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Movimento Estudantil
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Seg, 30 de Março de 2015 Movimento Estudantil

Numa atitude digna de representantes do regime militar fascista que infelicitou o nosso país por longos 21 anos, a Congregação da FAFICH aprovou em reunião, nesta segunda-feira (30), o fechamento por tempo indeterminado da sala do Diretório Acadêmico. Esta atitude representa um verdadeiro atropelo à democracia e autonomia universitárias e um ataque aberto ao movimento estudantil da UFMG e aos direitos democráticos à livre reunião, expressão e manifestação dos estudantes na instituição. Seguranças privados já circulam, de forma intimidatória, por todos os andares do prédio e o patrulhamento ostensivo do campus da UFMG na Pampulha pela PM é cobrado pelo monopólio da imprensa e debatido em reuniões as portas fechadas pela Reitoria e a burocracia universitária. Este ataque frontal ao movimento estudantil na UFMG se deu após uma enxurrada de matérias sensacionalistas veiculadas pelo monopólio da imprensa.

 

Nos últimos dias, o jornal Estado de Minas, diretamente ligado ao PSDB de Aécio Neves em Minas Gerais e parte do monopólio da imprensa fascista no país, tem publicado uma série de "denúncias" sobre o consumo e o tráfico varejista de drogas ilícitas no Diretório Acadêmico da FAFICH (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas), associando tais supostos atos à atuação do “crime organizado” na entidade estudantil e ao crescimento de furtos e assaltos no campus da UFMG na Pampulha. Tais "denúncias", que são parte de uma odiosa campanha em defesa da militarização da UFMG, da criminalização do movimento estudantil e contra a autonomia e democracia universitárias, foram prontamente repercutidas por outros órgãos da imprensa fascista, notadamente a TV Alterosa (pertencente ao mesmo grupo dos Diários Associados do qual o Estado de Minas é parte). Ademais, o Estado de Minas de Aécio Neves (PSDB) tira proveito do clima de insatisfação generalizada na universidade contra o absurdo corte de 30% do orçamento da UFMG imposto pelo governo federal de Dilma Rousseff (PT), visando desgastar ainda mais o gerenciamento petista e capitalizar eleitoralmente para as eleições presidenciais de 2018. De forma sensacionalista, tais órgãos do monopólio da imprensa buscam difundir um clima de insegurança entre os estudantes, servidores e professores para justificar medidas antidemocráticas como a restrição e controle da circulação de pessoas externas à comunidade acadêmica no campus Pampulha e, principalmente, incrementar a presença da Policia Militar, já absurda e inconstitucionalmente estabelecida desde 1996 através de um espúrio convenio entre a PM e a Reitoria da UFMG, mantido pela atual administração do reitor Jaime Arturo Ramirez.


Em suas declarações, a Reitoria da UFMG e a burocracia universitária na FAFICH deixam claros os seus escusos objetivos de aprofundar a política de controle e segregação social iniciada com a instalação das catracas nos prédios, medida amplamente questionada por estudantes, professores e servidores. Assim como o verdadeiro "Big Brother" imposto à comunidade universitária pelas câmeras espalhadas por todo o campus, estabelecendo a completa falta de privacidade e liberdade, particularmente para aqueles que questionam a ordem estabelecida na universidade. Estas medidas antidemocráticas são parte de uma mesma lógica que tem se perpetuado na UFMG por meio da recorrente proibição de festas e atividades culturais organizadas por estudantes e a absurda proibição de alojamento no campus durante eventos estudantis, o que tem gerado constantes conflitos terminando, na grande maioria dos casos, em processos administrativos contra estudantes.


Os setores governistas ligados à UNE que participam da diretoria do DA FAFICH se limitam em questionar o notório caráter preconceituoso e racista das matérias sensacionalistas veiculadas pelo monopólio da imprensa e das medidas tomadas pela diretoria da FAFICH, encobrindo a relação de tais matérias e medidas com o crescente processo de criminalização do protesto popular e do movimento estudantil por todo o país, do qual o gerenciamento oportunista de Dilma Rousseff (PT) e sua frente oportunista e eleitoreira de PMDB/PSB/pecedobê é o principal protagonista desde as grandes jornadas de luta de junho/julho de 2013. Além do que, fazem questão de desassociar o aumento dos casos de furtos e assaltos na instituição com o absurdo corte de verbas imposto à UFMG pelo governo de Dilma Rousseff (PT) no início deste ano por meio do Decreto Nº 8.389, de 7 de janeiro de 2015.

 

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Dom, 08 de Março de 2015 Movimento Estudantil

 

Reproduzimos a "CARTA ABERTA AO POVO GOIANO", divulgada pelo Fórum pelo direito à livre organização e manifestação e contra a criminalização da Luta Popular, disponível em https://pt-br.facebook.com/frente.delutago, na qual o Fórum informa sobre a soltura de Gabriel Cunha Vilela, Ramom Souza Silva, Alex Fernando de Oliveira e Jorge Eduardo dos Santos, presos pela sua participação em legítimos protestos populares contra o absurdo aumento das passagens e em defesa do transporte público em Goiânia, denunciando a continuidade da repressão policial fascista e o cerceamento aos direitos democráticos à livre manifestação, reunião e expressão na capital do estado de Goiás.

 

 
Sex, 27 de Fevereiro de 2015 Movimento Estudantil

gabriel vilella Ontem pela manhã, dia 26/02, o estudante e jornalista independente Gabriel Vilela, do coletivo Desneuralizador, foi arbitrariamente preso pela Polícia Militar durante uma manifestação espontânea  realizada pela população revoltada com o absurdo preço das passagens e as péssimas condições do transporte, em um terminal rodoviário em Goiânia.

 

Acusações infundadas são imputadas ao jovem e lhe foi negado o direito à fiança e o mesmo permanece preso mesmo sem quaisquer provas a respeito das acusações. Outros manifestantes também foram presos no mesmo ato.

 

Esta é mais uma ação no objetivo de barrar a luta contra o aumento de passagens, impedir que imagens veiculadas pela imprensa popular fure o bloqueio imposto pelo monopólio da imprensa,  se configurando clara e abertamente como mais um ataque ao direito democrático à livre manifestação e expressão.

 

Liberdade imediata para Gabriel Vilela e todos os presos políticos!

Pela extinção de todos os processos contra manifestantes!

Exigimos nosso direito à liberdade de manifestação e expressão!

 

Movimento Estudantil Popular Revolucionário - Brasil

 
Sex, 27 de Fevereiro de 2015 Movimento Estudantil

 

A Universidade Federal de Goiás é um órgão público e como tal deve estar aberto a população e seus interesses. Contudo, não é o que se vem acontecendo. A Frente de Lutas Pelo Transporte Coletivo existe desde 2013 e desde então lutamos para barrar aumentos tarifários que prejudicam milhões de trabalhadoras e trabalhadores da região metropolitana de Goiânia enquanto enchem com lucros milionários os bolsos dos empresários do transporte coletivo e reivindicamos um transporte coletivo de qualidade.

 

Para a efetivação de nossas reuniões, que são abertas e públicas, necessitamos de espaços amplos e públicos e sempre usamos os espaços da UFG para este fim, notadamente a Faculdade de Educação e o Museu Antropológico. Além disto, nas diversas manifestações que promovemos são constantes a truculência da polícia, dispersando o ato no meio e obrigando os manifestantes a se refugiarem em local seguro, para isto, a Faculdade de Direito foi ao longo desta jornada, um local constante de refúgio dos manifestantes. Contudo, nesta última semana fomos surpreendidos, encontrando as portas da universidade fechada para nós.

 

 
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Qui, 26 de Fevereiro de 2015 Movimento Estudantil

 

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Igor Mendes da Silva, estudante de Geografia da UERJ, ativista do Movimento Estudantil Popular Revolucionário – MEPR e da Frente Independente Popular – FIP é mais um preso político dos gerenciamentos de Cabral/Pezão (PMDB) e Dilma Rousseff (PT). Igor Mendes está há mais de dois meses preso no Complexo Penitenciário do Bangu no Rio de Janeiro/RJ pelo “crime” de ousar lutar contra a farra com o dinheiro público durante a Copa do Mundo da Fifa.

Igor Mendes está preso por lutar em defesa de saúde, ensino e transporte públicos, por participar de manifestações contra o genocídio cometido diariamente pelas UPP`s (Unidades de Polícias Pacificadoras) e a ocupação do Exército nas comunidades pobres da “cidade maravilhosa”. Igor Mendes está preso por ter se colocado ao lado dos professores durante a grande greve de 2013 quando a polícia atacou com violência uma manifestação com mais de cem mil pessoas e por ter se posicionado ombro a ombro com os garis que se rebelaram contra seus aviltantes salários e as péssimas condições de trabalho.

A absurda e descabida alegação para a prisão do ativista é sua participação em um festival de cultura popular ocorrido no dia 15 de outubro de 2014 (dia do professor) em frente à Câmara dos Vereadores, na Cinelândia. Na interpretação do juiz fascista Flávio Itabaiana, a participação do jovem no evento significaria o descumprimento das "medidas cautelares" impostas pelo judiciário que proíbem a participação do ativista em "reuniões públicas" sob a justificativa de que sua presença representaria um "risco a ordem pública".

 
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Qua, 25 de Fevereiro de 2015 Movimento Estudantil

 goiania manifestaoNa última sexta-feira, dia 20/02, aconteceu a primeira manifestação contra mais um absurdo aumento das passagens de ônibus em Goiânia, que no último dia 16 foi para R$3,30, passando a ser a 3ª mais cara do país, junto de Curitiba. Cerca de 600 pessoas foram à manifestação chamada pela Frente de luta, e caminharam até o Terminal Pç. da Bíblia. Além da faixa principal da manifestação, “R$3,30 é roubo!”, os manifestantes carregavam faixas como “Protestar não Crime!” e “Pelo livre direito de Manifestação!”, dos dias das grandes manifestações contra a “Operação R$2,80” da Polícia Civil, que prendeu 3 estudantes em maio de 2014, acusados de depredarem 104 ônibus, e pretendeu criminalizar o MEPR utilizando-o para enquadrar os estudantes nos crimes de associação criminosa e incitação à violência. Veja ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=s9juZU3OcaI Uma nova manifestação está marcada para a próxima quinta, dia 26, às 17h na Pç. Universitária.

 
Sex, 20 de Fevereiro de 2015 Movimento Estudantil

Com informações de http://www.andes.org.br

federal de alagoas 

Um grupo de estudantes da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) realizou manifestação na manhã de quarta-feira (11) para exigir o pagamento das bolsas do mês de janeiro. Segundo a Pró-Reitoria de Estudantil (Proest) da universidade, cerca de 1300 estudantes não receberam seus benefícios e não há previsão de regularização dos pagamentos, que dependem de repasse do Ministério da Educação (MEC). Na Ufal, o valor das bolsas é R$ 400,00.

Tiago Leandro da Cruz Neto, 2º vice-presidente da Regional Nordeste III do ANDES-SN, afirma que a situação dos estudantes bolsistas da Ufal é problemática. “Não há recursos do governo. Houve o corte de orçamento, foi dito que ele não afetaria a educação, mas já está afetando”, ressalta o docente.

O professor cita ainda outro problema dos bolsistas da Ufal. “É exigida a contrapartida de parte desses estudantes para que recebam as bolsas. Mas não é contrapartida em pesquisa e extensão nas áreas estudadas, e sim a realização de trabalho administrativo e burocrático da universidade”, critica Tiago. Segundo o docente, a substituição de servidores técnico-administrativos por bolsistas é uma clara demonstração da precarização do trabalho nas universidades.

A pedido dos bolsistas, a Ufal suspendeu as atividades de contrapartida deles até a regularização dos pagamentos

 
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Qua, 04 de Fevereiro de 2015 Movimento Estudantil

Durante o III Encontro da Juventude Camponesa, jovens vindos de diversas comunidades do Norte de Minas e Sul da Bahia, manifestaram seu apoio à campanha pela libertação de Igor Mendes da Silva, ativista do MEPR e da FIP/RJ, preso político dos gerenciamentos de Dilma Rousseff (PT) / Cabral-Pezão (PMDB) e um dos vinte e três ativistas perseguidos políticos na capital fluminense. Igor Mendes se encontra a dois meses encarcerado pela sua participação em protestos populares contra a farra da Fifa e em defesa dos direitos do povo na cidade do Rio de Janeiro. A mesma frente oportunista e eleitoreira encabeçada por Dilma Rousseff (PT) que persegue a juventude combatente na cidade é responsável pela mais cruenta repressão e criminalização da luta pela terra, em ações orquestradas por meio da Ouvidoria Agrária Nacional, INCRA e outras instituições do velho Estado. Os mandantes do assassinato do dirigente camponês, Cleomar Rodrigues de Almeida, coordenador político da Liga dos Camponeses Pobres do Norte de Minas e Sul da Bahia assassinato por pistoleiros a mando do latifúndio no dia 22/10/2014 continuam impunes e o latifúndio segue matando aqueles que lutam pelo sagrado direito à terra para quem nela trabalha, como fica evidente com o assassinato de José Antônio dos Santos, executado por bando armado comandado por ex-policiais em Rondônia no dia 27/01/2015.

Liberdade imediata para Igor Mendes e todos os presos políticos da cidade e do campo!

Cleomar Vive! Morte ao latifúndio! 

 

novo 2
 
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Sex, 30 de Janeiro de 2015 Movimento Estudantil

corte educao dilma

No primeiro dia de 2015, durante o seu discurso de posse, Dilma Rousseff (PT) lançou o demagógico lema de seu segundo mandato: “Brasil, Pátria Educadora”.  Vindo da principal representante de um partido que aprofundou a política de sucateamento e privatização do ensino público no país, não é de se estranhar que, passada apenas uma semana, o gerenciamento federal anunciasse o  corte R$ 7,042 bilhões do orçamento do Ministério da Educação. É importante lembrar que os cortes no investimento na educação não são a exceção para o gerenciamento petista, mas sim a regra. Entre os anos de 2010 e 2011 o gerenciamento petista realizou três cortes no orçamento para o ensino público, perfazendo um total de 5 bilhões de reais, dinheiro entregue aos seus companheiros banqueiros e do agronegócio e, é claro, aos magnatas e construtoras durante a farra da Fifa no ano passado.

 

  A vaca tossiu e Dilma Rousseff corta direitos trabalhistas

 
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Ter, 27 de Janeiro de 2015 Movimento Estudantil

Dezenas de manifestações são realizadas, desde o início do ano, contra o aumento das passagens e pelo passe-livre em várias capitais e cidades médias por todo o país. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, as manifestações levantam a bandeira da libertação de todos os presos políticos da cidade e do campo. Já são dezenas de manifestantes presos por todo o país neste mês de janeiro, particularmente em São Paulo, onde a repressão policial às justas manifestações populares contra o aumento das passagens foi o estopim para o início das grandes jornadas de luta de junho/julho de 2013. 

 
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