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SP: Estudantes secundaristas prosseguem em luta, repressão aumenta

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Comitê de Apoio ao jornal A Nova Democracia – São Paulo (SP)

No dia 11 de agosto, às 14h iniciava-se na Praça Roosevelt a concentração do ato dos secundaristas em defesa da educação pública e contra os cortes de verbas na saúde e educação.

Durante a concentração houve ação truculenta da Polícia Militar de São Paulo que prendeu dois estudantes acusados de serem “os líderes do ato” e uma adolescente acusada de “desacatado à autoridade”. No vídeo feito por um cinegrafista da TV Gazeta, os policiais arrastam a garota até a base da PM e os dois jovens são levados de forma agressiva pra dentro da mesma.

A polícia usou gás de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os estudantes que entoavam energicamente a palavra de ordem: “Não acabou, tem que acabar, eu quero o fim da Polícia Militar”.

A despeito da repressão, o ato saiu mesmo assim. Percorreu a Rua da Consolação, deu a volta na Praça da Republica e subiu novamente a Consolação. Uma nova assembléia foi realizada e os estudantes decidiram prosseguir até a Av. Paulista.

 

A exemplo do que ocorreu no Ato contra o Massacre Olímpico em São Paulo no dia 05/08, conforme noticiado no blog de AND, novamente as forças de repressão do velho Estado usaram a tática militar denominada “Caldeirão de Hamburgo”. Os estudantes resistiram ao ataque da PM com barricadas e fizeram denúncias com pichações pela Av. Paulista. Cinco estudantes foram detidos em diferentes pontos do centro e levados até o 4°DP (localizado na Consolação) e logo após encaminhados até ao 78°DP.

Pelos relatos dos estudantes detidos, houveram agressões por parte dos policiais dentro das DPs.

Este é o segundo ato dos secundaristas que vem cercado de repressão e prisões de estudantes, no que a juventude combatente responde com mais vigor e mais luta, demonstrando que novos tempos se aproximam e que o velho Estado nada pode fazer para suprir as necessidades das massas, apenas responder com mais repressão. Os estudantes afirmam que a luta não para e novas manifestações estão marcadas.

 

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