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Homenagem à companheira Remís em Recife

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Na tarde deste sábado dia 27/01 a Associação dos Funcionários, Posseiros e Moradores da Zona 6 - UFRPE em Nova Morada, juntamente com o Movimento Estudantil Popular Revolucionário e o Movimento Feminino Popular organizaram uma homenagem à companheira Remís Carla, relembrando seu exemplo de lutadora do nosso povo, sua convicção e trabalho incansável pela transformação de nossa sociedade.

 A companheira Remís era uma das diretoras da Associação que lutava por garantir a propriedade da área ocupada há anos pelos moradores em um terreno abandonado pela UFRPE. O primeiro a se pronunciar foi o presidente da Associação, relembrando o quanto a companheira Remís foi importante e dedicou-se a luta de Nova Morada, sendo assim, um grande exemplo que representa verdadeiramente aquela comunidade. A companheira foi uma das fundadores da Associação de Moradores, reconhecendo a importância da organização do povo para travar essa luta e conquistar a posse dessas casas, e a isso ela se dedicou.

 Nas falas durante o ato, a companheira Remís foi relembrada enquanto estudante revolucionária, que sempre se vinculou às massas de nosso povo, lutando não só pelas terras de Nova Morada como também dando apoio aos camponeses pobres de nosso país, e como professora em formação, estudante de pedagogia, esteve sempre na linha de frente das lutas em defesa de uma educação que sirva ao povo, atuando na Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia, e seguirá ganhando batalhas após sua morte, pois segue conosco em seu exemplo e seus ideais.

 Segundo um dos presentes, “foi graças à organização e mobilização popular que pudemos encontrar o corpo de nossa companheira e dar-lhe um enterro digno, prestar-lhe as nossas homenagens. Se dependêssemos do “esforço” desse velho Estado, o covarde assassino já teria fugido, como tentou fazer, e a família da companheira não teria tido ainda o direito encerrar a angústia de seu desaparecimento e de saber o que aconteceu”.

 Só com mobilização e organização pudemos encontrá-la, assim como só com mobilização e organização é que tem resistido e que poderão chegar à vitória os moradores de Nova Morada. Assim é para o nosso povo, pois este velho Estado não serve a nós, urge derrubá-lo, varrer toda a podridão, e erguer em seu lugar o Novo Poder, uma Nova Democracia. Nisso a companheira Remís acreditava, e por isso ela lutava.

 Ergueremos cada vez mais alto essas bandeiras de luta! Até que nosso povo tenha não só moradia, terra, saúde, educação, como também o Poder!

Foi relembrado que a luta por encontrar Remís acabou, mas segue a luta por justiça! Na próxima sexta-feira, dia 02/02, nos encontraremos na ALEPE para uma Audiência, onde denunciaremos a cumplicidade desse velho Estado com o assassino, quando nada fez para proteger Remís, e novamente nada por encontrá-la, chegando a sugerir que suas denuncias de agressão eram falsas, e que ela mesma era responsável por seu desaparecimento e sua morte.

 A homenagem foi encerrada com um culto religioso de consolação das famílias, e todos foram unânimes em afirmar:  

Companheira Remís, presente na luta!

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