das forças do Estado que abertamente colaboravam com os ataques às terras camponesas em prol de grileiros. Essa é uma das facetas da chamada modernização conservadora no campo brasileiro que fortaleceu o latifúndio – renovando-o através de gordos e vultosos incentivos estatais – e reforçou o capitalismo burocrático no país.

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Ter, 16 de Maio de 2017 Noticias - Movimento Estudantil
Manifestamos nosso apoio e solidariedade aos estudantes perseguidos políticos na USP de São Carlos!

 

O Movimento Estudantil Popular Revolucionário registra e envia sua solidariedade aos estudantes da USP de São Carlos que estão sofrendo processo administrativo pela REItoria, contando possibilidade de “eliminação” (expulsão), por participarem da justa e legítima ocupação da prefeitura do campus entre Março e Abril de 2017.

Conforme denunciado pelo jornal A Nova Democracia, o Reitor Marco Antônio Zago instaurou um Processo Administrativo Disciplinar contra 9 estudantes que participaram da ocupação exigindo melhorias no alojamento e fim das perseguições, entre outras questões. A ocupação foi encerrada após acordo que previa justamente que não haveria qualquer punição aos envolvidos, sendo inclusive atestada a integridade do prédio.

No processo, os estudantes são acusados de maneira esdrúxula de não “agir de forma compatível com a moralidade e a integridade acadêmica”, “pertubar os trabalhos escolares e funcionamento da Universidade de São Paulo” e etc. Estas acusações são baseadas no Regimento Geral e Código de Ética da USP, que datam da época do Regime Militar Fascista de 64.

Essass acusações absurdas estão em consonância com procedimentos típicos do decreto 477 da mesma época e que ficou conhecido como AI-5 dos estudantes, no qual feria a autonomia dos estudantes pelo impedimento da liberdade de expressão e de sua organização dentro das escolas e universidades sem que houvesse ingerência do estado ou da gestão.

Naquele contexto de extremo autoritarismo por parte dos milicos, eram adotados mecanismos policialescos de interrogatórios de modo a intimar estudantes, “um a um”, a prestarem esclarecimentos sobre suas funções e ações políticas. Hoje, uma REItoria fascista se baseia numa legislação ultrapassada e arquireacionária para perseguir, intimidar e até expulsar estudantes que estão legitimamente lutando por seus direitos e por melhorias na universidade.

Por isto, enviamos todo nosso apoio aos companheiros perseguidos políticos da USP de São Carlos!

Fascistas, não passarão!
Lutar não é crime!

 

REBELAR-SE É JUSTO!

 

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