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Igor Mendes é preso político dos gerenciamentos de Cabral/Pezão (PMDB) e Dilma Rousseff (PT)

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Igor Mendes da Silva, estudante de Geografia da UERJ, ativista do Movimento Estudantil Popular Revolucionário – MEPR e da Frente Independente Popular – FIP é mais um preso político dos gerenciamentos de Cabral/Pezão (PMDB) e Dilma Rousseff (PT). Igor Mendes está há mais de dois meses preso no Complexo Penitenciário do Bangu no Rio de Janeiro/RJ pelo “crime” de ousar lutar contra a farra com o dinheiro público durante a Copa do Mundo da Fifa.

Igor Mendes está preso por lutar em defesa de saúde, ensino e transporte públicos, por participar de manifestações contra o genocídio cometido diariamente pelas UPP`s (Unidades de Polícias Pacificadoras) e a ocupação do Exército nas comunidades pobres da “cidade maravilhosa”. Igor Mendes está preso por ter se colocado ao lado dos professores durante a grande greve de 2013 quando a polícia atacou com violência uma manifestação com mais de cem mil pessoas e por ter se posicionado ombro a ombro com os garis que se rebelaram contra seus aviltantes salários e as péssimas condições de trabalho.

A absurda e descabida alegação para a prisão do ativista é sua participação em um festival de cultura popular ocorrido no dia 15 de outubro de 2014 (dia do professor) em frente à Câmara dos Vereadores, na Cinelândia. Na interpretação do juiz fascista Flávio Itabaiana, a participação do jovem no evento significaria o descumprimento das "medidas cautelares" impostas pelo judiciário que proíbem a participação do ativista em "reuniões públicas" sob a justificativa de que sua presença representaria um "risco a ordem pública".

 

Nosso companheiro é um dos 23 perseguidos políticos que tiveram mandatos de prisão expedidos pelo juiz Flávio Itabaiana da 27ª Vara Criminal da Capital e executados pela Delegacia de Repressão a Crimes de Informática - DRCI (que assumiu as funções do execrável DOPS do regime militar fascista), um dia antes  do jogo final da Copa da Fifa como parte da malfadada “Operação Firewall 2”. Quando da prisão de Igor, no dia 03 de dezembro do ano passado, foram expedidos mandatos de prisão preventiva contra outras 2 ativistas: Elisa Quadros Pinto, conhecida como Sininho e Karlayne Moraes da Silva Pinheiro, tratadas como foragidas pelo podre judiciário e o monopólio da imprensa.

A prisão de Igor Mendes e a perseguição política aos demais ativistas no Rio de Janeiro é um ato de vingança do gerenciamento estadual de Pezão (PMDB), recém empossado após ter sido derrotado nas ruas pela continuidade dos protestos e nas urnas pelos votos brancos, nulos e abstenções. E é um ato de desespero do gerenciamento oportunista de Dilma Rousseff (PT/PMDB/PSB/pecedobê), afundado até o pescoço no lamaçal da corrupção e que busca responder ao agravamento da crise econômica, política e social no país aprofundando a repressão fascista potencializada nas grandes jornadas de luta de junho/julho de 2013, ampliando a perseguição contra ativistas e organizações democráticas, revolucionárias, independentes e combativas.

 

Velho Estado responde com repressão às grandes jornadas de luta de junho/julho de 2013

 

Foi a brutal repressão policial aos protestos contra o aumento das passagens em São Paulo no dia 13 de junho a faísca que incendiou todo país. A Policia Militar atacou os manifestantes com violência, dezenas de jovens foram presos e muitas pessoas ficaram feridas. Como uma resposta as indignantes imagens veiculadas pela televisão, o povo se levantou em gigantescas ondas de protestos que rapidamente se alastraram por centenas de cidades. A luta já não era pela redução do preço das passagens, mas em defesa dos direitos mais elementares sistematicamente negados ao povo pelo velho Estado e seus gerenciamentos de turno.

O velho Estado, gerenciado pela frente oportunista e eleitoreira de PT/PMDB/PSB/pecedobê reagiu contra a justa rebelião popular da mesma forma como o faz há séculos: repressão, prisões, processos, assassinatos. Durante os protestos de junho e julho de 2013 milhares de pessoas foram feridas, centenas foram detidas, incontáveis manifestantes seguem processados. Somente em junho mais de vinte pessoas resultaram mortas em decorrência da ação truculenta da polícia, como o jovem Douglas Henrique derrubado de um viaduto em Belo Horizonte ao fugir das bombas jogadas pela PM. coronel Fábio Almeida de Souza, quem comandava a repressão policial às manifestações na cidade do Rio de Janeiro, foi recentemente exonerado após vazar no monopólio da imprensa mensagens eletrônicas na qual o militar faz apologia ao nazismo, assumindo e defendendo o uso de toda violência contra os manifestantes. 

 

Dilma Rousseff (PT) decreta Estado de Sítio para garantir os lucros da Fifa

 

Durante a Copa da Fifa, que só se realizou mediante gigantesca operação de guerra, a repressão policial sem limites foi orquestrada desde os altos escalões na Esplanada por Dilma Rousseff (PT), o então ministro da Casa Civil Gilberto Carvalho (PT) e o Ministro dos Esportes Aldo Rabelo (pecedobê). Milhões de dólares foram gastos em armamentos de alta tecnologia importados do Estado sionista de Israel. A Força Nacional de Segurança e o Exército foram para as ruas. Tanques desfilaram pelas ruas do Rio de Janeiro durante o jogo final da Copa da Fifa. Milhares de policiais militares das pequenas e médias cidades foram deslocados para as cidades sede dos jogos. Dezenas de quilômetros nos arredores dos estádios foram cercados e a circulação nas regiões centrais das cidades sedes dos jogos foi coibida por policiais fortemente armados que abordavam com violência a juventude acusando a todos de “vandalismo”, fotografando rostos e fichando pessoas a esmo. O método nazista do “envelopamento” passou a ser o modo operante das forças repressivas, por todo o país as manifestações foram cercadas por um gigantesco aparato policial, o direito de manifestação foi suprimido e as manifestações foram na prática proibidas. Para “surpresa” da “esquerda” reformista e eleitoreira, a ratazana delatora Dilma Rousseff (PT) decretou e presidiu um verdadeiro Estado de Sítio, assegurando a farra da Fifa.   

 

Globo encabeça a campanha de criminalização do protesto popular 

 

Desde o início da rebelião popular em 2013, a Globo se posicionou contra as manifestações, cobrando “medidas mais enérgicas” das “autoridades”.  Durante a Copa da Fifa, enquanto por todo o mundo a descomunal repressão policial aos protestos populares repercutia, a Globo se esforçava ridiculamente para passar a imagem de que tudo ia bem no “país do futebol”, exceto, é claro, a Seleção Brasileira, vergonhosamente eliminada pela seleção alemã na histórica goleada de 7x1. Nenhuma vírgula foi dita, pela Globo ou por qualquer veículo do monopólio da imprensa, cobrando a apuração e a punição dos responsáveis pelos gravíssimos crimes e violações de direitos fundamentais cometidos pelo governo e os aparatos repressivos durante as jornadas de junho/julho de 2013 e a Copa do Mundo da Fifa.

Fazendo justiça ao seu passado de filha primogênita e apoiadora do Regime Militar fascista de 64, a Globo não tardou em ressuscitar o discurso dos “infiltrados” para justificar a repressão policial aos protestos. Após a generalização das manifestações, para não deixar descoberto o seu caráter antipovo, passou a acenar favoravelmente aos protestos com uma mão, enquanto com a outra justificava e encobria a violência policial, responsabilizando os manifestantes pela ação da polícia. A Globo buscou, a todo o custo, dirigir os protestos, não podendo, passou a satanizá-los, afirmando estarem os manifestantes divididos entre “pacíficos” e “vândalos”, no objetivo de criminalizar as parcelas mais combativas da juventude, amedrontar a todos e domesticar as manifestações, numa tragicômica tentativa de reeditar o seu movimento dos manipulados “caras pintadas”.  

O monopólio da bilionária família Marinho começou a perder o jogo quando os supostos “pacíficos” e “vândalos” continuavam unidos aos milhares nas ruas, expressando sua justa revolta contra os símbolos deste sistema reacionário e podre: bancos, prefeituras, Assembleias Legislativas, delegacias e o próprio Congresso. Não demorou muito para que os repórteres da emissora começassem a ser expulsos dos protestos, na medida em que as pessoas percebiam a repugnante manipulação das notícias que transformavam manifestações pacificas contra o assassinato de jovens pela polícia ou pela construção de passarelas em ações organizadas pelo tráfico varejista de drogas. Desde então, a Globo passou a filmar os protestos do alto de seus helicópteros e a contar com a presença cativa de especialistas em “segurança pública” em seus telejornais para “analisar” as manifestações, deixando ainda mais evidente o seu ponto de vista reacionário contrário à luta popular.

 

Imprensa Fascista utiliza da trágica morte do cinegrafista Santiago para demonizar os protestos populares

 

A trágica morte do cinegrafista Santiago de Andrade, funcionário da Rede Bandeirantes de TV, atingido acidentalmente por um fogo de artifício durante repressão policial a uma manifestação popular no dia 2 de fevereiro do ano passado na cidade do Rio de Janeiro, foi a senha para que os monopólios da imprensa, encabeçados pela Rede Globo, incrementassem a mais odiosa campanha de criminalização dos protestos populares, impondo a versão de que o trágico acidente seria objetivo dos manifestantes, um crime premeditado com execução planejada.

No mesmo dia em que ocorreu a trágica morte do cinegrafista, várias matérias foram veiculadas nos telejornais com a participação de especialistas em pirotecnia demonstrando como seria impossível aos ativistas, como a qualquer pessoa, determinar a direção de um fogo de artifício com a sua haste de estabilização cortada. Em inúmeras simulações ficava evidente se tratar de um acidente e que qualquer pessoa poderia ter sido atingida, inclusive, manifestantes. Mas os especialistas em urdir mentiras e enganação na imprensa monopolista não tardaram em perceber todo o potencial que a morte de Santiago guardava para os seus escusos objetivos. Em questão de horas, praticamente todos os veículos da imprensa fascista passaram a difundir a versão de que se tratava de um crime premeditado por um “grupo de vândalos infiltrados”.

Imagens do cinegrafista ferido, entrevistas com familiares emocionados e aos prantos, o velório e o enterro de Santiago Andrade, tudo passou a ser diuturnamente utilizado pelo monopólio da imprensa fascista para criar uma grande comoção que apresentasse os jovens manifestantes que resistem a violência policial nos protestos desde junho/julho de 2013 como os responsáveis pela morte do cinegrafista. Embalado por tal comoção, o podre judiciário do Rio de Janeiro foi extremamente rápido, da noite para o dia, a Promotoria Pública do Rio de Janeiro pediu a prisão de Caio Silva e Fábio Raposo identificados como suspeitos autores, acusando-os de homicídio triplamente qualificado, incluindo motivo torpe, impossibilidade de defesa da vítima e uso de explosivo. E, em poucos dias, Caio Silva e Fábio Raposo já estavam presos, sendo todos os dias barbaramente torturados durante as duas primeiras semanas de detenção. Passados mais de um ano, Caio e Fábio continuam encarcerados em Bangu e, caso forem condenados, os dois jovens podem ficar até trinta anos presos!

Duas questões devem ficar claras: primeiro, a morte do cinegrafista Santiago de Andrade foi um acidente e, segundo, Caio Silva e Fábio Raposo são presos políticos, pois todo o processo que resultou em suas prisões há mais de um ano tem o claro objetivo de criar opinião pública contrária aos protestos populares e de justificar a campanha em curso de criminalização e demonização da juventude combatente.

O que disseram estes mesmos telejornais que condenam a Caio e Fábio sobre a absolvição de Thor Batista, filho do bilionário (ex?) empresário Eike Batista? Thor dirigia sua Mercedes-Benz a 135 km/h (bem acima do limite de velocidade permitida) quando atropelou o ciclista Wanderson dos Santos no acostamento de uma rodovia, alguma emissora de televisão ousou afirmar que Thor Batista teria a intenção de assassinar Wanderson dos Santos por motivo torpe e sem dar a mínima chance de defesa à vítima? Porque não houve a mesma cobertura sensacionalista da morte do senhor Tasnan Accioly, de 65 anos, atropelado por um ônibus enquanto fugia das bombas e tiros disparados pela polícia durante a mesma manifestação em que o cinegrafista foi fatalmente ferido?  

Santiago foi levado após o acidente ao hospital Souza Aguiar num carro da PM e por qual motivo nenhum órgão da imprensa monopolista cogitou a hipótese de a morte do cinegrafista ter sido favorecida pelos próprios policiais que o socorreram? Tratando-se de uma morte tão conveniente aos interesses do monopólio da imprensa e da própria Policia Militar e considerando o fato de ser a PM do Rio de Janeiro uma das polícias mais corruptas do mundo e deste ser um procedimento criminoso corriqueiramente utilizado pelos aparatos repressivos em todo o país, esta possibilidade não pode ser descartada.

O certo é que existem dois responsáveis pelo acidente com o cinegrafista e estes não são Caio ou Fábio. Os responsáveis pelo acidente com o cinegrafista Santiago de Andrade são a Policia Militar do Rio de Janeiro, causadora de toda a situação de perigo à vida de milhares de pessoas em plena região central da cidade ao buscar impor pela força das armas a dispersão de uma manifestação legítima e pacífica. E a própria Rede Bandeirantes, que não se cansa de apresentar em seus telejornais os protestos como verdadeiras praças de guerra e ainda assim envia seu funcionário sem qualquer equipamento de proteção para fazer a cobertura de um protesto em que a ocorrência de um acidente era plenamente previsível.     

Todas as manifestações anteriores foram marcadas pela mais brutal violência dos aparatos repressivos que, por isso mesmo, foram repelidos com muita energia pela juventude combatente. Portanto, o mais previsível era a ocorrência de incidentes resultando em feridos e é obrigação da Rede Bandeirantes zelar pela integridade física de seus funcionários. O acidente com o cinegrafista da Bandeirantes não foi um caso isolado, vários jornalistas já haviam sido feridos durante a cobertura dos protestos populares desde junho de 2013, em sua grande maioria agredidos pela PM. Inúmeros profissionais ainda sofrem com as sequelas das agressões, alguns de forma irreversível, como os que ficaram cegos pelas “armas não letais” da polícia militar.

O episódio que obteve maior repercussão foi o da jornalista da Folha de São Paulo, Giuliana Vallone, gravemente ferida no olho após ser alvejada por um tiro de bala de borracha disparado por um policial, enquanto cobria uma manifestação contra o aumento das passagens na cidade de São Paulo, no dia 13/06/13, mas, segundo a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – ABRAJI, houveram mais de 100 casos de agressão física contra jornalistas durante a cobertura de protestos entre os meses de junho e outubro de 2013, pelo menos 15 ocorridos na cidade do Rio de Janeiro.

Liberdade imediata para Caio Silva e Fábio Raposo! 

 

O teatro montado pelo juiz fascista Itabaiana em conluio com PMDB/PT

 

nota do site sobre primeira audiencia dz 21-12 No dia 12 de julho de 2014, véspera da final da Copa do Mundo da FIFA, a Polícia Civil do Rio de Janeiro desencadeou a “Operação Firewall 2” acusando 28 ativistas de organizarem “atos violentos” e de estarem preparando uma violenta manifestação na Final da Copa da Fifa, desencadeando uma onda de prisões. Esta ação foi dirigida principalmente contra a FIP-RJ, o MEPR e a OATL. 18 ativistas foram detidos, mantidos em cárcere em presídios de segurança máxima durante vários dias, numa operação que incluiu violações a domicílios e à dignidade dos presos e seus familiares.

Em entrevista coletiva realizada na Cidade da Polícia, neste mesmo dia, panfletos, jornais e bandeiras de movimentos populares foram expostos como “provas” de crimes nunca praticados, escancarando o caráter político não somente da ação policial, mas de todo o inquérito que a deflagrou. Dezenas de ativistas e seus familiares tiveram seus telefones grampeados por meses a fio e os próprios advogados dos ativistas tiveram suas conversas com clientes violadas.

As acusações feitas aos ativistas carecem de qualquer materialidade. Todo o processo está baseado em testemunhos de policiais federais infiltrados sem autorização judicial e pessoas motivadas por desavenças pessoais com os réus. Escutas telefônicas e postagens em redes sociais são manipuladas no intuito de dar a entender a existência de uma suposta “quadrilha armada”. Sem apresentar provas ou sequer indícios, livros são definidos como coquetéis molotov e canetas são transformadas em instrumentos para furar pneus de carros.

Durante todo processo os advogados dos ativistas tiveram seu trabalho tolhido das mais diversas formas. Até mesmo o acesso ao inquérito foi dificultado, enquanto a Globo noticiava com antecedência “furos de reportagens” divulgando depoimentos montados pela polícia e toda a espécie de sandices contidas nas milhares de páginas do inquérito, no qual termos típicos da polícia política fascista são usados para caracterizar organizações e movimentos populares: “o Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR) é uma organização comunista que prega a guerra, divisão de terras e a violência […] com um cunho quase terrorista.” e “O MEPR [Movimento Estudantil Popular Revolucionário], bem como a OATL [Organização Anarquista Terra e Liberdade], não buscam o pleito político nas eleições formais propriamente ditas. A OATL por ser fundamentalmente anarquista e o MEPR por ter um cunho quase terrorista”.

            É evidente o objetivo do podre judiciário em transformar manifestantes presos políticos em “criminosos comuns” ou “assassinos cruéis e sanguinários” e uma frente de movimentos populares organizados numa assembleia de participação aberta em uma perigosa “quadrilha armada”. Enquanto Igor Mendes, Caio Silva e Fábio Raposo estão presos, prossegue a execrável e ardilosa maquinação da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática em fabricar provas, enquanto o juiz fascista Flávio Itabaiana, assessorado pela Globo, trama junto aos gerenciamentos de Pezão (PMDB) e Dilma Rousseff (PT) a melhor maneira de justificar a “punição exemplar” de todos os 23 ativistas indiciados durante as manifestações contra a farra da Copa da Fifa no Rio, abrindo precedentes para a ampliação do poder repressivo do velho Estado contra as liberdades democráticas de expressão e manifestação em todo o país.

 

Extinção de todos os processos contra manifestantes!

Exigimos nosso direito à livre manifestação e expressão!

 

Brasil: ações da campanha contra as perseguições e prisões políticas

 

decisao e combatividade de im dz - 15-12

Por todo o país se realizam atos públicos, panfletagens, colagens de cartazes, debates e pichações pela libertação de Igor Mendes e todos os presos políticos. Diversas atividades estão sendo realizadas de norte a sul do país, como em São Paulo, Belo Horizonte, Goiânia, Espirito Santo, Recife, Bahia, Rondônia. No Rio de Janeiro, em todas as audiências sobre o processo envolvendo os 23 ativistas perseguidos políticos, apoiadores da luta permanecem o dia inteiro no local, panfletando para a população e exibindo faixas. Uma comissão composta por pais e familiares dos perseguidos e presos políticos se reúne constantemente e realiza diversas atividades como atos públicos e debates em escolas, universidades e comunidades pobres. Diversas entidades e movimentos populares participam das ações de denúncia e solidariedade e contribuem com a campanha de arrecadação de recursos materiais para manter o movimento. Advogados do povo trabalham dia e noite. Jornais e coletivos da imprensa popular divulgam em tempo real a luta pela libertação dos presos políticos e o fim dos processos.

 

Juventude camponesa se soma à campanha contra as perseguições e prisões políticas

 

Durante o III Encontro da Juventude Camponesa, jovens vindos de diversas comunidades do Norte de Minas e Sul da Bahia manifestaram seu apoio à campanha pela libertação de Igor Mendes da Silva. A mesma frente oportunista e eleitoreira encabeçada por Dilma Rousseff (PT) que persegue a juventude combatente na cidade é a responsável pela mais cruenta repressão e criminalização da luta pela terra, em ações orquestradas por meio da Ouvidoria Agrária Nacional e o INCRA. Os mandantes do assassinato do dirigente camponês, Cleomar Rodrigues de Almeida, coordenador político da Liga dos Camponeses Pobres do Norte de Minas e Sul da Bahia, assassinato por pistoleiros a mando do latifúndio no dia 22/10/2014, continuam impunes. E o latifúndio segue matando aqueles que lutam pelo sagrado direito à terra para quem nela trabalha, como fica evidente com o assassinato de José Antônio dos Santos, executado por um bando armado comandado por ex-policiais em Rondônia no dia 27/01/2015. 

 

Solidariedade Internacional aos presos e perseguidos políticos no Brasil

 

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Denúncias de movimentos populares e de defesa dos direitos do povo sobre as perseguições e prisões políticas no país são repercutidas em português, espanhol, galego, alemão e inglês por sites e blogs de todo o mundo e declarações de solidariedade aos presos e perseguidos políticos são enviadas ao Brasil por organizações populares de vários países (Chile, Equador, Colômbia, Bolívia, Itália, Espanha, Alemanha, entre outros). Por todo o mundo, jornais, panfletos, faixas, pichações e cartazes difundem as notícias sobre a luta contra a criminalização do protesto popular no Brasil.

 

Liberdade para Igor Mendes e todos presos políticos da cidade e do campo!
Rebelar-se é justo!

 

 

Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR) – Brasil.

 

fevereiro de 2015.

 

 

 

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