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Movimento Estudantil
Qua, 25 de Maio de 2016 Movimento Estudantil
“Uma faísca pode incendiar toda a pradaria!”
Presidente Mao Tsetung
Os estudantes secundaristas vêm se colocando na cabeça de um movimento que ultrapassou as fronteiras regionais de primeiro São Paulo, depois Goiás e Rio de Janeiro. Se espalhou por todo Brasil e promete incendiar ainda mais o atual cenário de profunda crise do velho Estado e suas siglas eleitoreiras do Partido Único das classes reacionárias.
Este movimento vem se mostrando capaz de mobilizar amplos setores de nossa sociedade contra os ataques aos direitos à educação, o plano de desmonte do ensino público e em defesa de um ensino público, gratuito, de qualidade e que sirva ao povo.
Estudantes secundaristas e universitários ocupando escolas e reitorias pelo Brasil todo em defesa do ensino público e de seu direito a estudar e aprender, que vêm sendo atacados rotineiramente pelos governos de turno.
Rio Grande do Sul: mais de 150 escolas ocupadas. Entre suas reivindicações estão melhorias na infraestrutura das escolas e por mais verbas à educação. Eleitoreiros queriam jogar o movimento para o jogo político eleitoreiro ao invés de debater os problemas de cada escola, ao passo que foram derrotados com uma vigorosa onda de ocupações em todo estado!
 
Ter, 24 de Maio de 2016 Movimento Estudantil
 

Revoltados/as com as constantes falhas nos cartões do passe-estudantil, com a supressão injustificada dos acessos e a arbitrariedade da limitação de tempo para o recadastramento, estudantes secundaristas e universitários sustentaram uma importante ocupação na ouvidoria do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) na rodoviária do Plano Piloto (do dia 28/04 à 05/05). Na ocupação foram desenvolvidas aulas-públicas, exibição de documentários, agitação política, tudo garantido por um ambiente de cooperação em que os estudantes conformavam comissões para viabilizar a segurança, alimentação, limpeza, comunicação e outras necessidades, não fugindo a regra de elevada organização que é marca das ocupações de escolas que se alastram pelo Brasil.

Os estudantes enfrentaram a intransigência das “autoridades” distritais que não se disponibilizavam para negociar, a repressão policial que tentou desocupar o prédio cercando-o e lançando, covarde e sorrateiramente, spray de pimenta pelas suas frestas, além das violências sofridas por uma companheira que, ao se deslocar até um sindicato de servidores públicos que apoiou a luta através da impressão de panfletos e cartazes, foi abordada por PM’s que lhe roubaram o material e outros companheiros que foram perseguidos e agredidos também por policiais quando faziam uma ronda de segurança numa das noites da ocupação.

A resistência estudantil forçou o Governo do Distrito Federal (GDF) a negociar e foram obtidas conquistas parciais. Estipulou-se um prazo para a retomada do recadastramento anual dos cartões (a partir de 1º de junho), foi feita a promessa de que as análises de cadastro/recadastro seriam agilizadas, que haveria uma solicitação à secretaria de educação para o abono das faltas dos estudantes que não puderam ir à escola pelos problemas do passe e foi acordada a não criminalização dos que participaram da ocupação.

Certos de que tais avanços são diminutos e cientes do histórico de mentiras dos governos em todos os níveis e de todos os partidos contra as lutas do povo, seguiremos firmes nas batalhas pelo passe-livre irrestrito e por um transporte público de qualidade.


Passe livre já!

REBELAR-SE É JUSTO!

 
Sex, 20 de Maio de 2016 Movimento Estudantil
Reproduzimos a seguir a Nota da Comissão Organizadora do 36º ENEPe a ser realizado entre 17 e 24 de julho na Universidade Federal de Rondônia - UNIR.
Nós do MEPR convocamos a todos os estudantes a participarem deste Encontro de extrema importância dentro do atual contexto nacional de mobilizações estudantis.
O ENEPe visa não apenas discutir a atual precarização da educação na cidade e no campo, mas também organizar e mobilizar os estudantes de todo o Brasil. Com os fechamentos de escolas, privatizações e militarização é importante organizar um amplo movimento de defesa do ensino público, gratuito, de qualidade e que sirva ao povo!
O 36º ENEPe na UNIR será um evento histórico, por acontecer na Universidade que teve a histórica greve de ocupação vitoriosa que conseguiu destituir o REItor de seu cargo e conquistar todas as suas pautas. Também fará uma ampla propaganda da luta pela terra por acontecer no estado em que mais teve mortes de camponeses por questões de conflitos agrários, sendo mais de 20 mortes somente no ano passado! 

MOBILIZAR E CONSTRUIR UM ENEPe DE LUTA NA UNIR!
PEDAGOGIA É COMBATENTE, ROMPEU COM A UNE E CONTINUA INDEPENDENTE!
REBELAR-SE É JUSTO!

"NOTA DA COMISSÃO ORGANIZADORA
Rumo ao 36º ENEPe na Amazônia!
O Movimento Estudantil de Pedagogia Rondoniense saúda todos os estudantes de 
pedagogia do Brasil

A  sede  do  36º  ENEPe,  aprovada  durante  a  plenária  final  do  35º  ENEPe(Paraná),  ratificada  no  20º FONEPe(Bahia),  através  da  Comissão  Organizadora  saúda  calorosamente  todos  os  estudantes  de pedagogia do Brasil. Sem dúvida nenhuma será um momento ímpar para estudantes da região norte de nosso país construir e participar mais ativamente dessa atividade nacional de grande importância para a luta em defesa da educação pública, contra o corte de verbas e direitos do nosso povo.
Estamos nos organizando para mobilizar estudantes de Rondônia, Acre e também do Amazonas, que assim como muitos estudantes de vários cursos da UNIR, terão pela primeira vez a oportunidade de participar do encontro nacional de pedagogia. Estamos nos organizando através de reuniões diárias de planejamento e formação  política  articuladas  pelos  Centros  Acadêmicos  de  Pedagogia  da  UNIR  (Campus  Porto  Velho  e Rolim de Moura) em parceria com dezenas de estudantes dos cursos de licenciatura de nossa universidade e de demais instituições de ensino na capital e no interior do estado, compondo desta forma a Comissão Organizadora.
 
Sex, 20 de Maio de 2016 Movimento Estudantil

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Na tarde de ontem (19), esudantes secundaristas, universitários e professores participavam de manifestação contra o plano de liquidação do ensino público estadual, orquestrado pela secretária de educação Raquel Teixeira e do governador Marconi Perillo a serviço do grupo Kroton e do Banco Itaú que tem interesses escusos na privatização da educação brasileira. No início do ano as ocupações de quase 30 escolas fizeram o gerencimento estadual de Goiás voltar atrás no plano de implantar as OS nas escolas. Porém, agora, mudando sua tática, Marconi Perillo pretende criar Escolas Técnicas Estaduais que seriam regidas por OS como teste do modelo privatizador.

Animados pelas vitórias conquistadas até o momento, o movimento popular organizou nova passeata para divulgar à população os novos planos do gerencimento estadual. Os lutadores não esperavam que José Eliton - futuro candidato ao governo estadual, secretário de segurança pública, vice-governador e governador em exércio, visto que Marconi Perillo vendia o estado nos EUA - atirasse brutalmente a Polícia Militar contra os manifestantes.

Outra vez uma manifestação popular termina em prisões em Goiânia. Dois estudantes da Universidade Federal de Goiás, um da Geografia e outro da Biologia, além de uma secundarista foram presos e agredidos. Vários outros manifestantes ficaram machucados com as bordoadas e muitos desmaiaram por conta do gás lacrimogênio atirado aos montes por lança-granadas. Segundo a PM, dois policiais foram feridos.

 
Sex, 06 de Maio de 2016 Movimento Estudantil

Enquanto os governistas da CUT convocam ato de 1º de Maio para defender o governo federal e os centristas do PSOL/PCB ficam num “morde e assopra” com o gerenciamento Dilma/PT, a juventude combatente sai às ruas para denunciar a falsa polarização imposta ao povo pelo monopólio da imprensa.

Os jovens denunciaram em praças, feiras e terminal de ônibus a atual política de extermínio perpetrada contra o povo pobre no campo e na cidade e sua mais nova síntese na “Lei antiterrorismo”, os cortes de direitos com o “enxugamento da máquina pública” através do “ajuste fiscal” e o absurdo aumento de passagens na região (de 2,70 para 3,20), apontando o caminho da luta que as massas têm tomado e levantando bem alto a bandeira da Revolução de Nova Democracia

 
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Sex, 06 de Maio de 2016 Movimento Estudantil

No dia 04/05, quarta-feira, ocorreu em diferentes pontos do Rio de Janeiro manifestações dos Colégios Estaduais ocupados. Foram atos aonde os estudantes colocaram para população as suas pautas. No ato do Grande Meier, pela manhã, estiveram presentes cerca de 200 estudantes, enquanto que pela noite ocorreu o ato da Tijuca, que contou com a participação de cerca de 100 estudantes.

Denunciaram a situação precária da estrutura dos colégios, a falta de professores, o sucateamento da estrutura, a precarização da merenda e todo conjunto de reivindicações da luta estudantil como o fim do SAERJ, nenhuma matéria com menos de dois tempos de aula e eleição direta para os diretores dos colégios. Além de se posicionar contra o desmonte do ensino público dos diferentes governos – Estadual, de Pezão (PMDB) e Federal, de Dilma (PT)!

Faixa do Ato dos Colégios Estaduais Ocupados da Tijuca Ato das Escolas Ocupadas do Grande Méier.

 
Qua, 04 de Maio de 2016 Movimento Estudantil
Reproduzimos abaixo nota publicada pelo D.A. de Pedagogia da UFMG – Gestão Campo de Luta em apoio e solidariedade à Liga dos Camponeses Pobres pela odiosa campanha de criminalização e perseguição sofrida por parte de latifundiários, do Comandante Geral da PM de Rondônia e do monopólio de imprensa fascista da região.

Aproveitamos para saudar esta postura do D.A. da Fae/UFMG em se colocar do lado das lutas do nosso povo! Viva o Movimento Estudantil independente e combativo!

 


 

O Diretório Acadêmico Walkiria Afonso Costa da Faculdade de Educação/UFMG se solidariza com o dirigente da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia (LCP) José Pereira Gonçalves e sua família, ameaçados e perseguidos por pistoleiros e pela polícia militar a mando do latifúndio em conluio com o velho Estado fascista.

Temos acompanhado com muita atenção a luta dos camponeses no Vale do Jamari em Rondônia, onde esse Estado burguês, latifundiário e serviçal do imperialismo tem perpetrado inúmeros ataques aos camponeses em luta pela terra. A perseguição tem se intensificado depois da nomeação do Coronel Ênedy, milico fascista, a comandante geral da PM em Rondônia, que junto ao governador Confúcio/PMDB são responsáveis pela violência na região que já teve pelo menos 4 assassinatos de camponeses, sem contar em perseguições, torturas, ataques de pistoleiros e despejos.

 
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Qua, 04 de Maio de 2016 Movimento Estudantil

No último mês, por conta da escalada da perseguição e ameaças ao movimento camponês em nosso país, especialmente no estado de Rondônia, ativistas do MEPR organizaram uma série de atividades com objetivo de expor a realidade da luta pela terra, contando inclusive com a participação do dirigente da LCP de Rondônia José Gonçalves, cuja carta aberta de denúncia dos crimes do latifúndio foi distribuída amplamente.

Levantando a consigna da campanha “Contra a Perseguição, Ameaças e Assassinatos de Camponeses e suas Lideranças” foram organizados debates na Faculdade de Educação (FaE), Instituto de Geociências (IGC) e na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) da Universidade Federal de Minas Gerais e também na Escola Estadual Dona Benvinda de Carvalho em conjunto com estudantes e professores progressistas. Nestas atividades não apenas se expôs a dura realidade do campesinato no nosso país e sua histórica luta pela terra, tão escondida pelo monopólio de imprensa, como também a necessidade de apoiar a Revolução Agrária em curso no nosso país, caminho da libertação de toda a nação, em contraponto à mentirosa Reforma Agrária falida capitaneada pelo oportunismo do PT na gerência de turno, atual responsável pela aplicação da política de Estado de massacre e genocídio sobre nosso povo.

 
Sáb, 23 de Abril de 2016 Movimento Estudantil

A mobilização da Juventude Combatente na atual greve dos servidores, entre eles os professores, no estado do Rio de Janeiro já levou a atual Onda de Ocupações de Colégios. Até o dia 23/04 já eram mais de 75 o número de Ocupações e são mais dezenas mais os colégios aonde os estudantes vêm se mobilizando para novas e maiores ações, enfrentando de maneira decidida direções fascistas, a contrapropaganda dos monopólios de comunicação e a repressão da Polícia fascista tudo isto sendo desesperadamente orquestrado pelo atual gerenciamento de turno, em crise, do estado do Rio de Janeiro, Pezão/Dornelles (PMDB).

Em todo Estado vem ocorrendo cenas de direções fechando escolas para impedir a mobilização dos estudantes, policiais militares intervindo em assembleias e manifestações estudantis, bloqueando os aparelhos que recarregam os cartões de passagem, RioCard. Ao mesmo tempo os combativos estudantes resistem aos ataques, se mobilizam e aumentam, a cada dia que passa, o número de colégios Ocupados! Os estudantes vêm colocando na ordem do dia suas pautas contra o desmonte do ensino público e contra o autoritarismo de direções aliadas à Secretaria de Estado de Educação SEEDUC.

Combativo protesto na greve dos professores de 2013.

 

 
Seg, 18 de Abril de 2016 Movimento Estudantil

            No dia 11/04 os estudantes do C.E. Herbert de Souza ocuparam a escola em resposta ao plano de desmonte do ensino público e contra sua direção e seus inspetores autoritários. Desde semanas antes os estudantes já vinham se organizando em Rodas de Conversas, CineDebates, Passagens em Turmas e diversas outras atividades para mobilizar e politizar os estudantes.

Faixas e Cartazes no portão do Colégio Ocupado.