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Movimento Estudantil
Qua, 04 de Maio de 2016 Movimento Estudantil
Reproduzimos abaixo nota publicada pelo D.A. de Pedagogia da UFMG – Gestão Campo de Luta em apoio e solidariedade à Liga dos Camponeses Pobres pela odiosa campanha de criminalização e perseguição sofrida por parte de latifundiários, do Comandante Geral da PM de Rondônia e do monopólio de imprensa fascista da região.

Aproveitamos para saudar esta postura do D.A. da Fae/UFMG em se colocar do lado das lutas do nosso povo! Viva o Movimento Estudantil independente e combativo!

 


 

O Diretório Acadêmico Walkiria Afonso Costa da Faculdade de Educação/UFMG se solidariza com o dirigente da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia (LCP) José Pereira Gonçalves e sua família, ameaçados e perseguidos por pistoleiros e pela polícia militar a mando do latifúndio em conluio com o velho Estado fascista.

Temos acompanhado com muita atenção a luta dos camponeses no Vale do Jamari em Rondônia, onde esse Estado burguês, latifundiário e serviçal do imperialismo tem perpetrado inúmeros ataques aos camponeses em luta pela terra. A perseguição tem se intensificado depois da nomeação do Coronel Ênedy, milico fascista, a comandante geral da PM em Rondônia, que junto ao governador Confúcio/PMDB são responsáveis pela violência na região que já teve pelo menos 4 assassinatos de camponeses, sem contar em perseguições, torturas, ataques de pistoleiros e despejos.

 
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Qua, 04 de Maio de 2016 Movimento Estudantil

No último mês, por conta da escalada da perseguição e ameaças ao movimento camponês em nosso país, especialmente no estado de Rondônia, ativistas do MEPR organizaram uma série de atividades com objetivo de expor a realidade da luta pela terra, contando inclusive com a participação do dirigente da LCP de Rondônia José Gonçalves, cuja carta aberta de denúncia dos crimes do latifúndio foi distribuída amplamente.

Levantando a consigna da campanha “Contra a Perseguição, Ameaças e Assassinatos de Camponeses e suas Lideranças” foram organizados debates na Faculdade de Educação (FaE), Instituto de Geociências (IGC) e na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) da Universidade Federal de Minas Gerais e também na Escola Estadual Dona Benvinda de Carvalho em conjunto com estudantes e professores progressistas. Nestas atividades não apenas se expôs a dura realidade do campesinato no nosso país e sua histórica luta pela terra, tão escondida pelo monopólio de imprensa, como também a necessidade de apoiar a Revolução Agrária em curso no nosso país, caminho da libertação de toda a nação, em contraponto à mentirosa Reforma Agrária falida capitaneada pelo oportunismo do PT na gerência de turno, atual responsável pela aplicação da política de Estado de massacre e genocídio sobre nosso povo.

 
Sáb, 23 de Abril de 2016 Movimento Estudantil

A mobilização da Juventude Combatente na atual greve dos servidores, entre eles os professores, no estado do Rio de Janeiro já levou a atual Onda de Ocupações de Colégios. Até o dia 23/04 já eram mais de 75 o número de Ocupações e são mais dezenas mais os colégios aonde os estudantes vêm se mobilizando para novas e maiores ações, enfrentando de maneira decidida direções fascistas, a contrapropaganda dos monopólios de comunicação e a repressão da Polícia fascista tudo isto sendo desesperadamente orquestrado pelo atual gerenciamento de turno, em crise, do estado do Rio de Janeiro, Pezão/Dornelles (PMDB).

Em todo Estado vem ocorrendo cenas de direções fechando escolas para impedir a mobilização dos estudantes, policiais militares intervindo em assembleias e manifestações estudantis, bloqueando os aparelhos que recarregam os cartões de passagem, RioCard. Ao mesmo tempo os combativos estudantes resistem aos ataques, se mobilizam e aumentam, a cada dia que passa, o número de colégios Ocupados! Os estudantes vêm colocando na ordem do dia suas pautas contra o desmonte do ensino público e contra o autoritarismo de direções aliadas à Secretaria de Estado de Educação SEEDUC.

Combativo protesto na greve dos professores de 2013.

 

 
Seg, 18 de Abril de 2016 Movimento Estudantil

            No dia 11/04 os estudantes do C.E. Herbert de Souza ocuparam a escola em resposta ao plano de desmonte do ensino público e contra sua direção e seus inspetores autoritários. Desde semanas antes os estudantes já vinham se organizando em Rodas de Conversas, CineDebates, Passagens em Turmas e diversas outras atividades para mobilizar e politizar os estudantes.

Faixas e Cartazes no portão do Colégio Ocupado.

 
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Sex, 15 de Abril de 2016 Movimento Estudantil

Corte_de_verbas

Saudamos a todos/as estudantes da UFPE e desejamos que durante esse ano a luta e a mobilização estudantil continuem em defesa do caráter público de nossa universidade e contra os cortes de verba da educação. Vamos defender a assistência estudantil, é um direito nosso, portanto dever da universidade assistir os estudantes em situação de maior vulnerabilidade, para que os mesmo possam ter direito à bolsa para se manter na universidade e terminar o seu curso. No ano passado, a assistência estudantil teve cortes drásticos nos valores das bolsas e indeferimentos sem justificativas, o que demonstra uma evidente quebra de segurança jurídica no edital, que previa valores mais altos, ainda não adequados às necessidades das/dos bolsistas. Os atrasos das bolsas só aumentaram, os editais 2014.1 e 2015.1, foram os prejudicados, além da notificação que a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis - PROAES mandou para os estudantes que tinha 50% de reprovação nas disciplinas de seu curso com a bizarra justificativa de que muitos estudantes não estavam frequentando as aulas. Acontece que a maioria faltava por não ter dinheiro.

A situação dos bolsistas hoje é preocupante. A partir de janeiro de 2016 haverá um corte nas bolsas em 50% para todos os editais, obrigando o estudante a fazer um novo recadastramento de acordo com os critérios que a REItoria julga ser correto nesse período de crise econômica e política. Tudo isso como tentativa de salvar o governo Dilma (PT).

 
Sex, 15 de Abril de 2016 Movimento Estudantil
A falsa polarização entre PT versus PSDB a cada dia evidencia mais ainda ser um jogo do Partido Único da burguesia, do latifúndio serviçal do imperialismo para confundir o povo. O PT/Pecedobê, PMDB, PSDB et caterva se unem para atacar os parcos direitos elementares do povo e criminalizar aqueles que se erguem em luta contra estes governos anti-povo e vende-pátria. Não é a toa que ao se falar da nova edição do AI-5, a chamada “Lei antiterrorismo” todos eles defendem a sua aprovação, inclusive, a Ministra dos Direitos Humanos de Dilma, Maria do Rosário.

Nesse contexto, uma onda de fascistização tem crescido por parte desse Estado burguês-latifundiário que não tem nada de democracia para o povo brasileiro. No campo, uma verdadeira campanha de terror tem sido posta em prática contra o movimento camponês combativo, indígena e quilombola em luta pelo direito a terra. No Rio de Janeiro, o governador Sérgio Cabral (PMDB) em santa aliança com o governo federal criou o novo DOPS, Delegacia de repressão aos crimes de informática (DRCI) com a intervenção direta da força nacional de segurança para investigar e prender estudantes, professores e ativistas. Exemplo disso foi a prisão do nosso companheiro Igor Mendes, preso em Bangu por quase 7 meses por defender a prioridade da educação pública em detrimento dos gastos biliardários com a Copa da Fifa e Olimpíadas. Mais recentemente, uma onda de prisões aconteceu em São Paulo e Goiás a jovens secundaristas que ocuparam as escolas contra a reorganização de Alckmin (PSDB) e as terceirizações e militarização do Marconi Perillo (PSDB).

 
Sex, 15 de Abril de 2016 Movimento Estudantil
O Movimento Estudantil Popular e Revolucionário (MEPR), as diretórios acadêmicos (d.a’s) de Pedagogia e Geografia, no dia 18 de março deste ano, interviram na cerimônia de posse da nova diretoria, Alfredo Matos e Ana Lúcia Félix, do Centro de Educação (CE) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Os/as estudantes de Pedagogia e Geografia solicitaram fala no evento e lhes foram negados. Então, na fala do representante da Reitoria levantamos faixas e cartazes contra o golpe do governo Dilma/PT na assistência estudantil, os ataques à educação pública, as perseguições políticas e os processos federais contra estudantes e técnicos a mando do REItor fascista Anísio Brasileiro.

 

Os professores ali presentes, que fazem parte do grupo “Unidos pelo CE” reagiram com vaias e, especificamente, a professora Conceição Reis – coordenadora da extensão do CE – levantou-se descontrolada, destilando sua fúria autoritária, e começou a gritar um “Fora daqui Estudantes!”, como se aquele espaço não fosse digno de nossa presença.

 

Quem tem medo dos estudantes combativos?

 
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Sex, 15 de Abril de 2016 Movimento Estudantil

Nós, do Movimento Estudantil Popular Revolucionário repudiamos as agressões sofridas pelo nosso companheiro de luta Robson Guedes, integrante da gestão ânimo de luta do Diretório Acadêmico de Pedagogia UFPE e do Campo de Luta do Movimento Estudantil de Pedagogia, no qual atuamos lado a lado contra o governismo da UNE (PT/Pecedobê) e em defesa de uma organização estudantil de luta, ativa, independente e combativa. No dia 10 de abril, no bairro da Várzea/ Recife, depois de deixar seu namorado na parada de ônibus, dois covardes perseguiram-no, deram-lhe uma rasteira desferindo uma série de socos em seu corpo e xingamentos homofóbicos.

No nosso país, vivemos um momento de uma crescente onda de fascistização da sociedade. Essa falsa polarização existente entre duas frações das classes dominante junto aos monopólios de comunicação tenta gerar um clima cada vez mais de despolitização para que o povo não tome consciência e enxergue o problema mais a fundo. Ademais da crise econômica do capitalismo burocrático no Brasil, aumentando a exploração dos trabalhadores no campo e na cidade para garantir os superlucros do imperialismo, das grandes indústrias e do latifúndio, o aumento do desemprego, a falência da reforma agrária tem jogado uma parte do nosso povo para a criminalidade.

A tentativa de colocar massa contra massa escondendo as verdadeiras contradições entre imperialismo versus nações subjugadas e exploradores versus massas oprimidas tem causado consequências desastrosas ao nosso povo. No campo, a fragmentação da luta pela terra entre ribeirinhos, camponeses, vazanteiros etc. Na cidade, empregados e desempregados, brigas entre torcidas rivais de futebol, homens e mulheres, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais. Tudo isto são políticas do imperialismo que seguiram sendo aprofundadas pelo oportunismo do PT/Pecedobê com o apoio dos monopólios de comunicação, à cabeça a Rede Globo, durante todos esses anos utilizando-se do que há de mais arraigado e atrasado culturalmente por meio do individualismo para negar a luta de classes.
 
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Dom, 10 de Abril de 2016 Movimento Estudantil

No dia 07/04, os alunos do C.E. Hebert de Souza organizaram uma assembleia estudantil para debater os problemas da escola e as formas de luta para resolver estes problemas.

Em princípio, a assembleia seria na sala de Teatro da escola. A direção do colégio estava ciente da reunião desde dias antes, mas minutos antes do horário marcado para o início da assembleia, os diretores receberam uma ligação da Regional Metropolitana VI (ligado à Secretaria de Educação, órgão do Governo Estadual), proibindo qualquer tipo de organização dos estudantes.

Diante desta postura fascista, tão comum de direções autoritária e antidemocrática e de governos antipovo que cortam verbas da educação e reprimem os trabalhadores em luta, os alunos decidiram manter sua reunião e realizar mesmo assim a assembleia no pátio das escolas.

Na assembleia foi exposto pelos estudantes a posição de repúdio à intervenção da direção e do governo no movimento estudantil. Ficou claro nas falas que é fundamental se posicionar contra direções autoritárias para ser possível exigir melhorias em cada escola.

Quando a reunião estava já encaminhando para o final, dois PM’s junto a militantes de uma entidade estudantil que legitima a intervenção da SEEDUC na mobilização dos estudantes (AERJ) interviram para tentar impedir o debate sobre a luta prática e concreta e implodir a assembleia. Foi derrotada a posição conciliadora de decidir se os estudantes deveriam buscar a aprovação da direção para realizar reuniões e assembleias, enviando um “ofício” a ela redigido pelos estudantes informando todas as pautas a serem discutidas para, só então, prosseguir sua mobilização. Os estudantes continuaram a defender a legitimidade de uma luta combativa e independente dos inimigos da educação!

 
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Qui, 31 de Março de 2016 Movimento Estudantil

Todo apoio a Greve dos Professores da Rede Estadual de Educação do Rio de Janeiro!

 

 Após garantir os lucros fabulosos da FIFA e das empreiteiras, a gerência estadual Cabral/Pezão/PMDB tem atacado covardemente os serviços públicos, sobretudo saúde e educação, com atrasos nos repasses de verbas, sucessivos atrasos nos salários de servidores públicos, demissão em massa de trabalhadores terceirizados, e por aí vai. É nesse cenário que se desenvolve a greve da educação estadual, deflagrada no dia 2 de março.

            A greve conta com a adesão de 70% da categoria, segundo o Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro), e os grevistas  tem lotado as assembleias gerais e os diversos atos regionais e unificados. Somam-se aos trabalhadores um enorme contingente de estudantes que tem feito greves estudantis e mesmo já iniciaram a ocupação de 3 escolas públicas . Ao mesmo tempo que os gerentes de turno das diferentes esferas (municipal, estadual e federal) tem lançado sucessivos ataques aos direitos do povo, os trabalhadores e, sobretudo, a juventude tem demonstram enorme disposição de luta para barrar esses ataques aos seus poucos direitos e arrancar todos aqueles direitos que faltam!

Professores entram em confronto com a segurança da ALERJ.