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UERJ: Universidade vai às ruas. Estudantes denunciam massacre de Pau D'Arco.

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No último dia 07/06, quarta-feira, estudantes, professores e técnico-administrativos participaram da Marcha pela Uerj. O ato, que contou com mais de 1000 pessoas, teve início pela manhã, as 10 horas. Ao fim da tarde, ocorreu também a distribuição de panfletos denunciando a chacina de Pau D’Arco, no Pará.

Pela manhã, as aulas foram interrompidas para que o conjunto da comunidade acadêmica pudesse comparecer. A manifestação percorreu toda a Rua 28 de setembro, aonde está localizada o Hospital Universitário Pedro Ernesto - HUPE, que sofre com a precarização e o corte de verbas. Ao longo da caminhada, muitas faixas, cartazes e falas denunciaram o plano de desmonte da educação pública e chamaram a população carioca a se unir na luta em defesa da Uerj e contra as medidas antipovo do Pezão. Chegando até o fim da rua, numa movimentada praça, o ato teve fim.

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Esta importante iniciativa serviu para mostrar para alguns setores da universidade e também para a população quão grave é a situação da Uerj com um período letivo de apenas 3 meses, o não funcionamento do bandejão, aonde estudantes estão tendo que pagar pelo menos R$50,00 por semana do próprio bolso para almoçar nos arredores da faculdade, e muitas outras pautas que garantem o funcionamento mínimo da faculdade e devem ser urgentemente atendidas.

Apesar dos ataques de Pezão e toda sua quadrilha, a Uerj resiste! Estudantes, professores e funcionários estão se organizando para defender seus direitos e lutar contra os ataques aos seus direitos em defesa do ensino público!

No mesmo dia, às 17h, estudantes do MEPR e militantes da UV-LJR organizaram uma panfletagem denunciando a chacina de 10 camponeses ocorrida em Pau D’Arco, no Pará, no último dia 24/05. Foram mais de 700 panfletos distribuídos em pouco mais de 2 horas de atividade, que contou com uma faixa em apoio à luta pela terra e condenando o massacre, e também intervenções no megafone explicando o conteúdo do panfleto distribuido.

Todos os que passavam e recebiam a nota de denúncia se mostravam interessavados em ouvir o conteúdo das falas e em vários momentos demonstravam o seu apoio à luta dos camponeses pela terra. Na semana que vem será organizado um debate com o mesmo tema para trazer, uma vez mais, o debate sobre a questão agrária e a denúncia dos crimes do latifúndio para dentro da faculdade.

Após o final da atividade, foi estendida uma faixa de 30 metros com os dizeres “Solidariedade aos camponeses de Pau D’Arco Pará! Viva a luta pela terra!” assinada pelo MEPR.

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